domingo, setembro 06, 2015

“O LÍDER DIANTE DA CHEGADA DA MORTE”





ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical



O LÍDER DIANTE DA CHEGADA DA MORTE


Texto Áureo:

Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”.
(2 Timóteo 4. 7)


Verdade Prática:

A morte do crente não é o fim, mas a passagem para a glória eterna, na presença de Deus.


Leitura Bíblica em Classe

2 Timóteo 4. 6 – 17



Objetivo Geral: - Desenvolver uma consciência bíblica a respeito da chegada da morte.


Objetivos Específicos: -

1.    Mostrar que, para o crente, a chegada da morte não traz desespero.

2.    Explicar o sentimento de abandono do apóstolo Paulo.

3.    Conscientizar o aluno da certeza da presença de Cristo nas aflições.


Introdução: -   Numa sociedade materialista, evita-se falar sobre assuntos negativos. No entanto, a morte é um fenômeno real que se abate sobre os seres humanos de todas as idades, classes sociais e religiões. Afinal de contas, quem pensa em morrer? Há alguma virtude na morte? Nos dias atuais, o desespero vem tomando conta das pessoas, até mesmo das que professam a fé cristã. É uma pena que alguns púlpitos não estejam preocupados em preparar as suas ovelhas, através das Sagradas Escrituras, para enfrentar essa realidade que pode chegar a qualquer família, sem avisá-la ou pedir-lhe licença.

Por isso, nessa lição, demonstraremos que Deus se preocupa com a fragilidade e vicissitude humanas, principalmente quando se trata de um tema tão laborioso e delicado.


CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES


¨      O QUE É A MORTE

1)     Conceito. - Não é tarefa fácil definir a morte. Como fenômeno natural, ela é discutida na ciência, na religião e faz parte de debates cotidianos, pois atinge a todos (Sl 89.48; Ec 8.8). Anteriormente definida como parada cardíaca e respiratória, o consenso médico atual a define como cessamento clínico, cerebral ou cardíaco irreversível do corpo humano. No entanto, a definição mais popular do fenômeno é a “interrupção da atividade elétrica no cérebro como um todo”. A constatação de que a pessoa entrou em óbito é o ponto de partida para a permissão, ou não, pela família, de doar órgãos.


2)   O que as Escrituras dizem?  - “O salário do pecado é a morte” (Rm 6.23). Deus não criou o homem e a mulher para morrer. O Senhor não planejou tal realidade para o ser humano. Mas, conforme descrito em Romanos 6.23, a morte é consequência da queda (Gn 3.1-24). O pecado roubou, em parte, a vida eterna da humanidade. Assim, a Bíblia demonstra que a morte é a consequência inevitável do pecado, e realça esse fato como a separação entre “alma” e “corpo” (Gn 35.18).


3) É a separação da alma do corpo.  - A base bíblica para esse entendimento está em Gênesis 35.18, quando da morte de Raquel: “E aconteceu que, saindo-se lhe a alma (porque morreu)”. Tiago, o irmão do Senhor, corrobora esse pensamento quando ensina: “Porque, assim como o corpo sem o espírito [alma] está morto, assim também a fé sem obras é morta” (2.26). Teologicamente e, segundo as Escrituras, podemos afirmar que a separação da “alma” do “corpo” estabelece o fenômeno natural e também espiritual que denominamos morte. Mas, o que acontece com a alma após a separação do corpo? Há vida após a morte? São indagações que podemos fazer.


¨    A VIDA APÓS A MORTE


1)   O que diz o Antigo Testamento. - “Morrendo o homem, porventura, tornará a viver?” (Jó 14. 14a). Essa é uma pergunta de interesse perene para todos os seres humanos. Indagações como: “Há vida após a morte?”, “Existe consciência noutra vida?” são questões existenciais não muito resolvidas até mesmo para alguns teólogos. Entretanto, as Escrituras têm as respostas a essas perguntas.

a)       Sheol. - Em Salmos 16.10 e 49.14,15, o termo hebraico é “sheol”. Essa palavra aparece ao longo de todo o Antigo Testamento. É traduzido por “inferno” e “sepultura”. Tais expressões denotam a ideia de imortalidade da alma e a esperança de se estar diante de Deus após a experiência da morte. Tal expectativa representa o âmago das expressões do salmista.

b)   A esperança da ressurreição.  - O patriarca Jó, após muito padecer, expressou-se confiantemente: “E depois que o meu corpo estiver destruído e sem carne, verei a Deus” (19.26 cf. vv.23-25,27).

O salmista expressou-se a esse respeito da seguinte forma: “Quanto a mim, feita a justiça, verei a tua face; quando despertar, ficarei satisfeito ao ver a tua semelhança” (17.15 cf. 16.9-11).

Os profetas Isaías e Daniel expõem a esperança da ressurreição como um encontro irreversível com Deus (Is 26.19; Dn 12.2). Esses textos realçam a doutrina da esperança na ressurreição do corpo em glória e denotam, inclusive, a alegria do crente em se encontrar com o seu Deus após a morte.

Logo, podemos afirmar categoricamente que o Antigo Testamento, respalda, inclusive com riqueza de detalhes, que há vida e consciência após a morte.


2)   O que diz o Novo Testamento. - A base bíblica neotestamentária da existência de vida consciente após a morte e a imortalidade da alma está fundamentada exatamente na pessoa de Jesus de Nazaré. Ele foi quem trouxe luz, vida e imortalidade ao homem que crê. As evidências são abundantes (Mt 10.28, Lc 23.43, Jo 11.25, 26; 14. 3; 2 Co 5.1). Essas porções bíblicas ensinam claramente a sobrevivência da alma humana fora do corpo, seja a do crente ou a do não crente, após a morte. Não obstante, a redenção do corpo e a alegre comunhão eterna com Deus são resultados da plena e bem-aventurada ressurreição e transformação do corpo corruptível em incorruptível (1 Co 15. 1-58; 1 Ts 4.16; Fp 3.21).

Definitivamente, e segundo as Escrituras, o dom da vida para os cristãos não é uma existência finita, mas uma linda história de comunhão com o Deus eterno. Foi Ele quem implantou em nós, através de Cristo Jesus, nosso Senhor, a sua graça salvadora enquanto estivermos em nossa peregrinação terrena.


¨    MORTE, O INÍCIO DA VIDA ETERNA

1)   Esperança, apesar do luto. - É natural que a experiência da separação de um ente querido traga dor, angústia, tristeza e saudade. O luto chega de forma inesperada na vida de qualquer pessoa. Mas a promessa do Mestre de Nazaré ainda sobrepõe-se a qualquer vicissitude existencial: “[...] quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11.25).

2)   A morte de Cristo e a certeza da vida eterna. - O Pai entregou seu Filho em favor da humanidade, e assim o fez simplesmente por amor (Jo 3.16). Esse ato amoroso proporcionou a possibilidade de escaparmos do juízo divino pelo sangue precioso derramado por Cristo Jesus. Isso leva-nos a refletir que sem a morte de Jesus não haveria ressurreição. Logo, não haveria pregação do Evangelho nem salvação. O apóstolo Paulo tinha a convicção de que a Cruz de Cristo é o âmago do Evangelho (1 Co 1.17), do novo nascimento e da vida eterna. Hoje só amamos o Senhor porque Ele nos amou primeiro (1 Jo 4.19). Por isso, pela sua morte, e morte de cruz temos, nEle, a vida eterna.


3)   A morte: - O desfrutar da vida eterna. O fenômeno da morte é para o crente a prova da fé vigorosa revelada em sua vida terrena. Essa fé manifesta-se numa consciência de vitória apesar de a morte mostrar-se como uma aparente derrota. O apóstolo Pedro lembra dessa fé quando exorta-nos: “[...] alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis” (1 Pe 4.13).

Para o crente a morte não é o fim, mas o início de uma extraordinária e plena vida com Cristo. É a certeza de que o seu “aguilhão” foi retirado de uma vez por todas, selando o passaporte oficial para a vida eterna em Jesus (1 Co 15. 55; Os 13.14). Um dia nosso corpo será plenamente arrebatado do poder da morte (Rm 8.11; 1 Ts 4.16,17).

SINOPSE DO TÓPICO (I)

Tecnicamente a morte é o cessamento clínico, cerebral e cardíaco irreversível do organismo. Biblicamente, porém, é a separação entre o corpo e a alma.


I. A CONSCIÊNCIA DA MORTE NÃO TRAZ DESESPERO   AO CRENTE FIEL.


1)   Seriedade diante da morte. - Não se pode negar que a morte é um duro golpe quando ocorre por medidas violentas e isso era comum nos tempos apostólicos como nos dias de hoje.

Claro que há uma diferença enorme, morrer por confessar a Cristo e morrer vítima da violência urbana.

De qualquer maneira, todos nós temos consciência que um dia iremos e o mais importante é ter a certeza que tivemos uma vida honrada. A ninguém causamos qualquer dano.

Lendo todas as declarações do apóstolo, sabemos o quanto esse momento representava para ele, pelo que declarou: “O viver é Cristo e o morrer é ganho”, (Fl. 1:21) - Sejamos fieis!


2)    A certeza da missão cumprida. - “Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé”. (2 Tm 4. 7).

Que missão cumprimos hoje? Somos mais inteligentes que eles, que padeceram pela causa do Mestre?

Vivemos na era do “refri” e da pizza, comemos, nos empanturramos e adoramos ir ao culto de domingo para pregar para crentes, ouvir o coro da igreja ou dele participar. Morremos por obesidade e suas consequências.

Particularmente, há muitos nobres, que dedicam suas vidas a construir outras, evangelizar, ganhar vidas para o reino de Deus, mas,não é a regra geral.

Se quisermos de fato combater o bom combate não poderá ser de tristeza por que o time da nossa preferência foi rebaixado.

Cada uma deve saber que combate quer ter sabendo que Deus dará o galardão aos que forem fieis.

  
II.       O SENTIMENTO DE ABANDONO

1)  O clamor de Paulo na solidão. - A solidão é um sentimento que apavora. Não sei como se pode viver sem amigos e não sei por que muitos não conseguem fazer amigos.

Os escritos de Paulo mostravam o quando ele valorizava uma amizade sincera vista em Timóteo, Filemom e outros.

Filemom – “Escrevi-te confiado na tua obediência...”, “prepara-me também pousada”.

Timóteo – “Desejando muito ver-te lembrando-me das tuas lágrimas para me encher de gozo”. (2 Tm 1. 4).  Na velhice somos ainda mais carentes de ter bons amigos. Que o Senhor nos dê muitos amigos.
  
2)    A serenidade dos últimos dias. - Os momentos finais da vida de Paulo, trouxe para nós o conhecimento da sua inquietação e das necessidades comuns a todo ser.
Traz a minha televisão, o meu notebook... O meu Celular. Os elementos de convivência eram outros e Paulo queria duas coisas:

§    A capa para encarar o inverno;
§    Os livros para ter a sua mente ocupada na prisão. (v. 13).

Paulo nunca escondeu as suas limitações como homem. “Miserável homem que sou...” Rm 7:24.

A minha pergunta é; com tantas evidências de que o Evangelho não faz de nós um super homem, qual é o motivo de muitos se colocarem diante do povo de Deus como perfeitos, duros, capazes e acima de todas as fraquezas?

Reconhecer fraquezas e limitações diante do povo mostra-lhes como somos iguais na área da vida e isto dá mais credibilidade aos ouvintes.
  
3)    Preocupações finais com o discípulo. - Se eu tivesse tido um Alexandre latoeiro na minha vida, contaria isto ao meu sucessor, mas, jamais daria uma relação de todos os que me importunaram de alguma forma. O ser humano mesmo sendo problemático não deve necessariamente ser um ímpio.

O ímpio é sempre inteligente, sabe onde morder e Deus não aceita sua presença na adoração.  Salmo 50:16 “Mas ao ímpio diz Deus: Que fazes tu em recitar os meus estatutos e em tomar a minha aliança na tua boca.”.

As vezes o ímpio não é importunado por que via de regra é pessoa bem posicionada no meio da igreja e quando é daqueles que tem posses e gosta de fazer presença, fica mais difícil ainda.

SINOPSE DO TÓPICO (II)

No final do seu ministério, estando preso, o apóstolo Paulo sentiu-se sozinho, abandonado pelos seus pares.


   III.    A CERTEZA DA PRESENÇA DE CRISTO

1)    Sozinho perante o tribunal dos homensNada mais duro para o obreiro que sentir-se sozinho e às vezes isto acontece com qualquer um.

No caso de Paulo, o momento foi muito sério, pois, estava sendo entregue a Corte Romana, sendo julgado e qualquer presença de amigos seria um conforto para ele.

A postura do apóstolo não foi de reclamar e até nisso nos deixou um grande legado, pois, há pessoas que quando se sentem só, resolve falar mau do ministério e dos seus pastores.

Há pastores que são desleixados e interesseiros, só reconhece amigos quando estes estão em evidência; se por saúde ou por idade se afastam, os tais simplesmente os abandonam no ostracismo.

2)       Sentindo a presença de Cristo. - Tudo e todos podem falhar, mas, uma vida sincera aproxima Deus cada vez mais e nessa hora, a sua consolação basta para qualquer um de nós. Paulo se sentiu consolado. Pode haver maior consolação que esta? - Façamos para os outros aquilo que queremos que eles nos façam.

3)  Palavras e saudações finais. - “Fiquei livre da boca do leão”. (v. 17). Certamente Paulo se referia a parte da história que o levaria a Roma.  Quando apela para o direito de cidadania romana, além de evitar ser entregue aos judeus, o possibilita pregar aos gentios em Roma. (Atos 22:27), sem perder a consciência de que a sua vida estava chegando ao fim.

O Senhor me livrará de toda má obra” (II Tm 4:18) completa o pensamento anterior com relação ao que tinha para fazer em Roma.

Que preciosa lição, com este capítulo usado pelo comentarista Elinaldo Renovato, fomos abençoados. Lição para muito tempo ainda.

Tudo o que lemos na lição bíblica deste trimestre, até aqui e teremos ainda até o final, nos leva a pensar em Paulo com o mais profundo respeito pelo que ele representou para todos nós com seus escritos que certamente foram validados pelo Senhor.

Tudo quanto foi escrito para o nosso ensino foi escrito.  Rm. 15:4.

SINOPSE DO TÓPICO (III)

Sozinho, Paulo se dirigiu ao tribunal para ser julgado, mas com a plena convicção de que a presença de Cristo estava com Ele.


Conclusão: - Precisamos ter consciência de que a nossa vida é semelhante à flor da erva. Ela se esvai rapidamente. Todavia, tenhamos em mente que o “viver é Cristo e o morrer é lucro”. Portanto, não se prenda às questões passageiras e efêmeras. Na peregrinação existencial, preencha sua mente com o Evangelho.

Assim, ao final de sua vida poderá jubiloso, entoar o que o apóstolo Paulo declarou no final da sua carreira: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm 4.7,8). Em Cristo, tenha paz e esperança, porque Ele é a ressurreição e a vida. – Amém.


Bibliografia:
Fonte:
http://www.ubeblogs.net/2015/08/ebd-lc-10-o-lider-diante-da-chegada-da.html
Revista Bíblicas – A Igreja e o seu Testemunho
Bíblia de Estudo Pentecostal – CPAD.


 Lição Elaborada pela Professora,
Pastora, Maria Valda
Pastora da ADMEP

quinta-feira, setembro 03, 2015

MÚSICAS EVANGÉLICAS ANTIGAS-- LINDAS CANÇÕES

TRIPÉ DA LIDERANÇA SAUDÁVEL





 



Enoque Caló


  "Dá ordens a Josué, e anima-o, e fortalece-o; porque ele passará adiante deste povo e o fará possuir a terra que tu apenas verás".
Deuteronômio 3.28



Esta foi a recomendação dada à Moisés no momento final de Sua Missão.

Fico admirado com este caso pois Moisés havia assumido um compromisso, mesmo que a priori tenha pedido para que a missão fosse dada à outro, Deus o fez perceber que o Ministério limitado dado à Ele foi de propósito, talvez para o manter humilde. Arão, seu irmão, com habilidade na retórica, foi preparado para lhe completar na Missão.

Agora no fim da sua missão ele recebe instruções que deveria passar ao seu sucessor.

Esta talvez é uma das fases mais difícil numa transição de Liderança, como passar o bastão e não deixar escapar as instruções e nem tão pouco se sentir triste por ter chegado ao fim ou sentir um orgulho a ponto de dizer: Você que está assumindo que se vira nos trinta, quero ver se você sabe o suficiente como eu para segurar este projeto.

Quero ressaltar as recomendações e chamo-as do "Tripé da Liderança Saudável".


Primeiro: DAR ORDEM


Passe as instruções; oriente; detalhe a missão; cada etapa; cada situação importante para que o sucessor possa ter o máximo de informação possível para dar continuidade ao projeto.

Se consideramos a palavra ordem, poderemos nos prender aquela velha frase onde muitos dizem: "Manda quem pode e obedece quem tem juízo" quando na verdade não consigo vincular esta frase com qualquer proposta bíblica.

Ficar no campo da ordem é confortável para muitos líderes e alguns amarram sua performance de liderança nesta primeira instrução e tem dificuldade em prosseguir para as demais.

Só dar ordem é muito fácil e ainda cobraremos dos liderados a execução. Se usarmos somente esta ferramenta teremos uma série de dificuldades na gestão da Missão que foi colocada sobre nossas mãos.


Segundo: ENCORAJE - O


Perceba que a liderança completa também usa deste expediente para poder ter um bom resultado. No encorajar podemos atribuir as ferramentas, os instrumentos que serão necessários para levar adiante o Projeto.

Perceba que a falta de recursos pode ser um indicador de desencorajamento, desestímulo para continuar avançando.

Treine, prepare, invista recursos para que seus liderados ou sucessor possa se sentir encorajado para continuar na gestão do Projeto.


Terceiro: ANIME - O


Como somos seres motivacionais precisamos ativar nosso ânimo, o próprio Cristo em diversas instruções nos alerta: "Anima- te, tem bom ânimo!"

Você já tentou trabalhar desanimado ou com alguém neste estado?

No papel da Liderança saudável é necessário que estes três verbos estejam em sintonia para um resultado satisfatório.

Portanto, Líder e Gestor precisamos refletir como e, se estamos, usando o tripé da liderança saudável em nossos ministérios.


Aprenda com Moisés que mesmo sabendo que não completaria a missão em sua totalidade foi humilde o suficiente para preparar seu sucessor para dar continuidade ao Projeto através de ações inerentes à uma liderança saudável.



Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/

Fonte: http://eticaeliderancacrista.blogspot.com.br/2012/02/tripe-da-lideranca-saudavel.html#.Vee4FflViko