quinta-feira, setembro 03, 2015
TRIPÉ DA LIDERANÇA SAUDÁVEL

Enoque Caló
"Dá ordens a Josué, e anima-o, e fortalece-o; porque ele passará adiante deste povo e o fará possuir a terra que tu apenas verás".
Deuteronômio 3.28
Esta foi a recomendação dada à Moisés no
momento final de Sua Missão.
Fico admirado com este caso pois Moisés havia
assumido um compromisso, mesmo que a priori tenha pedido para que a missão
fosse dada à outro, Deus o fez perceber que o Ministério limitado dado à
Ele foi de propósito, talvez para o manter humilde. Arão, seu irmão, com
habilidade na retórica, foi preparado para lhe completar na Missão.
Agora no fim da sua missão ele recebe
instruções que deveria passar ao seu sucessor.
Esta talvez é uma das fases mais difícil numa
transição de Liderança, como passar o bastão e não deixar escapar as
instruções e nem tão pouco se sentir triste por ter chegado ao fim ou
sentir um orgulho a ponto de dizer: Você que está assumindo que se vira nos
trinta, quero ver se você sabe o suficiente como eu para segurar este projeto.
Quero ressaltar as recomendações e
chamo-as do "Tripé da Liderança Saudável".
Primeiro: DAR ORDEM
Passe as instruções; oriente; detalhe a missão;
cada etapa; cada situação importante para que o sucessor
possa ter o máximo de informação possível para dar continuidade ao
projeto.
Se consideramos a palavra ordem, poderemos nos
prender aquela velha frase onde muitos dizem: "Manda quem pode e obedece
quem tem juízo" quando na verdade não consigo vincular esta frase com
qualquer proposta bíblica.
Ficar no campo da ordem é confortável para muitos
líderes e alguns amarram sua performance de liderança nesta primeira instrução
e tem dificuldade em prosseguir para as demais.
Só dar ordem é muito fácil e ainda cobraremos dos
liderados a execução. Se usarmos somente esta ferramenta teremos uma
série de dificuldades na gestão da Missão que foi colocada sobre
nossas mãos.
Segundo: ENCORAJE - O
Perceba que a liderança completa também usa deste
expediente para poder ter um bom resultado. No
encorajar podemos atribuir as ferramentas, os instrumentos que serão
necessários para levar adiante o Projeto.
Perceba que a falta de recursos pode ser um
indicador de desencorajamento, desestímulo para continuar avançando.
Treine, prepare, invista recursos para que seus
liderados ou sucessor possa se sentir encorajado para continuar na gestão do
Projeto.
Terceiro: ANIME - O
Como somos seres motivacionais precisamos ativar
nosso ânimo, o próprio Cristo em diversas instruções nos
alerta: "Anima- te, tem bom ânimo!"
Você já tentou trabalhar desanimado ou com alguém
neste estado?
No papel da Liderança saudável é necessário que
estes três verbos estejam em sintonia para um resultado satisfatório.
Portanto, Líder e Gestor precisamos
refletir como e, se estamos, usando o tripé da liderança saudável em
nossos ministérios.
Aprenda com Moisés que mesmo sabendo que não
completaria a missão em sua totalidade foi humilde o suficiente para preparar
seu sucessor para dar continuidade ao Projeto através de ações inerentes à
uma liderança saudável.
Reprodução Autorizada desde que
mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/
Fonte: http://eticaeliderancacrista.blogspot.com.br/2012/02/tripe-da-lideranca-saudavel.html#.Vee4FflViko
segunda-feira, agosto 31, 2015
“O LÍDER DIANTE DA CHEGADA DA MORTE”
ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA
Departamento
de Educação Cristã
Escola
Bíblica Dominical
“O LÍDER DIANTE DA CHEGADA DA MORTE”
Texto
Áureo:
“Combati
o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”.
(2 Timóteo 4. 7)
Verdade
Prática:
A morte do crente não é o fim, mas a passagem para a glória eterna, na
presença de Deus.
Leitura
Bíblica em Classe
2 Timóteo 4. 6 – 17
Objetivo Geral: - Desenvolver
uma consciência bíblica a respeito da chegada da morte.
Objetivos Específicos: -
1. Mostrar que, para o crente, a chegada da morte não traz desespero.
2. Explicar o
sentimento de abandono do apóstolo Paulo.
3. Conscientizar o aluno da certeza da presença de
Cristo nas aflições.
Introdução: - Numa sociedade materialista, evita-se falar sobre
assuntos negativos. No entanto, a morte é um fenômeno real que se abate sobre
os seres humanos de todas as idades, classes sociais e religiões. Afinal de
contas, quem pensa em morrer? Há alguma virtude na morte? Nos dias atuais, o
desespero vem tomando conta das pessoas, até mesmo das que professam a fé
cristã. É uma pena que alguns púlpitos não estejam preocupados em preparar as
suas ovelhas, através das Sagradas Escrituras, para enfrentar essa realidade que
pode chegar a qualquer família, sem avisá-la ou pedir-lhe licença.
Por isso, nessa lição, demonstraremos que Deus se
preocupa com a fragilidade e vicissitude humanas, principalmente quando se
trata de um tema tão laborioso e delicado.
CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
¨ O QUE É A MORTE
1) Conceito. - Não é tarefa fácil definir a morte. Como
fenômeno natural, ela é discutida na ciência, na religião e faz parte de
debates cotidianos, pois atinge a todos (Sl 89.48; Ec 8.8). Anteriormente
definida como parada cardíaca e respiratória, o consenso médico atual a define
como cessamento clínico, cerebral ou cardíaco irreversível do corpo humano. No
entanto, a definição mais popular do fenômeno é a “interrupção da atividade elétrica
no cérebro como um todo”. A constatação de que a pessoa entrou em óbito
é o ponto de partida para a permissão, ou não, pela família, de doar órgãos.
2) O que as Escrituras
dizem? - “O salário do pecado é a morte” (Rm
6.23). Deus não criou o homem e a mulher para morrer. O Senhor não planejou tal
realidade para o ser humano. Mas, conforme descrito em Romanos 6.23, a morte é
consequência da queda (Gn 3.1-24). O pecado roubou, em parte, a vida eterna da
humanidade. Assim, a Bíblia demonstra que a morte é a consequência inevitável
do pecado, e realça esse fato como a separação entre “alma” e “corpo”
(Gn 35.18).
3) É a separação da alma
do corpo. - A base
bíblica para esse entendimento está em Gênesis 35.18, quando da morte de
Raquel: “E aconteceu que, saindo-se lhe a
alma (porque morreu)”. Tiago, o irmão do Senhor, corrobora esse pensamento
quando ensina: “Porque, assim como o
corpo sem o espírito [alma] está morto, assim também a fé sem obras é morta”
(2.26). Teologicamente e, segundo as Escrituras, podemos afirmar que a
separação da “alma” do “corpo” estabelece o fenômeno natural e
também espiritual que denominamos morte. Mas, o que acontece com a alma após a
separação do corpo? Há vida após a morte? São indagações que podemos fazer.
¨ A VIDA APÓS A MORTE
1) O que diz o Antigo
Testamento. - “Morrendo
o homem, porventura, tornará a viver?” (Jó 14. 14a). Essa é uma pergunta de
interesse perene para todos os seres humanos. Indagações como: “Há vida após a morte?”, “Existe consciência noutra vida?” são
questões existenciais não muito resolvidas até mesmo para alguns teólogos.
Entretanto, as Escrituras têm as respostas a essas perguntas.
a)
Sheol. - Em Salmos 16.10 e 49.14,15, o termo hebraico é
“sheol”. Essa palavra aparece ao longo de todo o Antigo Testamento. É traduzido
por “inferno”
e “sepultura”.
Tais expressões denotam a ideia de imortalidade da alma e a esperança de se
estar diante de Deus após a experiência da morte. Tal expectativa
representa o âmago das expressões do salmista.
b) A esperança da
ressurreição. - O patriarca Jó, após muito padecer,
expressou-se confiantemente: “E depois
que o meu corpo estiver destruído e sem carne, verei a Deus” (19.26 cf.
vv.23-25,27).
O salmista
expressou-se a esse respeito da seguinte forma: “Quanto a mim, feita a justiça, verei a tua face; quando despertar,
ficarei satisfeito ao ver a tua semelhança” (17.15 cf. 16.9-11).
Os profetas Isaías e
Daniel expõem a esperança da ressurreição como um encontro irreversível com
Deus (Is 26.19; Dn 12.2). Esses textos realçam a doutrina da esperança na
ressurreição do corpo em glória e denotam, inclusive, a alegria do crente em se
encontrar com o seu Deus após a morte.
Logo, podemos afirmar
categoricamente que o Antigo Testamento, respalda, inclusive com riqueza de
detalhes, que há vida e consciência após a morte.
2) O que diz o Novo
Testamento. - A base bíblica
neotestamentária da existência de vida consciente após a morte e a imortalidade
da alma está fundamentada exatamente na pessoa de Jesus de Nazaré. Ele foi quem
trouxe luz, vida e imortalidade ao homem que crê. As evidências são abundantes
(Mt 10.28, Lc 23.43, Jo 11.25, 26; 14. 3; 2 Co 5.1). Essas porções bíblicas
ensinam claramente a sobrevivência da alma humana fora do corpo, seja a do
crente ou a do não crente, após a morte. Não obstante, a redenção do corpo e a
alegre comunhão eterna com Deus são resultados da plena e bem-aventurada
ressurreição e transformação do corpo corruptível em incorruptível (1 Co 15. 1-58;
1 Ts 4.16; Fp 3.21).
Definitivamente, e segundo as Escrituras, o dom da vida para os cristãos não é uma existência finita, mas uma linda história de comunhão com o Deus eterno. Foi Ele quem implantou em nós, através de Cristo Jesus, nosso Senhor, a sua graça salvadora enquanto estivermos em nossa peregrinação terrena.
¨ MORTE, O INÍCIO DA
VIDA ETERNA
1) Esperança, apesar do
luto. - É natural que a
experiência da separação de um ente querido traga dor, angústia, tristeza e
saudade. O luto chega de forma inesperada na vida de qualquer pessoa. Mas a promessa
do Mestre de Nazaré ainda sobrepõe-se a qualquer vicissitude existencial:
“[...] quem crê em mim, ainda que esteja
morto, viverá” (Jo 11.25).
2) A morte de Cristo e a
certeza da vida eterna. - O Pai entregou seu Filho em favor da humanidade,
e assim o fez simplesmente por amor (Jo 3.16). Esse ato amoroso proporcionou a
possibilidade de escaparmos do juízo divino pelo sangue precioso derramado por
Cristo Jesus. Isso leva-nos a refletir que sem a morte de Jesus não haveria
ressurreição. Logo, não haveria pregação do Evangelho nem salvação. O apóstolo
Paulo tinha a convicção de que a Cruz de Cristo é o âmago do Evangelho (1 Co
1.17), do novo nascimento e da vida eterna. Hoje só amamos o Senhor porque Ele
nos amou primeiro (1 Jo 4.19). Por isso, pela sua morte, e morte de cruz temos,
nEle, a vida eterna.
3) A morte: - O desfrutar da vida eterna. O fenômeno da morte
é para o crente a prova da fé vigorosa revelada em sua vida terrena. Essa fé
manifesta-se numa consciência de vitória apesar de a morte mostrar-se como uma
aparente derrota. O apóstolo Pedro lembra dessa fé quando exorta-nos: “[...] alegrai-vos no fato de serdes participantes
das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos
regozijeis e alegreis” (1 Pe 4.13).
Para o crente a morte não é o fim, mas o início de uma extraordinária e plena vida com Cristo. É a certeza de que o seu “aguilhão” foi retirado de uma vez por todas, selando o passaporte oficial para a vida eterna em Jesus (1 Co 15. 55; Os 13.14). Um dia nosso corpo será plenamente arrebatado do poder da morte (Rm 8.11; 1 Ts 4.16,17).
SINOPSE DO TÓPICO (I)
Tecnicamente a morte é
o cessamento clínico, cerebral e cardíaco irreversível do organismo.
Biblicamente, porém, é a separação entre o corpo e a alma.
I. A CONSCIÊNCIA DA MORTE NÃO TRAZ
DESESPERO AO CRENTE FIEL.
1) Seriedade diante da morte. - Não se pode
negar que a morte é um duro golpe quando ocorre por medidas violentas e isso
era comum nos tempos apostólicos como nos dias de hoje.
Claro que há
uma diferença enorme, morrer por confessar a Cristo e morrer vítima da
violência urbana.
De qualquer
maneira, todos nós temos consciência que um dia iremos e o mais importante é
ter a certeza que tivemos uma vida honrada. A ninguém causamos qualquer dano.
Lendo todas
as declarações do apóstolo, sabemos o quanto esse momento representava para
ele, pelo que declarou: “O viver é Cristo
e o morrer é ganho”, (Fl. 1:21) - Sejamos fieis!
2) A certeza da missão cumprida. - “Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei
a fé”. (2 Tm 4. 7).
Que missão
cumprimos hoje? Somos mais inteligentes que eles, que padeceram pela causa do
Mestre?
Vivemos na
era do “refri” e da pizza, comemos, nos empanturramos e adoramos ir ao culto de
domingo para pregar para crentes, ouvir o coro da igreja ou dele participar.
Morremos por obesidade e suas consequências.
Particularmente,
há muitos nobres, que dedicam suas vidas a construir outras, evangelizar,
ganhar vidas para o reino de Deus, mas, não
é a regra geral.
Se quisermos
de fato combater o bom combate não poderá ser de tristeza por que o time da
nossa preferência foi rebaixado.
Cada uma
deve saber que combate quer ter sabendo que Deus dará o galardão aos que forem
fieis.
II.
O SENTIMENTO DE ABANDONO
1) O clamor de Paulo na solidão. - A solidão é
um sentimento que apavora. Não sei como se pode viver sem amigos e não sei por
que muitos não conseguem fazer amigos.
Os escritos
de Paulo mostravam o quando ele valorizava uma amizade sincera vista em
Timóteo, Filemom e outros.
Filemom – “Escrevi-te confiado na tua obediência...”,
“prepara-me também pousada”.
Timóteo – “Desejando muito ver-te lembrando-me das tuas
lágrimas para me encher de gozo”. (2 Tm 1. 4). Na velhice somos ainda mais carentes de ter
bons amigos. Que o Senhor nos dê muitos amigos.
2) A serenidade dos últimos dias.
- Os momentos finais da vida de Paulo, trouxe para nós o conhecimento da sua
inquietação e das necessidades comuns a todo ser.
Traz a minha
televisão, o meu notebook... O meu Celular. Os elementos de convivência eram
outros e Paulo queria duas coisas:
§
A capa para encarar o inverno;
§
Os livros para ter a sua mente ocupada na prisão. (v.
13).
Paulo nunca
escondeu as suas limitações como homem. “Miserável
homem que sou...” Rm 7:24.
A minha
pergunta é; com tantas evidências de que o Evangelho não faz de nós um super
homem, qual é o motivo de muitos se colocarem diante do povo de Deus como
perfeitos, duros, capazes e acima de todas as fraquezas?
Reconhecer
fraquezas e limitações diante do povo mostra-lhes como somos iguais na área da
vida e isto dá mais credibilidade aos ouvintes.
3) Preocupações finais com o discípulo. - Se
eu tivesse tido um Alexandre latoeiro
na minha vida, contaria isto ao meu sucessor, mas, jamais daria uma relação de
todos os que me importunaram de alguma forma. O ser humano mesmo sendo
problemático não deve necessariamente ser um ímpio.
O ímpio é
sempre inteligente, sabe onde morder e Deus não aceita sua presença na
adoração. Salmo 50:16 “Mas ao ímpio
diz Deus: Que fazes tu em recitar os meus estatutos e em tomar a minha aliança
na tua boca.”.
As vezes o
ímpio não é importunado por que via de regra é pessoa bem posicionada no meio
da igreja e quando é daqueles que tem posses e gosta de fazer presença, fica
mais difícil ainda.
SINOPSE DO TÓPICO (II)
No final do seu ministério,
estando preso, o apóstolo Paulo sentiu-se sozinho, abandonado pelos seus pares.
III. A CERTEZA DA PRESENÇA DE CRISTO
1) Sozinho perante o tribunal dos
homens. - Nada mais
duro para o obreiro que sentir-se sozinho e às vezes isto acontece com qualquer
um.
No caso de
Paulo, o momento foi muito sério, pois, estava sendo entregue a Corte Romana, sendo julgado e qualquer
presença de amigos seria um conforto para ele.
A postura do
apóstolo não foi de reclamar e até nisso nos deixou um grande legado, pois, há
pessoas que quando se sentem só, resolve falar mau do ministério e dos seus
pastores.
Há pastores
que são desleixados e interesseiros, só reconhece amigos quando estes estão em
evidência; se por saúde ou por idade se afastam, os tais simplesmente os
abandonam no ostracismo.
2)
Sentindo a presença de Cristo. - Tudo e todos podem falhar, mas, uma vida sincera
aproxima Deus cada vez mais e nessa hora, a sua consolação basta para qualquer
um de nós. Paulo se sentiu consolado. Pode haver maior consolação que esta? - Façamos
para os outros aquilo que queremos que eles nos façam.
3) Palavras e saudações finais. - “Fiquei
livre da boca do leão”. (v. 17). Certamente Paulo se referia a parte da
história que o levaria a Roma. Quando apela para o direito de cidadania romana, além
de evitar ser entregue aos judeus, o possibilita pregar aos gentios em Roma. (Atos
22:27), sem perder a consciência de que a sua vida estava chegando ao fim.
“O Senhor me livrará de toda má obra” (II
Tm 4:18) completa o pensamento anterior com relação ao que tinha para fazer em
Roma.
Que preciosa
lição, com este capítulo usado pelo comentarista Elinaldo Renovato, fomos
abençoados. Lição para muito tempo ainda.
Tudo o que
lemos na lição bíblica deste trimestre, até aqui e teremos ainda até o final,
nos leva a pensar em Paulo com o mais profundo respeito pelo que ele
representou para todos nós com seus escritos que certamente foram validados
pelo Senhor.
Tudo quanto
foi escrito para o nosso ensino foi escrito. Rm. 15:4.
SINOPSE DO TÓPICO (III)
Sozinho, Paulo se
dirigiu ao tribunal para ser julgado, mas com a plena convicção de que a
presença de Cristo estava com Ele.
Conclusão: - Precisamos ter consciência de que a nossa vida é
semelhante à flor da erva. Ela se esvai rapidamente. Todavia, tenhamos em mente
que o “viver é Cristo e o morrer é lucro”. Portanto, não se prenda às
questões passageiras e efêmeras. Na peregrinação existencial, preencha sua
mente com o Evangelho.
Assim, ao final de sua
vida poderá jubiloso, entoar o que o apóstolo Paulo declarou no final da sua
carreira: “Combati
o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça
me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não
somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm 4.7,8). Em Cristo, tenha paz e esperança,
porque Ele é a ressurreição e a vida. – Amém.
Bibliografia:
Fonte:
http://www.ubeblogs.net/2015/08/ebd-lc-10-o-lider-diante-da-chegada-da.html
Revista Bíblicas – A
Igreja e o seu Testemunho
Bíblia de Estudo
Pentecostal – CPAD.
Lição
Elaborada pela Professora,
Pastora, Maria Valda
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| Pastora da ADMEP |
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