segunda-feira, maio 13, 2013

PAZ E AMOR DIANTE DO ROLO COMPRESSOR GAY


PAZ E AMOR DIANTE DO ROLO COMPRESSOR GAY

Importante evento ecumênico no Congresso Nacional reunirá religiosos para tratar da agenda gay com tolerância


Julio Severo


Religião e gayzismo são possíveis? Um evento gay em Brasília dará a resposta. O evento não ocorrerá em nenhuma boate gay ou outra zona de zoadas gays.

Sob patrocínio do Congresso Nacional, militantes homossexualistas realizarão o 10º Seminário LGBT, com o título de “Liberdades, Abram As Asas Sobre Nós — A Liberdade de Crença Em Relação Às Outras Liberdades Individuais.”


Jean Wyllys


Diferente de muitos outros eventos gays, o 10º Seminário LGBT, que será realizado em 14 de maio de 2013 no próprio Congresso Nacional, terá a participação de diversos religiosos.


O workshop da manhã, intitulado “Estado Laico na Prática e na Teoria — Como fica o processo de representação política diante das contradições existentes na Constituição e nas práticas de instituições?”, trará os seguintes preletores:

Débora Diniz, do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero. Débora, que defende o aborto legalizado, se notabilizou por ter jogado a lei em cima do Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, que a chamou de “abortista.” A justiça brasileira, incrivelmente, concluiu que o padre cometeu crime ao chamar de abortista uma abortista. O padre provida foi condenado.

* Procurador Jefferson Aparecido Dias, da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) em São Paulo. A PRDC, fortalecida pelo PSDB, é considerada uma das máquinas mais sofisticadas de combate à “homofobia.”
André Sidnei Musskopf, professor na Escola Superior de Teologia (EST). Musskopf é autor do livro “Talar Rosa,” que defende a ideologia gay a partir de uma interpretação torcida da Bíblia. A EST de Musskopf é tão liberal que já teve até Luiz Mott como preletor.

Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que está interessadíssima na imposição da agenda gay no Brasil.
Padre Beto, que foi excomungado da Igreja Católica por defender o “casamento” gay e muitos outros elementos do supremacismo gay.

Outros militantes que palestrarão são:

Henrique Vieira.
Paulo Victor Leite Lopes, Instituto de Estudos da Religião (ISER).

Bahaísmo e Jean Wyllys em destaque no 10º Seminário LGBT

O workshop da tarde, intitulado “Religião e Diversidades — Como trabalhar as diferenças culturais para garantir um Estado Laico?”, terá como mediador o deputado gayzista Jean Wyllys.
Os preletores serão:

Iradj Roberto Eghrari, Secretário Nacional de Ações com a Sociedade e o Governo do movimento Bahá’í.

Bispo Robson Rodovalho, presidente da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra.

Daniel Sottomaior, Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos.

Hussein Mohamed El Zoghbi, presidente da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras).

Pe. José Antônio Trasferetti, pároco da Paróquia São Pedro Apóstolo (Campinas), PUC Campinas

Ysani Kalapalo, Movimento Indígenas em Ação

Pai Tata Ngunz’tala, pai-de-santo do Terreiro Tumba Nzo Jimona dia Nzambi.

Lama Padma Samten, fundador do Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB).

* Um representante liberal do judaísmo.
* Um representante espírita.

A Força Bahai

Não dá para estranhar um líder da religião bahai em primeiro lugar entre os preletores do evento da tarde. O bahaísmo, que tem trabalhado intimamente com a Iniciativa das Religiões Unidas (IRU), tem uma mensagem simples: a humanidade é uma única raça, e todos os líderes religiosos estavam realmente proclamando o mesmo Deus mediante vários meios. Jesus, Maomé, Zoroastro, Moisés, Krishna e Buda eram apenas precursores do mensageiro final, Bahaullah, o fundador do bahaísmo.


Bahaullah cria que todas as religiões eram igualmente válidas porque todas tentavam trazer paz e amor ao mundo. Os temas comuns de paz e amor permeiam a religião bahai. Essa paz tem de ser perpetuada por todos os grupos de pessoas. Em outras palavras, todos temos de nos unir em amor. Todos os relacionamentos — entre indivíduos, países, grupos de pessoas e religiões — devem ser guiados por essa necessidade humana. Bahaullah concluiu que essa era a doutrina central de todos os profetas do mundo, e, portanto eles foram enviados pelo mesmo Deus. Entre os pontos da doutrina bahai se destacam: a unidade de todas as religiões, a unidade da humanidade, a eliminação do preconceito, a igualdade de homens e mulheres e a fundação de um governo mundial.

A IRU é uma campanha da ONU para unificar todas as religiões debaixo da ideologia homossexualista e abortista da ONU. Portanto, o bahaísmo tem sido a ponte perfeita para a IRU e a ONU cooptarem as religiões mundiais.


Jean Wyllys e os Orixás

É natural também que haja um pai-de-santo entre os preletores. Os orixás são muito abertos a todas as práticas homossexuais. Aliás, embora demonstre publicamente sua repugnância contra qualquer menção de Deus na vida de um político cristão, afirmando que tais ligações violam o Estado laico, o supremacista gay Jean Wyllys se gaba publicamente de que os orixás o colocaram na política (ver vídeo: http://youtu.be/f32xNxQUf7w).

Os cristãos, de acordo com Wyllys, não podem misturar política com Deus. Mas ele pode com os orixás.

Só estão autorizados a misturar as coisas os cristãos que professam um cristianismo torcido. O Pe. José Antônio Trasferetti foi escolhido como preletor do 10º Seminário LGBT exclusivamente por tal qualidade. Em 1995, ele foi premiado com o troféu Triângulo Rosa, concedido pelo Grupo Gay da Bahia, por ser o mais ativo católico defensor dos direitos homossexuais no Brasil.

Esse é um padre liberal e esquerdista. Não será difícil arrumar um liberal adepto do judaísmo.

Mas me admira o nome do Bispo Robson Rodovalho estar nessa salada babilônica, representando os evangélicos do Brasil. Tempos atrás, ele achou ruim quando denunciei sua postura “morna” no caso Marco Feliciano.



Robson Rodovalho, representante dos evangélicos.


Espero que ele não confirme essa mornidão diante de Jean Wyllys e do bahaísmo, que quer ver todos os religiosos falando a mesma língua de paz, amor e tolerância diante do rolo compressor gay.



Com informações, sobre o bahaísmo, de Ed Hindson (2008). The Popular Encyclopedia of Apologetics. Harvest House Publishers. Com informações também da Frente Parlamentar Evangélica.


Leitura recomendada:

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quinta-feira, maio 09, 2013

CUBANOS PARA PROPAGANDEAR “SOCIALISMO”


FORO DE SÃO PAULO MANDA BRASIL IMPORTAR 6 MIL “MÉDICOS” CUBANOS PARA PROPAGANDEAR “SOCIALISMO”


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Leia também o site Fique Alerta – www.fiquealerta.net 
Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net





Abusando da desculpa de que o Brasil precisa de pelo menos seis mil profissionais de  saúde para atender a população em áreas e regiões carentes, o governo Dilma-Lula vai promover o seu “maior salto” rumo a um regime dito socialista – que, na verdade, pretende mesmo é perpetuar o PT no poder. A prometida contratação de seis mil médicos cubanos atende mais a uma tática ideológica do que a uma real necessidade do setor de saúde.

O modelo de adotar pregadores ideológicos do socialismo, enquanto prestam serviços comunitários de medicina, foi a mais recente decisão tomada pelo Foro de São Paulo, na reunião realizada em Havana. A cúpula da esquerda na América Latina e Caribe resolveu que é hora de o Brasil acelerar o tal “salto ao socialismo”, pela via da propaganda. O “comercial” televisivo do PT, nas inserções eleitoreiras da televisão, a ofensiva da mentirosa Comissão da Verdade (para intimidar os militares como guardiões da soberania) e os ataques diretos ao Poder Judiciário e agora a promessa de contratar “médicos” cubanos fazem parte do pacote ideocrático.

No Brasil, o Foro de São Paulo quer implantar a experiência ideológica bem sucedida na Venezuela de Hugo Chávez. Se a medicina cubana não foi capaz de curar o comandante do socialismo bolivariano do século 21, os médicos formados na linha ideológica dos irmãos Castro tiveram um importante papel no atendimento à população carente. Não só na prestação de serviços de saúde, mas, principalmente, como formadores de opinião e líderes ideológicos nas comunidades, propagandeando e fortalecendo as ideias chavistas.

Já ficou definido que a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) – um daqueles organismos multilaterais da Nova Ordem Mundial - vai gerenciar a contratação dos médicos cubanos para o Brasil. O Ministério da Educação Capimunista e o Ministério da Saúde já têm um esqueminha montado para validar os diplomas dos médicos cubanos. De imediato, os cubanos que vierem para cá numa primeira leva ganham uma “validação provisória”. Um acordo neste sentido já foi selado entre o chanceler brasileiro Antônio Patriota e seu “companheiro” cubano Bruno Rodriguez.

A chiadeira contra a vinda dos médicos cubanos já começou. No entanto, a gritaria inicial segue apenas o tom “corporativista”. O Conselho Federal de Medicina soltou uma nota classificando a intenção do governo Dilma-Lula de “programa político-eleitoral”. O CFM “condena veementemente qualquer iniciativa que proporcione a entrada irresponsável de médicos estrangeiros e de brasileiros com diplomas de medicina obtidos no exterior sem sua respectiva revalidação”. Tal crítica “técnica” deve ser inócua,  já que o governo tem os “caminhos legais” para dar validade aos diplomas – principalmente dos “companheiros” cubanos.

O Brasil tem hoje cerca de 371 mil médicos ativos – porém mal distribuídos entre as regiões. A média é de 1,73 médicos por grupo de mil habitantes. Na Argentina, a média é de 2,3. O baixo indicador é usado pelo governo como desculpa para trazer os estrangeiros. Além disso, o plano oficial se aproveita do fato de que a grande maioria dos médicos não quer atuar em periferias. Os cubanos aceitam tudo. Até porque qualquer salário aqui – em condições de mais liberdade – será sempre muito mais alto que o pago na Ilha da Fantasia Comunista.  

Em tese, o Brasil não precisaria importar médicos. Nossas 197 escolas de medicina formam, anualmente, uma média de 16 mil médicos. O problema é a má qualidade, já que a metade dos formados não passa nos exames de avaliação dos Conselhos de Medicina. A meta já anunciada pelo Governo Dilma-Lula é que o número chegue a 20 mil formados, em 2020. No papel, os quatro mil formados a mais seriam usados na ampliação do Sistema Único de Saúde em seu modelo de “medicina pública de intervenção cotidiana”.

O grande problema é que os “médicos” cubanos farão essa tal “intervenção cotidiana” com o cunho estrategicamente ideológico, segundo a visão retrógrada e farsante do socialismo – que seduz os incautos e ignorantes com muita facilidade, principalmente nas regiões pobres já adestradas pela bolsa-famílias da vida. A combinação entre clientelismo assistencialista e a pregação ideológica, enquanto se presta algum serviço de saúde, com total proximidade entre o médico-pregador-ideológico e o seu alvo político, é mais uma etapa do tal “salto” que o PT anuncia em sua propaganda institucional.

A vinda dos médicos cubanos só não representa mais uma gravíssima ameaça à soberania porque a nossa soberania brasileira já foi para o ralo há muito tempo, sem que a maioria dos cidadãos-eleitores-contribuintes daqui perceba ou se importem realmente com tal problema e suas perigosas consequências. Tudo sob o comando geral do Foro de São Paulo – cujo comandante maior no Brasil, entre os petistas, é o super aspone Marco Aurélio Garcia – personagem com grande trânsito no Instituto Tavistoc de Relações Humanas, de Londres, onde um filho dele trabalha...

Bravata sobre soberania bancária

Soa como piada a reclamação do presidente do Banco Central do Brasil, Alexandre Tombini, de que o Brasil é alvo de bancos estrangeiros.

Segundo o BC do B, 18 bancos de 14 diferentes países tentam se estabelecer no Brasil.

O que Tombini não admite publicamente em sua queixa pretensamente nacionalista e quase xenófoba é que “nossos” bancos já têm enorme participação estrangeira em seu capital acionário e que já obedecem ao modelo imposto de fora para dentro pela Oligarquia Financeira Transnacional...

Empregando

Nada como um governo que gera empregos – pelo menos para seus aliados.

O vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, vai sair da asa tucana de Geraldo Alckmin e migrar para as asas mais gordas da Dilma Rousseff.

Será o 39º ministro da Imperial República Sindicalista do PT, assumindo a pasta de nova Secretaria Nacional da Micro e Pequena Empresa.

Freud vai explicar?

A bela, charmosa e competente Delegada da Polícia Federal, Andréa Pinho, irá fundo na investigação sobre a eventual participação do chefão Lula no Mensalão.

O maior alvo da Polícia Federal é ninguém menos que um dos melhores amigos e homens de confiança de Lula, Freud Godoy, que foi “assessor especial da Presidência da República”.

A PF concluiu uma perícia nas contas da empresa Caso Comércio e Serviços Ltda. – pertencente a Freud e sua mulher Simone -, para saber o destino de um repasse de R$ 98,5 mil feito em 2003 pelo publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza – condenado no STF como “operador do Mensalão”.

Em depoimento à Procuradoria Geral da República, Valério revelou que a grana seria destinada a pagar despesas pessoais de Lula – o que o ex-Presidente, logicamente, nega até a morte...

Será que Freud explica esta, também?

Mensagem enviada pelo leitor Tarcísio de Pádua, do Distrito Federal, indica como funciona a máquina petralha de censura:

“Jorge, mantenho aqui em Sobradinho, Brasília-DF, o aliastpadua.com.br a mais de cinco anos. Ao fazer uma crítica mais contundente à Administração local, que é do governo do PT, tive o mesmo raqueado, estando agora fora do ar não sei até quando. Sempre repercutia seus artigos no mesmo, o que também deve ter contribuído para a ação dos petralhas”.

Bem que uma das bandas da Polícia Federal poderia investigar tais casos de censura criminosa na internet...

Vida que segue... Ave ataque Vale! Fiquem com Deus.

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 7 de Maio de 2013.


terça-feira, maio 07, 2013

“DIVERSIDADE SEXUAL” ENTRE MENINOS E MENINAS


6 de maio de 2013


LAVAGEM CEREBRAL INFANTIL: ESCOLAS DE SÃO PAULO COMEÇAM “DIVERSIDADE SEXUAL” ENTRE MENINOS E MENINAS

Julio Severo



Por que os chamados educadores e pedagogos estão tão interessados em que crianças de 3 e 4 anos estejam longe dos pais e perto deles nas escolas? Por que o governo está tão ansioso de obrigar crianças de 4 anos a ir para a escola?





Essa e outras perguntas são respondidas por uma matéria do jornal Estado de S. Paulo, que teve todo o cuidado de não criticar o intervencionismo abusivo de professores infantis que se julgam deuses. A matéria diz:


No salão de cabeleireiro de mentirinha, João Pontes, de quatro anos, penteia a professora, usa o secador no cabelo de uma coleguinha e maquia a outra, concentradíssimo na função. Menos de cinco minutos depois, João está do outro lado da sala, em um round de luta com o colega Artur Bomfim, de cinco anos, que há pouco brincava de casinha.

Nos cantos da brincadeira do Colégio Equipe, na zona oeste de São Paulo, não há brinquedo de menino ou de menina. Todos os alunos da educação infantil — com idade entre três e cinco anos — transitam da boneca ao carrinho sem nenhuma cerimônia.

A coordenadora pedagógica de Educação Infantil da Equipe, Luciana Gamero, explica: “Acreditamos que, ao não fazer essa distinção de gênero, ajudamos a derrubar essa dicotomia entre o que é tarefa de mulher e o que é atividade de homem.”

Essa atividade curricular da educação infantil é adotada por um grupo de escolas que acredita que a escola é o espaço apropriado para quebrar os papéis tradicionais de homem e mulher. Eles promovem uma infância sem o que eles chamam de “estereótipos de gênero” — masculino e feminino —, a fim de construir uma nova sociedade onde é fundamental a total desconstrução do papel tradicional do homem.
A diretora pedagógica do Colégio Sidarta, Claudia Cristina Siqueira Silva, afirma:

—Temos uma civilização ainda muito firmada na questão do gênero e isso se manifesta de forma sutil. Quando uma mulher está grávida, se ela não sabe o sexo da criança, compra tudo amarelinho ou verde. Nesse contexto, a tendência é de que a criança, desde pequena, reproduza a visão de que menino não usa cor-de-rosa e menina não gosta de azul.


No Colégio Santa Maria, num jogo de futebol, os meninos estavam brincando apenas entre eles. Nesse momento, os pedagogos interviram, para introduzir as meninas no jogo. Orientadora da pré-escola da instituição, Cássia Aparecida José Oliveira, conta: “Explicamos que não deveria ser assim e começamos a propor, por exemplo, que os meninos fossem os cozinheiros de uma das brincadeiras.”

Na oficina de pintura, todos foram convidados a usar só lápis cor-de-rosa — convite recusado por alguns.

A pedagoga afirmou que nesse ponto muitos meninos dizem: “Eu não vou brincar disso porque meu pai diz que não é coisa de menino.”

A medida da pedagoga é convocar os pais para mostrar que eles não devem ficar chocados, mas aceitar meninos no balé e meninas no futebol. Se eles não aceitam, a pedagoga explica que se todos não combatemos os preconceitos, “criamos uma sociedade machista e homofóbica.”

Estado de S. Paulo, sem criticar em nenhum momento o abuso psicológico contra as crianças, diz que essas escolas enfrentam um embate árduo e precisam de “perseverança.” Sua matéria termina mencionando o Colégio Equipe, onde meninos e meninas brincam todos de cabeleireiro e o escritório — tudo para desconstruir um mundo chamado pelos pedagogos de “machista” e “homofóbico.”


Anos atrás, vi fotos de um menino vestido de menina e brincando de boneca. A mãe, provavelmente ansiando muito ter uma menina, colocou o garoto contra a natureza. Ele acabou se tornando o principal ativista gay do Brasil e se gaba de ter dormido com mais de 500 homens.

É isso o que os pedagogos e novas escolas querem para os meninos do Brasil?


Com informações do Estado de S. Paulo.
Leitura recomendada:



Engraçado!!! O Estado quer que todas as crianças comecem estudar cedo, querem que os meninos aprendam a  não ser MACHISTAS, não ser HOMOFÓBICOS. Porém, isto é impossível, isto além de cultura desde Adão, isto também é fruto do Pecado. Mas já que querem ensinar isto, deveriam ensinar sim, os homens a não ESTUPRAREM mulheres, MATAREM mulheres... Porque o ESTADO não se preocupa e não cria leis rigorosas para acabar com a impunidade dos "machões de meia tigela", porque só são "machos" diante de mulheres, para assumir suas cafajestice viram covardes, frouxos.... choram e mentem... O ESTADO deveria lutar para acabar sim com este machismo assassino! Agora querer que não exista identificação entre  os sexos... isto só pode ser coisa do DIABO.

Cadê a IGREJA para orar e lutar diante do Senhor para Deus dar um jeito nisto... creio que não acaba totalmente, mas pelo menos freia um pouco. - É um absurdo ver tanta crueldade contra a MULHER, Crianças, velhos... e NADA é feito contra isto, pelo contrário, a cada dia AUMENTA esta crueldade... 

sábado, abril 27, 2013

“CASAMENTO” GAY


25 de fevereiro de 2013



MARINA SILVA AMARELA EM QUESTÃO DE “CASAMENTO” GAY COBRADA POR JEAN WYLLYS

Júlio Severo


A eleição presidencial de 2014 nem começou, e os embates políticos estão pegando fogo. Vários sites noticiosos, inclusive o Portal RIUS, destacaram o apoio velado de Marina Silva ao chamado “casamento” gay no último final de semana.






Tudo começou quando Marina, que é a fundadora do Rede Sustentabilidade, não gostou de uma tuitada do deputado federal Jean Wyllys, do PSOL do Rio. Na mensagem de Twitter, o deputado supremacista gay acusou-a de ser a favor de um plebiscito para o povo decidir a união civil gay no Brasil.

Wyllys também a acusou de “velho conservadorismo”. Marina, que detesta ser chamada de “conservadora”, disparou: “Eu sou a favor que todos os brasileiros tenham os mesmos direitos. Essa questão não demanda plebiscito”.

Para não deixar nenhuma dúvida, em nota pública o Rede Sustentabilidade explicou: “Em nenhum momento Marina defendeu a realização de plebiscito sobre o casamento homo afetivo”.

“Homo afetivo” uma ova! Esse tipo de relação é simplesmente homo erótica. Homo afetividade é a relação normal de amizade e afeto entre um pai e seu filho e um homem e seu amigo, conforme mostra meu artigo Sou Homo afetivo”.

Apesar da posição confundindo “homo afetividade” com homo erotismo, a ex-militante do PV, que luta para consolidar o Rede Sustentabilidade e se lançar candidata presidencial em 2014, aposta numa imagem “provida”, torcendo para que o público se esqueça de que em 2010 ela foi criticada pelo movimento provida por ter condenado a onda conservadora contrária ao aborto e ao homossexualismo que se levantou na eleição presidencial daquele ano.

O problema desta semana surgiu quando ela foi criticada por defender a realização de plebiscitos populares para decidir a regulamentação da utilização de drogas como a maconha e até para decidir o aborto — posição não diferente de alguns setores evangélicos. Foi aí que Jean Wyllys entrou na briga, afirmando que o novo partido de Marina faria um plebiscito sobre “casamento gay”.

Para o socialista gay, a socialista verde deixou claro: A questão do “casamento” gay não pode ser decidida em plebiscito.

Wyllys pode, pois, descansar tranquilo. Marina não negocia valores para ela inegociáveis, inclusive meio-ambiente e “casamento” gay. Podem colocar em plebiscito aborto e drogas, mas aquelas duas questões sagradas, jamais.

Não sei o que mais pesa nesses valores. O passado dela como militante comunista, ou seus conselheiros espirituais: o ex-católico Leonardo Boff e o ex-presbiteriano Caio Fábio.

Seja como for, a imagem “provida” não cai bem nela. O título de “conservadora” (alguém que se opõe à cultura da morte em sua totalidade) lhe cai muito pior, pois o histórico dela nada tem a ver com conservadorismo.

Mesmo assim, os marqueteiros e estrategistas de Marina estão trabalhando duro para vender a imagem dela como “provida” entre cristãos desavisados. E entre evangélicos, alguns líderes fazem questão de promover a imagem de uma Marina piedosa.

Na eleição presidencial passada, a líder neopentecostal Valnice Milhomens tentou fazer propaganda dessa imagem no púlpito de uma igreja, mas foi cortada pelo Apóstolo Hudson Teixeira, um líder neopentecostal internacional, que pontuou que púlpito não era lugar para propaganda eleitoral gratuita.

Por que não usa nos púlpitos a imagem dela como militante comunista? Não. Preferem o quadro da Marina (supostamente) piedosa.

Ouvi dizer que ela estava, tempos atrás, dando aulas de escola dominical numa igreja Assembleia de Deus em Brasília. Se for da mesma denominação do bispo Manoel Ferreira, o amigo do Rev. Moon, não é de assustar ninguém. Mas se não for, o pastor dessa igreja deveria ter seu registro pastoral cassado e, como castigo, sentar no banco para ouvir o Evangelho.

Para Marina, deveriam dar a escolha: sentar no banco para conhecer o verdadeiro Evangelho, ou apodrecer no falso evangelho de Leonardo Boff e Caio Fábio. Mas desgraçadamente, para ela, a Teologia da Libertação é o único “evangelho” da vida dela, conforme documentado neste vídeo de Caio Fábio: http://youtu.be/ZGvsIXajiVs

Questões como “casamento” gay e aborto são, para os seguidores de Jesus Cristo, inegociáveis. Quer o nazismo ou o comunismo imponham esses valores estatais sobre a sociedade, a defesa do verdadeiro casamento e da vida é missão do cristão. Ele não defenderia o tal “casamento” gay, ou adoção de crianças por duplas gays, ou o aborto nem que isso lhe custasse à vida.

Evidentemente, os valores inegociáveis de um militante de ideologia marxista não são os mesmos valores inegociáveis de um seguidor de Jesus Cristo.

Se Jean Wyllys tivesse tido um confronto comigo ou outro cristão conservador, seria muito fácil responder: “Defendo o casamento normal e o ‘casamento’ gay é contra a família natural”.

De forma igual, é muito fácil dar uma resposta sobre pedofilia ou adoção de crianças por duplas gays.


É fácil e simples.


Simples porque o cristão não tem ideologias e mestres estranhos a quem agradar. Para o cristão verdadeiro, estando ele atuando na política ou não, só há um Mestre a quem servir. Na política, ele faz como Daniel e seus colegas Sadraque, Mesaque e Abednego: ele não se prostra diante dos ídolos estatais, ainda que se chamem aborto e “casamento” gay.

Entretanto, para Marina, não é tão simples assim. Apesar de sua fachada verde, ela nunca conseguiu ser menos vermelha do que cristã. E não dá para mudar isso da noite para o dia.



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