quarta-feira, novembro 04, 2015

“A EXPIAÇÃO VICÁRIA”






ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical


Comentarista: Pr. Gilmar Chaves

Lição 06
11 de Novembro de 2015


A EXPIAÇÃO VICÁRIA


Texto Áureo:

Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.”
(Romanos 5. 8)


Leitura Bíblica em Classe

Levítico 5. 17, 18; I João 4. 10; Romanos 3. 23 – 25.



Objetivos: -

1.    Compreender o significa de expiação no texto bíblico, pois, entende-la é também apreender o estrito significado da salvação.

2.  Entender que Cristo é o Fiador de uma aliança maior e superior, estabelecida sobre bases eternas: a primeira erra externa e material, e a segunda é interna e espiritual.

3.    Conhecer as causas e os aspectos da expiação e sua relação com o sacrifício de Cristo.

Introdução: -   Nesta lição, veremos que o Cordeiro Santo, por meio da expiação, não apenas livrou-nos da servidão, mas também conduziu-nos à posição de Seus coerdeiros, restaurando a comunhão com o Pai, perdido no Éden.

A expiação é um dos temas centrais da FÉ CRISTÃ. O entendimento deste tópico é de fundamental importância para que se compreenda a Salvação oferecida por Deus ao pecador e as Escrituras como um todo. Aqueles que estudam a Bíblia sistematicamente percebem que os temas sacrifício e expiação – tanto no Antigo quanto no Novo Testamento – estão diretamente relacionados a outro ponto teológico, a saber: a Redenção Humana.

No hebraico, a palavra kaphar foi traduzida por expiação do pecado (Lv 7. 7; 5. 16. 30). Em termos literais, o vocábulo original tem o sentido de cobrir por cima, de modo a não ficar visível. Já na língua grega, o termo usado para fazer referência à expiação (propiciação) é ilasmós (I Jo 2.2; 4. 10).


I.              A DOUTRINA DA EXPIAÇÃO PELO SANGUE
        Ref.: Levítico 16. 30; 17.11; II Co 5. 21.

1.       Há quatro (4) grandes palavras doutrinárias empregadas na Bíblia par nos revelar a extensão do valor da morte de Jesus, isto é, do seu sangue remidor. - Tão vasta e infinito é o escopo da obra efetuada por Jesus que uma só palavra não pode resumi-la. As quatro (4) palavras são:

A.     Expiação. - É a salvação quanto ao seu alcance. Esse alcance é infinito. (Salmo 103. 12).

B.      Redenção. – É a salvação em relação ao pecado. - (Ef 1. 7; Hb 9. 12) – (Definição Bíblica: - “Libertar um escravo mediante um resgate exigido e pago”; é “Compra e retirar do Mercado”).

C.   Propiciação: - É a salvação quanto ao homem como o transgressor. (Definição Bíblica: “Aplacar, tornar benevolente o ofensor mediante uma oferta judicial expiatória.”)

D.      Imputação. – É a salvação quanto a sua credibilidade, isto é, a justiça de Deus creditada em nossa conta pela fé em Deus mesmo.
(“É a justiça de Cristo creditada a nosso favor, mediante nossa fé e somente fé”).


Nota: - Nosso tema é: EXPIAÇÃO; vamos se atrelar a ele.


2.       Definição de Expiação:

§    Tecnicamente: - “expiar” significacobrir”.
A primeira menção da palavra na Bíblia ocorre em Gn 6. 14, onde “betumarás” (ARC), e “calafetarás” (ARA), é no hebraico “kaphar” = cobrir.

§    Biblicamente: - (teologicamente), expiar é “pagar ou remir as culpas de alguém, mediante um sacrifício reparador exigido, e também propiciador”.

§    É morrer como substituto do condenado, no caso de Jesus (Joao 1. 29; Ap 13. 8).

3.   A expiação aplaca o Legislador por satisfazer a Sua Lei, e, também o torna benevolente para com o transgressor, salvando-o.

Essa decorrência da expiação é chamada Propiciação.


4.       Razão da Necessidade da Expiação:

4.1. A Santidade de Deus e da Sua Lei. –
Sem expiação, para dar uma satisfação à Lei, essa Lei seria vã.

4.2. - A Pecaminosidade do Homem também tornou necessária a expiação divina.

5.       Para Expiar nossos pecados, bastava Jesus morrer por nós na cruz, mas para nos justificar, era preciso que Ele ressuscitasse, (Rm 4. 25).

6.       Expiação é mais do que Redenção.

§    Expiação é pelo pecado; redenção é do pecado.

§    Cf. As expressões expiar o pecado, e, redimir do pecado.

A salvação das criancinhas inocentes é pela expiação de Cristo, não pela Redenção.

Cf. Levítico 4:  - Os Quatro Tipos Universais de Pecadores, e a Expiação Pelo Sangue. (Não Redenção).

7)    No Antigo Testamento, a expiação pelos pecados da Nação “durava” um ano apenas.

Cada ano, no solene Dia da Expiação (Lv 16), a sentença de morte que pesava sobre todos por causa do condenável e criminoso pecador, era prorrogada por mais 12 meses... Cada ano aumentava a dívida! – Cristo na Cruz, pelo Seu sangue expiou os nosso pecados uma vez para sempre. Hb 7. 27; 9. 26.


II.          A EXPIAÇÃO NO VELHO TESTAMENTO

2.1.    A Expiação no Velho Testamento – (Levítico 16. 1 – 34).

a)       - A Origem do Sacrifício. - Antes da criação do mundo, Deus que conhece o fim desde o princípio, proveu um meio para a redenção do homem. “Cordeiro que foi morto desde a criação do mundo”. (Ap 13.8). O Cordeiro Pascal era preordenado vários dias antes de ser santificado (Êx 12. 3,6); assim também Cristo, o Cordeiro “sem mancha e sem defeito, conhecido antes da criação do mundo, revelado nestes últimos tempos em favor de vocês” (I Pe 1. 19,20). Decretou-se “antes da criação do mundo” (Ef 1. 4).


b)   - Instituição na Terra Desde o princípio, Deus ordenou uma instituição que prefigurasse o sacrifício e que fosse também um meio de graça para os arrependidos e crentes. Referimos-nos ao sacrifício de animais, uma das mais antigas instituições humanas. Vemos isto em Êxodo, através da Lei Mosaica.

c)       - O Dia da Expiação no Veterotestamento – (Levítico 16. 1- 34). - O Dia da Expiação, em que uma expiação anual pelos pecados da nação era feita. Era o dia mais santo do calendário do AT. Caía no sétimo mês dos hebreus (outubro) e envolvia o oferecimento de vários sacrifícios, a entrada do Sumo Sacerdote no Lugar Santíssimo (neste capítulo chamado simplesmente de “santuário”) e o envio de um bode para o deserto, levando sobre si, simbolicamente, os pecados do povo.

O décimo dia do ano novo (10 de Zicri, outubro) dia em que ocorre o ritual de “Yom Kippur”, foi considerado o mais santo do ano. Era reservado para o lamento pessoal de quaisquer pecados não confessados do ano anterior, realçando por uma cerimônia nacional que simbolizava aquela confissão e a obra de Deus em remover aqueles pecados através da oferta de dois bodes. A preparação para esse ritual exigia a oferta de um novilho para a cerimônia da purificação do sumo sacerdote a fim de que ele pudesse executar o santo dever de entrar na presença de Deus no Santo dos Santos, lançavam-se sortes, e um bode era escolhido para ser sacrificado ao Senhor. Enviavam o outro para “Azazel” (ou destruição), como “bode expiatório”. O bode sacrificado simbolizava os “meios de expiação”, um substituto adequado, e o bode expiatório a “consequência da expiação”, a remoção dos pecados. Somente nesse dia do ano o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos, uma vez por ele mesmo e uma pelo povo.
  
III.              QUAIS ERAM OS EFEITOS DA EXPIAÇÃO?

Quando o sangue era aplicado ao altar pelo sacerdote, o israelita sentia a segurança de que a promessa feita a seus antecessores se faria real para ele: “Quando eu vir o sangue, passarei adiante” (Ê 12. 13).

Quais eram os efeitos da Expiação, ou da cobertura?

ü   O pecado era apagado (Jr 18. 23; Is 43. 25; 44. 22),
ü   O pecado era removido (Is 6. 7),
ü   O pecado era perdoado (Sl 32. 1; 78.38),
ü   O pecado era atirado nas profundezas do mar (Mq 7. 19),
ü   O Pecado era lançado para trás de Deus (Is 38. 17). Todos estes termos ensinam que o pecado é coberto de modo que seu efeitos sejam removidos, afastados da vista, invalidados, desfeitos. Deus já não vê, e o pecado não exerce mais influência sobre ele.


3.1.  - O Sacrifício Vicário
3.1.2. A Morte Vicária.  O termo “vicário” significa “o que faz as vezes de outro; substituto”.  O NT enfatiza várias verdades no tocante à morte de Cristo em prol da humanidade.

3.1.3. Foi um Sacrifício, isto é, a oferenda do seu sangue, da sua vida. (1 Co 5.7; Ef 5.2).

3.1.4. Foi Vicária, isto é, ele morreu, não para seu próprio bem, mas para o bem dos outros (Rm 5.8; 8.32; Mc 10.45; Ef 5.2).

3.1.5.   Foi Substituinte, isto é, Cristo padeceu a morte como a penalidade do nosso pecado, como nosso substituto (Rm 6.23).

3.1.5. Foi Propiciatória, isto é, a morte de Cristo em prol dos pecadores satisfez a lei justa de Deus, bem como a ordem moral divina.  A morte de Cristo removeu a ira de Deus contra o pecado arrependido.


A integridade de Deus exigia que o pecador fosse castigado e que fosse feita propiciação junto a Ele, em nosso favor. Pela propiciação no sangue de Cristo, a santidade de Deus permaneceu imaculada e ele pôde manifestar, com toda justiça, a sua graça e amor na salvação (Rm 4.25).


3.1.6. Foi Expiatória, isto é, um sacrifício para fazer expiação ou reparação pelo pecado.  Como expiação, o sacrifício visa a culpa. Pela morte de Cristo, foram anulados a culpa e o poder do pecado, que fazem separação entre Deus e o crente.

3.1.7.  Foi Eficaz, isto é, a morte expiatória de Cristo tem em si o poder de produzir o efeito cabal necessário da redenção, quando esta é buscada pela fé.

3.1.8.  Foi Vitoriosa, isto é, na cruz Cristo triunfou na sua luta contra o poder do pecado, de Satanás e de suas hostes demoníacas, que mantinham o ser humano no cativeiro.  Sua morte foi a vitória sobre os inimigos espirituais de Deus e dos homens (Rm 8.3; Jo 12.31,32; Cl 2.15).  Assim sendo, a morte de Cristo é redentora.  Dando sua própria vida como resgate (1 Pe 1.18,19).     

Ele nos libertou dos inimigos que mantinham a raça humana na escravidão, isto é, o pecado (Rm 6.6), a morte (2 Tm 1.10; 1 Co 15.54-57) e Satanás (At 10.38); e nos libertou para servirmos a Deus (Rm 6.18).

Todos os benefícios da morte sacrificial de Cristo, mencionados supra, pertencem, em potencial, a todo ser humano, mas tornam-se realidade somente para aqueles que, pela fé, aceitam Jesus Cristo e seu sacrifício redentor em lugar deles. Isto é morte Vicária!!


A morte vicária de Jesus proporciona ao crente reconciliação com Deus.  Jesus é a única provisão de Deus para a salvação do Homem.



Conclusão: - A morte de Cristo foi uma morte expiatória, porque seu propósito era apagar o pecado (Hb 2. 17; 9;14, 26, 28; 10. 12 – 14). Foi uma morte sacrificial ou uma morte que tinha relação com o pecado. Qual era essa relação? “Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro” (I Pe 2. 24). “Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus” (2 Co 5. 21). Expiar o pecado significa leva-lo embora, de modo que ele é afastado do transgressor, o qual é considerado, desse modo, justificado de toda injustiça, purificado de toda contaminação e santificado para pertencer ao povo de Deus. Uma palavra hebraica usada para descrever a purificação significa literalmente “quitar o pecado”. Pela morte expiatória de Cristo, os pecadores são purificado do pecado e logo se tornam participantes da natureza de Cristo. Eles morrem para o pecado a fim de viver para Cristo. (Ap 5. 9).


                                            Aula Elaborada pela Professora,
                                                            Pastora, Maria Valda
                                                                        ADMEP


                                              Que Sejamos Gratos ao Nosso Bondoso Senhor!


Bibliografia:
ü   Conheça Melhor o Antigo Testamento – Stanley A. Ellisen – Ed. VIDA
ü   Apostila sobre Soteriologia – Pr. Antônio Gilberto
ü   Bíblia de Estudo Pentecostal – Ed. CPAD.
ü   Bíblia de Estudo VNI – Ed. VIDA.

ü   Conhecendo as Doutrinas da Bíblia – Myer Pearlman – Ed. VIDA.

segunda-feira, outubro 26, 2015

FORMAÇÃO EM CAPELÃO, JUIZ DE PAZ E CONSAGRAÇÃO A PASTORES.


CIMADESO E CONAJUPE

JUNTAS, ABENÇOANDO
&
FORMANDO O POVO DE DEUS


Tivemos Mais uma Vez a Honra de ser a Ponte destes Novos
Formandos em: 

Capelão, 
Juiz de Paz
e Consagração ao Pastorado, 
Credenciados e Legalizados pela:


CIMADESO

Convenção das Igrejas Independentes e Ministros das Assembleias de Deus no Estado do Espírito Santo e Outros

Presidente da CIMADESO:
Rev. Dr. M. Ribeiro
Ph. D em Ciências da Religião
Presidente da CIMADESO
CPF Nº 017.022.617-43
CNPJ Nº 00.258.652/0001-20
FUNDADA EM 08/08/1994


CONAJUPE

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA DE PAZ ECLESIÁSTICO
CNPJ: nº 12.396.237/001-12
Presidente da CONAJUPE
Pr. Carlos A. Marques



Juiz de Paz

Pr. José Muniz de Góes Neto
Pr. Jovenildo Rodrigues dos Santos
Presb. Luiz Afonso de Oliveira Júnior.


Capelão

Pr. José Muniz de Góes Neto
Pr. Jovenildo Rodrigues dos Santos
Diácono. Márcio Oliveira Albuquerque.


 Ao Pastorado:

Pr. José Muniz de Góes Neto
Pr. Jovenildo Rodrigues dos Santos
Pra. Rosalinda dos Santos Góes.




Pr. J. Muniz, Pr. Jovenildo Rodrigues e Presb. Luiz Afonso 

Pr. J. Muniz e Pra. Rosinha Góes 
Pr. e Juiz de Paz Jovenildo , Capelão Márcio Albuquerque e Juiz de Paz: Luiz Afonso
Todos Juntos... Para que Eu tire a Foto... 
Os Demais Pastores, Juízes de Paz e Capelão.  
 Ficaram Bem!!
Tirando Fotos com o Rev. Dr. Ribeiro... 
 Essa Abalou...
 Outros Formandos...
A Dra. Administrativa da CIMADESO: Arlete Arcoverde, o Pres. da CONAJUPE e Pres. da CIMADESO e um Formando.
 Amei...
Juiz Eclesiástico Carlos Marques e o Luiz Afonso - Juiz de Paz. 
 O Rev. Ribeiro me Chamou pra Tirar esta Foto...
 Estamos todos Muito Feliz.... Por tudo o que o Senhor nos Fez.
 Só Faltou a Pra. Rosinha... É porque aqui era a foto só dos Formandos em Juiz e Capelão
De Novo.... 
Agora Ela estar..... 
Quase Todos.... 
 Todos queria Sair na Foto.... Aliás, é um Momento Ímpar... 
O Pr. Jovenildo Ficou bem na Fita... 
 Capelão Márcio Albuquerque
Antes de Jogar a Boina. para o Alto... 
Ficou Ótima....  
 Consagração ao Pastorado.
Recebendo as Ordenanças do Rev. Ribeiro... 
Quase 1/2 hora em Pé... 
Colocando as Mãos Sobre os Novos Pastores. 
 Agora Pastores Reconhecidos no Céu, na Terra e em Qualquer Lugar... 
Mais uma Foto com o Pres. da CONAJUPE 
Pr. Muniz fazendo Posse....Com o Diploma de Ordenação... 
Esse é o Diploma de Ordenação... 
Maravilha... 

PARABÉNS... 
 Os Três Pastores e a Dra. Arlete...
Olha Nós Aqui... 
 Olha Nós Aqui....
Pr. J. Muniz Exibindo o Termo de Nomeação de Juiz de Paz Eclesiástico. 
Capelão Márcio Exibindo Sua Carteira... de Capelão.. 
Quando Chegamos.
Esperando Começar a Reunião da CONAJUPE






terça-feira, outubro 20, 2015

CONVENÇÃO CIMADESO RIO BRASIL








CONVENÇÃO DAS IGREJAS INDEPENDENTES E MINISTROS DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO E OUTROS



Entidade com Personalidade Jurídica em todo Território Nacional-Conferida nos termos dos artigos 18 e 19 do Código Civil Brasileiro e na forma dos artigos 114 e 119 da lei n º. 6.015 de 31 de Dezembro de 1. 973 CNPJ: 00.258.652/0001-20 - Fundada em 08/08/1994


Aos Ministros e Igrejas



A Paz do Senhor;



C o n v i t e

A CIMADESO Brasil na Pessoa do seu Presidente Reverendo Doutor M. S. Ribeiro Convidamos Apóstolos, Bispo, Pastores (as), Evangelistas, Presbíteros Missionários (as),Diáconos Auxiliar de Trabalho Obreiros em geral para participar da 5ª AGE Assembleia Geral Extraordinária da Coordenadoria Estadual da CIMADESO no Rio de Janeiro /RJ, a realizar se no dia 24/10/2015 com início às 19:00 horas e com encerramento as 22:00 na Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Ministério Deus de Israel na Rua Israel nº 12 - Cidade de Deus Jacarepaguá/RJ, Pastor Jorge Adelino Moras.

Na terra Formatura de Curso Teológicos do IBOA, Consagrações Ordenações de Líderes, Recebimento de novos Ministros. Homenagem com Certificados de Honra ao Mérito membros e pessoas que se Destacarão na Educação e no Social.


REV. DR. RIBEIRO