quinta-feira, maio 05, 2011

SHOUWANG EM ORAÇÃO E JEJUM.


SHOUWANG EM ORAÇÃO EJEJUM INTENSOS.
Pastores presos em Beijing.

守望  福音教会 :  上帝是我们的避难所 !

A Igreja Evangélica Shouwang (“Vigilante”), em Beijing, foi fundada em 1993 pelo honrado e respeitado Pr. Jin Tianming. Ela é uma das maiores igrejas de Beijing. Desde 2003 o pastor fundador vem buscando registrar a igreja junto ao órgão competente do governo chinês, porém sem sucesso. A Igreja Shouwang diz não ter explicação para a repetida recusa para a expedição do registro dela por parte do governo chinês. 

  

No sábado, dia 16, a polícia prendeu o pastor Jin Tianming, e colocou muitos congregados sob prisão domiciliar por haverem empreendido esforços para a realização de um culto ao ar livre, disse um grupo de direitos humanos centrado na luta pela liberdade religiosa na China. 




Atualmente a Igreja Evangélica Shouwang tem congregados mais de 1.000 membros. Na semana passada, o Pr. Jin Tianming e centenas de membros da igreja foram presos e depois liberados quando tentavam realizar o culto de adoração de domingo em um local ao ar livre. 




Líderes da Igreja Shouwang  têm repetidamente afirmado que a reunião ao ar livre é politicamente motivada. Eles afirmam que os seus membros são forçados a adorar ao ar livre porque o governo chinês impediu senhorios de cederem qualquer espaço para igrejas. 




A igreja foi expulsa de onde aconteciam anteriormente as reuniões e funcionários do local alegam que foram pressionados a fecharem as portas para a Igreja Shouwang.

“Pedimos ao governo chinês para exercer moderação e se abster de recorrer à violência que contribui para a escalada do conflito com os pacíficos adoradores de Shouwang, que não pedem nada mais do que simplesmente exercer o seu direito à liberdade religiosa”, disse o fundador presidente da China Aid. 



O governo chinês, nos últimos tempos, tem aumentado a repressão contra dissidentes e manifestastes, de acordo com relatório do Departamento de Estado dos EUA sobre direitos humanos divulgado nesta semana. 


“Na China, vimos uma tendência negativa que está parecendo agravar-se na primeira parte de 2011″, disse a secretária de Estado Hillary Clinton. 




Clinton destacou que dezenas de advogados, ativistas, blogueiros e outros que desafiaram a autoridade do governo chinês foram detidos por exercerem o seu ”internacionalmente reconhecido direito à livre expressão”. 




Muitos acreditam que a repressão chinesa vem do seu medo de possíveis “rebeliões” de alguns cidadãos inspirados pela revolta no mundo árabe. Entretanto, a repressão parece ter sido a prática constante das autoridades chinesas contra os pastores evangélicos chineses nos seus territórios. 




Dada a sensibilidade do governo atual em relação à dissidência, um encontro de centenas de cristãos não-registrados no domínio público seria uma possível ameaça. 




Na China, as igrejas protestantes devem se registrar na Tríplice Autonomia do Movimento Patriótico, órgão governamental chinês que supervisiona as igrejas e o Conselho Cristão da China para operar legalmente. 




As igrejas cristãs chinesas, no entanto, percebem que esse é um órgão do governo que coloca a submissão à autoridade do Estado no mesmo nível (se não superior) a submissão à autoridade de Cristo. Por isso, muitas igrejas se recusam a se registrarem. Eles argumentam: “Cristo é o cabeça da igreja, não o governo”. 




Paira a realidade no temor de que a regulação do governo controle o conteúdo do sermão, e a entrega da mensagem bíblica na pregação, caso a igreja se registre. 




Elder Fu Xianwei de Xangai, presidente da Tríplice Autonomia do Movimento Patriótico, relata que na China há mais de 23 milhões de cristãos protestantes, incluindo os crentes não-registrados. 




Shouwang, uma das maiores igrejas não registradas em Pequim, provavelmente enfrentará uma pressão especialmente severa do governo chinês, pois o incidente recebeu muita atenção da mídia internacional e as autoridades mundiais estão retratando o fato de forma negativa para a China. 



Além de deter o pastor Sênior Jin Tianming, as autoridades chinesas também estão pressionando os senhorios a expulsarem os membros das igrejas de suas casas. Além disso, houve a prisão de outro pastor, Li Xiaobai, e sua esposa. 


No momento, afirma-se que o paradeiro do pastor Jin Tianming é desconhecido. 




Segundo a CAA (China Aid Association), mais de uma dezena de igrejas “clandestinas” para o governo em Beijing (Pequim) se uniram para emitir uma declaração de apoio à igreja Shouwang e abriram uma vigília de oração semanal pela congregação e os seus líderes. 




No domingo, dia 17, o honorável Pr. Yuan Ling, co-pastor auxiliar,  conclamou todos os membros daquela igreja unida e coesa para fazerem períodos intensos de oração e um intenso jejum pelos pastores presos e suas famílias, assim como pelo caminho do entendimento e do diálogo entre governo e igrejas evangélicas em todo o território chinês. 




Faço registrar minha mensagem especial solidária e encorajadora:



全能的上帝是我们的最高住房 !
恩典和耶稣基督的和平与你同在 .



PbGS

ANTROPÓLOGA DIZ QUE LIBERDADE RELIGIOSA ESTÁ AMEAÇADA NO BRASIL

Liberdade religiosa está ameaçada no Brasil.

Antropóloga Débora Diniz afirma que o Estado está sendo questionado na Justiça por tentar privilegiar o ensino católico nas escolas públicas e que livros didáticos associam os ateus aos nazistas.
O trabalho da antropóloga e documentarista carioca Debora Diniz tem si­do amplamente reconhecido mundo afora. Aos 41 anos, ela já recebeu 78 prêmios por sua atua­ção como pesquisadora e cineasta. Professora da Universidade de Brasília, Debora é autora de oito livros. O último deles – “Laicidade e En­sino Religioso no Brasil” – trata de uma discussão que está emergindo no País e deverá ser motivo de debates acalorados no Supremo Tribunal Federal. “Além de a lei do Rio de Janeiro sobre o ensino religioso nas escolas públicas estar sendo contestada no Supremo, há uma ação da Procuradoria-Geral da República contra a concordata Brasil-Vaticano, assinada pelo presidente Lula em 2008”, lembra Debora. “Um artigo da concordata prevê que o ensino religioso no País seja, necessariamente, católico e confessional. Isso é inconstitucional.”


ISTOÉ -
O ensino religioso nas escolas públicas, num Estado laico como o Brasil, é legítimo?

DEBORA DINIZ -

Sim e não. Sim porque está previsto pela Constituição. E não quando se trata da coerência com o pacto político. Chamo de coerência a harmonia com os outros princípios constitucionais: da liberdade e do pluralismo religiosos e da separação entre o Estado e as igrejas. Falsamente, se pressupõe que religião seria um conteúdo necessário para a formação da cidadania.


ISTOÉ -
O pluralismo religioso é respeitado nas escolas públicas?

DÉBORA DINIZ -

Não. A Lei de Diretrizes e Bases delega aos Estados o poder sobre a definição dos conteúdos e quem são os professores habilitados. Isso não acontece com nenhuma outra matriz disciplinar no País. A LDB diz que o ensino religioso não pode ser proselitista. Apesar disso, legislações de vários Estados – como a do Rio de Janeiro – afirmam que tem de ser confessional. Determinam que seja católico, evangélico.


ISTOÉ -
As escolas viraram igrejas?

DÉBORA DINIZ -

As aulas de ensino religioso, obrigatórias nas escolas públicas, se transformaram num espaço permeável ao proselitismo. Não é possível a oferta do ensino religioso confessional sem ser proselitista. Se formos para o sentido dicionarizado da palavra proselitismo, é professar um ato de fé. É a catequização. O proselitismo é um direito das reli­giões. Mas isso pode ocorrer na escola pública? A LDB diz que não.


ISTOÉ -
É possível haver ensino religioso sem ser proselitista?

DÉBORA DINIZ -
É. A resposta de São Paulo foi defini-lo como a história, a filosofia e a sociologia das religiões.

ISTOÉ -
São Paulo seria o melhor exemplo de ensino religioso no País?

DÉBORA DINIZ -

No que diz respeito ao decreto estadual, segundo o qual o ensino não deve ser confessional, sim. Mas se é o melhor exemplo na sala de aula, não temos pesquisas no Brasil para afirmar isso. A LDB diz que a matrícula é facultativa. Então, também devemos perguntar: o que a criança faz quando não está na aula de religião?


ISTOÉ -
O ensino religioso, da forma como está configurado, é uma ameaça à liberdade religiosa?

DEBORA DINIZ -

É. Quanto mais confessional for a regulamentação dos Estados, quanto mais os concursos públicos forem como o do Rio – em que o indivíduo tem de apresentar um atestado da comunidade religiosa a que pertence e, caso mude de religião, perde o concurso –, maior é a ameaça. A liberdade religiosa está ameaçada no País e a justiça religiosa também.


ISTOÉ -
Há uma tentativa de privilegiar uma ou outra religião?

DÉBORA DINIZ -

Quase todos os Estados se apropriam do que aconteceu no Rio, nominando as religiões dos professores. No Ceará, por exemplo, o professor tem de ter formação em escolas teológicas. Mas religiões afro-brasileiras não têm a composição de uma teologia formal. Essa exigência privilegia os católicos e os protestantes.


ISTOÉ -
Por que o MEC não define o conteúdo do ensino religioso?

DÉBORA DINIZ -

Há uma falsa compreensão de que o fenômeno religioso é um saber para iniciados, e não para especialistas laicos. Também há um equívoco sobre o que define o pacto político num Estado laico. O fenômeno religioso não é anterior ao fato político. Religião não pode ter um status que não se subordine ao acordo constitucional e legislativo. Isso é verdade em algumas coisas, tanto que o discurso do ódio não é autorizado. O debate sobre a criminalização da homofobia causa tanto incômodo às comunidades religiosas porque resultará em restrição de liberdade de expressão. Não se poderá dizer que ser gay é grave perversão, como algumas fazem atualmente.


ISTOÉ -
Os livros didáticos dizem...

DÉBORA DINIZ -








Dizem porque há essa lacuna de regulação e de fiscalização. Há uma subordinação do nosso pacto político ao fato religioso. O que é um equívoco. Também há uma falsa presunção de que o saber religioso não possa ser revisado. O MEC tem um painel em que todas as controvérsias científicas são avaliadas por uma equipe que diz o que pode e o que não pode entrar nos livros didáticos. A despeito de pequenas comunidades no campo da biologia dizerem que criacionismo é uma teoria legítima sobre a origem do mundo, o filtro do MEC diz que criacionismo não é ciência. Por que, então, o MEC não define o que pode entrar nos livros de ensino religioso e os parâmetros curriculares?


ISTOÉ -
O que os livros didáticos de religião pregam?

DEBORA DINIZ -

Avaliamos 25 livros didáticos de editoras religiosas e das que têm os maiores números de obras aprovadas pelo MEC para outras disciplinas. Expressões e valores cristãos estão presentes em 65% deles. Expressões da diversidade cultural e religiosa brasileira, como religiões indígenas ou afro-brasileiras, não alcançam 5%. Muitas tratam questões como a homofobia e a discriminação contra crianças deficientes de uma maneira que, se fossem submetidas ao crivo do MEC, seriam reprovadas. A retórica sobre os deficientes é a pior possível. A representação simbólica é de quem é curado, alguém que é objeto da piedade, que deixa de ser leproso e de ser cego. É a do cadeirante dizendo obrigado, num lugar de subalternidade.


ISTOÉ -
A submissão ao sagrado é estimulada?

DÉBORA DINIZ -

É uma submissão ao sagrado, à confessionalidade. Mas a confessionalidade não se confunde com o sagrado. O sentido do sagrado pode ser explicado. No caso do “Alcorão”, é possível explicar que a escrita tem relação com a história do islamismo. Não precisamos de livros que violem o sagrado, que digam que Maria não era virgem. Mas eles não precisam se submeter à confessionalidade, dizer que há só uma verdade.


ISTOÉ -
Há um estímulo ao preconceito e à intolerância nos livros?

DÉBORA DINIZ -
Sem dúvida. Há a expressão da intolerância à diversidade – das pessoas com deficiência, da diversidade sexual e religiosa, das minorias étnicas. Há, também, uma certa ironia com as religiões neopentecostais.

ISTOÉ -
A ideia da supremacia moral dos que têm religião é defendida?

DÉBORA DINIZ -

É. Há equívocos históricos e filosóficos, como a associação de ­Nie­tz­s­che ao nazismo. As pessoas sem Deus são representadas como uma ameaça à própria ideia do humanismo. É muito grave a representação dos ateus. Isso pode gerar desconforto entre as crianças cujas famílias não professem nenhuma religião. Já que, nos livros, elas estão representadas como aquelas que mataram Deus e associadas simbolicamente a coisas terríveis, como o nazismo.


ISTOÉ -
As aulas facultativas podem se tornar uma armadilha?

DÉBORA DINIZ -

Sem dúvida. A criança terá de explicar suas crenças, o que deveria ser matéria de ética privada. Pior: ao sair da aula com um livro como esse, as crianças talvez tenham de explicar por que não têm Deus.


ISTOÉ -
Não há reflexões históricas sobre o significado das religiões?

DÉBORA DINIZ -

Nenhuma. Há uma enorme dificuldade de nominar as comunidades indígenas como possível religião. Elas possuem tradições e práticas religiosas ou magia. No caso das afro-brasileiras, também se fala em tradição.


ISTOÉ -
O que levou o Estado a proteger o ensino religioso na Constituição?

DÉBORA DINIZ -

Foi uma concessão a comunidades religiosas numa disputa sobre o lugar de Deus e da religiosidade na Constituição. A religião foi mantida no que caracterizaria a vida boa e a formação da cidadania. Isso é um equívoco. A religião pode ser protegida pelo Estado, mas não no espaço de promoção da cidadania que é a escola.


ISTOÉ -
O ensino religioso está ganhando ou perdendo espaço no mundo?

DÉBORA DINIZ -

Essa é uma controvérsia permanente. Nos Estados Unidos, um país bastante religioso, não está na escola pública. Na França, o país mais laico do mundo, também não. Exceto na região da Alsácia-Mosele. Na Bélgica e no Reino Unido está. Esses países hoje enfrentam com muita delicadeza a islamização de suas sociedades. Na Alemanha, grupos islâmicos já começaram a exigir o ensino de sua religião nas escolas públicas.


ISTOÉ -
Mas na França também há o outro lado, de proibirem vestimentas...

DÉBORA DINIZ -

Esse é o paradoxo que a França enfrenta neste momento, sobre como respeitar o modelo da neutralidade. A lei do país proíbe símbolos religiosos ostensivos nas escolas públicas – cruz grande, solidéu, véu. O que o outro lado vai dizer? Que isso viola um princípio fundamental, que é a expressão das crenças individuais estar no próprio corpo.


ISTOÉ -
Quais são os desafios do ensino religioso no Brasil?

DÉBORA DINIZ -

São gigantescos e podem ser divididos em três esferas. Uma é a esfera legal. O ensino religioso está sob contestação nos foros formais do Estado: no Supremo, no MEC e no Ministério Público Federal. Além de a lei do Rio de Janeiro estar sendo contestada no Supremo, há uma ação da Procuradoria-Geral da República contra a concordata Brasil-Vaticano, assinada pelo presidente Lula em 2008.


ISTOÉ -
E do que trata esta ação?

DÉBORA DINIZ -

Um artigo da concordata prevê que o ensino religioso na escola pública seja, necessariamente, católico e confessional. Isso é inconstitucional. Estamos falando da estrutura da democracia. Segundo o ministro Celso de Mello, em toda a história do Supremo, só tínhamos tido uma ação que tocava na questão da laicidade do Estado. Isso foi nos anos 40. Agora, temos pelo menos duas. A segunda esfera é como o ensino religioso pode ou não pode ser implementado. O MEC precisa definir quem serão os professores, como serão habilitados e quais conteúdos serão ensinados. A terceira esfera é a sala de aula, a garantia de que vai ser um ensino facultativo e de que o proselitismo religioso será proibido.


Fonte: Revista Isto É - Edição: 2164 
Para cópia deste conteúdo, é obrigatória a publicação integral do texto e a divulgação do link www.amigodecristo.com 

quarta-feira, maio 04, 2011

O NIÓBIO É NOSSO

MÃOS LIMPAS FARÁ CAMPANHA “O NIÓBIO É NOSSO” PARA EVITAR PERDAS DE US$ 100 BI/ANO AO BRASIL


Por Jorge Serrão


Uma das mais absurdas - e pouco conhecidas – perdas internacionais do Brasil será alvo de um amplo trabalho político de esclarecimento. O economista Adriano Benayon, autor do livro “Globalização versus Desenvolvimento”, vai coordenar a campanha “O Nióbio é nosso”. O movimento será lançado pelo Instituto Mãos Limpas, focado no combate à corrupção e presidido por Mtnos Calil.







Cerca de 98% das reservas planetárias do nióbio estão no Brasil. Nosso Pais exporta 81 mil toneladas do metal por ano. O problema é que o quilograma do metal sai daqui vendido por apenas R$ 16, o que rende R$ 1 bilhão e 296 bilhões – sobre os quais recaem tributos. Acontece que o nióbio brasileiro é negociado no exterior por até U$ 1.200 dólares por quilograma.



Se o Brasil não fosse lesado na operação, e empregasse a soberania do País no negócio, a operação com o nióbio renderia (como rende aos ingleses que dominam seu comércio) US$ 97 a 100 bilhões de dólares – sobre os quais recairiam os impostos.



Adriano Benayon apresenta as contas de nossas perdas internacionais com o nióbio: “Fontes dignas de atenção indicam que o minério de nióbio bruto era comprado no garimpo a 400 reais/quilo, cerca de U$ 255,00/quilo (à taxa de câmbio atual e atualizada a inflação do dólar). Ora, se o Brasil exportasse o minério de nióbio a esse preço, o valor anual seria US$ 15.300.000 (quinze bilhões e trezentos milhões de dólares).



Se confrontarmos essa cifra com a estatística oficial, ficaremos abismados ao ver que nela consta o total de US$ 16,3 milhões (0,1% daquele valor), e o peso de 515 toneladas (menos de 1% do consumo mundial). Observadores respeitáveis consideram que o prejuízo pode chegar a US$ 100 bilhões anuais”.



Benayon acrescenta: “Mesmo que o nióbio puro seja cotado a somente US$ 180 por quilo, como indica o site chemicool.com, ainda assim, o valor nas exportações brasileiras do minério bruto corresponde a cerca de 1/10 disso. O nióbio não é comercializado nem cotado através das bolsas de mercadorias, como a London Metal Exchange, mas, sim, via transações intra-companhias”.



Benayon também chama atenção para a manipulação com os números oficiais sobre as transações com o metal: “A estatística oficial das exportações brasileiras aponta apenas 515 toneladas do minério bruto, incluindo “nióbio, tântalo ou vanádio e seus concentrados”.



Benayon apresenta outros números para comprovar o escândalo do nióbio: “Há, ademais, um item, ligas de ferro-nióbio, em que o total oficial das exportações alcança US$ 1,6 bilhão, valor mais de 100 vezes superior à da exportação do nióbio e de minérios a ele associados, em bruto.



O mais notável é que o nióbio entra com somente 0,1% na composição das ligas de ferro-nióbio. Vê-se, assim, o enorme valor que o nióbio agrega num mero insumo industrial, de valor ínfimo em relação aos produtos finais das indústrias altamente tecnológicas que o usam como matéria-prima.



Por outro lado, a quantidade oficialmente exportada do ferro-nióbio em 2010 foi 66.947 toneladas. O nióbio entrando com 0,1% implicaria terem saído apenas 67 toneladas de nióbio, fração ínfima da produção mundial quase toda no Brasil e do consumo mundial realizado nas principais potências industriais e militares”.



Fonte: Alerta Total 24/02/11

OS CRISTÃOS PERSEGUIDOS AO REDOR DO MUNDO

Saiba como Portas Abertas serve
os cristãos perseguidos ao redor do mundo
 
Portas Abertas é um ministério com características próprias dirigido à Igreja Perseguida, o único com mais de trezentas organizações associadas no mundo todo desenvolvendo projetos significativos nas linhas de frente em cerca de 50 nações.
Desde 1955, Portas Abertas realiza programas completos e de grande influência em muitos dos países onde os cristãos sofrem por sua fé em Jesus Cristo.
Aqui estão alguns exemplos do que sua parceria conosco irá realizar nos próximos meses...
 
  No Mundo Muçulmano, suas ofertas estão possibilitando Portas Abertas a:
  • Distribuir pessoalmente cerca de 280.000 Bíblias e materiais cristãos.
  • Treinar individualmente cerca de 38.000 pastores e líderes cristãos.
  • Ajudar jovens cristãos a freqüentar escola bíblica.
  • Ensinar os cristãos a ler e a estudar a Bíblia.
  • Dar coleções de livros de estudo para pastores.
Na África, você ajuda Portas Abertas a:
  • Distribuir pessoalmente perto de 100.000 Bíblias e materiais cristãos.
  • Treinar individualmente cerca de 3.600 pastores e líderes cristãos.
  • Levar a Palavra de Deus a países em guerra.
  • Encorajar professores de Escolas Dominicais a inspirar uma nova geração.
  • Mostrar aos cristãos como testemunhar a seus vizinhos muçulmanos.
Na América Latina, com a sua ajuda, Portas Abertas pode:
  • Distribuir pessoalmente perto de 320.000 Bíblias e materiais cristãos.
  • Treinar individualmente perto de 6.500 pastores e líderes cristãos.
  • Dar apoio material e amor a viúvas e órfãos.
  • Visitar os cristãos presos injustamente.
  • Encorajar os líderes de igrejas que estão sendo atacados.
O seu apoio à Ásia através de Portas Abertas inclui:
  • Distribuir pessoalmente perto de 2,3 milhões de Bíblias e materiais cristãos.
  • Treinar individualmente perto de 20.000 pastores e líderes cristãos.
  • Dar estudos bíblicos a pastores e Bíblias ilustradas para crianças.
  • Treinar líderes das igrejas domésticas que estão sob intensa perseguição.
  • Entregar hinários para colocar uma canção nos corações dos cristãos.
 
Portas Abertas não é uma missão típica
Apoiamos comunidades cristãs perseguidas
Não evangelizamos, mas equipamos os cristãos para que resistam e assim tenham condições para evangelizar.
Não enviamos missionários
Mas, nos preocupamos com missionários e sobretudo com as igrejas locais em lugares onde há perseguição, pois estas não têm condições de deixar o país quando a pressão aumenta.
Nossa filosofia é jamais atuar por conta própriaNossos projetos nem começam se não há contatos consistentes com a igreja local. Atuamos em parcerias com outras missões e agências em muitos casos.
Critérios de atuação
Não atuamos em todos os 90 países em que há perseguição. Nós operamos diretamente em cerca de 50.
Nossos critérios são:
• Igreja local pode extinguir-se caso não haja ajuda externa.
• Não há outra agência missionária operando no país.
• Não há outra forma de obter Bíblias se não for pelo contrabando.
• Possibilidade logística.
• Posição estratégica do país.
• Solicitação dos irmãos do local.
Ao chegar em um país, Portas Abertas procura os pastores e diz: "Aqui estamos. O que podemos fazer para ajudá-los?"
Não chega com uma receita do que os pastores devem fazer, mas ouve deles o que querem que a Missão faça.
Em 95% dos casos, os pastores dizem: "Por favor, orem". Muitas vezes começam a chorar e dizer: "Estamos lutando e perdendo a batalha, porque achamos que ninguém está orando a nosso favor".
O segundo pedido sempre é por Bíblias, materiais de estudo e treinamento. Coisas que precisam em seu ambiente particular para poderem enfrentar o desafio e resistir às ameaças e à pressão.
 
 

CLASSIFICAÇÃO DE PAÍSES POR PERSEGUIÇÃO

Classificação de países por perseguição
Os países em que há mais perseguição aos cristãos
Classificação publicada em 5.1.2010
Classificação de países por perseguição
1º semestre 2010
PaísNotaIncerteza
1Coreia do Norte90,50
2Irã65,50
3Arábia Saudita63,50
4Somália62,52
5Maldivas620
6Afeganistão61,50
7Iêmen60,50
8Mauritânia59,50
9Laos560
10Uzbequistão560
11Eritreia54,53,5
12Butão53,50
13China51,50
14Paquistão51,50
15Turcomenistão49,50
16Comores480
17Iraque480
18Catar480
19Chechênia473,0
20Egito470
21Vietnã460
22Líbia42,50
23Mianmar420
24Azerbaijão420
25Argélia410
26Índia410
27Nigéria (Norte)411,0
28Omã401,0
29Brunei39,51,5
30Sudão (Norte)380
31Kuweit380
32Tadjiquistão380
33Emirados Árabes Unidos372,5
34Zanzibar360
35Turquia365,0
36Djibuti340
37Marrocos340
38Cuba320
39Jordânia320
40Sri Lanka300
41Síria300
42Belarus301,5
43Tunísia300
44Etiópia29,51,0
45Bangladesh290
46Palestina27,51,5
47Barein271,5
48Indonésia26,50
49Quirguistão26,50
50Quênia (Nordeste)230
 Perseguição severa

 Opressão

 Limitações severas

 Algumas limitações

 Alguns problemas

Saiba como a Classificação é formada

Portas Abertas criou esta Classificação para acompanhar o grau de intolerância para com os cristãos ao redor do mundo.
Ela é muito útil para manter você sempre alerta em relação aos países mais fechados ao Evangelho e acompanhar aqueles em que a perseguição está se tornando mais intensa.

As colunas da Classificação

• A 1ª coluna apresenta a posição do país na lista. O país em primeiro lugar é aquele cuja situação é pior em termos de perseguição religiosa.
• A  apresenta o nome do país ou região. 
• A  traz a nota final obtida no questionário mais recente. 
• A coluna 'Incerteza' mostra o grau de falta de informação precisa sobre o lugar. Se uma questão é respondida pela opção "Não se sabe/Nenhuma informação disponível", o número máximo de pontos possíveis é atribuído a tal pergunta. Quanto mais pontos, menor a certeza. Isso também significa que a nota somada aos pontos de incerteza é o pior cenário possível para tal país.


Veja a lista anterior, de 2009
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