quinta-feira, abril 14, 2016
segunda-feira, abril 11, 2016
“ALIANÇA NOÉTICA"
ADMEP
– ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA
Departamento de
Educação Cristã
Escola
Bíblica Dominical
“ALIANÇA NOÉTICA"
Sua duração: 427 anos
Texto Áureo:
“E disse o Senhor: Destruirei, de sobre a face da
terra, o homem que criei, desde o homem até ao animal, até ao réptil e até à
ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito.
Gênesis 6. 7.
LEITURA
BÍBLICA EM CLASSE
Gênesis 6. 8, 13, 14; 9.
11 - 17
Objetivo:
1.
Entender o
objetivo e o propósito da Aliança Noética;
2.
Conhecer a
biografia resumida da tríade patriarcal que antedeu Noé;
3.
Compreender: de que forma a descendência
Noética está atrelada à Nova Aliança.
§ Palavra Introdutória – Noé, um dos personagens mais conhecidos da
história cristã e secular, aparece pela primeira vez no quinto capítulo do
Livro de Gênesis (Gn 5. 29). O filho de Lameque, da linhagem de Sete (filho de
Adão) parece ter vindo ao mundo com a missão de recomeçar a história humana, visto que a maldade em seu tempo crescera
em grande escala (Gn 6. 5), e as consequências do pecado pesavam sobre a
humanidade. (Na lição).
I.
DE ENOQUE A
NOÉ: REMINISCÊNCIAS DA DIVINA MISERICÓRDIA – A expressão “andar
com Deus” foi utilizada para fazer referência a Enoque (Gn 5. 24), o homem que não conheceu a morte e a Noé, o homem que não foi tragado pelas águas do Dilúvio (Gn 6. 9). A expressão
“andar com Deus”, significa “levar uma vida correta”, como se o homem fosse acompanhado pelo
seu Criador, que é a fonte da verdade e da justiça. Expressão igual usada a
respeito de Noé (Cp. 6. 9) e
de Abraão (Cap. 17).
1.1. Enoque, Matusalém e Lameque: a primitiva tríade
patriarcal. – (Veja na lição o significado de cada nome desses homens
e data de sua partida. (Ponto 1.1: pág. 15 Aluno).
1.2.
Noé, o consolador: - Noé foi a décima geração a partir e Adão. Este morreu no ano 930 da
Criação. Noé nasceu 126 depois da morte de Adão,
que chegou a conhecer seu “neto” Lameque.
- (Vejamos os
comentários de diversas escolas teológicas sobre seu nome: lição Ponto 1.2).
II. A ALIANÇA NOÉTICA
– Depois da Queda,
de (Adão e Eva), o primeiro casal todos os homens tornaram-se pecadores e
corruptos (Rm 3. 23; 1. 18 – 32; 6. 23). – “E corrompeu-se a terra”, Gn 6. 11. A Bíblia descreve o maravilhoso mundo criado por
Deus, mas os homens dessa geração eram ruins, e sua maldade foi a causa da
destruição dessa grandiosa obra Divina. De nada valeu a inteligência herdada de
Adão depois deste ter comido da árvore da sabedoria; de nada ajudaram as
descobertas no campo da técnica e indústria, agricultura, economia e música; ao
contrário, dia-a-dia aumentava a sua decadência moral. Como o progresso das
descobertas e civilizações, agravaram-se seu orgulho e sua voluptuosidade, e
mais eles se aperfeiçoaram na descoberta de instrumentos mortíferos e
destrutivos. Um único homem justo, correto e íntegro dessa geração conseguiu
salvar a humanidade inteira da ruina completa.
2.1.
Noé, o Justo: - Em contraposição à sociedade de sua época, Noé achou graça aos olhos do Senhor (Gn
6. 8). Noé demonstrou que o homem tem forças morais suficientes
para conservar sua integridade ética em todas as circunstancias da vida, e não
precisa sucumbir às influências malévolas e prejudiciais do ambiente em que
vive. – Em Gênesis 6. 8, encontramos a primeira ocorrência do termo graça (hb. Chen) nas Escrituras, estando frequentemente associado ao conceito
de redenção (Jr 31.2; Zc
12.10). A palavra graça (hb. Chen)
provém de um radical (chanan), que significa
desviar ou parar. A vocábulo sugere a ideia de
um ser superior desviando a ira,
mostrando favor ou sendo benevolente em
relação a um ente inferior. (Ver Revista do Professor, pag. 22).
2.2.
Arca: Símbolo de preservação da vida – A Palavra Tevá aparece
na Bíblia em apenas duas únicas situações, e ambas dizem respeito
à salvação ligada às águas:
por ocasião do Dilúvio, para salvar Noé e sua família – e por extensão,
a HUMANIDADE -, e com relação a Moisés, para salvá-lo do decreto
mortal do Faraó - (Gn 6. 14): Arca: - um tipo de Cristo como refúgio do Seu povo por ocasião do juízo (Hb11.
7). (Veja na lição as meditas da Arca, pág. 22 da Revista do prof., e do aluno
pág. 17).
2.3.
A dilúvio: símbolo do juízo divino. (Gênesis 6. 17) “... o Dilúvio, para destruir debaixo do céu
toda criatura. O Dilúvio foi feito em um período de juízo e destino esmagadores. – No N.T., o nosso
Senhor disse que, como aconteceu nos dias
de Noé, assim será no fim dos tempos. (Mt 24. 37 – 37), Lc 17. 26 – 27).
2.4.
Elementos presentes na A Aliança Noética - A Terceira Aliança - (Gn 9. 16), reafirma as condições de vida do homem
caído conforme anunciadas pela Aliança Adâmica, e institui o princípio
do Governo Humano para reprimir a expansão do pecado, uma vez que
a ameaça do juízo divino na forma de outro dilúvio foi removida. Os elementos da Aliança são:
2.4.1. O homem torna-se responsável
pela proteção da santidade da vida humana, através de um governo ordeiro sobre
o homem individual, até à pena capital (Gn 9. 5, 6; comp. Rm 13. 1 -7).
2.4.2. Nenhuma maldição
adicional é enunciada sobre a terra, nem o homem deve temer outro dilúvio
universal (Gn 8. 21; 9. 11 – 16);
2.4.3.
A ordem da natureza é
confirmada (Gn 8. 22; 9. 2);
2.4.4. A carne dos animais é
acrescentada à dieta do homem (Gn 9. 3 – 4). Presume-se que o homem fosse
vegetariano antes do dilúvio;
2.4.5. Uma declaração profética é
enunciada sobre os descendentes de Canaã, um dos filhos de Cão, de que seriam
servos dos seus irmãos (Gn 9. 25 – 26).
2.4.6. Faz-se uma declaração profética
de que Sem terá um relacionamento peculiar com o SENHOR (Gn 9. 26 – 27). Toda a
revelação divina é através dos homens semitas, e Cristo, segundo a carne,
descende de Sem.
2.4.7. Uma declaração profética é
enunciada de que de Jafé virão os grandes povos (Gn 9. 27). O governo, as ciências
e as artes, generalizando, vieram e têm sido jaféticos, de modo que a história é
o registro incontestável do cumprimento exato destas declarações.
2.5. Os Descendentes de Noé: - (Gn 10. 1) – Sem, Cão e
Jafé. O propósito do capítulo 10 é revelar como todas as nações e povos da
terra descendem de Noé e dos seus filhos, após o dilúvio (v. 32).
§ Os descendentes de Sem: povoaram as regiões asiáticas,
desde as praias do Mediterrâneo até o oceano Índico, ocupando a maior parte do território
entre Jafé e Cam. Foi dente eles que
Deus escolheu o seu povo, cuja história constituiu o tema central das Sagradas
Escrituras.
§ Os descendentes de Cam: foram notavelmente poderosos no princípio da história
do mundo antigo. Constituíam a base dos
povos que mais relações travaram com os hebreus, seja como amigos, seja como
inimigos. Eles estabeleceram-se na África, no litoral mediterrâneo da Arábia e
na Mesopotâmia.
§ Os descendentes de Jafé: formaram os povos indo-europeus, ou arianos. Embora não
tivessem sobressaído na história antiga, tornaram-se nas raças dominantes do
mundo moderno.
III.
A HISTÓRIA
DE NOÉ NO ANTIGO E NO NOVO TESTAMENTO
A história de Noé é uma das mais conhecidas, dentro e fora da teologia
cristã. Dentre outras possibilidades, ela representa segurança, salvação, destruição, provisão e recomeço. (Veja na lição as referências e detalhes do
comentarista).
Conclusão: - Apesar de sua promessa
de não mais destruir a terra por água, Deus deu a entender que a maldade e a
impiedade dos homens bem o podiam merecer (Gn 8.21). Na restrição de comer
sangue observa-se o seu caráter sagrado já que a redenção seria por meio de sangue. Em anunciar que a “benção” estaria nas tendas de
Sem (Gn 9. 27), Deus já indicava a linhagem da qual viria a “Semente da
Mulher”, que é Jesus, o MESSIAS.
Aula
Elaborada, pela professora,
Pra. Maria Valda – ADMEP
Material
Pesquisado:
ü O Plano Dino Através dos Séculos – Estudo das Dispensações – N. Lawrence
Olson
ü Apostila: As Dispensações e as Alianças aos Homens – Prof.ª Maria Valda.
ü Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD.
ü Bíblia de Estudo de Anotações do Dr. C. I. Scofield
ü Bíblia de Estudo NVI – Tradução das Notas GORDON
CHOWN
ü A Torá – SCI de São Paulo “Chevra Kadiska”
ü Lição da editora Gospel
ü
Comentarista,
Pr. Samuel Malafaia
sábado, abril 09, 2016
“ALIANÇA EDÊNICA E ALIANÇA ADÂMICA”
ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA
Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical
10/04/2016
“ALIANÇA
EDÊNICA E ALIANÇA ADÂMICA”
Texto
Áureo:
“Pelo
que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim
também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram”.
Romanos
5. 12
Leitura Bíblica em
Classe
Romanos 5. 13 - 19
Objetivo:
1. Saber que, em todos os momentos da
história humana, Deus convida o ser criado à Sua imagem e semelhança a
participar da grandeza do Seu amor.
2.
Conhecer alguns dois modelos particulares por meio dos quais
Deus revelou sua graça aos homens.
3. Entender os pressupostos que envolvem os
primeiros concertos observados no texto bíblico: o edênico e o adâmico.
§ Palavra Introdutória – Uma Aliança é um
pronunciamento soberano de Deus através do qual ele estabelece um
relacionamento de responsabilidade:
1)
Entre Ele mesmo e um indivíduo (ex. Com Adão na
Aliança Edênica) Gn 2. 16);
2)
Entre Ele mesmo e a humanidade em geral (ex. na
promessa da Aliança Noética (Gn 9. 9);
3) Entre Ele mesmo e uma nação (ex.
com Israel na Aliança Mosaica, (Êx 19. 3 – 6);
4) Entre ele mesmo e uma família
humana especifica (ex. com a de Davi na promessa de uma linguagem real
perpetuada na Aliança Davídica, (II Sm 7. 16).
Nota: - O Que
Significa uma Aliança de Deus aos Homens: Uma Aliança é um pronunciamento soberano de Deus através do
qual Ele estabelece um relacionamento de responsabilidade.
As Alianças são normalmente
incondicionais no sentido de que Deus se obriga em Graça, pela declaração
irrestrita, “Eu Farei” a realizar certos propósitos anunciados, apesar
de qualquer fracasso da parte da pessoa ou do povo com o qual Ele realiza a
Aliança.
Nota: - As Alianças
entre Deus e os Homens são Oito:
1. A Aliança Edênica (Gn 2, 16,
17);
2. A Aliança Adâmica, (Gn 3, 15);
3. A Aliança Noética, (Gn 9. 16);
4. A Aliança Abraâmica (Gn 12. 3);
5. A Aliança Mosaica (Êx 19. 5);
6. A Aliança palestiniana (Gn 30.
3);
7. A Aliança Davídica (II Sm 7.
16); e
8. A Nova Aliança (Hb 8. 8).
|
Nota: - A Definição da palavra Dispensações. Uma Dispensação é um período de
tempo no qual o homem é testado na sua obediência a alguma revelação
especifica na vontade de Deus. - As Dispensações são Sete:
1) Dispensação da Inocência (Gn
1. 28);
2) Dispensação da Consciência ou Responsabilidade
Moral, (Gn 3. 7);
3) Dispensação do Governo
Humano, (ou seja, a primeira organização em Sociedade) (Gn 8. 15);
4) Dispensação Patriarcal
(Promessa) ou da Família (Gn 12. 1);
5) Dispensação da Lei,
(Êxodo 19. 1);
6) Dispensação da Graça,
Atos 2. 1) é a Dispensação da Igreja; e
7) Dispensação do Milênio ou Reino
que será o Governo Divino (Ap 20. 4).
|
I.
A REVELAÇÃO DO
PLANO DE SALVAÇÃO – (ver na própria lição)
1.1. Deus revela-se em todas as
épocas – A Bíblia constitui-se na grande
revelação da história da salvação. Nela Deus progressivamente,
manifestou Sua vontade aos homens. Sempre foi o desejo de Deus se revelar aos
homens. (Vejamos as
referências na revista: Ponto 1.1)
II. PACTOS E ALIANÇAS: DEUS REVELA A
SUA GRAÇA
A Bíblia relata, basicamente, dois grandes Pactos
e/ou Alianças entre Deus e os homens: No V. Testamento, é
apresentado por meio da expressão hebraica berith; e no N.
Testamento, origina-se do termo grego diatheke. -
Estas duas palavras, uma em hebraico e outra em grego, tem o mesmo significado:
Significa Pacto, Aliança.
2.1. As grandes Alianças no AT. - São Sete: (veja na Palavra
Introdutória as Alianças).
A Aliança do NT: - Apenas Uma: “a Nova Aliança” (Hb.
8. 8 – 13). Essa Aliança é baseada no amor divino: os homens são salvos
exclusivamente pela graça, por meio da fé no sacrifício de Jesus (Rm 3. 21
-26). – Aliança Cristã foi feita por Cristo no
Calvário.
2.2. A diversidade de pactos e
alianças: - São Oito (08) os pactos ou
Alianças. Observe-se que, enquanto as Alianças Adâmica, Noética e a Nova
Aliança estendem-se a toda Humanidade, as Alianças ou Pactos Mosaico e Davídico são
exclusivos da Nação Israelita. -(Veja na lição 2. 2).
III. AS
ALIANÇAS EDÊNICA E ADÂMICA
3.1. A Aliança Edênica: - (Gn 2. 16,17). Período
indeterminado. Por essa aliança Deus concedeu ao homem plena inteligência,
intuição e capacidade administrativa, pelas quais regeria
a Criação na qualidade de responsável perante Deus.
3.1.1. Características da Aliança
Edênica e/ou certas Obrigações: - (1) – Propagar a raça; (2) –
Sujeitar a Terra ao homem; (3) – Dominar a Criação; (4) –
Cuidar do jardim do Éden e comer os seus frutos e ervas; e (5) –
Abster-se de comer de um único fruto, da “árvore do conhecimento do bem e do
mal”, com a penalidade da morte. – Este evento é denominado,
na teologia, de período da Inocência Humana (Gn 1. 26 – 30; 2. 16,17). (Ponto 3.1). Era necessária essa
proibição única, uma vez que o homem tinha livre arbítrio. A escolha seria o
meio de provar essa liberdade.
3.2. A Aliança Adâmica: - Este Pacto ou Aliança foi
instituído no momento em que o primeiro casal romperam com a Aliança
Edênica, estabelecida por Deus no Éden. (Gn 3). (Veja na lição. Ponto 3.2).
Antes disso não
havia logicamente sacrifício pelo pecado.
3.2.1. Maldições proferidas sobre a
humanidade e a terra a partir do pecado original. – Foi o grande pecado de todos
os séculos. Verificamos ainda os passos que o homem deu em sua queda:
Estes são: (1) – ver; (2) – cobiçar;
(3) – tomar; (4) esconder-se; 5) transmitir;
e 6) – morrer. (Gn 3. 1 – 9).
· Resultados da Queda: - (1) – Conhecimento
do mal; (2) – A Perda da Comunhão com Deus; (3) – Separou-se
de Cristo. Foi o mais desastroso dos resultados da Queda. (4) – O
Espírito do homem ficou em estado de morte em três formas: Espiritual,
física e eterna. (5) – A
Perversão da Natureza Moral. (6) – O corpo ficou
sujeito às enfermidades, que no fim resultou na morte física e consequente
corrupção. (7) – tornou-se escravo do Pecado e de
Satanás. (Jo 8. 34, 44). (8) – Outros
resultados funestos. - Foi que o homem perdeu muito de sua inteligência
e capacidade administrativa. (Gn 3. 19). A própria terá foi amaldiçoada por sua
causa. – A tristeza seria o companheiro constante do homem em toda a sua
jornada. E além disso, ainda perdeu as vestimentas gloriosas com que estava
originalmente revestido e fugiu da presença de Deus, envergonhado.
· A Sorte da Mulher. – Gn 3. 16. Além das
consequências más sobre o casal em geral, a mulher sofreu uma maldição
tríplice: a concepção multiplicada, um aumento de dores durante a maternidade e
a sujeição ao domínio do homem.
· A Maldição sobre a Serpente - Gn 3. 14, 15. Foi
condenada a rastejar-se sobre o ventre e a comer o pó da terra.
· Vedado o Caminho da Árvore da
Vida - Gn 3. 24.
Foi por misericórdia que Deus expulsou Adão e Eva do Jardim e proibiu a sua
aproximação da árvore da vida.
3.2.2. O
tempo da consciência. - Período Indeterminado.
- Este período de
tempo, de duração incerta, estendeu-se desde a Criação do ser humano até o
Dilúvio, nos anos de Noé. É o SÉCULO
ANTE-DILUVIANO.
3.2.3. A promessa de um Salvador, Um
Raio de Esperança. Gn 3. 15. – esta
promessa pode ser chamada de “proto-evangelho”, pois Deus
prometeu a Semente da mulher, que dela mesma, nasceria aquele capaz de esmagar
a cabeça da serpente, isto é, Jesus Cristo, o Redentor, que venceria Satanás. É
a primeira das grandes promessas messiânicas.
O tipo bíblico desta vitória aparece no ato de Deus sacrificar
um animal para prover as túnicas com que cobrir a nudez de Adão e
Eva. É um tipo de Jesus, o Cordeiro de Deus, que nos proveu uma cobertura para
o nosso pecado. (João 1. 29).
Conclusão: - O Criador fez o homem bom e
perfeito, mas o homem fez a sua escolha, ele tinha o Livre Arbítrio,
isto é, ele podia escolher o seu caminho, e escolheu o caminho errado; e todas
essas consequências que vimos na lição, foi o seu resultado. Foi a pior
tragédia da Humanidade. Mesmo aceitando Jesus, temos ainda resultados desta
Escolha de Adão. Somente por meio do “Segundo Homem”, Cristo, retomamos todas as
coisas que o primeiro Adão perdeu. (I Co 15. 45 – 47; Cl 2. 10; Hb 2. 7 –
9). Em todos os momentos da história humana, Deus convida o ser criado à
Sua imagem e semelhança a participar da grandeza do Seu amor.
Aula Elaborada,
pela professora,
Pra. Maria Valda – ADMEP
Material Pesquisado:
ü O Plano Dino
Através dos Séculos – Estudo das Dispensações – N. Lawrence Olson
ü Apostila: As
Dispensações e as Alianças aos Homens – Prof.ª Maria Valda.
ü Lição da editora
Gospel
ü Comentarista, Pr.
Samuel Malafaia
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