terça-feira, outubro 20, 2015

CONVENÇÃO CIMADESO RIO BRASIL








CONVENÇÃO DAS IGREJAS INDEPENDENTES E MINISTROS DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO E OUTROS



Entidade com Personalidade Jurídica em todo Território Nacional-Conferida nos termos dos artigos 18 e 19 do Código Civil Brasileiro e na forma dos artigos 114 e 119 da lei n º. 6.015 de 31 de Dezembro de 1. 973 CNPJ: 00.258.652/0001-20 - Fundada em 08/08/1994


Aos Ministros e Igrejas



A Paz do Senhor;



C o n v i t e

A CIMADESO Brasil na Pessoa do seu Presidente Reverendo Doutor M. S. Ribeiro Convidamos Apóstolos, Bispo, Pastores (as), Evangelistas, Presbíteros Missionários (as),Diáconos Auxiliar de Trabalho Obreiros em geral para participar da 5ª AGE Assembleia Geral Extraordinária da Coordenadoria Estadual da CIMADESO no Rio de Janeiro /RJ, a realizar se no dia 24/10/2015 com início às 19:00 horas e com encerramento as 22:00 na Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Ministério Deus de Israel na Rua Israel nº 12 - Cidade de Deus Jacarepaguá/RJ, Pastor Jorge Adelino Moras.

Na terra Formatura de Curso Teológicos do IBOA, Consagrações Ordenações de Líderes, Recebimento de novos Ministros. Homenagem com Certificados de Honra ao Mérito membros e pessoas que se Destacarão na Educação e no Social.


REV. DR. RIBEIRO


sábado, outubro 17, 2015

ATIVISTA HOMOSSEXUAL PRESIDIRÁ ORGANIZAÇÃO EUROPEIA DE DIREITOS


Dra. Susan Yoshihara

NOVA IORQUE, EUA, outubro (C-Fam) O órgão consultivo oficial de direitos humanos da União Europeia nomeou um proeminente ativista homossexual como seu diretor nesta semana, sinalizando uma postura mais agressiva contra as leis e políticas europeias que protegem a família natural.


                                                                                 


Michael O’Flaherty, professor de direitos humanos na Universidade de Nottingham na Grã-Bretanha e um padre católico laicizado, foi selecionado para um mandato de cinco anos na Agência de Direitos Fundamentais (ADF), renovável por três anos.


O’Flaherty foi o representante irlandês no Comitê de Direitos Humanos da ONU de 2004 a 2012. Ele avançou sua posição na ONU se tornando o coautor do documento polêmico de 2006 “Princípios de Yogyakarta” que reinterpretam os tratados da ONU com novas obrigações baseadas em “orientação sexual e identidade de gênero.”


Embora não seja obrigatório para as nações, os ativistas têm usado esse documento para mirar leis que protegem o casamento natural. Nos anos anteriores à legalização do casamento homossexual na Argentina em 2010, os Princípios de Yogyakarta foram citados em sete leis em vigor ou leis que estavam para entrar em vigor, e quatro resoluções do Instituto Nacional contra Discriminação, Xenofobia e Racismo na Argentina, de acordo com um documento de 2010 escrito por Paula Ettelbrick e Alia Trabucco Zerán. Os autores constataram uso vasto das definições do documento do termo “identidade de gênero” e/ou “orientação sexual,” inclusive adoção por parte de órgãos de monitoração de direitos humanos da ONU, agências da ONU, ministérios governamentais no Equador, Uruguai e Canadá, e descobriram tribunais citando os Princípios de Yogyakarta em decisões legais na Índia, Nepal e Filipinas.


A ADF é conhecida como uma grande instituição neutra que fornece dados, pesquisas, manuais e estudos de ciência social para instituições, governos e comitês de direitos humanos da Europa e órgãos internacionais tais como a ONU. Sediado em Viena, a agência tem uma equipe de 105 e um orçamento anual de 21 milhões de euros (24 milhões de dólares) financiados pela União Europeia (UE). Alguns governos questionaram o estabelecimento da ADF em 2007 já que a questão de direitos humanos já era monitorada por uma agência da UE.

Os críticos estão preocupados que a ADF seja agressiva demais em promover questões homossexuais acima de suas outras prioridades. A agência tem a responsabilidade de comentar sobre amplas questões temáticas como migrantes, crianças e vítimas de crime e não sobre casos nacionais particulares.


A ADF interveio no passado, porém, como quando condenou uma lei da Lituânia que protegia crianças contra a propaganda homossexual. Quando o Parlamento Europeu pediu sua opinião sobre a versão preliminar de uma lei da UE contra a discriminação com base na “orientação sexual” na contratação e assistência médica, a ADF foi muito mais longe.


Disse que a lei da UE deveria ser interpretada para fazer os países, nos quais não existe parceria registrada ou “casamento gay,” prestarem contas por tratarem as pessoas nesses acordos como casais casados. Pedia também “órgãos de igualdade” nacionais compulsórios dotados de “funções quase judiciais” que poderiam emitir “sanções ou ordens obrigatórias, sujeitas à revisão dos tribunais,” e a regulamentação da UE que transformaria “o discurso de ódio homofóbico um delito criminal.”


Em 2012, a agência conduziu o que ela elogia como a maior pesquisa já realizada sobre discriminação contra homossexuais, que incluiu 93.000 entrevistados. Os críticos apontam que a pesquisa foi baseada em entrevistas online anônimas não verificáveis e excluía entrevistados que não se identificavam como “LGBT.” Apesar disso, a pesquisa continua a ser usada como fonte de informações em relatórios que o Parlamento Europeu usa para regulamentar políticas.

Alguns críticos da ADF veem um raio de esperança na nomeação de O’Flaherty.

“Acho realmente que é um acontecimento bom, no sentido de que com esse homem como diretor ninguém poderá fingir que a ADF é uma instituição que precisa ser levada a sério,” Jakob Cornides disse ao Friday Fax.

O especialista legal europeu acrescentou: “Então, sim, as coisas ficarão mais difíceis… para a ADF.”


Prof. O'Flaherty re-eleito para o Comitê de Direitos Humanos da ONU

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Presidente EIUC e Órgãos Sociais felicitar calorosamente o Prof. Michael O'Flaherty para sua reeleição ao Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas. Estamos especialmente satisfeitos em observar que o Prof. O 'Flaherty foi eleito com um alto grau excepcional de apoio internacional, ou seja, 136 fora dos Estados Partes na Convenção 157 participantes na eleição.




Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:


quinta-feira, outubro 15, 2015

GAY USAM PRAÇA DA BÍBLIA COMO PALCO


ORGANIZADORES DE PARADA GAY USAM PRAÇA DA BÍBLIA COMO PALCO E CAUSAM DISPUTA JUDICIAL
Publicado por Tiago Chagas em 14 de outubro de 2015 



 Organizadores de Parada Gay usam Praça da Bíblia como palco e causam disputa judicial

A organização da Parada Gay na cidade de Ji-Paraná (RO) usou um espaço público batizado de “Praça da Bíblia” para encerrar o evento, realizado no último domingo, 11 de outubro. A decisão dos ativistas gays causou enorme polêmica e uma batalha judicial.
Por lei, a cidade definiu que a “Praça da Bíblia” não poderia ser usada para realização de eventos não-religiosos. Mesmo assim, o responsável pela Parada Gay, Fabrício Xavier, solicitou autorização na prefeitura para montar a estrutura de concentração do evento no local.
Com o pedido negado pelos responsáveis, Xavier moveu uma ação na Justiça para que pudesse usar o espaço: “Algumas pessoas pensam que o que queremos é afrontar, mas na verdade precisamos de um local com palco, pois teremos shows artísticos. [A ‘Praça da Bíblia’] é a única na cidade que tem palco pronto. A gente não quer nada além do direito de se manifestar e de usufruir de bens públicos que ajudamos a financiar”, afirmou.
Como a ação foi movida na semana que antecedia o evento, a Justiça julgou o pedido dos organizadores da Parada Gay na última sexta-feira, 09 de outubro, e decidiu de forma favorável aos ativistas, com destaque na sentença de que não haveria como proibir o uso de um espaço público.
 “A Praça da Bíblia é um local público razão porque não podem ser impedidos de realizarem o evento. Postulam seja concedido salvo conduto aos participantes do evento visando a livre manifestação no espaço público”, enfatizou o juiz Edson Yukishigue Sassamoto em sua decisão, segundo informações do G1.

O magistrado ainda considerou que a lei municipal, de 2008, que proíbe o uso da “Praça da Bíblia” para eventos não-religiosos vai contra a Constituição Federal: “Se tratando da Praça da Bíblia, espaço público por excelência, não há porque impedir a realização de qualquer evento de manifestação popular pacífica em referido local, havendo de ser reconhecida inconstitucional a Lei Municipal”, concluiu.
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/parada-gay-usa-praca-da-biblia-palco-79696.html

EXTINÇÃO DO CRISTIANISMO NO IRAQUE PODERÁ ACONTECER EM CINCO ANOS, APONTAM MISSIONÁRIOS


EXTINÇÃO DO CRISTIANISMO NO IRAQUE PODERÁ ACONTECER EM CINCO ANOS, APONTAM MISSIONÁRIOS
Publicado por Tiago Chagas em 14 de outubro de 2015
Tags: Cristianismoestado islâmicoExtremismo Religioso



 Extinção do cristianismo no Iraque poderá acontecer em cinco anos, apontam missionários


A situação de perseguição religiosa no Iraque é tão intensa que a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) estima que, em até cinco anos, as tradições cristãs no país serão extintas caso não haja uma “ajuda de emergência a nível internacional”.
O quadro dramático é apontado no relatório “Perseguidos e Esquecidos?”, que expõe detalhadamente a situação dos “cristãos oprimidos por causa da sua fé”.
Com dados relativos ao período de outubro de 2013 e julho de 2015, quando a pesquisa foi realizada, o relatório aponta que no Iraque, os cristãos foram reduzidos “de cerca de um milhão em 2002-2003 para cerca de 700 mil em 2006 e para menos de 300 mil” atualmente.
“A população cristã tem vindo a sofrer uma verdadeira hemorragia no Iraque, a um ritmo de 60 a 100 mil por ano”, alerta o estudo, que ressalta que “estas estatísticas sugerem que, a não ser que haja uma mudança para melhor, o cristianismo será totalmente extinto no Iraque no prazo de cinco anos”.
De acordo com informações do Diário Digital, a AIS é uma organização missionária da Igreja Católica subordinada diretamente ao Vaticano, que trabalha com o propósito de “ajudar os cristãos onde quer que eles se encontrem perseguidos, refugiados ou em necessidade”.

O documento aponta ainda que com a ascensão de grupos extremistas muçulmanos, como o Estado Islâmico, por exemplo, está havendo “um enorme êxodo de cristãos de outras regiões do Oriente Médio, como por exemplo da Síria, combinado com um aumento das pressões sobre os fiéis na Arábia Saudita e no Irã”, o que significa “que a Igreja está a ser silenciada e expulsa do coração da sua antiga região bíblica”.
“A ameaça mais grave”, aponta o relatório, tem sido o extremismo islâmico em todo o mundo: “A ascensão de grupos militantes islâmicos na Nigéria, no Sudão, no Quênia, na Tanzânia e em outras regiões da África está a desestabilizar a presença cristã no único continente que até agora constituiu a maior esperança da Igreja para o futuro”, resume.


 Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/extincao-cristianismo-iraque-5-anos-79699.html

terça-feira, outubro 06, 2015

“OS ATRIBUTOS DE DEUS”


2ª Lição do 4º Trimestre de 2015


ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical



OS ATRIBUTOS DE DEUS


Texto Áureo:

“Tua é, Senhor; a magnificência, e o poder; e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, Senhor; o reino, e tu te exaltaste sobre todos como chefe”.

I Crônicas 29. 11


Leitura Bíblica em Classe
Lucas 23. 44 – 50


Objetivo:


1.           Entender que, se desejarmos compreender verdadeiramente os nosso deveres e responsabilidades para com o Senhor, precisamos estudar com afinco as Escrituras Sagradas para adquirir nelas o conhecimentos sobre Sua pessoa, realizações e caráter.

2.           Conhecer alguns ensinos contrários à existência de um Ser criador e sustentador do Universo.

3.           Saber que, de modo geral, os eruditos costumam dividir os atributos de Deus em duas categorias: naturais e morais.



§    Palavra Introdutória

O conhecimento de Deus é fundamental para que o homem compreenda a si mesmo, ao seu próximo e a sua missão no mundo.

Uma das formas mais objetivas de conhecer a Deus nas Escrituras Sagradas é por meio do exame cuidadoso dos Seus atributos e dos Seus nomes, os quais nos fazem compreender aspectos do Seu caráter, da Sua personalidade e do Seu modo de pensar e operar.


I.         EXISTÊNCIA NEGADA



Há, nos tempos atuais, ensinos contrários à existência de um Ser superior a que se pode atribuir, com segurança, a criação do homem e do cosmos. Vejamos algumas dessas teorias.

1.1.   Ateísmo

Nega a existência de Deus, a veracidade das Escrituras Sagradas e todos os temas da Teologia bíblica que incluam conceitos de uma Pessoa Divina, com poderes de auto existência, onipotência, onisciência, transcendência e imanência.

Jeová, o Eterno, não declarou que Ele existe, mas afirmou que ele é (Êx 3. 14). Antes de qualquer coisa existir, Ele é, de eternidade a eternidade (Sl 90. 2; Ap 22.  13). Os demais elementos da natureza existem, pois surgiram a partir dele, o grande EU SOU (Is 42. 8).

No sentido estrito, ateu é toda pessoa que não crê na existência de Deus (Sl 14. 1). No sentido geral, é todo testemunho sobre Deus que não se encaixa no contexto


1.2.        Gnosticismo


O termo é de origem grega (gnosis) e significa conhecimento. O gnosticismo é um conjunto vasto de ensinos filosófico-religiosos, de natureza sincrética, que encontra raízes no misticismo, na magia negra, no esoterismo e na busca de um conhecimento elevado, por meio do qual a pessoa supostamente alcança a salvação.  - Essa corrente herética infiltrou-se entre os crentes dos primeiros séculos.


1.3.        Agnosticismo

Vocábulo constituído por duas partículas gregas: pelo prefixo a (não) e pelo radical ginosko (conhecer), significando, portanto, não conhecimento.

Esta corrente filosófica, embora não negue a existência de Deus, tampouco afirmar; antes defende ser impossível ao homem chegar a tal apreensão, porque o Ser initio não pode ser abstraído pelo ser finito.



II.       O QUE SÃO OS ATRIBUTOS DE DEUS?


Os atributos de uma pessoa são as características essenciais que lhe são próprias. Pode-se afirmar que sem seus atributos uma pessoa deixará de ser o que é, pois, tais individualidades são intrínsecas ao ente, e pertencem-lhe de forma inseparável, qualificando-a como um ser humano. – O mesmo raciocínio pode ser aplicado em relação a Deus: Seus atributos constituem Sua essência; sem estes, YHWH (Jeová) não seria o que a Bíblia afirma a Seu respeito (Ê 3. 14; Dt 6. 4). Será um grande equívoco tentar provar ou definir os atributos divinos por meio de métodos científicos e/ou lógicos.

Gênesis 1.1: A Bíblia começa com Deus, não com argumentos filosóficos de Sua existência.


Necessitamos de algo mais que um conhecimento teórico de Deus. Só conhecemos verdadeiramente a Deus em nossa alma, quando nos rendemos a Ele, quando nos submetemos à Sua autoridade e quando e Seus preceitos e mandamentos regulam todos os pormenores da nossa vida. “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor...” (Os 6. 3). “...O povo que conhece ao seu Deus se esforçará e fará proezas”. (Dn 11. 32).


2.1.        Os Atributos de Deus


A Bíblia não procura comprovar que Deus existe. Em vez disso, ela declara a sua existência e apresenta atributos seus. Muitos desses atributos são exclusivos dElecomo Deus; outros existem em parte no ser humano, pelo fato de ter sido criado à imagem de Deus.


Muitas tentativas têm sido empreendidas no sentido de, pela Bíblia, apresentar uma classificação dosatributos do Criador. Embora não pretendamos exaurir o assunto nesta lição, vale destacar que os eruditos, de modo geral, costumam dividi-los em naturais e morais.


1)       Primeiro Grupo diz respeito às características exclusivas de Deus: (Atributos Ativos de Deus): Exemplo:(Onipotência; Onisciência; Onipresença; Sabedoria; e Soberania; Transcendente, Eterno, Imutável, Perfeito; Trino e Uno), essas são intransferíveis aos homens.


2)       No Segundo Grupo: encontramos qualidade divinas que são compartilhadas com os mortais; são os atributos Morais: Exemplo: (Deus é Amor; Deus é justiça; Deus é Santo; Deus é misericordioso e clemente; Deus é compassivo; Deus é paciente e lento em irar-se; Deus é a Verdade; e Deus fiel; Deus é justo– logicamente, em um grau bastante inferior.


Os atributos naturais estão relacionados à Sua essência subsistente, enquanto os morais dizem respeito à Suavolição.


2.2.   Os Atributos Naturais


Os atributos naturais de Deus são características identificadas com a forma da Sua existência. Quando, por exemplo, afirmamos crer em um Ser Onipresente, imutável e eterno, estamos falando dos Seus atributos naturais.


2.2.1. Unicidade ou Unidade


Deus é o Único Deus. (Êx 20. 3; Dt 4. 35,39; 6.4; I Sm 2.2; 2 Sm 7. 22; I Rs 8. 60; 2 Rs 19. 15; Nee 9. 6; Is 44; 6 – 8; I Tm 1. 17). - Era esse um dos fundamentos da religião do Antigo Testamento, sendo também essa a mensagem especial a um mundo que adorava a muitos deuses falsos.


Haverá contradição entre este ensino da Unidade de Deus e o ensino da Trindade do Novo Testamento? É necessário distinguir entre duas qualidades de Unidade – Unidade Absoluta e Unidade Composta.


A qual classe de Unidade se refere Dt 6.4? – Pelo fato de a palavra “nosso Deus” estar no plural (ELOHIM no hebraico), concluímos que se refere à Unidade Composta. A doutrina da Trindade ensina a unidade de Deus comoUnidade Composta, inclusive de três Pessoas Divinas unidas na essencial Unidade eterna.


Neste aspecto, afirma-se que Deus é UNO, isto é, UM só Deus, numericamente falando. Mas também ele é um Deus TRINO – Veja as referências dele como Deus UNO. (Dt 6. 4; Is 45. 21; I Co 8. 5,6; Ef 4. 6; I Tm 2. 5), manifesto em três pessoas: Como Deus TRINO: Pai, Filho e Espírito Santo, (Mt 28. 19; 2 Co 13; 14; I Pe 1. 2). Cada pessoa é plenamente divina, igual às duas outras; mas NÃO SÃO três deuses, e sim Um só Deus (ver Mt 3. 17 (nota na Bíblia de Estudo Pentecostal) e Mc 1.11 (Nota BEP).


2.2.2. Eternidade


A divisão humana do tempo (passado, presente e futuro) não se aplica ao tempo divino. De certa forma, a sistematização cronológica limita o nosso entendimento acerca do Criador, visto que Ele é de eternidade a eternidade(Sl 90. 1,2; 102. 12; Is 57. 12; Is 43. 13). Nunca houve ne haverá um tempo, nem no passado nem no futuro, em que Deus não existisse ou que não existirá; Ele não está limitado pelo tempo humano (Sl 90. 4; 2 Pe 3. 8) e é, portanto, melhor descrito como “EU SOU” Êx 3. 14; Jo 8. 58).

                                 
O termo eternidade aponta para a infinidade de Deus em relação ao tempo. O texto bíblico corrobora essa afirmação (2 Pe 3. 8) e assinala a subsistência infinita do Criador (Ap 1. 8). O Eterno é atemporal: Ele não teve começo e não terá fim. O grande EU SOU criou o tempo e o espaço (Jo 1.3); e estes não o podem limitar.


2.2.3. Imutabilidade


Mudanças podem ser positivas ou negativas. Deus, no entanto, não pode mudar em nenhum sentido, porque Ele é absolutamente perfeito, -  sem mudanças ou sombra de variação. Ele é inalterável nos seus atributos, nas suas perfeições e nos seus propósitos para a raça humana (Nm 23. 19; Sl 102. 26-28; Is 41. 4; Ml 3. 6; Hb 1. 11,12; Tg 1. 17). Isto não significa, porém, que Deus nunca altere seus propósitos temporários ante o proceder humano.

2.2.4. Onipotência

Ele é o Todo-Poderoso e detém a autoridade total sobre todas as coisas e sobre todas as criaturas. (Sl 147. 13-18; Jr 32. 17; Mt 19; 26; Lc 1; 37). Isso não quer dizer, jamais, que Deus empregue todo o seu poder e autoridade em todos os momentos. Não há nada que seja equivalente ou resistente ao Seu poder (Is 14. 27; 2 Cr 20. 6). Ele pode fazer o que desejar (Lc 1. 37), pois nada poderá limitá-lo em Seus intentos (Jó 42. 2). - Mas Ele não fará qualquer coisa que seja contrária à Sua essência (santidade, justiça, amor, bondade, perfeição, veracidade, misericórdia etc.).


2.2.5. Onisciência


Deus possui inteligência infinita – o que inclui o conhecimento simultâneo, pleno, absoluto e total de toas as coisas: nada pode ficar oculto aos Seus olhos (Hb 4. 13; 139. 1 – 6; 147.5); ele conhece, não somente nosso procedimento, mas também nossos próprios pensamentos. (I Sm 16. 7; I Rs 8. 39; Sl 44. 21; Jr 17. 9, 10). Quando a Bíblia fala da presciência de Deus (Is 42. 9; At 2. 23; I Pe 1. 2), significa que Ele conhece com precisão a condição de todas as coisas e de todos os acontecimentos exequíveis, reais, possíveis, futuros, passados ou predestinados (I Sm 23. 10 -13; Jr 38. 17-20). A presciência de Deus não subentende determinismo filosófico. Deus é plenamente soberano para tomar decisões e alterar seus propósitos no tempo e na história, segundo sua própria vontade e sabedoria.  – Noutras palavras, Deus não é limitado à Sua própria presciência (Nm 14. 11-20; 2 Rs 20. 1 – 7).


2.2.6. Onipresença

Ele está presente em todos os lugares a um só tempo. Não há lugar no universo para onde se possa fugir da presença de Deus, como também não há lugar que esteja fora do alcance dos Seus cuidados (Jr 23. 23, 24; Mt 18. 20). O salmista afirma que, não importa para onde formos, Deus está ali (Sl 139. 7 – 12; Mt 18. 20). Deus observa tudo quanto fazemos!



III.     OS ATRIBUTOS MORAIS DE DEUS



A Bíblia atribui qualidade morais a Deus, porque Ele não é uma força ou energia impessoal; ao contrário, Ele deseja ser conhecido e amado, e tais características evidenciam a natureza subjetiva do Criador.

Os atributos naturais do Eterno definem o modo como Ele opera em relação ao conjunto da Criação, porém, os Seus atributos morais definem a forma do Seu relacionamento estritamente direcionado ao homem.


3.1.   Amor

A Bíblia diz que Deus é Amor (I Jo 4. 8). Seu amor é altruísta, pois abraça o mundo inteiro, composto de humanidade pecadora. (Jo 3. 16; Rm 5. 8). A manifestação principal desse seu amor foi a de enviar seu Filho, Jesus, para morre em lugar dos pecadores (I Jo 4. 9, 10). Além disso, Deus tem amor paternal especial àqueles que estão reconciliados com Ele por meio de Jesus (Jo 16. 27).


3.2.   Justiça

O Livro dos Salmos diz que Justiça e Juízo são a base do trono de Deus (Sl 97. 2;  89. 14). A retidão do Altíssimo, portanto, está relacionada à essência do Seu caráter e ao Seu modo de agir.


Deus é justo (Dt 32. 4; I Jo 1. 9). Ser justo significa que Deus mantém a ordem moral do universo, é reto e sem pecado na sua maneira de tratar a humanidade (Ne 9. 33; Dn 9. 14).


Da forma de governar o mundo e a Criação, não há equívocos, erros, enganos ou injustiças por parte do Eterno. Tudo o que Ele fez, faz e fará seguem os padrões de justiça e retidão estabelecidos por Ele mesmo nas Escrituras (Is 45. 21; I Jo 1. 9; Ap 15. 3).

A decisão de Deus de castigar com a morte os pecadores (Rm 5. 12), procede da sua justiça (Rm 6. 23; cf. Gn 2. 16,17); sua ira contra o pecado decore do seu amor à justiça (Rm 3. 5,6). Ele revela a sua ira contra todas as formas da equidade (Rm 1. 18). Ele agrada-se da justiça (Jr 9. 24) e com ela, um dia, há de julgar o mundo (At 17.31).

3.3.   Santidade

    Deus é absolutamente santo porque é incondicionalmente perfeito. Assim, Ele não pode cometer pecados ou falhas de qualquer natureza. (Is 6. 3; I Jo 1. 5; Ap 15. 4). Além disso, o Senhor permanece santo, independente das iniquidades humanas. Esse atributo é o que distingue como totalmente separado de Suas criaturas e o exalta sobre elas. A santidade de Deus traz ao cristão o compromisso de buscá-la e vivenciá-la (Lv 11. 44;  19. 2; I Ts 4. 2; I Pe 1. 15.16).

3.4.   Bondade

Tudo quanto Deus criou originalmente era bom, era uma extensão da sua própria natureza (Gn 1. 4, 10, 12, 18, 21, 31). Ele continua sendo bom para sua criação, ao sustenta-la, para o bem de todas as suas criaturas. (Sl 104. 10 – 28;  145. 9). Ele cuida até dos ímpios (Mt 5 .45; At 14. 17), Deus é bom, principalmente para os seus, que o invocam em verdade (Sl 145. 18 – 20). - A bondade de Deus está intimamente ligada à Sua misericórdia.

§    Conclusão: -  O que estudamos nesta lição dá-nos uma boa base para transmitirmos a grandeza do Criador e, se assim fizermos, levaremos as pessoas a reconhecerem Sua majestade e suficiência, por Ele é tudo em todos; Nele vivemos, e nos movemos, e existimos (At 17. 28).

Nossa tarefa primordial, como indivíduos, é conhecê-lo mais a cada dia. Obedeçamos, pois, à conclamação do profeta: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alava, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como a chuva serôdia que rega a terra”. (Os 6 .3).


                                        Aula Elaborada, pela professora,
                                              PraMaria Valda – ADMEP




Material Pesquisado:
ü   Bíblia de Estudo Pentecostal
ü   Conhecendo as Doutrinas da Bíblia – Myer Perarlman

ü   Os Atributos de Deus – A.W. Pink