sábado, junho 18, 2016

“REPRODUÇÃO DO MACHISMO”


Feminista Evangélica Causa Polêmica em Artigo e Acusa Cristãos de “Reprodução do Machismo”




Uma jornalista, fotógrafa e feminista evangélica publicou um artigo polêmico onde atribui à fé cristã a “reprodução do machismo” na sociedade e a ocultação da violência contra a mulher entre fiéis.

Thamyra Thâmara de Araújo, que também mantém um blog, afirmou que “as igrejas (a religião cristã em si) tem sido uma das principais ferramentas de controle do corpo, em especial o feminino, e de reprodução do machismo”, porque as doutrinas seriam feitas para naturalizar “todo tipo de violência contra a mulher: física, psicológica e simbólica”.
“Nesses meus 18 anos de igreja, já vivenciei muita violência contra a mulher”, enfatiza a jornalista, que se vale de uma postura controversa para validar seus argumentos: “Mulher na igreja é bem valorizada, mas só aquelas dentro do padrão ‘mulheres virtuosas’, meninas tipo cor gelo, de cabelo lambido, discretas, silenciosas, de boa família, vestidas de forma decente e submissas”, escreveu, no texto publicado pelo portal do jornal Folha de S. Paulo.

“Quem frequenta igreja desde pequeno com certeza em algum momento já viu, já ouviu: mulheres expulsas da igreja porque engravidaram antes do casamento; mulheres impedidas de participar do ritual da ceia porque não são casadas no papel; mulheres que aguentam há anos relacionamentos abusos (sic) de violência física e psicológica porque recebem orientação de que casamento é para sempre mesmo quando elas se sentem um lixo na relação; mulheres questionadas por usarem branco em segundo casamento; mulheres que casaram cedo para cumprir uma regra, mas não conhecem seus corpos, nunca gozaram e se sentem sexualmente infelizes; mulheres que desde novas são ensinadas a cozinhar para serem boas esposas; mulheres que são incentivadas biblicamente a cumprir o papel de mãe, esposa e do lar; pregações que comparam a virgindade feminina a ‘presentinho’ para o homem que quando se perde não tem mais valor; mulheres que não podem exercer o pastorado porque são mulheres; mulheres que foram ensinadas a cobrirem seus corpos, para não despertar nada nos homens, uma vez que eles são incontroláveis e qualquer deslize é culpa das mulheres”, afirmou.
Segundo Thamyra Thâmara, as situações mencionadas acima são coisas “produzidas pelo moralismo e pela doutrina das igrejas e que nada tem a ver (sic) com a essência do cristianismo baseado na figura de Cristo”
“Se a gente for perceber, a maioria dos pastores e lideranças nas igrejas são homens e eles interpretam os textos bíblicos baseando-se no contexto cultural machista e nos seus olhares de homens. Silenciando as histórias das mulheres na bíblia ou simplesmente falando delas como meras coadjuvantes por trás de ‘grandes homens de Deus’. Por outro lado, as lideranças femininas também reproduzem esse julgo opressor ensinando desde cedo meninas mais jovens a serem as mulheres ‘virtuosas’ que aceitarão tudo pelo bem da família. E ter uma família deve ser o sonho de toda mulher”, criticou, pondo em cheque a bandeira da família tradicional, uma das mais empenhadas pelo meio evangélico.
Para a feminista evangélica, a liturgia em voga “produz mulheres que levam consigo uma espiritualidade carregada de vergonha e de culpa por não conseguirem viver regras morais estabelecidas pela religião”.
Nas igrejas, segundo Thâmara, os bancos estão cheios de “mulheres ensinadas a hostilizar outras mulheres, em especial aquelas que exercem a sexualidade livremente, pelo simples fato de temerem a si mesmas”, supôs.
“Se deixarmos de lado toda essa burocracia religiosa e olharmos o evangelho pelas lentes de Jesus de Nazaré vamos perceber uma figura bastante revolucionária no contexto judaico da época. Uma época em que mulheres não significavam nada. Não tinham voz. Na Bíblia existem inúmeras histórias de Jesus andando com mulheres, compartilhando segredo com elas, aprendendo com mulheres, indo a suas casas, ouvindo e dando a elas ferramentas para potencializar suas vozes”, contextualizou. “O episódio que mais me encanta é quando Jesus ressuscita e a primeira pessoa para quem ele resolve aparecer é a uma mulher. O que é bastante louco porque naquela época o testemunho de uma mulher não valia nada”, acresceu.
Por fim, a feminista evangélica adota postura semelhante ao movimento feminista extremista surgido nas redes sociais e apresenta seu viés político: “É preciso que a gente entenda que evangélico não tem uma cara só. Não é sinônimo de Bolsonaros e Felicianos. A identidade evangélica está em disputa e tem uma galera comprometida e engajada levantando a bandeira do acolhimento, do respeito à diversidade, do amor fraterno e da dignidade humana. Sou cristã e feminista sim! ”, conclui, assinando como “afrofuturista”.

 Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/feminista-evangelica-acusa-cristaos-reproducao-machismo-83379.html

PESQUISA APONTA QUE POSTURA DE EVANGÉLICOS SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE


PESQUISA 
APONTA QUE POSTURA DE EVANGÉLICOS SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE ESTARIA SE 
TORNANDO MAIS FLEXÍVEL

A pregação contra a homossexualidade é vista pela maioria dos líderes evangélicos como um princípio inegociável da fé cristã, e segundo estes, a prática não pode ser aceita ou incentivada.
Entretanto, no meio dos fiéis, a postura sobre o tema é mais flexível, segundo um estudo coordenado pela Universidade de Baylor. A pesquisa descobriu que 24% dos evangélicos, apesar de se oporem moralmente contra a homossexualidade, aceitam o reconhecimento ao direito de união civil dos casais gays.
“O que você tem é este aumento de pessoas que saem publicamente e dizem: ‘Eu não quero fazer parte desse movimento contra os direitos gays como um evangélico”, afirmou Lydia Bean, professora assistente de sociologia da Universidade de Baylor e coautora do estudo.
Segundo informações do Huffington Post, o estudo foi baseado em dados de uma pesquisa nacional sobre religião, conduzida em 2010 pelo Instituto Gallup nos Estados Unidos. O relatório do estudo foi apresentado no encontro anual da Associação Sociológica Americana, em Nova York na última segunda-feira, 12 de agosto.
O grupo dos evangélicos contrários à homossexualidade, mas favoráveis aos direitos civis dos homossexuais foi definido como “ambivalente” pelo estudo. Os dados coletados mostram que esse grupo é formado em sua maioria por pessoas de formação escolar mediana, casados, vão aos cultos frequentemente, identificam-se como cristãos renascidos, e leem a Bíblia e oram frequentemente.
Lydia Bean afirma que essas pessoas, de visão mais flexível, ocupam postos importantes nas igrejas, e isso poderia significar que em breve a postura institucional dessas denominações a respeito da homossexualidade sofra mudanças.
“Essas pessoas estão integradas às igrejas. São muito muita gente nos bancos das igrejas, e não mudaram de lado a partir das guerras culturais, apenas não querem presenciar mais essas guerras”, afirmou.
Já Ross Murray, que trabalha com temas relacionados à religião num grupo de defesa dos direitos homossexuais, afirmou que essas pessoas querem o direito a crer que a homossexualidade é errada, mas também não querem ser rotulados como inimigos dos gays.
“Eles não querem que a sua religião seja conhecida como uma religião contra as pessoas. Acho que por um longo tempo, o entendimento foi que, para ser um bom cristão, você tem que ser anti-gay”, disse Murray ao Huffington Post.
Brasil
Um dado semelhante foi apurado no Brasil, numa pesquisa conduzida pelo Instituto Datafolha, que verificou que apenas 24% dos fiéis pentecostais são contra a lei que pune a homofobia.
Os evangélicos pentecostais brasileiros são os que tem perfil mais próximo ao dos “ambivalentes” descritos pela pesquisa feita pela Universidade de Baylor, nos Estados Unidos.
A pesquisa do Datafolha determinou ainda que entre os evangélicos não pentecostais a rejeição à lei que pune a homofobia é ainda menor: 21%.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
FONTE: http://noticias.gospelmais.com.br/postura-evangelicos-homossexualidade-flexivel-59542.html


A EXTENSÃO DA NOVA ALIANÇA

ASSEMBLÉIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA
Departamento de Educação Cristã
Pastora, Maria Valda

19 de junho de 2015


Lição 12



A EXTENSÃO DA NOVA ALIANÇA


Leitura Bíblica em Classe:

Mateus 9. 1 – 8; Lucas 10. 8, 9



TEXTO ÁUREO

“Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós”
(João 20.21)



Objetivos

§    Compreender que a salvação implica em transformação de todas as dimensões de nossa existência
§    Conhecer a relação estabelecida entre Redenção e Transformação


Introdução: - A salvação traduz-se na experiência da rendição completa e irrestrita à autoridade do Senhor Jesus Cristo (Rm 10: 9,10), e essa entrega incondicional implica - a partir de agora, aqui na terra, em transformação de todas as dimensões da existência.

Salvação = É uma Milagrosa Transformação Espiritual que se efetua na alma e na vida da pessoa que pela fé recebe a Jesus Cristo como Salvador. (Rm 10: 9,10)

A salvação é somente pela fé, não temos que fazer esforço nenhum para ser salvo, somente CRER. Porém precisamos manter a nossa salvação através da vida Cristã. Ef 2: 8,9.

A Salvação é o primeiro passo para a vida eterna.


I.       O CONCEITO DE REDENÇÃO

A palavra redenção, no texto bíblico, remete a ideia de pagamento de um preço para o resgate da liberdade de um escravo ou para a soltura de um prisioneiro (1Tm 2:6; Rm 3:24; Cl 1:14).

Cristo pagou o resgate de nossas vidas com o Seu próprio Sangue (1Pe 1:18,19) e então libertou-nos das exigências da Lei e das maldições do pecado para nos fazer filhos de Deus (Gl 3:13; 4:5).

Redenção = É o processo pelo qual o homem pecador é resgatado da prisão do pecado e entrar num relacionamento com Deus por meio da sua graça e do pagamento do preço feito pela morte do de Jesus na Cruz. (Ef 2:1-7).

1.1.        A extensão do ato redentivo

A graça de Deus é capaz de promover a redenção de um povo, não apenas no âmbito espiritual, mas também no seu aspecto secular, influenciando seus cidadãos a atuarem no positivamente em diversas áreas inter-relacionadas da sociedade (Economia, Educação, Direitos humanos etc.). (Jn 1:2)

Tanto no coletivo, tanto no individual o Senhor usa homens e mulheres transformados por seu Espírito para transformarem a sociedade em vivem.

Somos as testemunhas da Nova Aliança que temos Missão de mostrar a Salvação através das Palavras, principalmente também de nossas ações com nossa vida.

1.2.          A amplitude da graça de Deus

A Graça é favor imerecido e espontâneo de Deus, uma vez que essas benesses se estendem a toda a criação (humanidade), vejamos algumas delas:

·              A graça de Deus trouxe salvação à humanidade (Ef 2:8).
·              A graça de Deus nos reconciliou com ele (2Co: 5:18 e 19).
·              Deu-nos acesso direto ao Pai (Rm 5:2)
·              Tornou-nos filhos de Deus (Jo 1:12)
·           Todas as pessoas alcançadas pela graça recebem de Deus a oportunidade de serem salvas por ele, e serem redimidas, automaticamente elas passam ter o Espírito dentro delas, lhes dando um novo propósito a sua existência. (At 20:24


1.3.     O Tríplice Significado da Redenção

·              Pagar o preço do resgate por alguma coisa ou por alguém (Hb 9:12)
·              Remover-nos de um mercado de escravos (Gl 3:13 e 14).
·         Efetivar um completo livramento de um escravo ou prisioneiro, dando liberdade perfeita e definitiva. (Rm 8:22-23; 3:24; 1Co 1:30).


1.4.          As benesses da Redenção através da Salvação

·        Justificação – é quando Deus declara nossa mudança de posição, ou seja, de injusto para justo, de réu condenado a liberdade sem culpa. (Rm 3:24-26).

·       Regeneração – é a obra sobrenatural e instantânea de Deus que outorga nova vida ao pecador (Tt 3:5)

·       Adoção – é a filiação divina e espiritual, outrora filho da ira, agora é filho de Deus (Jo 1:12; Ef 2: 3).

·       Santificação – é o processo de mudança diário, renunciando a si mesmo para agradar o santificador (2Co 5:17).


II.       A VIDA TRANSFORMADA DOS QUE FORAM REDIMIDOS


Transformação segundo o Comentarista é a mudança ocorrida em todas as dimensões do ser humano.

As mudanças ocorrem quando passamos a entender que realmente somos serem imperfeitos e que necessitamos parecer com o nosso Salvador.


a.       Transformação no caráter pessoal

Mediante a nova vida em Cristo que passamos a ter, passamos pra uma nova posição em Cristo, outrora mortos em pecado e delitos, agora ressuscitados com ele na riqueza de sua misericórdia. (Ef 2: 1-4).

Assim como os Apóstolos foram transformados, precisamos ser também para que possamos testemunhar com nossa vida o que realmente cremos e vivemos boas obras foram feitas por Deus para que andássemos nelas (Ef 2:10).


b.         A transformação caráter coletivo


Como vemos na Palavra de Deus, o Senhor usa pessoas simples para fazer grandes coisas e as pessoas simples primeiramente são transformadas, mudadas para que através delas o TODO possa ser salvo, mudado, livrado e etc.

O Caso de Jonas é interessante, onde vemos a Nação de Nínive ser salva através de sua Pregação.

Pode parecer impossível, mas se a pregação vem do Espírito de Deus sem dúvidas que teremos pessoas salvas.

Assim também nos dias atuais, o Senhor transforma uma pessoa para salvar a família, os amigos, parentes, colegas de trabalho etc.


2.3.   A transformação em nossas emoções – Vida Interior

Ao nos convertermos damos uma volta de 180° em nossa vida mudamos drasticamente o rumo ou percurso de nossa história, porém nossos são convertidos, eles são retirados ou controlados de nosso esforço e outras vezes com a ajuda do Espírito Santo. (Gl 5:22).

Essa mudança que sofremos no mundo não anula a nossa natureza pecaminosa, mas a mesma enfraquece sempre que estamos nos tornando mais parecidos com o Senhor.

O Senhor Jesus certa vez disse: “não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas sim o que sai da boca, isto, sim contamina o homem. Mt 15:11.

O Senhor Jesus estava dizendo que a contaminação é do que sai, por que o que sai dos nossos lábios é justamente o que geramos em nossa alma, se será bom ou ruim, vai depender do que estamos nos alimentando, se é de Deus ou das coisas mundanas. (I Co 15:33).


Conclusão: - Não temos como ser transformados sem termos sidos redimidos, uma vez redimidos, somos levadas as mudanças necessárias para que tenhamos uma vida cristã em crescimento e abundante. O Apostolo Paulo escreve aos Coríntios: “sedes firmes, constantes e sempre abundantes na obra do Senhor”. (1Co 15:18).



                                              Lição Elaborada por,
                                              Presb.º. Luiz Afonso
Super. E.B.D

ALUNO LUIZ AFONSO




SEM A PRESENÇA DE DEUS...


SEM A PRESENÇA DE DEUS, NÃO DÁ
Moisés, diante das muitas experiências que tivera com Deus, sabia o quão importante era ter sua presença nessa caminhada.


Sem a presença de Deus, não dá


Dado ao grande número de erros que o povo de Israel, recém-liberto da escravidão do Egito, vinha cometendo no caminho rumo à Terra Prometida, Deus, no capítulo 34 de Êxodo, diz a Moisés que ao invés de continuar a caminhada com eles, mandaria em seu lugar um de seus anjos para guia-los e dar-lhes vitória sobre seus inimigos, pois é Deus fiel para cumprir com a promessa que havia feito aos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó.

Moisés, ao ouvir essa afirmativa da parte de Deus, começa a interceder para que o Senhor não se ausentasse do meio deles. Ele chega a radicalizar quando disse: “Sem tua presença não sairemos daqui”. Moisés, diante das muitas experiências que tivera com Deus, sabia o quão importante era ter sua presença nessa caminhada.

Mas, afinal de contas, o que o povo queria não era chegar e possuir a Terra Prometida, e isso Deus havia garantido que faria por meio de seu anjo, então, por que a presença dEle era indispensável?

A presença de Deus era indispensável na caminhada e na conquista, não porque elas corriam risco de não acontecer dada a ausência de dEle, mas porque a presença de Deus lhe daria mais do que a conquista da terra e bem-sucessão numa caminhada de perigos, a presença de Deus era a demonstração real, segundo o que cria Moisés, da Graça que concedia favores sem que houvesse motivos para eles (Ex 34.12–13).

Com a presença de Deus e a manifestação de Sua graça, Moisés sabia que poderia ter conquistas infinitamente maiores que as materiais. Por meio da graça, Deus lhes poderia mostrar o caminho que deveriam seguir para agradá-lo. Foi por meio dessa mesma graça que Moisés conseguiu ver o próprio Deus.

Não diferente da época retratada acima, existem poucas pessoas que valorizam a presença de Deus hoje em dia. O único que ansiava por ela, como visto no texto, foi Moisés. E ele intercedeu por isso. Esse povo que almejava somente a conquista, mais tarde precisou morrer para dar lugar a uma nova geração, porque eles não conseguiram transcender o natural e crer no sobrenatural, por mais que ele se manifestasse a eles todos os dias. Eles creram no relatório amedrontado dos espias, mas não conseguiram crer que o Senhor lhes daria vitória sobre as nações que habitavam a Terra Prometida.

Quando fazemos a opção de viver somente assimilando o natural e crendo através das possibilidades humanas de que as coisas de Deus podem ou não acontecer em nossas vidas, com toda certeza, morrermos no “deserto” sem que alcancemos uma promessa se quer. Precisamos viver o natural, mas saber que Deus, de maneira sobrenatural, pode fazer acontecer muitas coisas em nossas vidas.

Foi através de Abrão e Sara, uma mulher estéril, que Deus começou a constituir a Nação de Israel. Sara chegou a rir quando o Anjo do Senhor disse a Abrão, quando o casal já estava idoso, que ela teria um filho. E foi o que aconteceu. Com Deus não inexiste possibilidades de cumprimento de suas promessas, por mais que elas pareçam absurdas do ponto de vista da lógica, a não ser que resolvamos nos ater e crer somente de maneira natural.

O natural é superado quando passamos a valorizar a presença sobrenatural de Deus e o enxergamos não somente pelos feitos, mas por aquilo que ele é. Israel viu a Deus somente pelos seus feitos, o que não pode provocar efeitos de fé, mas de insatisfação quando as cosias não ocorriam como eles queriam.

Devemos buscar experiências diretamente com Deus e não com seus feitos. Moisés buscou isso e obteve. Ele viu a Deus. O povo não viu a Deus, senão seus feitos: viram Faraó ser derrotado, o Mar Vermelho se abrir, comeram Maná, viam a Coluna de Fogo que os clareava durante a noite, viram água sair da rocha…

Não busque ou se contente com a intervenção do sobrenatural em sua, busque a presença de Deus, pois é ela que traz a graça que nos faz ir além das possiblidades, porque por é por meio dela que nós, meros seres errantes, conseguimos ter e obter mais do que ou simplesmente o que não merecemos.


* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
e não refletem, necessariamente, a opinião do Gospel Prime.


 fonte: https://artigos.gospelprime.com.br/sem-presenca-de-deus-nao-da/