sexta-feira, fevereiro 15, 2013
quinta-feira, fevereiro 14, 2013
O DEVER DE EXAMINAR AS ESCRITURAS
A palavra grega traduzida por examinar significa
urna investigação minuciosa, diligente e curiosa. Não podemos nos contentar com
a leitura superficial de um ou dois capítulos da Bíblia. Com a iluminação do
Espírito, temos de descobrir deliberadamente os significados profundos da
Palavra de Deus. As Escrituras Sagradas exigem esse tipo de investigação, pois,
em sua maior parte, as Escrituras podem ser aprendidas somente mediante estudo
cuidadoso. Na Bíblia, existe leite para os bebês e carne para os adultos. O
grande teólogo Tertuliano exclamou: "Eu adoro a plenitude das
Escrituras". Nenhuma pessoa que apenas lê superficialmente o Livro de Deus
pode se beneficiar dele. Temos de cavar, até que encontremos os tesouros
escondidos. A porta da Palavra se abre tão-somente por meio da chave da
diligência.
As Escrituras são dignas de ser examinadas. Elas
são os escritos de Deus, os quais trazem sobre si o selo de aprovação divina.
Quem ousa tratar as Escrituras com leviandade? Aquele que as despreza rejeita o
próprio Deus que as escreveu. A Palavra de Deus compensará nossa investigação.
Deus não nos manda peneirar um monte de cascas que em seu meio têm alguns
poucos grãos de trigo, achados com raridade. A Bíblia é trigo selecionado;
temos apenas de abrir o celeiro e encontrá-lo. Sob o ensino do Espírito Santo,
as Escrituras brilham com o resplendor da revelação. Ela é como um templo
imenso pavimentado com ouro, em cujo teto há rubis e esmeraldas.
As Escrituras revelam Jesus. "São elas
mesmas que testificam de mim" (João 5.39). Nenhum motivo mais poderoso
pode ser apresentado aos leitores da Bíblia, além deste: aquele que encontra a
Jesus encontra a vida eterna, o céu e todas as demais coisas. Existe grande
alegria estocada para aquele que examina a Bíblia e encontra nela o seu
Salvador. C. H. Spurgeon.
Fonte: auxilioebd.blogspot.com.b
A CHOCANTE DIMINUIÇÃO DOS CRISTÃOS NOS ESTADOS UNIDOS

A chocante diminuição dos cristãos nos Estados Unidos
Comentário de Julio Severo: Este artigo, escrito por um evangélico americano, poderá provocar reações de dúvidas em muitos leitores: “Mas os EUA não são a nação mais cristã do mundo? Os EUA não são o país mais evangélico do mundo?” Afirmativamente. Mas a igreja evangélica americana está em crise. Por exemplo, a maior denominação presbiteriana dos EUA (conhecida pela sigla PCUSA) está agora oficialmente ordenando pastores gays e lésbicas. A PCUSA é a mãe da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Revoltados com os rumos da PCUSA, presbiterianos representando 500 congregações, conforme relatou o Rev. Augustus Nicodemus em seu blog O Tempora! O Mores!, se reuniram para fundar uma denominação presbiteriana conservadora. 500 é um número grande, mas o total de congregações da PCUSA soma 11.000! Portanto, os dissidentes conservadores são menos de 5% desse total, deixando para a vasta maioria presbiteriana dos EUA os sinais inconfundíveis não de uma apostasia periférica, mas de uma apostasia de proporções colossais.
Com esse quadro apocalíptico diante dos nossos olhos, não é difícil entender no artigo abaixo quando o autor americano menciona evangélicos que falam com “mortos” e creem em reencarnação. Eis o artigo americano:
Nas décadas recentes, a percentagem de cristãos nos Estados Unidos está diminuindo sem parar, principalmente entre os jovens.
Os Estados Unidos foram fundados principalmente por cristãos que estavam buscando escapar de perseguição religiosa. Para esses primeiros colonizadores do que são hoje os Estados Unidos, a fé cristã era o próprio centro de suas vidas, e influenciou profundamente as leis que eles fizeram e as estruturas governamentais que eles estabeleceram.
No mundo inteiro, o Cristianismo é de longe a maior religião. De acordo com o Pew Forum on Religion & Public Life, há atualmente 2,2 bilhões de cristãos no mundo, de modo que tão cedo o Cristianismo não está em perigo de desaparecer. Aliás, em algumas regiões do globo o Cristianismo está experimentando crescimento explosivo.
Mas nos Estados Unidos, o quadro é diferente. As igrejas estão diminuindo, o ceticismo está aumentando e a apatia acerca de questões espirituais parece estar no apogeu de toda a história americana.
De acordo com Dave Olson, diretor de plantio de igrejas da Igreja Evangélica Covenant, somente 18,7% de todos os americanos frequentam regularmente uma igreja.
Mas o que está acontecendo com a fé dos jovens americanos é ainda mais alarmante.
Grande número de jovens americanos que iam a igreja enquanto estavam crescendo estão hoje abandonando as igrejas completamente. Um recente estudo do Grupo Barna descobriu que aproximadamente 60 por cento de todos os cristãos entre as idades de 15 e 29 anos não têm mais nenhum envolvimento com igrejas.
Esses jovens não só abandonaram a igreja, mas também abandonaram todas as formas de espiritualidade cristã.
Uma pesquisa do LifeWay Christian Resources entre jovens deu os seguintes resultados:
* 65% raramente ou nunca oram com outros e 38% quase nunca oram sozinhos.
* 65% raramente vão a reuniões de adoração.
* 67% não leem a Bíblia ou nenhum texto religioso regularmente.
Mas os jovens não estão rejeitando apenas a igreja.
A realidade é que eles estão também rejeitando os princípios fundamentais da fé cristã.
Uma pesquisa conduzida pelo Grupo Barna revelou que menos que 1 por cento de todos os americanos entre as idades de 18 e 23 têm uma cosmovisão cristã.

O Grupo Barna perguntou aos participantes da pesquisa se eles concordavam com as seguintes seis declarações:
1) Crer que existe uma verdade moral absoluta.
2) Crer que a Bíblia é completamente precisa em todos os princípios que ensina.
3) Crer que Satanás é considerado um ser ou força real, não meramente simbólica.
4) Crer que não dá para uma pessoa ir ao Céu tentando ser boa ou fazendo boas obras.
5) Crer que Jesus Cristo viveu uma vida sem pecado na terra.
6) Crer que Deus é o Criador onisciente e onipotente do mundo e que Ele governa o universo hoje.
Menos de 1 por cento dos participantes concordou com todas essas declarações.
Isso é simplesmente assombroso.
Mas não são apenas os jovens que estão rejeitando os princípios fundamentais da fé cristã.
Números ainda maiores de “evangélicos” estão rejeitando esses princípios.
Uma pesquisa revelou que 52 por cento de todos os evangélicos americanos acreditam que “pelo menos algumas religiões não-cristãs podem levar à vida eterna”.
Outra pesquisa revelou que 29 por cento de todos os evangélicos americanos afirmam que já tiveram contatos com os mortos, 23 por cento acreditam em astrologia e 22 por cento creem em reencarnação.
Sem dúvida, o panorama religioso dos Estados Unidos está mudando.
Nas recentes décadas, a frequência à igreja vem diminuindo sem parar, a percentagem de americanos que se consideram cristãos está caindo e o número de pessoas que têm convicções cristãs conservadoras está despencando.
O que tudo isso significará para o futuro dos Estados Unidos?
CRÍTICAS MALDOSAS A ANA PAULA VALADÃO E A NOSSA INFELICIDADE
14 de fevereiro de 2013
Críticas maldosas a Ana Paula Valadão e a nossa infelicidade
Dra. Marisa Lobo
Há tempos venho percebendo o quanto nosso povo tem se alfinetado nas redes sociais. Para algumas pessoas, criticar quem está no topo pode ser apenas uma forma de vingança, de uma incompetência pessoal e/ou ministerial.
Criticas construtivas são necessárias e muitas vezes por causa delas podemos melhorar muitas coisas que fazemos e/ou pensamos. Mas quando a critica é apenas destrutiva temos que nos preocupar, pois ela só conseguirá ferir e escandalizar. Assim, em nada contribuirá para o crescimento do evangelho.
Esse comportamento humano é muita preocupante, pois pode ser decorrente de pré-conceitos infundados, vindo de mentes negativas e pessimistas, que muitas vezes escondem um fanatismo religioso que em nada tem a ver com defesa do evangelho.
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| Ana Paula Valadão: vítima constante de críticas maldosas de cristãos negativistas |
Críticas muitas vezes são projeções de nossos conteúdos, um mecanismo de defesa do ego, uma forma de realizar um desejo — que neste caso é o de ferir respaldado em uma pseudo obrigação que alguns acham que têm de defender a qualquer custo o evangelho, mesmo que seja ferindo seu irmão.
Como defesa, alguns criticam quando na verdade gostariam de estar fazendo exatamente o que a outra pessoa faz e ou ter a coragem e oportunidade de estar nesta situação onde o outro é destaque.
Críticas muitas vezes são conteúdos projetados no outro, por ciúmes, inveja sentimentos de frustração, medo, complexos e elas sempre vêm acompanhadas de uma explicação deturpada da realidade com pré-conceito e a prova dessa verdade é que muitas vezes são destrutivas. Quem critica, não se importa em como o outro se sentirá, achando que tem o direito de ferir o outro e, pior ainda, usando como respaldo os ensinamentos de Cristo.
Observei como psicóloga algumas críticas em nosso meio feita por nós mesmos e percebi que muitas são desonestas, falaciosas e apenas para polemizar. Algumas até tem boas intensões, mas se perdem no ideal e na forma.
Minha mente voltou ao primeiro século da era cristã, e por uns minutos fiquei imaginando o quanto Cristo deve ter mexido com o fanatismo religioso daquela época, com o senso critico. Por esse motivo, O crucificaram. Quem era Cristo para ousar ferir a tradição judaica e a religiosidade tão enraizada? Imagino hoje Jesus dizendo “Pai perdoe, eles não entenderam nada”.
Medo do novo
O sucesso do outro nos afronta, mas somente quando não estamos seguros do que nossa fé representa para o mundo e para nós mesmos. Se conhecêssemos a Cristo como falamos, não criticaríamos tanto nossos irmãos por diferenças de gosto, opiniões e ministérios.
O desejo de se importar com o que está acontecendo na vida do outro, de se meter na vida do outro, de maliciar, de interpretar de forma negativa tudo que o outro faz, ou pelo menos de quem está na mídia, já está se tornando um caso de saúde mental. Isso é muito preocupante.
Há coisas que até podemos discutir, como letra de música, estilo ministerial, mas nunca com crítica destrutiva e sempre a título de discussão de aprendizado e conhecimento, respeitando as opiniões e atitudes do outro. Até mesmo nós, que estamos levantando o fato, podemos diante das opiniões diversas, mudar nossa maneira de pensar .
Há coisas entre nós que é questão fechada como princípios de fé (Jesus Salvador, aceitar Jesus, santa ceia, mandamentos, trindade, Bíblia Sagrada, etc) e temos que lutar por eles, mas outras coisa têm relação com estilo, modo de ser, gosto pessoal e não necessariamente ferem esses princípios fundamentais do evangelho. Contudo, podem sim estar ferindo o seu orgulho, sua frustração, desencadeando em você sentimentos de inveja, raiva e com isso sim temos que ter auto critica, ou seja, sermos críticos e analisar com intuito de mudar nós mesmos.
Vou usar de exemplo Ana Paula Valadão.
Nas últimas semanas ví mais de 4 críticas publicadas em sites contra a Ana Paula Valadão que em minha opinião foram extremamente infantis. Devido às polêmicas, resolvi ver do que se trata e confesso, fiquei assustada com a maldade de alguns crentes, com o prazer e o ódio destilado em muitos comentários.
Minha pergunta enquanto psicóloga é :
* Como você se sente em criticar tudo que Ana Paula e/ou outra pessoa que está em evidência?
* Criticá-la vai tornar sua vida com Deus melhor?
* Você se sentirá mais feliz, vingada(o)?
* Acredita que o evangelho lucrará com suas críticas?
* As pessoas que viram suas criticas foram edificadas?
* Se a pessoa em questão ficar sabendo que você a criticou, vai se sentir feliz?
* O que mais afeta você neste caso: a defesa do evangelho ou o fato dessas pessoas estarem em evidência profissionalmente e ministerialmente?
* A vida, os exemplos dessa pessoa (vítima das criticas), sua história com Deus, suas lutas e vitórias, seus sacrífícios, fazem diferença na hora de postar sua crítica destrutiva?
* Quando faz suas críticas consegue avaliar que pode estar ofendendo e sendo injusto?
Essas perguntas podem nos levar à reflexão do real motivo de nossas críticas. Estes dias coloquei para discussão em meu Facebook, a letra de uma música e me assustei com os comentários maldosos destinados à cantora. Esse não era o foco, ou seja, quem critica não tem senso crítico. Isso é grave.
O nosso povo “pira” demais, fantasia, demoniza tudo e não se preocupa em ferir, como se a pessoa em questão não tivesse sentimentos. Eu mesma tenho sido muito criticada por líderes que se assustam com minha ousadia. Como vim do mundão mesmo e sou muito atacada pelo mundo, me fecho para não me ferir mais, porém confesso, por diversas vezes quis abandonar minha luta por comentários maldosos de alguns crentes e pela falta de sensibilidade quanto à luta que travamos.
Parece que para alguns, até o sofrimento de alguém quando fica em evidência, fere o ego.
Para encerrar, gostaria de dizer que pastor e pastora gordinhos deveriam sim fazer regime, pois sua vida é preciosa demais para o Reino e a gordura faz mal para saúde, causa infartos, diabete, inúmeras doenças cardiovasculares que podem levar a morte, é fato. Controlar o apetite, ter uma alimentação saudável e se exercitar é muito saudável para todos. Essa é e a verdade que deveria ser incentivada.
Importante: o gesto da família Valadão não é do demônio, nem dos Illuminati! Nem tudo é demônio, mas desrespeitar a família ou a unção das pessoas e ridicularizá-las por uma frase apenas é muita maldade e fanatismo religioso. Não condiz com um cristão e, pasmem, não é isso que vai levá-lo para o céu. Nada de farisaísmos.
Críticas destrutivas podem apenas ser projeções de nossos complexos de inferioridade ou inveja contida, desejo de estar no lugar do outro e/ou ter a coragem que ele(a) tem. Pode representar sua incapacidade de gerir sucesso alheio.
Temos que juntar nossas forças e energias para criticar as forças do mundo que tanto têm afrontado a família de Deus e não perdermos tempos em criticar a nós mesmos. Faça isso em silêncio ou pessoalmente, é mais honesto e digno. Aí sim é construtivo.
Somente o avanço da maldade humana é capaz de negligenciar toda uma vida reta com Deus, por causa de um gesto e ou de uma fala.
Fonte: GospelMais
Divulgação: www.juliosevero.com
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quarta-feira, fevereiro 13, 2013
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DESABAFO É O RALO POR ONDE SE ESCOAM AS LÁGRIMAS
Baruque era contemporâneo do profeta Jeremias. Era seu escriba, porta-voz e amigo. Foi ele quem escreveu a primeira e a segunda edição do livro que registra tudo o que Deus disse a Jeremias a respeito de Israel e de outras nações, na época anterior à destruição de Jerusalém pela Babilônia, nos anos 600 antes de Cristo. Jeremias ditava e Baruque escrevia. Foi também Baruque quem leu o livro em voz alta, duas vezes, primeiro para o povo reunido no templo e, depois, para um seleto grupo de líderes em lugar mais reservado. Depois da privilegiada oportunidade de escrever e tornar conhecido o conteúdo do livro, Baruque teve uma crise depressiva muito forte e desabafou: “Ai de mim! O Senhor acrescentou tristeza ao meu sofrimento. Estou exausto de tanto gemer, e não encontro descanso” (Jr 45.3).
Não é difícil entender o problema emocional de Baruque. Ele teve experiências muito chocantes em seu ministério ao lado de Jeremias. Ambos esperavam, como consequência da leitura do livro, que o rei e o povo se convertessem de sua má conduta e, então, recebessem o perdão do Senhor. Aconteceu o contrário: quando o livro era lido pela terceira vez, agora na presença do rei Jeoaquim, em seu palácio de inverno, “cada vez que Jeudi terminava a leitura de três ou quatro colunas, o rei cortava com uma faquinha aquele pedaço do rolo e jogava no fogo [...] até que o rolo inteirinho virou cinzas” (Jr 36.23-24, NTLH).
Além do mais, Baruque chorava porque corria risco de vida, porque estava por dentro das iniquidades praticadas pelo povo, porque tinha conhecimento do juízo de Deus prestes a se abater sobre o povo e porque ele próprio estava ao alcance das desgraças que se sucederiam, mesmo não participando da corrupção generalizada.
Baruque não era o único a se queixar de exaustão. Alguns de seus contemporâneos faziam o mesmo: “Estamos exaustos e não temos como descansar” (Lm 5.5). A exaustão emocional dói mais que a exaustão física, e a exaustão espiritual dói ainda mais. Baruque agiu como os outros agiram: derramou a sua alma perante o Senhor. O desabafo sincero é o ralo por onde se escoam as lágrimas.
O consolo de Deus é estranho, mas funciona. A cura que ele opera não é superficial. Deus não apenas oferece o lenço para o sofredor enxugar as lágrimas, como também ensina a pessoa a lidar com os problemas da vida. Baruque queria ser uma exceção. Como muitos crentes de hoje, sob a alegação de que são “filhos do Rei”, o escriba queria ir para uma sala VIP, queria uma espécie de salvo-conduto, esconder-se dentro de uma redoma onde pudesse se proteger da famosa tríade (guerra, fome e peste) que estava assolando a nação e encontrar água e comida à vontade e por muito tempo. Todavia, Deus lhe perguntou: “Será que você está querendo ser tratado de modo diferente?” (Jr 45.5, NTLH).
A mágica de Deus nem sempre é retirar o espinho na carne no momento em que nós o desejamos, mas tornar mais abundante e mais suficiente a sua graça (2 Co 12.7-10). Naquele momento histórico, era necessário “arrancar, despedaçar, arruinar e destruir” a nação pecadora (Jr 1.10). Posteriormente, porém, depois da humilhação e da quebra da cerviz dura, Deus estaria disposto a reverter o quadro, reedificar o que havia derrubado e replantar o que havia sido arrancado (Jr 31.4, 28, 40). Baruque não teria uma redoma para se proteger, mas Deus o deixaria escapar com vida onde quer que ele fosse, em meio às ameaças e às desgraças da guerra, da fome e da peste (Jr 45.5).
Artigo publicado originalmente na seção “Pastorais” da revista Ultimato 315, de novembro de 2008.
A TELEVISÃO....
Em meus primeiros dias como assistente de edição nos programas em que trabalhei para o canal de tv a cabo Sportv, o Diretor vendo minha inocência e virgindade com a realidade de uma ilha de edição e o quanto trabalho teria a me ensinar, me disse:
"Aprende uma Coisa! Televisão é a Arte de Enganar as Pessoas!"
Levaria alguns anos para que eu compreendesse o que ele queria dizer e constatar o quanto ele tinha razão.
A televisão, apesar de parecer um eletrodoméstico, tem uma função em nossas vidas que foge ao nosso controle. Ela tem a capacidade de influenciar áreas de nosso cérebro que não fazem parte dos domínios de nossa consciência.
As Imagens e sons da TV tem o poder de plantar sementes de desejos e idéias em nossos campos psíquicos, que influenciam nossa consciência, sonhos e capacidade de projeção astral. Germinam em nossas emoções e desenham o molde que se materializa no comportamento, gostos, vícios, tendências e formas de existências das futuras próximas gerações.
Apesar de nos convencerem que a televisão é uma "forma interessante de entretenimento", ela é muito mais que isso. Ela é o aparelho ideal para modelar o pensamento, a vontade e o comportamento de todos, limitando o conhecimento e o acesso sobre a Verdade integral das "Notícias".
No Ocultismo e "Magia" ela é o espelho negro onde os espíritos do infra-mundo são invocados por seus "maestros-escravos". A televisão é um instrumento massivo de hipnose, que pode perfeitamente ser usado como uma arma de destruição em massa, que da mesma maneira que as religiões faziam através da "crença" e do "culto", faz hoje através de imagens e sons.
A posição na qual se sentam os periodistas e apresentadores dos tele-diários para VERBALIZAR a repetição dos mesmos tipos de (mantras) notícias, que são recebidas por nossos campos energéticos, áuricos, chacras e finalmente o cérebro, tem o poder de influenciar diretamente o nossos sistema endócrino e de chacras e assim nos manipular através deles.
Assim como o cinema foi amplamente usado pelos senhores que planificaram a primeira e segunda guerra mundial para convencer os jovens a se tornarem soldados, a televisão é usada hoje para manter as pessoas baixo controle mental através do desejo de serem "Ídolos". A TV é usada para a realização de hipnose massiva, baseada em energias de Medo (notícias sobre violência dos jornais) Competição (tele diários esportivos) Inveja e Futilidade (telenovelas e seriados). Para que aceitem o Sistema como é, administrado por quem SECRETAMENTE sempre o administra e jamais percebam a VERDADE.
Fonte: http://jesusofinaldetudo.wordpress.com
terça-feira, fevereiro 12, 2013
RAIO SOBRE VATICANO: SINAL DO QUE ESTÁ PARA VIR?
12 de fevereiro de 2013
Raio sobre Vaticano: sinal do que está para vir?
Julio Severo
Horas depois que o Papa Bento 16 anunciou sua renúncia ontem, um raio atingiu a cúpula da Basílica de São Pedro em Roma.
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| Raio sobre a Basília de São Pedro, horas depois da renúncia do papa |
Por que o raio foi cair em cima da principal basílica do Vaticano após a renúncia? Será coincidência? Ou será algum sinal espiritual?
Esse acontecimento, que foi noticiado pelo Daily Mail da Inglaterra, é estranho, especialmente porque o mundo católico está chocado com a inesperada notícia da renúncia do papa.
O fato é que a saída do Papa Bento 16 é preocupante, pois abre a possibilidade de um sucessor progressista.
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| Diferente da CNBB, Papa Bento 16 foi firme e claro sobre aborto e “casamento” gay |
Bento 16 ficou conhecido por suas posturas conservadoras contra o aborto e contra o “casamento” gay. Mas as posturas dele não refletem o comportamento de muitos bispos progressistas pelo mundo, inclusive no Brasil, onde a CNBB, que tem ousadia para abraçar e confessar causas esquerdistas, geralmente fica em cima do mundo na condenação explícita ao aborto e ao “casamento” gay.
Se o raio é sinal de que um progressista do Brasil ou de outro país pode ser escolhido para suceder Bento 16, é um péssimo presságio, principalmente porque outras igrejas da Cristandade — as Igrejas Protestantes da Europa e EUA — já estão em grande parte sucumbindo à agenda do sexo fecal.
Fonte: www.juliosevero.com
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