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Ótimo texto... ENTRE OS PESCADORES DE HOMENS E OS CAPTADORES DE RECURSOS No tocante a espiritualidade pautada pelo evangelho existem dois tipos de pessoas, uns que são denominados de “Pescadores de homens” e outros que são chamados de “Captadores de recursos”. As diferenças entre eles são grandes. Os pescadores de homens são chamados por Jesus. Mateus 4.19 Os captadores de recursos são chamados por Mamon. Mateus 6.24 Os pescadores de homens servem a Deus. Mateus 22.37 Os captadores de recursos servem ao ventre. Filipenses 3.19 Os pescadores de homens valorizam pessoas. João 17.12 Os captadores de recursos valorizam as coisas que as pessoas possuem. Atos 8.18 Os pescadores de homens vivem a pregação. 1ª Coríntios 9.27 Os captadores de recursos pregam o que não vivem. Mateus 23.27 Os pescadores de homens vivem a piedade. 1ª Timóteo 6.11 Os captadores de recursos aparentam a piedade. 2ª Timóteo 3.5 Os pescadores de homens dividem o seu pão. Atos 2.42 Os captadores de recursos comem o pão as custas dos outros 2ª Tessalonicenses 3.8 Os pescadores de homens priorizam o livro da vida. Lucas 10.20 Os captadores de recursos priorizam o livro caixa. Judas 1.11 Os pescadores de homens priorizam a justiça, a misericórdia, e a fé. Mateus 23.23 Os captadores de recursos priorizam o dizimo da hortelã, do entro e do cominho. Mateus 23.23 Os pescadores de homens comem com pobres, aleijados, coxos, cegos. Lucas 14.13 Os captadores de recursos banqueteiam com amigos, parentes, e vizinhos ricos. Lucas 14.12 Os pescadores de homens serão recompensados na ressurreição dos justos. Lucas 14.14 Já os captadores de recursos … Mateus 7:21-23 Siga pescadores de homens, abandone os captadores de recursos. Fonte: Email recebido do amigo:
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| Líder da CGADB, pastor José Wellington Bezerra da Costa |
| Pastor Wellington Junior, presidente do conselho administrativo da CPAD |
| Um jovem de nível acadêmico excelente candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa. Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última entrevista e tomou a última decisão. O diretor descobriu através do currículo que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima. O diretor perguntou: - Tiveste alguma bolsa na escola? - o jovem respondeu - nenhuma. O diretor perguntou: - Foi o teu pai que pagou as tuas mensalidades?- o jovem respondeu - O meu pai faleceu quando tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades. O diretor perguntou: - Onde trabalha a tua mãe?- e o jovem respondeu – A minha mãe lava roupa. O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas. O diretor perguntou: - Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas? - O jovem respondeu - Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu. O diretor disse: - Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltares, vais e limpas as mãos da tua mãe, e depois vens ver-me amanhã de manhã. O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu feliz à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz, mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho. O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões em suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpava com água. Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e o seu futuro. Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe. Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo. Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor. O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou: - Diz-me, o que fizeste e aprendeste ontem em tua casa? - O jovem respondeu - Eu limpei as mãos da minha mãe, e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram. O diretor pediu: - Por favor, diz-me o que sentiste. O jovem disse - Primeiro agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar. O diretor disse - Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Estás contratado. Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe. O desempenho da empresa melhorou tremendamente. Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis, vai desenvolver- se mentalmente e vai sempre colocar-se em primeiro. Vai ignorar os esforços dos seus pais, e quando começar a trabalhar, vai assumir que toda a gente o deve ouvir e quando se tornar gerente, nunca vai saber o sofrimento dos seus empregados e vai sempre culpar os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um bocado, mas eventualmente não vão sentir a sensação de objetivo atingido. Vão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. Se formos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho? Pode deixar o seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande plasma. Mas quando cortar a grama, por favor, deixe-o experimentar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Deixe-o guardar seus brinquedos e arrumar sua própria cama. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer amar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa os quão ricos os seus pais são, um dia ele vai envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas. Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim? O valor de nossos pais... Um dos mais bonitos textos sobre educação familiar que já li... Leitura obrigatória para pais e, principalmente, para os filhos. |