sábado, outubro 22, 2011

PESQUISA REVELA QUE 1/4 DOS CRISTÃOS NÃO VIVEM DE ACORDO COM SUAS CRENÇAS




Uma pesquisa feita pela ONG Changing the Face of Christianity (Mudando a cara do cristianismo), apontou que aproximadamente 25% dos cristãos não vive segundo as doutrinas de sua religião. Foi aplicado um questionário a voluntários anônimos, que responderam 10 questões de múltipla escolha sobre a maneira como levavam a vida.

“Para ser honesto, não são pessoas más”. Com essa definição, Brad White, o fundador da ONG que fez a pesquisa comentou o resultado do estudo. “Os resultados sugerem que eles pensam muito mais em si do que em Deus e as outras pessoas. Ler a Bíblia e orar não é algo que faz parte de suas rotinas. São o tipo de pessoa que você ficaria surpreso ao descobrir que são cristãos.

Segundo o The Christian Post, conforme a pontuação de cada entrevistado, eles eram enquadrados em quatro tipos pré-definidos pela pesquisa: “Longe de Cristo”, “Cristão Carnal”, “Um bom Cristão” e “Cristão maduro espiritualmente”. A pesquisa foi feita de Janeiro a Julho deste ano.

Segundo White, os 25% que não vivem de acordo com sua fé, são pessoas que tendem a escolher o caminho mais fácil, perante os desafios: “Quando se deparam com uma situação real que testa sua fé, eles tendem a fazer o que o mundo ensina não o que Jesus ensinou”. Brad White, porém, ressalta que o trabalho do cristianismo é de discipulado: “Essas pessoas estão no ponto ideal para começarmos a fazer nosso trabalho. Estamos aqui para estar ao lado deles, amá-los e orientá-los como viver sua fé através de palavras e ações”.


Fonte: Gospel+

quinta-feira, setembro 22, 2011

VATICANO QUER ALIANÇA COM MUÇULMANOS CONTRA SECULARISMO

O cardeal Jean-Louis Tauran (foto), presidente do Conselho para o Diálogo Inter-religioso, do Vaticano, enviou carta a líderes muçulmanos propondo uma aliança para enfrentar “os desafios do materialismo e da secularização”.

“Trata-se de uma realidade que cristãos e muçulmanos consideram ser de primordial importância”, escreveu o cardeal. “[...] Deus nos guia no nosso caminho!”

A carta foi enviada recentemente, ao final do Ramadan, que é um ritual de jejum dos muçulmanos. Nela, Tauran escreveu que é “nosso dever” ajudar os jovens na descoberta dos valores “humanos e morais” e saber diferenciar “o bem e o mal”.

O “mal” no caso, conforme o cardeal deixa subentendido, é o secularismo, que, segundo ele, ameaça as atividades religiosas.

“Não podemos deixar de denunciar todas as formas de fanatismo e intimidação, os preconceitos e as polêmicas, bem como a discriminação de que, às vezes, os crentes são o objeto, tanto na vida social e política, bem como nos meios de comunicação de massa”, acrescentou.

A carta surpreende por dois motivos. Primeiro: Igreja Católica e Islã são rivais há pelo menos 13 séculos e a disputa de influência entre as duas religiões tem se acirrado nos últimos anos. Segundo: no ano passado, o Vaticano abriu um canal de diálogo com ateus e secularistas para que haja uma convivência pacífica.











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