sexta-feira, abril 08, 2016

“ALIANÇA EDÊNICA E ALIANÇA ADÂMICA”




ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical


Lição 02
10/04/2016



ALIANÇA EDÊNICA E ALIANÇA ADÂMICA


Texto Áureo:

Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram”.
Romanos 5. 12


Leitura Bíblica em Classe
Romanos 5. 13 - 19


Objetivo:

1.          Saber que, em todos os momentos da história humana, Deus convida o ser criado à Sua imagem e semelhança a participar da grandeza do Seu amor.
2.    Conhecer alguns dois modelos particulares por meio dos quais Deus revelou sua graça aos homens.
3.       Entender os pressupostos que envolvem os primeiros concertos observados no texto bíblico: o edênico e o adâmico.


§    Palavra IntrodutóriaUma Aliança é um pronunciamento soberano de Deus através do qual ele estabelece um relacionamento de responsabilidade:

1)         Entre Ele mesmo e um indivíduo (ex. Com Adão na Aliança Edênica) Gn 2. 16);
2)         Entre Ele mesmo e a humanidade em geral (ex. na promessa da Aliança Noética (Gn 9. 9);
3)         Entre Ele mesmo e uma nação (ex. com Israel na Aliança Mosaica, (Êx 19. 3 – 6);
4)         Entre ele mesmo e uma família humana especifica (ex. com a de Davi na promessa de uma linguagem real perpetuada na Aliança Davídica, (II Sm 7. 16).


Nota: - O Que Significa uma Aliança de Deus aos Homens Uma Aliança é um pronunciamento soberano de Deus através do qual Ele estabelece um relacionamento de responsabilidade.

As Alianças são normalmente incondicionais no sentido de que Deus se obriga em Graça, pela declaração irrestrita, “Eu Farei” a realizar certos propósitos anunciados, apesar de qualquer fracasso da parte da pessoa ou do povo com o qual Ele realiza a Aliança.


Nota:  - As Alianças entre Deus e os Homens são Oito:

1.         A Aliança Edênica (Gn 2, 16, 17);
2.         A Aliança Adâmica, (Gn 3, 15);
3.         A Aliança Noética, (Gn 9. 16);
4.         A Aliança Abraâmica (Gn 12. 3);
5.         A Aliança Mosaica (Êx 19. 5);
6.         A Aliança palestiniana (Gn 30. 3);
7.         A Aliança Davídica (II Sm 7. 16); e
8.         A Nova Aliança (Hb 8. 8).



Nota: - A Definição da palavra Dispensações. Uma Dispensação é um período de tempo no qual o homem é testado na sua obediência a alguma revelação especifica na vontade de Deus. - As Dispensações são Sete:

1)        Dispensação da Inocência (Gn 1. 28);
2)        Dispensação da Consciência ou Responsabilidade Moral, (Gn 3. 7);
3)    Dispensação do Governo Humano, (ou seja, a primeira organização em Sociedade) (Gn 8. 15);
4)        Dispensação Patriarcal (Promessa) ou da Família (Gn 12. 1);
5)        Dispensação da Lei, (Êxodo 19. 1);
6)        Dispensação da Graça, Atos 2. 1) é a Dispensação da Igreja; e
7)        Dispensação do Milênio ou Reino que será o Governo Divino (Ap 20. 4).



I.         A REVELAÇÃO DO PLANO DE SALVAÇÃO (ver na própria lição)

1.1.      Deus revela-se em todas as épocas A Bíblia constitui-se na grande revelação da história da salvação. Nela Deus progressivamente, manifestou Sua vontade aos homens. Sempre foi o desejo de Deus se revelar aos homens. (Vejamos as referências na revista: Ponto 1.1)


II.              PACTOS E ALIANÇAS: DEUS REVELA A SUA GRAÇA

A Bíblia relata, basicamente, dois grandes Pactos e/ou Alianças entre Deus e os homens: No V. Testamento, é apresentado por meio da expressão hebraica berith; e no N. Testamento, origina-se do termo grego diatheke.  - Estas duas palavras, uma em hebraico e outra em grego, tem o mesmo significado: Significa Pacto, Aliança.

2.1.      As grandes Alianças no AT.  - São Sete: (veja na Palavra Introdutória as Alianças).

A Aliança do NT:  - Apenas Uma: “a Nova Aliança” (Hb. 8. 8 – 13). Essa Aliança é baseada no amor divino: os homens são salvos exclusivamente pela graça, por meio da fé no sacrifício de Jesus (Rm 3. 21 -26). – Aliança Cristã foi feita por Cristo no Calvário.

2.2.      A diversidade de pactos e alianças: - São Oito (08) os pactos ou Alianças. Observe-se que, enquanto as Alianças Adâmica, Noética e a Nova Aliança estendem-se a toda Humanidade, as Alianças ou Pactos Mosaico e Davídico são exclusivos da Nação Israelita.  -(Veja na lição 2. 2).


III.            AS ALIANÇAS EDÊNICA E ADÂMICA

3.1. A Aliança Edênica: - (Gn 2. 16,17). Período indeterminado. Por essa aliança Deus concedeu ao homem plena inteligência, intuição e capacidade administrativa, pelas quais regeria a Criação na qualidade de responsável perante Deus.

3.1.1.  Características da Aliança Edênica e/ou certas Obrigações: - (1) – Propagar a raça; (2) – Sujeitar a Terra ao homem; (3) – Dominar a Criação; (4) – Cuidar do jardim do Éden e comer os seus frutos e ervas; e (5) – Abster-se de comer de um único fruto, da “árvore do conhecimento do bem e do mal”, com a penalidade da morte. – Este evento é denominado, na teologia, de período da Inocência Humana (Gn 1. 26 – 30; 2. 16,17). (Ponto 3.1).  Era necessária essa proibição única, uma vez que o homem tinha livre arbítrio. A escolha seria o meio de provar essa liberdade.

3.2.     A Aliança Adâmica:  - Este Pacto ou Aliança foi instituído no momento em que o primeiro casal romperam com a Aliança Edênica, estabelecida por Deus no Éden. (Gn 3). (Veja na lição. Ponto 3.2).  Antes disso não havia logicamente sacrifício pelo pecado.

       3.2.1.   Maldições proferidas sobre a humanidade e a terra a partir do pecado original. – Foi o grande pecado de todos os séculos. Verificamos ainda os passos que o homem deu em sua queda:  Estes são: (1) – ver; (2) – cobiçar; (3) – tomar; (4) esconder-se; 5) transmitir; e 6) – morrer. (Gn 3. 1 – 9).

·       Resultados da Queda: - (1)Conhecimento do mal; (2)A Perda da Comunhão com Deus; (3)Separou-se de Cristo. Foi o mais desastroso dos resultados da Queda. (4)O Espírito do homem ficou em estado de morte em três formas: Espiritual, física e eterna. (5)A Perversão da Natureza Moral. (6)O corpo ficou sujeito às enfermidades, que no fim resultou na morte física e consequente corrupção.  (7)tornou-se escravo do Pecado e de Satanás. (Jo 8. 34, 44). (8)Outros resultados funestos. - Foi que o homem perdeu muito de sua inteligência e capacidade administrativa. (Gn 3. 19). A própria terá foi amaldiçoada por sua causa. – A tristeza seria o companheiro constante do homem em toda a sua jornada. E além disso, ainda perdeu as vestimentas gloriosas com que estava originalmente revestido e fugiu da presença de Deus, envergonhado.

·     A Sorte da Mulher. – Gn 3. 16. Além das consequências más sobre o casal em geral, a mulher sofreu uma maldição tríplice: a concepção multiplicada, um aumento de dores durante a maternidade e a sujeição ao domínio do homem.

·     A Maldição sobre a Serpente -  Gn 3. 14, 15. Foi condenada a rastejar-se sobre o ventre e a comer o pó da terra.

·     Vedado o Caminho da Árvore da Vida - Gn 3. 24. Foi por misericórdia que Deus expulsou Adão e Eva do Jardim e proibiu a sua aproximação da árvore da vida.


3.2.2.  O tempo da consciência. - Período Indeterminado. - Este período de tempo, de duração incerta, estendeu-se desde a Criação do ser humano até o Dilúvio, nos anos de Noé. É o SÉCULO ANTE-DILUVIANO.

3.2.3.   A promessa de um Salvador, Um Raio de Esperança. Gn 3. 15. – esta promessa pode ser chamada de “proto-evangelho”, pois Deus prometeu a Semente da mulher, que dela mesma, nasceria aquele capaz de esmagar a cabeça da serpente, isto é, Jesus Cristo, o Redentor, que venceria Satanás. É a primeira das grandes promessas messiânicas.



O tipo bíblico desta vitória aparece no ato de Deus sacrificar um animal para prover as túnicas com que cobrir a nudez de Adão e Eva. É um tipo de Jesus, o Cordeiro de Deus, que nos proveu uma cobertura para o nosso pecado. (João 1. 29).



Conclusão: - O Criador fez o homem bom e perfeito, mas o homem fez a sua escolha, ele tinha o Livre Arbítrio, isto é, ele podia escolher o seu caminho, e escolheu o caminho errado; e todas essas consequências que vimos na lição, foi o seu resultado. Foi a pior tragédia da Humanidade. Mesmo aceitando Jesus, temos ainda resultados desta Escolha de Adão. Somente por meio do “Segundo Homem”, Cristo, retomamos todas as coisas que o primeiro Adão perdeu. (I Co 15.  45 – 47; Cl 2. 10; Hb 2. 7 – 9). Em todos os momentos da história humana, Deus convida o ser criado à Sua imagem e semelhança a participar da grandeza do Seu amor.


                                          Aula Elaborada, pela professora,
                                               Pra. Maria Valda – ADMEP

  
Material Pesquisado:
ü   O Plano Dino Através dos Séculos – Estudo das Dispensações – N. Lawrence Olson
ü   Apostila: As Dispensações e as Alianças aos Homens – Prof.ª Maria Valda.
ü   Lição da editora Gospel                                                                                                     
ü   Comentarista, Pr. Samuel Malafaia


7 DICAS PARA FAZER UM JEJUM QUE AGRADA A DEUS

7 dicas para fazer um jejum que agrada a Deus


Caro leitor, o jejum é muito citado na Bíblia Sagrada e estava sempre presente na vida de grandes servos de Deus como uma prática espiritual importante no crescimento espiritual e até mesmo em momentos de grandes provações como algo que focava a vida da pessoa na dependência de Deus em socorrê-la naquela situação. Quero trazer sete dicas para que você faça um jejum bíblico, que agrade a Deus e que não prejudique a sua saúde.Você Pergunta: Como devo fazer um jejum que agrada a Deus? Atualmente, devido a minha saúde, pois tenho diabetes, tenho sentido muita dificuldade de jejuar, pois tenho que ter uma alimentação bem controlada senão passo muito mal. Nesse caso a Bíblia me autoriza a fazer jejuns parciais? Pode me dar algumas dicas para que eu jejue e agrade a Deus com meu jejum?
7 dicas para fazer um jejum que agrada a Deus


Como fazer um jejum que agrada a Deus?


(1) Não use o jejum como uma moeda de troca


Em nossos tempos, infelizmente, muitas práticas espirituais têm sido usadas com o único objetivo de tentar “forçar” Deus a realizar determinada coisa em favor das pessoas. Esse tipo de prática é questionável. Na Bíblia, quando as pessoas buscavam alguma bênção através do jejum, nunca era com uma postura de trocar o jejum por uma bênção, mas sempre numa atitude de humildade e dependência de Deus, sabendo que Ele é o soberano sobre tudo e todos. Veja o exemplo do jejum realizado após a pregação de Jonas à cidade de Nínive: “Os ninivitas creram em Deus, e proclamaram um jejum, e vestiram-se de panos de saco, desde o maior até o menor (…) Quem sabe se voltará Deus, e se arrependerá, e se apartará do furor da sua ira, de sorte que não pereçamos?” (Jonas 3:5, 9). O jejum bíblico é aquele que busca a vontade de Deus antes da nossa. Nunca é uma moeda de troca, até porque Deus não pode ser forçado a nada.


(2) Faça o jejum mais comum citado na Bíblia


O jejum mais citado na Bíblia é o jejum total de alimentos (2 Samuel 2:16; 1 Samuel 20:34). Sabemos que o alimento é a necessidade mais básica que temos, logo, é uma das coisas mais difíceis de ficarmos sem. Quando fazemos esse jejum mostramos a nós mesmos e ao Senhor que estamos dispostos a dizer não à nossa carne em prol do nosso crescimento espiritual. Se tiver possibilidade, faça esse jejum. Mas é importante que você se atenha a sua saúde. Você mencionou em sua pergunta que tem diabetes. Ficar sem alimento por longos períodos pode representar um risco à sua saúde. Converse com seu médico sobre essa prática e peça orientações.

(3) Faça jejuns parciais e não somente de alimentos


Por “N” problemas, às vezes, teremos dificuldades consideráveis para fazer jejuns totais de alimentos por tempos mais longos. Por exemplo, alguém que tem um trabalho pesado, estafante, que exige muito esforço físico, terá problemas sérios se jejuar totalmente de alimentos. Ou mesmo pessoas que tenham a saúde frágil por algum motivo. É nesses casos que entra o jejum parcial de alimentos. Temos na Bíblia algumas ocasiões em que o jejum parcial foi usado. Por exemplo, Daniel e seus amigos decidiram jejuar das finas iguarias do palácio do rei e comer apenas legumes por um longo período de tempo (Daniel 1:8). O mesmo Daniel também fez outros jejuns parciais (que não envolviam alimentos), como em Daniel 10:2, onde vemos relatado que ele jejuou de comidas gostosas, carne e vinho e também não passou qualquer tipo de perfume. Outro caso interessante é quando Paulo orienta que os casais possam ficar sem sexo (numa espécie de jejum) para se dedicarem à oração (1 Coríntios 7:5). Assim, jejuns parciais, não só de alimentos, também são aceitos por Deus na Bíblia.


(4) Tenha uma rotina de jejum


Apesar de podermos jejuar em momentos problemáticos de nossas vidas, buscando a graça de Deus, como muitos servos Dele fizeram, é muito saudável para a nossa vida espiritual que tenhamos uma rotina de jejum (totais ou parciais). Pode ser semanal, ou a cada quinze dias, ou um tempo que você combinar com Deus. Isso será muito proveitoso, pois nos fará, em meio à correria do dia a dia, focarmos um pouco mais em nossa vida espiritual e em Deus. Nós observamos na vida de Daniel essa prática muito proveitosa. Comece planejando, por exemplo, uma vez por mês para você ter a experiência de jejuar. Depois, coloque a cada quinze dias e assim por diante.

(5) Cuidado com jejum de alimento e água


Na Bíblia também temos uma modalidade de jejum bastante extrema e realizada apenas em condições muito especiais, que é o jejum de alimento e água. Esdras fez esse jejum por um prazo pequeno (Esdras 10:6). E também temos relatos de Moisés e Jesus realizando esse tipo de jejum por 40 dias, que são casos extremos e sobrenaturais que não devemos copiar hoje em dia, pois foram específicos e não são ordem de Deus para nós. Podemos realizar por breve tempo, mas sempre com muita cautela, pois jejuar de alimento e água por muito tempo pode gerar a morte ou sequelas graves.

(6) Jejue como Jesus ensinou


Jesus dedicou uma aula sobre jejum aos seus discípulos. Infelizmente, por causa da natureza humana, na época de Jesus (e também na nossa, certamente) as pessoas jejuavam para parecer espirituais e receber aplausos dos outros. Por isso, Jesus orientou: “Tu, porém, quando jejuares, unge a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. (Mateus 6. 17). Essa orientação de Jesus foca no propósito de nosso jejum. O propósito deve ser agradar a Deus, conectar-se com Ele e não se mostrar aos outros para nos aplaudirem. O jejum é algo pessoal entre nós e Deus. Esse é o jeito certo de jejuar. Observe que Jesus não gastou tempo explicando sobre jejum de alimentos, jejum parcial, jejum de outros itens. Ele focou no propósito, que é o mais importante.


(7) Como jejuar, por quanto tempo, que tipo de jejum fazer?

Geralmente quando alguém quer jejuar fica meio perdido sobre como fazer na prática. Quero aqui dar algumas dicas práticas importantes para você começar a jejuar o quanto antes:

(a) Escolha entre o jejum parcial de alimentos, o completo de alimentos ou o de outros itens. Ore a Deus dizendo a Ele do que você se privará e quanto tempo pretende fazer, quais seus propósitos, etc. Não existe nenhuma regra específica de tempo na Bíblia. Lá temos jejuns de 24 horas, de vários dias, e até de meses e anos. O que vale é aquilo que você combinar com Deus em oração. O que combinar cumpra. Caso escolha jejuar de outra coisa que não alimentos, vale a mesma regra, combine com o Senhor e cumpra.


(b) Comece devagar. Muitas pessoas saem combinando com Deus que vão jejuar parcialmente de determinado alimento por um ano, por exemplo, e acabam não cumprindo. Seja cauteloso. Melhor fazer algo mais simples e que cumpra, do que algo que vai descumprir. Não seja precipitado.


c) No dia em que for jejuar tenha uma postura mais focada em Deus. O jejum não é uma simples abstinência. É uma abstinência conectada com objetivos espirituais. Por isso, no dia em que jejuar, programe momentos de oração, de reflexão, para pensar nos objetivos espirituais que tem buscado e conectar-se com Deus de forma especial, assim seu jejum será mais proveitoso.


d) Dependendo do tipo de jejum, comunique às pessoas da sua casa que está fazendo. Isso não vai contra a orientação de Jesus. É apenas para que haja certo respeito e colaboração na sua prática dentro do seu lar. Muitos brigam com os familiares quando estão jejuando porque os familiares não entendem aquela abstinência repentina e ficam preocupados, fazendo perguntas, o que irrita quem está jejuando. Melhor que pelo menos a família saiba se você achar conveniente.


Fonte> Márcio Melânia

Mestre em Gestão Pública
http://lattes.cnpq.br/5648348525008521 

"Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados,
sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco."
 (2 Coríntios 13 : 11)



quinta-feira, abril 07, 2016

2016 || AS MELHORES DE LÉA MENDONÇA







LIGUE O SOM ALTO, SE GOSTA ASSIM, OUÇA, ESTAS MÚSICAS, LOUVE A DEUS, ACREDITE NA SUA VITÓRIA QUE JÁ ESTAR CHEGANDO....



ACREDITE QUE O SENHOR CONTINUA NO CONTROLE DE TUDO.... ATÉ MESMO DA PIOR TEMPESTADE QUE POSSA VIR.

ESTOU FAZENDO O MESMO!

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE DÍZIMOS E OFERTAS

Por Gospel Prime


O que a Bíblia diz sobre dízimos e ofertasO que a Bíblia diz sobre dízimos e ofertas


“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.” Ml 3.10


Definição de dízimos e ofertas

A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”.
(1) Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15 nota; Lc 19.13).
(2) No âmago do dízimo, achava-se a ideia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.
(3) Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias oferendas rituais: o holocausto (Lv 1; 6.8-13), a oferta de manjares (Lv 2; 6.14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a oferta pelo pecado (Lv 4.1—5.13; 6.24-30), e a oferta pela culpa (Lv 5.14—6.7; 7.1-10).
(4) Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. Algumas destas eram repetidas em tempos determinados (ver Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais. Quando, por exemplo, os israelitas empreenderam a construção do Tabernáculo no monte Sinai, trouxeram liberalmente suas oferendas para a fabricação da tenda e de seus móveis (Êx 35.20-29).
Ficaram tão entusiasmados com o empreendimento, que Moisés teve de ordenar-lhes que cessassem as oferendas (Êx 36.3-7). Nos tempos de Joás, o sumo sacerdote Joiada fez um cofre para os israelitas lançarem as ofertas voluntárias a fim de custear os consertos do templo, e todos contribuíram com generosidade (2Rs 12.9,10). Semelhantemente, nos tempos de Ezequias, o povo contribuiu generosamente às obras da reconstrução do templo (2Cr 31.5-19).
(5) Houve ocasiões na história do Antigo Testamento em que o povo de Deus reteve egoisticamente o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor.
Durante a reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes trariam, do que nos reparos da Casa de Deus que se achava em ruínas. Por causa disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles estavam sofrendo reveses financeiros (Ag 1.3-6). Coisa semelhante acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma vez, Deus castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo (Ml 3.9-12).

Dizimo
O cristão deve dar seu dízimo?

A administração do nosso dinheiro

Os exemplos dos dízimos e ofertas no Antigo Testamento contêm princípios importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são válidos para os crentes do Novo Testamento.
(1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses.
(2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5).
(3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer ao Senhor (Dt 14.22,23).
(4) Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa renda. No Antigo Testamento, o dízimo era calculado em uma décima parte. Dar menos que isto era desobediência a Deus. Aliás equivalia a roubá-lo (Ml 3.8-10). Semelhantemente, o Novo Testamento requer que as nossas contribuições sejam proporcionais àquilo que Deus nos tem dado (1Co 16.2; 2Co 8.3,12; ver 2Co 8.2).
(5) Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas, pois assim é ensinado tanto no Antigo Testamento (Êx 25.1,2; 2Cr 24.8-11) quanto no Novo Testamento (ver 2Co 8.1-5,11,12). Não devemos hesitar em contribuir de modo sacrificial (2Co 8:3), pois foi com tal espírito que o Senhor Jesus entregou-se por nós (ver 2Co 8.9 nota). Para Deus, o sacrifício envolvido é muito mais importante do que o valor monetário da dádiva (ver Lc 21.1-4).
(6) Nossas contribuições devem ser dadas com alegria (2Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no Antigo Testamento (Êx 35.21-29; 2Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios do Novo Testamento (2Co 8.1-5) servem-nos de modelos.
(7) Deus tem prometido recompensar-nos de conformidade com o que lhe temos dado (ver Dt 15.4; Ml 3.10-12; Mt 19.21; 1Tm 6.19; ver 2Co 9.6). Fonte: BEP
Confira mais sobre o assunto no vídeo do reverendo Augustus Nicodemus:


Fonte: https://estudos.gospelprime.com.br/dizimos-ofertas/

A BATALHA DE SPURGEON CONTRA A DEPRESSÃO


Márcio Melânia 




a-batalha-spurgeon-depressao
Você vê a glória de Deus no sol? A batalha de Spurgeon contra a depressão
Tudo começou quando ele tinha 24 anos de idade. Era o ano de 1858, e Charles Spurgeon mais tarde recordou, “meu ânimo estava tão abatido, que eu poderia chorar durante toda uma hora, como uma criança, e ainda assim não saberia por que chorava”.
Spurgeon batalhou contra uma “depressão sem causa” toda sua vida. Essa “falta de esperança sem forma, indefinida, que a tudo obscurece”, ele escreve, “não pode ser entendida”. Lutar contra esse tipo de depressão, ele disse, é tão difícil quanto lutar contra a névoa.
Mas Spurgeon batalhou contra ela — com a fé.
De coração, envergonho-me de ter caído nisso [em desânimo], mas estou certo de que não há remédio contra ele como uma santa fé em Deus.
O papel da fé era depender em Deus para agir:
O ferrolho, que tão misteriosamente tranca a porta da esperança e mantém nosso espírito em melancólica prisão, precisa de uma mão celestial para abri-lo.
Em sua famosa palestra para seus estudantes, “Os Desânimos do Ministro”, Spurgeon recomendou a glória de Deus na criação como um remédio para a depressão:
Que o homem seja naturalmente tão alegre quanto um pássaro, ou ele não será capaz de suportar ano após ano contra tal processo suicida; ele fará de seu estudo sua prisão, e de seus livros os guardas de uma cadeia, enquanto a natureza do lado de fora de sua janela o chama à saúde e o convida à alegria.
Aquele que esquece o zunido das abelhas em meio à urze, o arrulho do pombo-torcaz, a canção dos pássaros no bosque, o borbulhar dos rios em meio aos juncos e o suspirar dos ventos em meio aos pinhos, não precisa se questionar se seu coração já não canta, nem se sua alma se sente carregada.
Um dia respirando o ar fresco sobre os montes, ou algumas horas divagando na floresta de faia, sombreada e calma, varrerá as teias da mente de dezenas de nossos ministros em serviço que estão agora deprimidos.
Um bocado de ar marítimo, ou uma firme caminhada com o vento contra o rosto não trará graça à alma, mas fornecerá oxigênio para o corpo, que é a segunda melhor coisa que se poderia obter.
O coração sobrecarregado está no ar pesado,
Mas o vento que se levanta dispersará o desespero.
As samambaias e os coelhos, os rios e as trutas, os abetos e os esquilos, as prímulas e as violetas, os campos agrícolas, o feno recém-recolhido, e os perfumados lúpulos — esses são os melhores remédios para hipocondríacos, os tônicos mais certos para os declinantes, os melhores refrescos para o cansado.
Por falta de oportunidade ou de desejo, esses grandes remédios são negligenciados, e o estudante se torna uma vítima autoimolada.
Por: Justin Taylor. © 2010 The Gospel Coalition. Original: A batalha de Spurgeon contra a depressão.
Tradução: Alan Cristie. Revisão: Vinicius Musselman Pimentel. © 2015 Voltemos ao Evangelho. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Original: A batalha de Spurgeon contra a depressão.
Justin Taylor
Justin Taylor é vice presidente executivo e editor da Crossway.
Márcio Melânia

"Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados,
sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco."
 (2 Coríntios 13 : 11)


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quarta-feira, março 16, 2016

LULA, A FACE MAIS FEIA....

15 de março de 2016

Lula, a face mais feia do jeitinho brasileiro


Lula, a face mais feia do jeitinho brasileiro

Julio Severo

O ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva está, com seu Partido dos Trabalhadores, enfrentando uma multidão de escândalos de corrupção.



Os atos de corrupção foram medidas para obter certos resultados, especialmente financeiros, apesar das leis. Esse é o coração do “jeitinho brasileiro,” que é uma ação utilizada para alcançar algo desejado apesar de determinações contrárias (leis, ordens, regulamentos, etc.).
Os brasileiros enfrentam uma burocracia confusa e ineficiente, que afeta a todos: ricos e pobres. Os ricos usam seu imenso poder e influência para contornar as dificuldades enquanto outras pessoas têm seu próprio modo de praticar seu “jeitinho brasileiro”: viajando com mais bagagem do que é permitido, estacionado em locais exclusivos para deficientes, forjando documentos de empresário para obter um visto americano quando ele não é um empresário, etc.
Em assuntos legais e políticos, se um brasileiro quer algo que não é permitido, ele tentará descobrir uma brecha até achar um jeito alternativo.
Desde os tempos coloniais, tudo no Brasil é feito com uma burocracia desagradável. Daí, as pessoas têm sempre de achar “jeitos alternativos” a fim de sobreviver e finalizar as coisas, quer boas ou não. Tanto esquerdistas quanto direitistas sofrem dessa “enfermidade” no Brasil, mas só os esquerdistas apresentam sua forma mais feia.

Esses “jeitos alternativos” são o “jeitinho brasileiro.” Em outras nações, isso se chama malandragem ou corrupção. No Brasil, chama-se “jeitinho brasileiro.”

Em escala menor, esses “jeitos alternativos” produzem pequenas corrupções e malandragens. Em escala maior, produzem um Lula, que está sendo processado por grandes malandragens e corrupção.

O povo brasileiro protesta e critica o uso enorme do “jeitinho brasileiro” por parte de políticos e empresários, mas eles não abrem mão de seu próprio “jeito brasileiro de fazer as coisas.” Eles não gostam disso nos outros, mas toleram isso em si mesmos. É um vício nacional tão popular quanto o samba, o futebol e o Carnaval. É uma face feia, não só de um ex-presidente brasileiro, mas também de um povo.

Com informações do The Brazil Business.
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