sábado, outubro 13, 2012

A GRANDE MENTIRA E O ARMAGEDOM





Armagedom é uma das obras da minha série de ficção profética escrita em co-autoria com Jerry B. Jenkins. Toda a série “Deixados Para Trás” baseia-se em muitas profecias referentes àquele espaço de tempo, assombrosamente importante, conhecido como o período dos sete anos de Tribulação, que culminam com a Segunda Vinda de Jesus Cristo.
         
Embora haja pelo menos 49 referências a esse período no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento, baseamo-nos principalmente em Apocalipse 4-20. A maioria das pessoas não percebe que a Bíblia reserva mais espaço para esses sete anos do que para qualquer outro período comparável, à exceção do terceiro ano de ministério do nosso Senhor Jesus. Nesse ano, afinal de contas, está contida a principal mensagem da Bíblia.         

Por que o nosso Deus revelador utilizaria tanto espaço em Sua Santa Palavra para falar sobre esse curto período? A resposta poderia apenas residir no fato de que seria a última oportunidade para que o homem receba a Cristo e participe do maravilhoso plano providenciado por Deus para a humanidade – o Reino Milenar de Cristo seguido por uma eternidade no céu.
         
Sempre que tentamos entender as ações de Deus, um fator essencial em Sua natureza é que, embora Ele, de fato, seja o “Deus Todo-Poderoso” e o Soberano do universo, Ele também é 


“misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade” (Joel 2.13)
        
conforme declararam os profetas. Além disso, o apóstolo Pedro descreveu a intenção básica de Deus para a humanidade em 2 Pedro 3.9:
“...ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento”.  2 Pedro 3.9
        
É obvio, então, que a vontade básica de Deus para o ser humano é que este seja salvo. Portanto, partindo dessa compreensão, é possível discernir o Seu propósito em advertir tantas vezes o homem quanto ao que acontecerá “logo em seguida à tribulação daqueles dias” (Mateus 24.29) – a aparição gloriosa de Jesus. O principal objetivo do período de tribulação é abalar a terra e invadir o pensamento humano com todo tipo de juízos e atos de misericórdia, de modo que todos que estiverem vivos durante aquele período de desfecho da história possam perceber a necessidade de invocar o nome do Senhor.
         
Por isso, Deus, em Sua misericórdia, concede à humanidade sete anos, depois do Arrebatamento da Igreja e da assinatura da aliança entre Israel e o Anticristo, para que seja salva da condenação eterna. E é assim que uma
“grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Apocalipse 7.9)
        
será salva. Infelizmente, uma multidão muito maior não terá o mesmo destino. Porém, tal como hoje, o ser humano faz a sua própria escolha. Deus não força ninguém a se tornar um crente, seja nos dias de hoje, ou naquele futuro período de tribulação. A salvação é uma questão de escolha, e é o homem que faz a escolha – não Deus. Essa é a razão pela qual as Escrituras podem dizer: “cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus” (Romanos 14.12).
         
Sendo assim, o propósito do período de tribulação é o de trazer o maior número possível de almas ao Salvador, imediatamente antes que Ele venha, para que uma quantidade máxima de pessoas possa desfrutá-lO para sempre. Em nossos romances, eu e Jerry Jenkins tentamos deixar isso bem claro naquilo que denominamos “uma conversão plausível que seja reproduzível no coração do leitor”. Para mim, um romance cristão que não tem essa mensagem redentora não é digno do tempo dedicado à sua leitura. A evidência de que Deus nos orientou para este objetivo está nas milhares de pessoas que receberam a Cristo e nos enviaram uma resposta sobre sua decisão. Podemos apenas presumir que dezenas de milhares tenham tomado a mesma decisão e nem ficamos sabendo a respeito.
         
Agora, retornemos ao meu assunto “a grande mentira e o Armagedom”. Escrever o livro Armagedom me deu a oportunidade de revisar um tema que, há muito, me intriga – a mentira que é contada aos reis da terra pelos três demônios“semelhantes a rãs” enviados por Satanás, pelo Anticristo, e pelo Falso Profeta, perto do fim da Tribulação. Note a predição das Escrituras em Apocalipse 16.13-16:
“Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs; porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso. (Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha). Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom”.  Apocalipse 16.13-16
        
Em meu comentário sobre o livro de Apocalipse, escrevi a seguinte explicação dessa passagem:

         
A segunda parte da sexta taça de julgamento revela os três espíritos imundos semelhantes a rãs que sairão da boca do Diabo, do Anticristo, e do Falso Profeta. Estes espíritos enganadores, por meio de milagres operados diante dos “reis do mundo inteiro”, enganarão os mesmos ajuntando-os para a “peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso”. Após os cinco julgamentos anteriores de Deus, a terra estará numa desordem econômica, social e política tão caótica que os reis da terra não estarão preparados para guerrear com ninguém. Somente pela influência desse espírito sobrenatural do engano, procedente de Satanás, do Anticristo, e do Falso Profeta, será possível convocar o ajuntamento dos reis e exércitos do mundo para o conflito final contra Deus e Seu Cristo. O momento oportuno desse evento deve ser nos últimos dias da Tribulação, já que a próxima taça da cólera de Deus encerra a Tribulação com a destruição da Babilônia.




Ninguém pode negar que a elite “educrata”, que domina atualmente a educação no mundo ocidental, já engoliu a “grande mentira” formulada por Darwin e é dominada por ela. 
       
Mesmo tendo escrito o texto acima há muito tempo, venho pensando que esse acontecimento futuro envolve muito mais do que eu havia descoberto, até então. Que ilusão mentirosa poderia enganar os reis da terra a ponto de dirigirem seus exércitos dizimados para o vale de Megido a fim de lutar contra Cristo? Enquanto eu orava e pesquisava o assunto na elaboração do texto preliminar do livro Armagedom, antes de enviá-lo a Jerry Jenkins para que redigisse a ficção, tive a oportunidade de ler o livro de Dr. Henry Morris intitulado The Long War Against God (“A Longa Guerra Contra Deus”), que considero um dos cinco melhores livros que já li em toda a minha vida. Uma parte da argumentação desse brilhante cientista e estudioso da Bíblia propõe que Satanás foi o primeiro evolucionista. O Diabo se considera uma criatura que evoluiu, ele acha que Deus evoluiu e que Jesus Cristo também evoluiu. Conseqüentemente, Satanás pensa que é igual a Deus e a Jesus. Isso, certamente, explica a sua conduta em rebelar-se contra Deus, lutando contra Ele durante todos esses séculos e chegando ao cúmulo de oferecer a Cristo “todos os reinos do mundo”, se Jesus se prostrasse perante ele e o adorasse.

         
Ainda que a possibilidade de que isso ocorra é inexistente, há fortes indícios bíblicos de que Satanás acredita nisso. Por certo, isso explica o seu comportamento esquisito ao longo dos séculos. Eu chamo essa especulação de “a grande mentira”. Ninguém pode negar que a elite “educrata”, que domina atualmente a educação no mundo ocidental, já engoliu essa “grande mentira”e é dominada por ela. A evolução forma a base da moderna filosofia de educação, desde a pré-escola à pós-graduação, e é defendida com o mesmo fervor religioso com que nós crentes em Cristo defendemos a criação de Deus. Apesar de não haver sequer um resquício de prova científica em favor da teoria da evolução, ainda assim eles aceitam essa grande mentira pela fé, cegamente, como se fosse verdade. Um dos mais renomados evolucionistas da atualidade, que outrora dirigiu o Departamento de Biologia da universidade mais liberal dos Estados Unidos e foi vencedor do Prêmio Nobel por suas contribuições à Ciência, provou a sua aceitação da grande mentira. Ele foi citado na revista Time ao afirmar que há somente duas explicações para as origens:“ou foi por geração espontânea (evolução) ou por criação divina. Como sabemos que Deus não existe, reconhecemos, então, que a evolução é um fato”.

         
Se os homens brilhantes de nosso mundo atual sucumbem a essa grande mentira com tão pouca evidência, como os reis do futuro poderão resistir quando a maior mentira da história for espalhada no mundo pelos três espíritos semelhantes a rãs (o que significa que eles pulam por toda a terra) encarregados de contá-la? Principalmente, quando Satanás, o Anticristo, e o Falso Profeta lhe acrescentarem uma deturpação especial. Satanás entende de profecia. Ele sabe que Jesus está para voltar a esta terra em poder e grande glória. O problema dele é que crê na grande mentira e pensa que suas ações podem alterar o cumprimento inevitável dessa profecia.
         

Pensando que todo mundo é produto da evolução, Satanás crê que, se puder destruir Jesus quando vier, ele mesmo poderá governar o mundo. Portanto ele só precisa convencer os reis perversos da terra de que, se eles dirigirem todos os seus exércitos a Jerusalém para destruírem a Cristo na Sua Vinda, poderiam livrar-se dEle e de Deus para sempre. Assim, ele e os dez reis poderiam governar o mundo. Esse é o mal derradeiro inspirado pela grande mentira para a qual os estudiosos da Bíblia encontrarão paralelos no conselho de Lúcifer a Eva, quando a tentava para que comesse do fruto proibido: “vá em frente, coma e você se tornará um deus, conhecendo o bem e o mal”.
         
O enganador-mestre utilizará os seus poderes da mentira para atrair o maior exército da história mundial rumo ao lugar que Napoleão chamou de o mais propício campo de batalha natural na face da terra, o Vale de Megido.
         
É claro que Satanás e seus comparsas fracassarão, tal como ele fracassou na tentativa de fazer Jesus adorá-lo. Ao invés disso, Jesus o destruirá, exatamente como as profecias da Bíblia predizem. A narrativa fictícia desses detalhes aparece no livro O Glorioso Aparecimento, o décimo-segundo volume da série “Deixados para Trás”.
         
“grande mentira” que, hoje em dia, é o alicerce de todo pensamento e educação seculares, não é aceita na base da evidência, mas, pelo contrário, por uma fé cega. A outra alternativa é a crença em Deus e no encontro final com Ele por ocasião do juízo. Isso leva os homens a perceberem que são eternamente responsáveis por seus atos. O apóstolo Pedro explica a razão pela qual pessoas inteligentes que até estudaram a complexidade da ação de Deus na criação, mesmo assim se recusam a crer naquilo que seus olhos lhes dizem, ou seja, que há um Criador invisível por trás de todas as coisas. Pedro declarou: “Porque, deliberadamente, esquecem” (2 Pedro 3.5). Isto é, eles não vão crer na verdade, ainda que a evidência seja tremendamente forte. Isso explica a determinação perniciosa de pessoas cultas que se recusam a crer. É a obstinação ou a rebelião contra Deus que as impedem de contemplar o projeto do nosso universo e de admitir que “no princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gênesis 1.1).
         
Enquanto visitava, recentemente, o Institute for Creation Research (Instituto de Pesquisa da Criação), em El Cajon, na Califórnia, encontrei um jovem cientista recém-chegado após minha visita anterior. Ele fez um comentário interessante: “Eu era um evolucionista”. Não pude deixar passar a oportunidade de perguntar como se tornara um criacionista. Ele simplesmente respondeu:“Um amigo meu compartilhou o Evangelho comigo e eu orei recebendo a Cristo como meu Salvador. Depois disso, a Criação se encaixou no seu lugar para mim”. Este é um exemplo perfeito do que Pedro estava dizendo naquele texto – os que deliberadamente esquecem são aqueles cuja rebelião contra Deus os deixa cegos para os fatos da ciência que apontam para a Sua mão criadora. A rebelião contra Deus torna as pessoas vulneráveis à grande mentira de Satanás, não interessando quão ridícula tal mentira possa ser. No instante em que elas dobram seus joelhos diante da cruz de Cristo e O recebem como Senhor de suas vidas, torna-se simples o passo seguinte: deixar de lado a grande mentira e aceitar a verdade de Deus. A verdade é que existe um Deus que criou todos os homens, que deu por nós o Seu Filho unigênito, através de quem Ele deseja que todos os homens sejam salvos, por meio da fé em Jesus Cristo. Não é de se admirar que a Bíblia ensine que há somente um caminho de salvação (João 14.6). Ou, dito de outra maneira:
“E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4.12).


Autor: Tim LaHaye



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Postado por Blogger no O FINAL DE TUDO em 10/12/2012 03:45:00 PM



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SEREI ARREBATADO EM TEMPO MUITO BREVE!! Conto com tua companhia para esse evento!!!

http://jesusofinaldetudo.blogspot.com/
http://jesusofinaldetudo.wordpress.com/

"E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" ( 1 Jo 5:20 ).

"Porque, se anuncio o Evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o Evangelho!"  1 Cor 9:16

Não repassem mensagens com conteúdo que desagrade a Deus (pornografias, idolatrias, etc...), vai chegar o dia em que você lamentará por ter feito isso.

"ISRAEL É O PONTEIRO NO RELÓGIO MUNDIAL DE DEUS".


Email do meu amigo

sexta-feira, outubro 12, 2012

PRINCIPAIS DOUTRINAS BÍBLICAS







O Pr. Antônio Gilberto, quando esteve em Natal / RN, ministrando o Seminário "A Identidade da igreja e sua perda" (Maio/2006), distribuiu a seguinte lista:


AS PRINCIPAIS DOUTRINAS DA BÍBLIA
Pr. Antônio Gilberto

Apresentamos a seguir, uma simples listagem das principais doutrinas da Bíblia, sem qualquer desdobramento nem referenciação bíblica. É uma listagem apenas para identificação das doutrinas, uma vez que muitos crentes, inclusive obreiros, confundem doutrina da Bíblia, com práticas, tradições, usos e costumes humanos, mesmo os bons e santos.
Doutrina bíblica é um ensino da Bíblia, normativo, terminante, final, derivado das Sagradas Escrituras, como regra de fé em Deus e de prática de nossa vida cristã e de ministério, para a igreja de Deus.
Costumes, usos, práticas, ritos, hábitos e tradições é na igreja uma forma de expressão do testemunho cristão, do comportamento social, e do porte e compostura do crente e da sua congregação, confirmando ou comprometendo a doutrina bíblica, a ética cristã e a moral evangélica.
A classificação das doutrinas da Bíblia. Muitos crentes e igre¬jas não conseguem se aprofundar no estudo e compreensão das doutri¬nas do Santo Livro de Deus porque estudam-nas sem organização, sem método, sem ordem, sem seqüência, sem propósito, sem maior interes¬se, sem atenção e sem oração.
"Que maneja bem a palavra da verdade", é a admoestação bíblica em 2 Tm 2.15.
Para fins de estudo, todas as doutrinas da Bíblia podem situar¬ -se em três grandes grupos ou classes de assuntos doutrinários, a saber:
. AS DOUTRINAS DA SALVAÇÃO
. AS DOUTRINAS DA FÊ CRISTÃ
. AS DOUTRINAS DO PORVIR (OU DAS COISAS FUTURAS)
O estudo doutrinário da Bíblia deve ser feito pelo crente, na seqüência de assuntos acima indicada.
A seguir, na listagem parcial de doutrinas, estão 53 principais doutrinas da Bíblia, agrupadas segundo a tríplice classificação já mencionada. Na Bíblia, cada doutrina dessas, repousa sobre um de número de referências bíblicas reais, que permitem o desdobramento de cada uma delas.


AS DOUTRINAS DA SALVAÇÃO
Algumas dessas doutrinas:
1) A Doutrina do Pecado
2) A Doutrina Geral da Salvação
Alguns capítulos dessa grandiosa doutrina:
- A Graça de Deus
- A Expiação Pelo Sangue
- A Propiciação Pelo Sangue
- A Justificação Pela Fé
- A Regeneração Pelo Espírito Santo
3) A Doutrina do Discipulado Cristão
4) A Doutrina do Arrependimento e Confissão de Pecado
5) A Doutrina do Batismo em Águas.
6) A Doutrina da Santificação
7) A Doutrina da Eleição e Predestinação dos Salvos
8) A Doutrina da Evangelização e Missões

AS DOUTRINAS DA FÉ CRISTÃ
Algumas dessas doutrinas:
9) A Doutrina das Sagradas Escrituras
10) A Doutrina do Deus Triúno: o Pai, o Filho, e o Espírito
11) A Doutrina da Fé
12) A Doutrina da Criação de Todas as Coisas
13) A Doutrina dos Anjos Bons e Maus e os Demônios
14) A Doutrina do Homem (isto é, acerca do homem)
15) A Doutrina da Família
16) A Doutrina da Consciência Como Faculdade Humana
17) A Doutrina da Lei e da Graça
18) A Doutrina de Israel (isto é, acerca de Israel)
19) A Doutrina da Igreja
20) A Doutrina da oração e do jejum
21) A Doutrina do Louvor e da Adoração a Deus
22) A Doutrina do Ministério Evangélico
23) A Doutrina do Batismo Com o Espírito Santo
24) A Doutrina dos Dons do Espírito Santo
25) A Doutrina do Fruto do Espírito Santo
26) A Doutrina do Perdão
27) A Doutrina da Ceia do Senhor
28) A Doutrina da Cura Divina
29) A Doutrina da Unção dos Enfermos Com Óleo
30) A Doutrina da Imposição de Mãos s/as Pessoas
31) A Doutrina do Testemunho do Crente
(=0 crente falar de Cristo com a sua vida)
(=A vida cristã manifesta pelo testemunho do crente)
32) A Doutrina da Contribuição Financeira, etc.
33) A Doutrina das Duas Naturezas do Crente
34) A Doutrina do Sofrimento do Cristão Nesta Vida
35) A Doutrina do Crente Como Cidadão do Estado
36) A Doutrina da Ação Social da Igreja
37) A Doutrina da Disciplina Bíblica na Igreja
38) A Doutrina Concernente ao Desviado
39) A Doutrina dos Tipos Bíblicos (Tipologia Bíblica)
40) A Doutrina da Encarnação e Deidade de Cristo.
41) A Doutrina das Promessas de Deus

AS DOUTRINAS DO PORVIR
Algumas dessas doutrinas:
42) A Doutrina da Morte e do Estado Intermediário dos Mortos
43) A Doutrina da Ressurreição dos Justos e dos Injustos
44) A Doutrina dos Juízos (ou Julgamentos)
45) A Doutrina da Grande Tribulação Sobre Israel e os Gentios 46) A Doutrina Concernente ao Anticristo
47) A Doutrina da Vinda de Jesus
48) A Doutrina do Milênio de Cristo Sobre a Terra
49) A Doutrina do céu Para os Salvos, e do Inferno Para os Per¬didos
50) A Doutrina do Conhecimento e Relacionamento dos Salvos na Outra Vida
51) A Doutrina do Futuro de Israel e dos Gentios Corno Povos Na¬turais
52) A Doutrina do Perfeito Estado Eterno (ou A Doutrina da Eter¬nidade)
53) A Doutrina das Dispensações e Alianças da Bíblia.

quarta-feira, outubro 10, 2012

"OS PSICOPATAS DO EVANGELHO"



 



                    

Os psicopatas são falantes charmosos, simpáticos, sedutores, capazes de impressionar e cativar rapidamente qualquer pessoa. Sua capacidade de parecer bonzinho, educado e inofensivo “é impecável”. É a pessoa perfeita, aquela que você menos desconfia  de Ser um psicopata.

Tudo isso é uma fachada, como um teatro muito bem engendrado para esconder suas características perturbadoras:  a incapacidade de se adaptar às normas sociais com respeito a comportamento dentro da lei ou da ética social.

Não existe defesa totalmente segura contra eles. O psicopata não é exatamente um doente mental, mas sim uma pessoa que se encontra na divisa entre a sanidade e a loucura.

Os sociopatas exibem egocentrismo e um narcisismo patológico, baixa tolerância para a frustração e facilidade de comportamento agressivo, falta de empatia para com outros seres humanos. Geralmente eles são cínicos, incapazes de manter uma relação  e de amar.  Eles mentem sem qualquer vergonha, roubam, abusam, trapaceiam, negligenciam suas famílias e parentes.

Olhe o que um especialista diz a respeito dos psicopatas:

Dr. Robert Hare “… é um enorme sofrimento social, econômico e pessoal causado por algumas pessoas cujas atitudes e comportamento resultam menos das forces sociais do que de um senso inerente de autoridade e uma incapacidade para conexão emocional do que o resto da humanidade. Para estes indivíduos – os psicopatas – as regras sociais não são uma força limitante… eles andam pela sociedade como predadores sociais, rachando famílias, se aproveitando de pessoas vulneráveis e deixando carteiras vazias por onde passam… é como o gato, que não pensa no que o rato sente -  se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão se entender. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato…”.


Em 1941, Dr. Hervey M. Cleckley escreveu um livro chamado “A máscara da saúde”, o qual se referia a este tipo de pessoas. Em 1964 descreveu as características mais frequentes do que hoje chamamos psicopatas.

Em 1968, Stephen B. Karpmam disse ”dentro dos psicopatas há dois grandes grupos; os predadores e os parasitas” (fazendo uma analogia biológica).

Os predadores: são aqueles que tomam as coisas pela força.
Os parasitas:  tomam-nas através da astúcia e do engodo.

Cleckley, estabeleceu, em “A máscara da saúde ”, alguns critérios para o diagnóstico do psicopata, em 1976, Dr. Robert D.Hare, Dr. Stephen D.Hart e Dr. Timothy J. Harpur completaram esses critérios.

Somando-se as duas listas podem relacionar as seguintes características:

1 – Problemas de conduta na infância.
2 – Inexistência de alucinações e delírio.
3 – Ausência de manifestações neuróticas.
4 – Impulsividade e ausência de autocontrole.
5 – Irresponsabilidade
6 – Encanto superficial, notável inteligência e loquacidade.
7 – Egocentrismo patológico, autovalorização e arrogância.
8 – Incapacidade de amar.
9 – Grande pobreza de reações afetivas básicas.
10 – Vida sexual impessoal, trivial e pouco integrada.
11 – Falta de sentimentos de culpa e de vergonha.
12 – Indigno de confiança, falta de empatia nas relações pessoais.
13 – Manipulação do outro com recursos enganosos.
14 – Mentiras e insinceridade.
15 – Perda específica da intuição.
16 – Incapacidade para seguir qualquer plano de vida.
17 – Conduta antissocial sem aparente arrependimento.
18 – Ameaças de suicídio raramente cumprido.
19 – Faltam de capacidade para aprender com a experiência vivida





Segundo a REVISTA SUPERINTERESSANTE (Julho -2006. p. 48), estas são as principais características de um psicopata:

 1 – Charme: Tem facilidade em lidar com as palavras e convencer pessoas vulneráveis. Por isso, torna-se líder com frequência. Seja na política, no trabalho ou na cadeia.

2 – Inteligência: O Q.I. costuma ser maior que o da média: alguns conseguem passar por médico ou advogado sem nunca ter acabado o Colegial.

3 – Ausência de culpa: Não se arrepende nem tem dor na consciência. É mestre em botar a culpa nos outros por qualquer coisa. Tem certeza que nunca erra.

4 – Espírito sonhador: Vive com a cabeça nas nuvens. Mesmo se a situação do sujeito é miserável, ele só fala sobre as glórias que o futuro lhe reserva.

5 – Habilidade para mentir: Não vê diferença entre sinceridade e falsidade. É capaz de contar qualquer lorota como se fosse a verdade mais cristalina.

6 – Egoísmo: Faz suas próprias leis. Não entende o que significa “em comum”. Se estiver tudo bem para ele, não interessa como está o resto do mundo.

7 – Frieza: Não reage verdadeiramente ao ver alguém chorando ou sofrendo.

8 – Parasitismo:  Quando consegue a amizade de alguém, suga até a medula.





Os Psicopatas da fé:  Agem de forma sorrateira, a enganar as pessoas. Chegam de mansinho, no inicio são uns amores de pessoas, atenciosos, olhares sérios, mas mal sabem as pessoas que os olhares sérios são para olharem melhor e se prepararem para suas próximas investidas.

Sempre vestidos de ovelhas, com mansidão, mas a mente cheia de coisas ruins e destruição. A fala é mansa e polida, mas a intenção cruel e nociva. A roupa é de marca e alinhada, mas alma é doente e esfarrapada. Usam relógios bonitos e atraentes, mas a língua são espadas entre os dentes.

PSICOPATA: Mente cruel em rosto agradável

Charmosos e simpáticos; mentirosos e manipuladores. Os psicopatas não se importam de passar por cima de tudo e de todos para alcançar seus objetivos. Egocêntricos e narcisistas, eles não sentem remorso, muito menos culpa. Se algo ou alguém ameaça seus planos, tornam-se agressivos.

São inteligentes, mas insensíveis, frios manipuladores e sua capacidade de fingir sentimentos são perfeita. Se descobertos, são mestres em inverter o jogo, colocando-se no papel de vítimas ou tentar convencer de que foram mal interpretados. E estão conscientes de seus atos.

E estão sempre conscientes de todos os seus atos, pois, diferentemente do que ocorre em outras doenças mentais, os psicopatas não entram em delírio. A psicopatia atinge cerca de 4% da população (3% de homens e 1% de mulheres), segundo a classificação americana de transtornos mentais. Sendo assim, um em cada 25 brasileiros enquadra-se nesse perfil.
Mas isso não significa, é claro, que todos são bandidos em potencial.

E quero informar que esse número também atinge Lideres, PastoresBisposCantoresMúsicos etc.

Olhando para nossos dias, é comum ver nos noticiários fatos que envolvem líderes evangélicos ou mesmos membros de comunidades evangélicas:
1 – A Polícia Civil de Goiás indiciou o pastor T.B.S., 56, sob a acusação de abusar sexualmente de fiéis da igreja que fundou há dois anos, a Grupo Evangélico Luz para o Mundo.
2 – Falso pastor que estuprou mais de 40 se entrega.
3 – Polícia de Goiás investiga pastor que promete cura sexual.
4 – Pastor evangélico é preso acusado de abusar sexualmente de quatro menores.
5 – Pastor rouba igreja para comprar filme pornô.
6 – Pastor é preso em flagrante após roubar carro em Aracaju.

Poderia citar aqui muitas outras reportagens que mostram as atitudes de um PSICOPATA DA FÉ. Esse alerta aqui é para mostrar que corremos o risco de nos depararmos com esses tais dentro de nossas igrejas.

Você, antes de consagrar um obreiro procurou saber mais sobre ele?





Em muitos casos, a omissão de muitos líderes tem levado a destruição de muitas famílias, pois consagram pessoas que foram reprovadas por Deus. Levando assim, essas pessoas a continuarem a sua caminhada de destruição.
Como explicar um sujeito, que se diz pastor, e é pego abusando e matando uma criança de 12  anos?






Como explicar um sujeito que fala que é obreiro da cada de Deus, pego abusando das próprias filhas?

Uma coisa é certa.

O final dos tempos está chegando, e precisamos ficar atentos, pois muitos outros psicopatas da fé vão aparecer por ai, com olhar de boas intenções, mas um coração de rapina,  esperando a próxima vítima aparecer.





CUIDADO: A próxima vítima posso ser eu ou você.

Fontes:
Robert Hare: Without Conscience

segunda-feira, outubro 08, 2012

A ATUALIDADE DOS PROFETAS MENORES




Lições Bíblicas Aluno<br> Jovens e Adultos <br>3º trim-2012



Texto Áureo: Rm. 12..26
Leitura Bíblica: II Pe. 1.16-21



Introdução - Quase um quarto da Bíblia é composto de livros proféticos, mas, paradoxalmente, pouca atenção tem sido dispensada a esses livros. A mensagem dos profetas, ainda hoje, é impopular, por isso são evitadas nos púlpitos de algumas igrejas. Ao longo deste trimestre estudaremos os profetas menores, destacando sua atualidade para igreja contemporânea. Na aula de hoje destacaremos o caráter da mensagem profética e apresentaremos os doze profetas menores que serão estudados nas próximas lições.

1.      A MOTIVAÇÃO PARA ESTUDAR OS PROFETAS

Alguns estudiosos fazem objeção ao estudo dos profetas porque, para eles, como estamos na Nova Aliança (Rm. 15.4), essa seria uma mensagem desnecessária. Para os crentes poucos afeitos ao estudo da Escritura, por isso não frequentam a Escola Dominical e muito menos os cultos de ensino, não é preciso conhecer essa mensagem para ir ao céu. Esses muitos outros pouco afeitos ao estudo, acham que é perder tempo demais com uma mensagem desinteressante. Mas tantos os estudiosos que enfocam apenas o Novo Testamento, quanto àqueles que têm preguiça de estudar a Palavra, estão equivocados, pois deixar de ler a mensagem profética, e a Bíblia como um todo, é um desrespeito à inspiração – theopneustia em grego – da Escritura, que é útil – em todas as épocas – para a instrução e santificação daqueles que dizem seguir a Cristo (II Tm. 3.16; II Pe. 1.19-21). O Antigo Testamento, e nele os livros proféticos, era a Bíblia que Jesus lia, esse era o texto que os apóstolos citavam quando faziam alusão à mensagem profética, por esse motivo não podem ser dispensados pela igreja cristã. Mateus cita os profetas 67 vezes, como em Mt. 1.23; 2.6, isso mostra que essa parte da Bíblia é importante. Os primeiros sermões apostólicos eram fundamentados nas Escrituras (At. 2.17-34; 3. 22-25; 7). O livro de Romanos contem 60 citações ao Antigo Testamento, como Rm. 1.16,17, em referência a Hc. 2.4. A Epístola aos Hebreus contém 59 citações do Antigo Testamento, exemplos Hb. 5.10,11; 9.5).

2.  A INSTITUIÇÃO PROFÉTICA NO ANTIGO TESTAMENTO


Os profetas foram instituídos pelo próprio Deus, em Dt. 18.9-22 nos deparamos com a orientação divina em relação à mensagem profética. O povo de Israel recebeu do Senhor a Lei (Torah) e essa deveria servir de instrução para a nação. Mas diante das superstições do povo, ao se deixar influenciar pelas nações vizinhas, a mensagem dos profetas seria importante, a fim de conduzir a nação aos caminhos do Senhor. O profeta do Antigo Testamento era um porta voz de Deus – nabbi em hebraico – ele não apenas predizia o futuro, mas, principalmente, alertava o povo em relação aos pecados. Os profetas recebiam as mensagens do Senhor de formas variadas, às vezes, através de sonhos e visões. Outra palavra para profeta no Antigo Testamento é roeh, e sendo traduzida comumente por vidente. As palavras nabbi e roeh se distinguem no que tange à relação entre o profeta e Deus (roeh) e entre o profeta e o povo (habbi). Mas os profetas não falavam de si mesmos, eles anunciavam sob a inspiração divina, nisto repousa a autoridade da mensagem proferida por eles. Eles diziam: “assim diz o Senhor”, e não “assim digo eu”, atestando, assim, a confiabilidade da Palavra revelada.


3.           CONTEXTUALIZANDO OS DOZE PROFETAS MENORES

O título atribuído a esses profetas com “menores” não tem a ver com a pouca relevância que por acaso alguém possa atribuir a esses textos. A palavra “menores” vem dos latinos que comparavam o tamanho dos livros com a dos outros profetas, considerados “maiores”, em virtude da extensão dos livros. Os pais da Igreja, dentre eles Agostinho de Hipona (345-430), se referiam aos livros desses profetas como “os doze”. Para compreendermos melhor a mensagem desses doze profetas é preciso contextualizá-los na história de Israel. Para tanto, faz-se necessário ressaltar que alguns deles profetizaram para o Reino do Norte outro para o Sul, alguns deles antes do cativeiro e outros depois do cativeiro. Obadias, Joel e Jonas foram profetas do século nono antes de Cristo, no período do governo assírio. Oséias, Amós e Miquéias foram profetas do século oitavo antes de Cristo, ainda no período do governo assírio. Sofonias, Naum e Habacuque foram profetas do século sétimo antes de Cristo, o período do governo caldeu. Ageu, Zacarias e Malaquias são profetas pós-exílios, isto é, do período posterior ao retorno do povo de Judá do cativeiro babilônico. Esses profetas foram guiados pelo Espírito Santo para revelarem a mensagem de Deus, eles se reconheciam como tais eram arautos do Senhor (Ag. 1.3; Am. 3.7; Mq. 3.8). A palavra profética é atual porque trata a respeito de temas que vão além do contexto daquela época, eles chamaram o povo para um relacionamento fiel com Deus (Oséias), para o derramamento do Espírito Santo (Joel), para a justiça social (Amós), a necessidade da retribuição (Obadias), o valor da misericórdia divina (Jonas), a importância da obediência (Miquéias), o limite da tolerância divina (Naum), a soberania de Deus (Habacuque), o juízo vindouro (Sofonias), o compromisso do povo da aliança (Ageu), o reinado messiânico (Zacarias) e a sacralidade da família (Malaquias).



CONCLUSÃO - A mensagem geral dos profetas menores pode ser resumida a partir da declaração de Mq. 6.8. E essa palavra se aplica perfeitamente à Igreja dos dias atuais, ao longo dos próximos estudos, veremos, através das exortações dos arautos de Deus, que o Senhor deseja que promovamos a justiça, que sejamos fieis a Deus, e, sobretudo, que vivamos em obediência.


ELABORADO POR: Profº. José Roberto A. Barbosa

BIBLIOGRAFIA
BOICE, J. M. The minor prophets. Grand Rapids: Bakerbooks, 2006.
IRONSIDE, H. A. The minor prophets. Grand Rapids: Kregel, 2004.

FONTE: www.subsidioebd.blogspot.com