quarta-feira, junho 11, 2014

UMA AMÉRICA MAIS ISLÃMICA, BUDISTA, HINDU E MENOS CRISTÃ

 

 EM FUTURO PRÓXIMO? UMA AMÉRICA MAIS ISLÂMICA, BUDISTA, HINDU E MENOS CRISTÃ


Julio Severo
Não há dúvida de que os Estados Unidos tiveram um começo cristão, primeiro com os Peregrinos. Mais tarde, desde a independência em diante, os EUA eram uma nação protestante com minorias católicas e judaicas. Os EUA conseguiram de forma consistente manter esse perfil religioso até meados do século XX.
Os EUA eram vistos como a nação mais protestante do mundo, e os missionários americanos muitas vezes ensinavam sobre as bênçãos divinas que estavam sobre uma nação predominantemente protestante. Os EUA eram estimados por nós, pelo exemplo e pregações dos missionários, como uma nação que havia se tornado forte porque abraçara o Evangelho.
Falo como brasileiro que foi muito beneficiado pelo maravilhoso trabalho missionário dos EUA.
Mas qual é o perfil religioso dos EUA hoje? Os EUA ainda são a nação mais protestante do mundo, mas sua posição será ultrapassada pela China em 10 anos. Os Estados Unidos tinham 159 milhões de protestantes em 2010 e as previsões são que a China terá 160 milhões de protestantes em 2025. Contudo, embora os cristãos protestantes estejam aumentando na China, seus números estão declinando nos EUA.
A Associação de Estatísticas de Órgãos Religiosos Americanos, uma organização que ajuda a agência federal americana de recenseamento, recentemente divulgou um mapa interessante que mostra quais religiões agora ocupam o segundo lugar de importância em todo o território dos EUA. Em algum ponto no futuro próximo, essas religiões poderão ultrapassar as maiorias cristãs, quer protestantes ou católicas, deixando os EUA com um perfil religioso vastamente diferente de seu começo.
Laranja: budismo
Verde: islamismo
Vinho: Hinduismo
Roxo: judaísmo
Vede claro: bahaísmo
O islamismo agora ocupa o segundo lugar da religião mais predominante em 20 estados dos EUA, muitos dos quais estão no Cinturão Bíblico, que tem sido a região em que os protestantes conservadores têm tradicionalmente um controle enorme. O crescimento islâmico certamente desafiará esse controle. O judaísmo é a segunda religião mais comum na maior parte do nordeste dos EUA, enquanto no Oeste, o budismo é a segunda religião mais comum em 13 estados. O hinduísmo é a segunda religião maior em dois estados, Arizona e Delaware.
O que é de notar é que a pesquisa considera o mormonismo, as testemunhas-de-jeová e outras seitas heréticas como parte do Cristianismo.
É claro que as maiorias cristãs nos EUA são dominadas por cristãos nominais, sem mencionar cristãos esquerdistas, e os efeitos têm sido sentidos no campo missionário. No Brasil, Brian McLaren e outros líderes protestantes americanos esquerdistas, conhecidos por suas simpatias por pontos principais da agenda gay, têm livros bestsellers na Igreja Brasileira.
À medida que os EUA caminham para serem ultrapassados pela China como a nação mais protestante do mundo, seu Cristianismo interno e muitas vezes nominal está caminhando para ser ultrapassado pelo islamismo, budismo e outras religiões? O tempo dirá.
Está chegando a hora da Igreja Internacional enviar missionários aos EUA?
Com informações da revista Charisma.
Leitura recomendada:

domingo, junho 08, 2014

“O MINISTÉRIO DE MESTRE OU DOUTOR”





ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS – MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

 E.B.D. - Escola Bíblica Dominical
Departamento de Educação Cristã


Tema

   “O MINISTÉRIO DE MESTRE OU DOUTOR”

08 de Junho de 2014


TEXTO ÁUREO

“De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: [...] se é ensinar, haja dedicação ao ensino”.

(Rm 12. 6, 7)


VERDADE PRÁTICA

Os vocacionados por Deus para o ministério do ensino são por Ele chamados para edificar a Igreja de Cristo.



LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:

Romanos 7, 28, 29; Atos 13. 1; Romanos 12. 6, 7; Tiago 3.1

Objetivos

§  Aprender – que Jesus, o mestre da Galileia, é Mestre por Excelência.
§  Identificar a ordem de Jesus aos seus discípulos para ensinar a igreja do primeiro século.
§  Saber da importância do dom ministerial de ensinador na igreja local.


Introdução: -  Nunca foi tão necessário, como hoje, a Igreja investir na figura do Mestre Cristão. Quando o crente é ensinado a estudar a Bíblia para compreender o mundo e a cultura bíblica, relacioná-la com o mundo do século XXI e aplicá-la à vida das pessoas de maneira competente, o risco de sofrermos o engano é amenizado. Para quem pensa ser prejudicial à vida espiritual estudar a Bíblia com seriedade, deveria pensar na elaboração das traduções bíblicas, por exemplo, disponíveis no Brasil. Se não houvesse homens e mulheres levantados por Deus e versados na erudição (línguas hebraica, grega, aramaica, egípcia e outras; a cultura oriental; a arqueologia para se achar manuscritos dos mais antigos possíveis), por certo, não teríamos a bíblia traduzida em nosso idioma. Por isso, valorize quem se esmera por conhecer mais as Escrituras.         [Interação-Lição].


*  O Ministério do Ensino da Palavra é primordial para a igreja exercer o discernimento no que tange ao tempo em que vive [culturas. Teologia, filosofias etc.]. Tão importante é a função do mestre na igreja que as Escrituras declaram o quanto ele deve esforçar-se intelectualmente para exercer tão nobre tarefa [Rm 12. 7; I Tm 4. 13]. É uma tarefa importante e indispensável que exige muito de quem desempenha.     [Lição]


Definição: - Os Mestres ou Doutores são aqueles que têm de Deus um dom especial para esclarecer, expor e proclamar a Palavra de Deus, a fim de edificar o corpo de Cristo [Ef 4. 12].


I.          JESUS, O MESTRE POR EXCELÊNCIA

1) O Mestre da Galileia. - Jesus levou 70% do seu ministério ensinando. “Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas suas sinagogas, e pregando o Evangelho do Reino [...] (Mt 4. 23). Ensinava com autoridade [Mt 7.28,29]. Era impossível ouvi-lo e ficar indiferente.

2)   Jesus, o Mestre dos Mestres. – Uma das maiores declarações acerca de Cristo foi feita por Nicodemos. Ele disse a Jesus: “Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele” (Jo 3.2). Das 90 vezes que alguém se dirigiu à Cristo nos Evangelhos, 60 vezes Ele é chamado de Mestre. Grande parte do ministério de nosso Senhor Jesus foi ocupado com o ensino (Mt 4.23; 9.35; Lc 20.1).

O Mestre dos Mestres deixou-nos grandes exemplos de sua pedagogia.

1.1. Conhecia a matéria que ensinava [Lc 24. 27];

1.2. Conhecia seus alunos [Mt 13; Lc 15. 8 – 10; Jo 21];

1.3. Reconhecia o que havia de bom em seus alunos [Jo 1. 47];

1.4. Ensinava as verdades bíblicas de modo simples e claro [Lc 5. 17 – 26; Jo 14. 6];

1.5. Variava o método de ensino conforme a ocasião e o tipo de ouvintes [Parábolas, perguntas, discursos, preleção, leitura, demonstração, etc.] (GILBERTO, Antônio. Manual da Escola Bíblica Dominical, p. 165, 166).


3)     O Mestre da humildade. -  A fim de ensinar os discípulos acerca da humildade, Jesus lavou os pés dos discípulos (Jo 13. 4,5, 13 – 15). Era inimaginável um mestre encurvar-se para lavar os pés de pessoas leigas. Jesus era um mestre e deu o exemplo aos discípulos. E nos convida a fazer o mesmo.

SINOPSE DO TÓPICO (1)


Jesus, o mestre da Galileia, é reconhecido em o Novo Testamento tanto como o Mestre Divino quanto o Mestre da humildade.


II.         A IMPORTÂNCIA DO DOM MINISTERIAL DE MESTRE


1)    Uma necessidade urgente da igreja. - Para o ministério de ensino ser eficaz na igreja local é preciso haver pessoas vocacionadas. Não são todas que reúnem informações exegéticas, históricas e literárias da Bíblia, aplicando-as como é necessário. Deus concedeu à sua igreja mestres, e é preciso que ela invista neles também. Muitas vezes, por absoluta falta de preparo dos obreiros, predomina a superficialidade bíblica, a infantilidade “espiritual” e o aumento do engano promovido pelas astúcias dos falsos mestres (2 Pe 2.1). Esse dom do Senhor é para a igreja amadurecer em todas as dimensões da vida cristã, ao mesmo tempo em que desmascara os falsos ensinos (Ef 4.14; Os 4.6).

2) A responsabilidade de um discipulado contínuo. - Estamos acostumados a pensar que o discipulado termina quando o novo convertido é batizado. Não há nada mais equivocado! O Senhor Jesus chamou-nos para ser os seus discípulos por toda a vida. Por isso, quem ensina instrui os crentes para a maturidade da fé. É um aprendizado diário, permanente e contínuo, tanto para quem é discipulado quanto para quem está discipulando!

3) Requisitos necessários ao mestre. - Apresentaremos alguns requisitos importantes para a igreja reconhecer pessoas com o dom ministerial de mestre em nossa época:

a)   Um salvo em Cristo. Não pode haver dúvidas quanto à própria experiência salvífica por parte do vocacionado para o ministério do ensino (2 Tm 2.10-13). Infelizmente há pessoas que não creem naquilo que ensinam. Assim, não há verdade nem firmeza nelas.

b)     O hábito de ler. Em nosso país, a leitura é um problema cultural. Se as pessoas leem pouco, a igreja pouco lerá. Entretanto, como ensinaremos se não lermos? O hábito da leitura era levado a sério no ministério do apóstolo Paulo (1 Tm 4.13; 2 Tm 4.13).


c)   Preparo intelectual.  A Bíblia é o instrumento de trabalho do ensinador cristão. Considerando este livro milenar, veremos que a cultura e o mundo da Bíblia são diferentes do nosso. Por isso, o mestre deve compreender o mundo da Bíblia (suas questões culturais, linguísticas, exegéticas etc.) para não fazer apelações fantasiosas, apresentando-as como exposição da Palavra de Deus.

d)  Um coração em chamas.  Precisamos alcançar as mentes e os corações dos nossos dias, e isto apenas será possível quando tivermos obreiros com uma mente bem preparada e conectada a um “coração em chamas” e apaixonado por Jesus (At 3.12-26).


SINOPSE DO TÓPICO (3) – O dom ministerial de mestre é uma necessidade para a igreja local e uma responsabilidade para um discipulado permanente.



III.      O ENSINO DAS ESCRITURAS NA IGREJA DO PRIMEIRO SÉCULO

1)   Uma ordem de Jesus. - Antes de ascender aos céus, de modo solene Jesus determinou aos seus discípulos que ensinassem “todas as nações [...] a guardar todas as coisas” que Ele tinha ordenado (cf. Mt 28.19,20).

2)       A doutrina dos apóstolos. - O texto de Atos 2.42 informa-nos que os primeiros convertidos “perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações”. A “doutrina dos apóstolos” aqui referida trata-se do conjunto de ensinos de Cristo ministrados por eles de forma constante e eficaz para o crescimento integral dos novos crentes.

3)  Ensinamento persistente. - Os primeiros mestres das Escrituras foram os integrantes do Colégio Apostólico (At 5.42, cf. vv. 40, 41). A Igreja começou nas casas, onde o ensino era ministrado a pequenos grupos nos lares. Deus havia preparado homens para ensinar e levantado “doutores” na igreja em Antioquia (At 13).


CONCLUSÃO: - É preciso desfazer a ideia propagada ao longo de décadas acerca do preparo intelectual do crente. Não é verdade que necessariamente ele esfriará na fé se estudar. Se fosse assim Paulo seria o mais frio dos apóstolos do Novo Testamento, pois não havia obreiro mais bem preparado que ele [At 17. 15 – 34; Tt 1. 12].






Lição Elaborada pela Professora,
    Pra. Maria Valda

                      E-mail:  pastora.mariavaldap@mail.com                        



quinta-feira, junho 05, 2014

PÓS-MODERNIDADE: VIVA MELHOR POIS DEUS NÃO EXISTE E A BÍBLIA É UMA GRANDE MENTIRA!



Pós-modernidade: Viva melhor pois Deus não existe e a Bíblia é uma grande mentira!


Trocaram a verdade de Deus pela mentira… (Rm 1:25).


Afinal não é isso e muito mais que ouvimos todos os dias na sociedade que vivemos, não são esses os sussurros das mídias de entretenimento como novelas, filmes, seriados e reality shows? Na esfera política elaboram leis libertinas figurando uma sociedade lasciva, irreverente e cada dia mais distante de Deus. Não é esse o estilo de vida que a brilhante mente humana, evoluída e esclarecida alardeia em todos os segmentos do mundo em que habitamos? É a pós-modernidade que nos diz por todas as formas de comunicação em alto e bom som as seguintes premissas:
Invalide em você o cristianismo e sua mensagem, afinal você é inteligente demais para acreditar nessas “baboseiras milenares”.

Não frequente uma igreja, fique em casa, abandone a bíblia e torne-se ateu.

Se insistir em ser um cristão, que seja educado e nunca pregue esse Evangelho que confronte o que os fundamentalistas chamavam de pecado, fale só de amor e compreensão para qualquer vício ou prática.

Não se iluda com casamento, pois não existe mais; agora são parceiros e parceiras que necessariamente não precisam mais constituir uma família, agora o antigo padrão é substituído pela nova visão social.

Rompa os padrões do século XX e varie sexualmente com outro parceiro do mesmo gênero para se relacionar.

Torne-se alcoólatra, chegue a dependente químico e para isso comece inalando maconha e aspirando fumaça de baseados que lhe farão sentir-se bem.

Seja uma ativista de minorias, faça protestos no congresso nacional, invada cultos para garantir seus direitos sexuais, fique nu em grandes eventos religiosos, discrimine os cristãos, chame-os de homofóbicos – e importante – faça-se de vítima que merece respeito e total aceitação por agir assim.

Priorize estudos, trabalho, pense só em você, ganhe muito dinheiro, faça fortuna e fique rico.

Seja superior, humilhe os outros, não leve desaforo pra casa, seja altivo e senhor de si mesmo.

Conte mentiras, engane, se envolva em trapaças e fraudes, aproveite-se do próximo.

Seja astuto, hipócrita, avarento, seja indecente e faça tudo para conseguir o que quer.

Venda a alma se acreditar que tem uma e como recurso final obtenha o aclamado sucesso.

Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam (Rm 1:32).

Se você tem mais de 35 anos e é observador do mundo (tempo) em que vive, algumas coisas no campo comportamental e dos valores sociais devem inquietá-lo pela transformação e modificações radicais que ambos sofreram acentuadamente nos últimos 25 anos. Todo o grande conjunto de novidades trazido pela multiplicação da ciência, avanços tecnológicos, descobertas biomédicas, exploração espacial, globalização, economia de blocos e, sobretudo a manifestação da nova consciência da pós-modernidade (eu sugiro que você estude sobre esse termo “pós-modernidade” e seus fatores e conceitos históricos, filosóficos e sociológicos) fazem-nos ficar perplexos diante do que estão construindo para o futuro. Parece que inverteram tudo, é como se tudo agora fosse ao contrário de forma que o errado é certo e correto tornou-se incorreto.

O pós-modernismo se preocupa muito com o presente, onde muitas vezes ocorrem problemas porque, como ele seduz a massa, o indivíduo é “obrigado” a consumir, movido pelo domínio da sedução que o envolve. São grandes as quantidades de informações que o pós-modernismo traz, sendo que na maioria das vezes inúteis, pois os indivíduos tornaram-se passivos, dependentes da tecnologia e da mídia, inseguros e limitados em seus desejos, porque a mídia, a propaganda, a moda determina seus limites. Os “valores” são muitos, as variedades são diversas, para todos os gostos e vontades, e a ideia é realmente criar um mundo sem limites, e voltado para o prazer do consumo. Deste modo só o presente é importante, pois os valores são o que está acontecendo e não o que foi, ou melhor, o que já se passou. Não há diferenciação entre religião, política, ideologias, família, etc., o pós-modernista crê na realização pessoal, o neo-individualismo. O indivíduo se torna narcisista e é atingido pela dessusbstancialização, falta de identidade, onde tudo é descartado, o que prevalece é o modismo e as vontades de cada um.

Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos (Rm 1:22).

Não eduque mais seus filhos dando-lhes palmadas como reprimenda e menos ainda deferindo-lhe com amor algumas varadas como instrução conforme orientou o sábio. Descarte falar com eles sobre os ensinos claros das Escrituras sobre pureza sexual, a vileza da fornicação, a perdição dos vícios alcoólicos e dos entorpecentes, pois se assim proceder você será mais um “ultrapassado” que por certo será duramente criticado por alguns políticos, educadores, psicólogos e sociólogos de “mente aberta” e que sabem o que é melhor para a sua família e descendência. Na verdade família também carece ser redefinida nos “tempos áureos” que vivemos, pois os papéis biológicos e de composição da estrutura familiar constituída outrora por pai, mãe e filhos já não vale mais.
Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam (Rm 1:28).

 Fonte:  http://colunas.gospelmais.com.br/deus-nao-existe-biblia-e-uma-mentira-e-voce-precisa-ser-feliz_9545.html