domingo, junho 14, 2015

A ÚLTIMA CEIA


Assembleia de Deus – Ministério Estudando a Palavra

Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical


TEMA:

A ÚLTIMA CEIA





Texto Áureo

Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
 (I Co 5. 7)


Verdade Prática

“A Páscoa comemora a libertação do Egito. A Ceia do Senhor celebra a libertação do pecado”.



Leitura Bíblica em Classe:

Lucas 22. 7 – 20


Objetivo Geral:

Explicar a instituição da Ceia do Senhor como Ordenança.


Objetivo Específico:

1.       Analisar os antecedentes históricos da última Ceia de Jesus.
2.  Expor a dinâmica da preparação, celebração e a substituição da Páscoa pela celebração da Ceia do Senhor.
3.       Elencar os dois elementos da última ceia.




Introdução:  - Lucas vai narrar uma das mais importantes celebrações da igreja Cristã. Lucas 22, A Ceia do Senhor. Quando o Senhor Jesus Cristo institui a Ceia, na ocasião, Ele estava celebrando a Páscoa Judaica. Como um marco representativo da Libertação do povo de Israel do Egito – pois foi assim que a Páscoa ficou conhecida -, A Ceia do Senhor seria um marco representativo do Ato de Amor que Jesus Cristo fez em nosso favor, entregando-se à morte, e morte de cruz, por amor.

Sem dúvida, a Páscoa era uma das festas mais importantes do judaísmo, e a sua celebração era carregada de valor simbólico. O seu ritual era metódico e meticuloso pois lembrava um dos momentos mais importantes da história do povo de Deus da Antiga Aliança – a libertação do cativeiro egípcio! A sua celebração anualmente mobilizava toda a nação judaica.

Quando instituiu a Santa Ceia, por ocasião da celebração da última Páscoa, Jesus tinha em mente esses fatos. Sabedor de que a Páscoa era apenas um tipo do qual Ele era o antítipo (ou uma figura da qual Ele era o cumprimento), Ele demonstrou alegria e satisfação por poder celebrá-la na companhia de seus discípulos. Apenas algumas horas depois, o Filho do Homem estaria libertando o seu povo, não mais de um cativeiro humano, mas do cativeiro do pecado!


I.      ANTECEDENTES HISTÓRICOS DA ÚLTIMA CEIA

1.       A instituição da Páscoa Judaica. - A Páscoa – com a Festa dos Pães Asmos (Lc 22. 7) – era uma das três grandes festas judaicas

O termo Páscoa remete à libertação de Israel da escravidão no Egito (Êx 12. 1 - 13. 16). Deus enviou Seu anjo para matar todos os primogênitos egípcios, a fim de fazer com que o faraó deixasse Seu povo ir embora. As famílias hebraicas foram instituídas a sacrificar cordeiros e pintar com sangue o batente da porta de suas casas como sinal para que o anjo passasse por cima delas durante o juízo divino.

A Páscoa judaica é comemorada no décimo quarto dia do primeiro mês, chamado de Abibe (que corresponde aos meses de março/abril de nosso calendário), e os rituais começam ao entardecer (Lv 23. 6). Foi na noite desse primeiro dia da Páscoa que Israel deixou o Egito apressadamente. Os pães asmos são usados na celebração como um lembrete de que os israelitas não tiveram tempo de fermentar o alimento antes de comer sua última refeição como escravos no Egito.

Na época neotestamentária, a Páscoa atraía para Jerusalém judeus de todo o mundo, grandes grupos de peregrinos se reuniam na Cidade Santa para celebrar a festividade anual. Assim, uma incomum multidão participou dos acontecimentos que envolveram a entrada triunfal de Jesus na cidade (Lc 19. 37 – 39). Seu julgamento e Sua crucificação (Lc 23. 18,  27, 35, 48). Ao que tudo indica, muitos ficaram em Jerusalém até a Festa de Pentecostes (comemorada 50 dias depois da Páscoa), quando ouviram o persuasivo sermão de Pedro (At 2. 1 – 41).

Da mesma forma que o sangue dos cordeiros salvou os hebreus da destruição no Egito, o sangue de Jesus, o Cordeiro pascal, salvou-nos do poder do pecado e da morte.

2.       O Ritual da Páscoa Judaica. (Êx 12. 1 – 10)O Senhor forneceu instruções detalhadas a Moisés e Arão sobre como preparar o povo para a primeira Páscoa. O Cordeiro, obviamente, é um símbolo de Cristo (I Co 5. 7). Os critérios para a escolha do cordeiro eram: sem defeito (representando  a ausência de pecado em Cristo); macho de um ano (talvez  numa alusão ao fato de que nosso Senhor morreu muito jovem); deveria ser guardado até o décimo quarto dia daquele mês (indicando os trinta anos de vida  particular de Jesus em Nazaré, período durante o qual foi testado por Deus, além dos três anos de ministério público em que foi amplamente examinado pelos homens); toda a congregação de Israel o imolaria (Cristo foi morto por mãos de iníquos, At 2. 23); deveria ser morto no crepúsculo da tarde, isto é, entre a hora nova e a décima primeira (exatamente a hora em que Jesus morreu; Mt 27. 45 – 50); o sangue do cordeiro deveria ser colocado na porta das residências, para que os moradores se salvassem do destruidor (da mesma forma, o sangue de Cristo, apropriado pela fé, nos salva do pecado, da natureza carnal e de Satanás); a carne deveria ser assada no fogo (representando o derramamento da ira divina sobre Cristo por causa de nosso pecados); deveria ser comido com pães asmos e ervas amargas (simbolizando Cristo como alimentos para seu povo). Os cristãos devem viver de forma sincera e verdadeira (sem o fermento da malícia e da perversidade) e em arrependimento genuíno, sempre se lembrando da amargura dos sofrimentos de Cristo. Por último, nenhum osso do cordeiro deveria ser quebrado (v. 46), fato que se cumpriu literalmente no caso de nosso Senhor (Jo 19. 36).

A Páscoa apresentava alguns tipos maravilhosos da nossa Redenção. O que tipifica o Egito? (Gl 1. 4, Rm 6. 17, 18). O Cordeiro? (Jo 1. 29). O Sangue esparzido nas vergas das portas? (Rm 3. 24 – 26; I Pe 1. 18 – 20). O Pão asmo? (I Co 5. 8). Comer o Cordeiro? (I Co 11. 24). A passagem pelo Mar Vermelho? (I Co 10. 1, 2).

A Páscoa: A Páscoa (gr. pascha) era uma festa sagrada da Primavera, que relembrava o fato histórico da saída do Povo de Israel do Egito. Ela comemorava a passagem do anjo destruidor pelas casas dos judeus sem lhes causar danos, devido ao sangue do cordeiro aspergido nos portais e no batente superior das portas das casas (Êx 12. 7; Sl 78. 49). A Crucificação de Cristo ocorreu no dia da preparação da Páscoa (Jo 19. 14). Ele é a “nossa Páscoa ... sacrificado por nós”. (I Co 5. 7).

A palavra “Páscoa” significa, “passagem”; “Passar por cima”; “Pular além da marca”; “Poupar”.


SÍNTESE DO TÓPICO I

A Páscoa judaica foi instituída com a finalidade de o povo de Israel preservar na memória o tão grande livramento de Deus: A libertação do Egito.


II.      A CELEBRAÇÃO DA ÚLTIMA PÁSCOA E A PRIMEIRA CEIA
Referências: Mt. 26. 17 – 29; Mc 14. 12 -  25; Lc 22. 38; Jo 13 e 14, I Co 11. 23 -  32.





1.      A Preparação. Foi na véspera da morte de Jesus. Houve duas ceias: A Ceia da Páscoa e a Ceia do Senhor. A Ceia do Senhor foi instituída no final da Ceia da Páscoa. Lucas menciona dois cálices (Lc 22. 17 -  20), Mateus, Marcos e Lucas mencionam as duas Ceias; João menciona somente a da Páscoa.

Durante 1. 400 anos a Páscoa havia prenunciado a vinda de Jesus, o Cordeiro Pascal. Jesus comeu a Páscoa, substituiu-a pela própria Ceia e em seguida ele mesmo foi sacrificado como o Cordeiro Pascal. Jesus morreu na cruz no mesmo dia em que os cordeiros Pascais estavam sendo imolados no Templo.
A Páscoa já servira aos seus propósitos, e agora devia ceder lugar à Nova Ceia que devia ser observada em memória de Jesus, até que Ele venha de Novo (I Co 11. 23 – 26).

2.           A Celebração e Substituição. A Ceia do Senhor, ela foi instituída na ocasião da refeição da Páscoa (vv. 14 – 20).

3.           A Ceia do Senhor do Senhor (I Co 11.20), é chamada de: “a comunhão do sangue de Cristo”, e “a comunhão do corpo de Cristo” (I Co 10. 6).

4.           A Ceia do Senhor: Paulo apresenta um registro cuidados de como se iniciou a celebração da Ceia do Senhor e, em seguida, fala do seu valor.


ü      Ela foi instituída na noite em que Cristo foi traído.

ü É celebrada em memória do seu amor imperecível pelos seus seguidores.

ü      É um símbolo do seu corpo que foi quebrado por eles (I Co 10. 16

ü   É uma Nova Aliança em seu Sangue.

ü   É um Penhor da Sua Volta (I Co 11. 26).

Fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim” (I Co 11.25). Cristo quer que nos lembremos dele! Pense nele quando chegar à sua mesa, Ele anseia por seu amor.



SÍNTESE DO TÓPICO II

Foi numa Páscoa judaica que nosso Senhor instituiu a Ceia, como uma ordenança para toda a Igreja.


III.      OS ELEMENTOS DA ÚLTIMA CEIA




1.          O VinhoTomando o cálice, Jesus falou: “Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue, que é derramado por vós” (Lc 22. 20). O sentido desse texto é que o vinho é um símbolo da Nova aliança que foi selada com o sangue de Jesus, o Cordeiro de Deus (Êx 12. 6, 7, 13; 24. 8; Zc 9. 11; Is 53. 12).


2.          O PãoApós tomar o pão, dar graças e partir, Jesus disse: “Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isso em memória de mim” (Lc 22. 19). Jesus usa a expressão: “isto é o meu corpo” com sentido metafórico, da mesma forma que Ele disse: “Eu Sou a porta” (Jo 10. 9). O pão era um símbolo do corpo de Jesus da mesma forma que o vinho era do seu sangue. O corpo de Jesus seria oferecido vicariamente em favor dos pecadores.


SÍNTESE DO TÓPICO III

Os elementos da Ceia são o vinho, que simboliza o sangue de Jesus; o pão, que simboliza o corpo partido do Senhor.


Conclusão: -   Participar da Ceia do Senhor é um privilégio do qual todo cristão deve se alegrar. Não se trata de um ritual vazio, mas de uma celebração carregada de significado, porque aponta para o sacrifício de Cristo, o Cordeiro de Deus, sobre o pecado e suas consequências.

Ao participarmos da Ceia, devemos manter uma atitude de eterna gratidão ao Senhor por nos haver dado vida quando nos encontrávamos mortos em nossos delitos. Assim como os antigos judeus não deveriam celebrá-la com fermento em seu lares, da mesma forma não devemos comemorar a Ceia com vinho fermentado do pecado. Celebremos a Ceia com os asmos da sinceridade.


                                                                                                                        


        Pastora, Maria Valda
                        Ministrante





                                                                                                                                           
 ADMEP

  Assembléia de Deus Ministério Estudando a Palavra










quinta-feira, junho 11, 2015

LULA CRITICA VERSÍCULO DA BÍBLIA E CHAMA DE “BOBAGEM” DECLARAÇÃO DE JESUS CRISTO


sexta-feira, 5 de junho de 2015

Lula critica versículo da Bíblia e chama de “bobagem” declaração de Jesus Cristo

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva interpretou, nesta quinta-feira, uma famosa passagem bíblica onde Jesus diz: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus”. Em Salvador, ele disse que é “bobagem” o que o Novo Testamento apregoa sobre a promessa de que o reino dos céus é para os pobres. Ele discursou de manhã para uma plateia formada em sua maioria por pequenos agricultores.

— Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo tá no futuro. É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico ir para o céu . O rico já está no céu, aqui. Porque um cara que levanta de manhã todo o dia, come do bom e do melhor, viaja para onde quer, janta do bom e do melhor, passeia, esse já está no céu. Agora o coitado que levanta de manhã, de sol a sol, no cabo de uma enxada, não tem uma maquininha para trabalhar, tem que cavar cada covinha, colocar lá e pisar com pé, depois não tem água para irrigar, quando ele colhe não tem preço. Esse vai pro inferno — discursou Lula, para delírio das cerca de mil pessoas que lotavam o auditório de um hotel de Salvador.

O ponto alto do seu discurso de 15 minutos – que seria apenas uma rápida saudação – foi quando resolveu criticar indiretamente o versículo 25, capítulo 18, do Evangelho de Lucas, a parábola que Jesus fez sobre as dificuldades do rico alcançar o céu e a facilidade do pobre chegar lá (“Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus”). Ele insistiu:

– Queremos que todo mundo vá pro céu, agora. Queremos ir pro céu vivo. Não venha pedir para a gente morrer para ir pro céu que a gente quer ficar aqui mesmo – disse.



Pouco antes de falar, recebeu de presente uma garrafa de cachaça. Como se ainda estivesse ocupando a cadeira de presidente da República, Lula fez um balanço de suas realizações.
Adaptado de O Globo e de www.juliosevero.com
COMENTÁRIO:
Aquele que está no caminho das trevas nunca terá como verdade as Palavras ditas por Aquele que é a Luz do Mundo – Jesus.
O pior de tudo é ver um mísero mortal distorcendo as Palavras ditas pelo Reis dos reis e Senhor dos Senhores para fazer politicagem.
Lula se ensoberbece assim, achando-se como um semi-deus com glórias para si, pois saiu do poder, após oito anos de governo, com a maior popularidade que um Presidente do Brasil já teve.
A Bíblia porém diz em 1 Pedro 5.5.b “porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”. Em sábio rei Salomão escreveu em “a soberba precede a ruína e a altivez do espírito precede a queda”, Pv. 16.18. De Deus ninguém zomba, pois Ele não dá sua glória a ninguém, como falou por meio do profeta Isaías 48.11b “Porque, como seria profanado o meu nome? E a minha glória não a darei a outrem“.
Pode-se citar dois exemplos bíblicos de governantes que pensaram que a glória a eles pertencia, e foram severamente punidos por Deus:
1) Nabucodonosor – imperador da Babilônia (Sugiro a leitura de todo o capítulo 4 do livro do profeta Daniel). Vide alguns versos abaixo 30-33:
“Falou o rei, dizendo: Não é esta a grande babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência?
Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor:Passou de ti o reino.
E serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo domina sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer.
Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pelo, como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves”.
2) Herodes (Atos 12.21-23)
“E num dia designado, vestindo Herodes as vestes reais, estava assentado no tribunal e lhes fez uma prática.
E o povo exclamava: Voz de Deus, e não de homem.
E no mesmo instante feriu-o o anjo do Senhor, porque não deu glória a Deus e, comido de bichos, expirou”.

CUIDADO! 
TANTA BESTEIRA SAINDO DE UMA BOCA SÓ!

  em amo você em Cristo

SANTIDADE - ELIÃ OLIVEIRA

EMBAIXADOR HOMOSSEXUAL DOS EUA QUER O BRASIL EM NOVA COALIZÃO PRÓ-SODOMIA INTERNACIONAL PARA DESVIAR ACUSAÇÕES DE “IMPERIALISMO CULTURAL” DOS EUA


Posted: 10 Jun 2015 08:36 PM PDT

EMBAIXADOR HOMOSSEXUAL DOS EUA QUER O BRASIL EM NOVA COALIZÃO PRÓ-SODOMIA INTERNACIONAL PARA DESVIAR ACUSAÇÕES DE “IMPERIALISMO CULTURAL” DOS EUA


Ele participou de parada gay no Brasil e hasteou a bandeira do arco-íris homossexual ao lado da bandeira dos EUA no Consulado Geral dos EUA no Rio de Janeiro


Julio Severo 
     
O Brasil fornece muitos exemplos positivos e inspiradores na causa homossexual. Essa é a opinião do embaixador especial do Departamento de Estado dos Estados Unidos para os Direitos Humanos dos Indivíduos LGBTI, Randy Berry. Ele conversou com ativistas homossexuais e autoridades brasileiras sobre o tema.

Bandeira homossexual lado a lado com bandeira dos EUA no consulado dos EUA no Rio

Sua visita de quatro dias ao Brasil, de 6 a 9 de junho, incluiu dois dias em São Paulo, para contatos com organizações homossexuais e participação na Parada do Orgulho Gay. Em Brasília, ele se encontrou com autoridades elevadas do Ministério das Relações Exteriores. No Rio de Janeiro, ele se encontrou com ativistas homossexuais no Consulado Geral dos EUA, onde ele hasteou a bandeira do arco-íris homossexual ao lado da bandeira dos EUA. De acordo com Berry, os governos dos EUA e do Brasil têm interesses e preocupações semelhantes na questão homossexual.
Sua viagem ao Brasil ocorre três anos depois que o Departamento de Estado lançou, em dezembro de 2011, seu Fundo de Igualdade Global, uma iniciativa que faz parceria com entidades públicas e privadas para apoiar campanhas que avançam a agenda homossexual no mundo inteiro, inclusive financiando iniciativas homossexuais. De acordo com o C-Fam, “O Fundo de Igualdade Global, que desembolsou 7 milhões de dólares desde seu lançamento em 2011, tem expandido com a ajuda dos países nórdicos e parceiros do setor privado. Obama anunciou uma verba adicional de 12 milhões de dólares no fundo” em 2013.
Como embaixador especial de direitos homossexuais, Berry está liderando os esforços do Departamento de Estado para trabalhar com governos, sociedade civil e setor privado por meio do Fundo de Igualdade Global.
A bandeira homossexual permanecerá tremulando por uma semana no Consulado dos EUA no Rio. Michael Yoder, cônsul-geral interino dos EUA, disse: “Esta bandeira mostra nosso apoio à comunidade LGBT. É uma honra e um privilégio que as bandeiras estejam juntas nestes dias.”
Em seu Twitter oficial em português, a Embaixada dos EUA no Brasil disse sobre a visita de Berry: “A diversidade nos torna mais ricos, a exclusão, mais pobres.”
Numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Berry explicou o propósito de sua visita: criar uma coalizão de nações para defender a agenda homossexual. Ele disse: “É mais difícil ignorar uma crítica se ela vem só dos EUA, mas com vários países expressando preocupações, fica mais eficaz.”
O Brasil tem sido ativo em outras coalizões pró-sodomia dos EUA. O “Principal Grupo LGBT,” uma coalizão dos EUA na ONU, inclui o Brasil, a União Europeia e Israel. Essa coalizão se comprometeu a realizar “ações conjuntas” para promover a agenda homossexual na ONU. Essas coalizões são importantes para desviar as acusações de que a agenda homossexual é parte de ambições imperialistas dos EUA.
Berry foi ao Brasil para envolver autoridades e líderes brasileiros em outras coalizões. Ele disse que “Brasil e Estados Unidos estão muito próximos” nas questões homossexuais e deixou claro que ele ficou também “muito otimista com algumas áreas em que podemos traçar parcerias no futuro.”
Diplomata de carreira, Berry assumiu a primeira função de embaixador homossexual global da história dos EUA e do mundo em abril e ele está viajando a todos os lugares para amplificar a mensagem de que a agenda homossexual é parte essencial da agenda da política externa dos EUA. Esse cargo foi idealizado pela ex-secretária de Estado Hillary Clinton.

Com sua viagem ao Brasil e outras nações, o interesse dele “é ver como reunir essas lições e promover o tipo de mudança que realmente queremos no mundo.” Ao usar as experiências de várias nações que foram influenciadas pela agenda gay dos EUA, ele protegerá a estratégia pró-sodomia mundial dos EUA de críticas de que o governo americano está impondo uma agenda homossexual americana em outras nações.

Entretanto, se como Berry disse, o ativismo homossexual no Brasil é uma “inspiração,” nasceu de outra inspiração. Quando comecei a escrever meu livro “O Movimento Homossexual” em 1995, não havia nenhuma parada gay ou descarada propaganda homossexual semelhante no Brasil.
Meu livro, que foi publicado em 1998 pela Editora Betânia, revelava o avanço assombroso do ativismo homossexual nos EUA, alertando que alcançaria o Brasil. A reação foi muitas vezes descrença. Acerca dos casos de perseguição de cristãos americanos retratados no meu livro, os leitores diziam que esse cenário negativo jamais ocorreria no Brasil. Alguns até me chamaram de louco e exagerado.

Lamentavelmente, o que eu avisei acabou acontecendo: sob inspiração dos EUA, em curto tempo o Brasil avançou rápido na agenda gay. E agora o avanço dessa ideologia importada será usado pelo embaixador homossexual dos EUA para dizer ao mundo: “Ei, nossa defesa da ideologia gay não é imperialismo cultural dos EUA. O Brasil está também fazendo a mesma coisa e nós só estamos copiando o Brasil!”

Meu livro expôs que em 1990 a Fundação Ford deu mais de cem mil dólares em verbas para várias entidades brasileiras que lutam contra a AIDS e contra o “preconceito.” O Movimento de Liberação Gay Atobá do Rio de Janeiro recebeu mais de $40.000 dólares. Ativistas homossexuais do Brasil eram convidados, com todas as despesas pagas, para passar tempo nos EUA para obter treinamento. Alguns deles acabaram trabalhando na diplomacia brasileira na ONU, o que ajuda a explicar por que o Brasil, nas questões homossexuais, sempre fica do lado dos EUA e nunca do Vaticano e da Rússia, que não promovem a agenda gay.
O jornal homossexual brasileiro Lado Bi entrevistou Randy Berry e lhe perguntou: “Apesar de todas suas iniciativas contra a população LGBT, não parece haver muitas represálias contra a Rússia. Vocês têm planos para promover esses direitos civis igualitários por lá?

Berry respondeu: “Nós estamos, sim, preocupados em garantir a todos o direito de se expressar livremente.” Sua resposta sobre a Rússia foi em grande parte evasiva. De fato, ele não precisava falar muito. Enquanto ele estava dizendo isso no Brasil, Obama estava acusando, de acordo com a Reuters, “o presidente Vladimir Putin de arruinar a economia da Rússia numa campanha totalmente fracassada de recriar as glórias do império soviético.”
De acordo com o Rev. Scott Lively, “Obama orquestrou o golpe na Ucrânia para reiniciar a guerra fria e impedir a Rússia de liderar revolta mundial contra a agenda LGBT.” Antes do golpe na Ucrânia, os grandes meios de comunicação e o governo dos EUA estavam atacando a Rússiaimplacavelmente por causa de uma lei russa que proíbe a propaganda homossexual para crianças. Aliás, logo antes do golpe orquestrado pelos EUA, Decision, uma importante revista evangélica publicada pela Associação Evangelística Billy Graham, teve Putin e sua lei antissodomia numa impressionante matéria de capaescrita por Franklin Graham.
Com o golpe na Ucrânia, o marxista Obama está livre para atacar a Rússia alegadamente “só por causa da crise ucraniana,” arruinar a economia da Rússia com sanções e culpar tudo em esforços pretensos de recriar o império soviético. De acordo com Lively, até mesmo a elite neocon do Partido Republicano está unida com Obama nesses ataques.
Essa união pervertida é muito semelhante à mesma união do ano passado de feministas, abortistas, ativistas homossexuais, esquerdistas dos EUA e neocons como Cliff Kincaid que atacaram, inspirados por um ultranacionalismo americano que une esquerdistas e direitistas, um evento pró-família em Moscou, Rússia.
Finalizando sua resposta evasiva sobre a Rússia, Berry disse: “A partir do momento em que as pessoas reconhecem que LGBTs são humanos como eles, mudanças muito poderosas começam a acontecer.” Tradução possível: Quando a Rússia parar de proibir a propaganda homossexual para crianças, mudanças muito poderosas acontecerão: nada de sanções para arruinar a economia da Rússia, nada de acusações de que Putin está recriando o império soviético e, sim, se a Rússia quiser anexar a Ucrânia inteira para impor a agenda homossexual, os EUA e a União Europeia darão apoio total. Afinal, propagandistas pró-sodomia têm o direito de fazer o que ninguém mais pode.
No entanto, esse direito não funciona em todos os casos. A Arábia Saudita com total liberdade tortura e mata homossexuais, e Berry e seu governo nunca falam de condenar e impor sanções nesse país islâmico radical, pois os sauditas guardam seu dinheiro em bancos americanos. Então, no final das contas são os EUA quem decide como e quando um país merece sanções e condenação por supostas violações de direitos humanos.
Enquanto a bandeira do arco-íris homossexual está tremulando, por desejo de Berry, ao lado da bandeira dos EUA no consulado americano no Rio nesta semana, ele seguirá sua missão homossexual, que é uma parte essencial da agenda da política externa dos EUA, de impor a agenda gay no mundo inteiro.
Ei, isso não é imperialismo dos EUA! É apenas os EUA implementando uma inspiração que receberam do Brasil e outros países…
Com informações de agências noticiosas brasileiras e internacionais.

Leitura recomendada:
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