sexta-feira, maio 20, 2016

DIA DO PASTOR - 10 DE JUNHO




 10 de Junho


No dia 10 de junho, comemora-se o Dia do Pastor. Mas o que é ser um pastor?

A Palavra de Deus diz que pastor é aquele que cuida das ovelhas e diz que Jesus é o Sumo Pastor.

Pastor é aquele que zela, que procura o bem-estar, que escuta, que quer bem.  Pastor é aquele que não mede esforços para ir atrás, apenas de uma ovelha do rebanho que tenha se perdido.  

Pastor é aquele que muitas vezes se priva de prazeres comuns, em prol da ovelha. Que doa seu tempo, sua vida e até mesmo seu dinheiro.
Pastor é aquele que muitas vezes traz a marca da dor pela perda de um irmão querido e na face sobriedade que possa consolar aqueles dele esperam tirar forças.

Pastor é aquele que muitas vezes sufoca o gemido é amigo e para muitos é pai!

O pastor, procura ser o exemplo dos fiéis, procura ser justo e nunca ser instrumento de peso para a ovelha. 

O pastor sabe que a recompensa pelas noites mal dormidas, pelos aconselhamentos, pelas privações financeiras... vem do Senhor. 
O pastor AMA as ovelhas e por isso se doa por elas.

O pastor reflete Jesus! Dentre tantos personagens bíblicos citados na Bíblia que exerceram o pastoreio, podemos citar o pastor de uma grande igreja – Moisés.

A Palavra de Deus relata que ele foi o homem mais manso da terra, no entanto frente a obstinação de um povo rebelde, teve uma atitude precipitada que lhe impediu de entrar na terra prometida. Mais adiante no episódio do Bezerro de Ouro, Moisés intercedeu pelo povo junto ao Senhor e num ato de amor extremo, disse ao Senhor que preferia que o seu nome fosse tirado do livro da vida, a ver o povo dizimado! Ref. Êxodo 32.32.  Moisés Amou o povo!

Jesus o Sumo Pastor amou a humanidade e se entregou por ela! A pessoa que vive verdadeiramente o chamado pastoral é capaz de dar sua própria vida pela ovelha!  Por isso e tantas outras qualidades atribuídas aos verdadeiros pastores, não apenas felicitações, mas gratidão! Senhor, louvamos-Te pela vida de homens e mulheres de Deus que doam as suas vidas em prol das boas novas e de suas ovelhas. Guarda-os o Pai do perigo e prospera-os oh Pai para louvor do Teu nome. Porque aquele que é chamado pastor, bem como as responsabilidades atribuídas é precioso aos Teus olhos. Pedimos que guarde também sua família e que as bênçãos mais doces, mais especiais lhe sejam atribuídas. Louvamos-Te porque um dia enviaste o Sumo Pastor das nossas almas para nos salvar e nos libertar.  Amém.


Base Bíblica:

Um trono de glória, posto bem alto desde o princípio, é o lugar do nosso santuário.  Ó Senhor, esperança de Israel, todos aqueles que te deixam serão envergonhados; os que se apartam de mim serão escritos sobre a terra; porque abandonam o Senhor, a fonte das águas vivas.  Cura-me, Senhor e sararei; salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor.  Eis que eles me dizem: Onde está a palavra do Senhor? Venha agora.  Porém eu não me apressei em ser o pastor seguindo-te; nem tampouco desejei o dia da aflição, tu o sabes; o que saiu dos meus lábios está diante de tua face.    Não me sejas por espanto; meu refúgio és tu no dia do mal.  Envergonhem-se os que me perseguem, e não me envergonhe eu; assombrem-se eles, e não me assombre eu; traze sobre eles o dia do mal, e destrói-os com dobrada destruição.     Jeremias 17:12,18


E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência.
E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência.
E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência.
E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência.
E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória.   I Pedro 5.4.

Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.    João 10.11.

E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência.
Jeremias 3:15

Em seguida, vos darei governantes de acordo com o meu coração, que vos dirigirão com sabedoria e com entendimento, como bons pastores.  Jeremias 03:15



A Receita do Pastor com Sucesso

Estou convencido de que muitos dos problemas no ambiente pastoral resultam de uma definição nada bíblica dos ingredientes essenciais do sucesso para o ministério. É claro que muitos futuros candidatos esperam uma “vibrante caminhada com o Senhor”, mas essas palavras ficam geralmente desfiguradas através de um processo que faz poucas perguntas nesta área e espera grandes respostas. Estamos realmente interessados em conhecimento (teologia correta), capacidade (boa pregação), filosofia ministerial (edificação da igreja), e experiência.  Já ouvi de líderes da igreja, em momentos de crise pastoral, dizer muitas vezes:  “Não conhecemos o homem que contratamos. ” 

O que significa conhecer o homem?

 Significa saber qual é a verdadeira condição do seu coração – até onde seja possível. Do que ele realmente gosta, e o que despreza? Quais são suas esperanças, sonhos, temores? Quais são os desejos profundos que o entusiasmam ou o paralisam? O que ele pensa de si mesmo? Até que ponto está aberto à confrontação, a crítica e ao encorajamento? Até que ponto está comprometido com a santificação?  Até que ponto está aberto às tentações, fraquezas e fracassos? Até que ponto está preparado para ouvir e condescender com a sabedoria dos outros? Ele considera o ministério pastoral um projeto comunitário? Tem um coração manso, submisso? É simpático e hospitaleiro, é um pastor e está disposto para com aqueles que estão sofrendo? Que qualidades de caráter sua esposa e filhos costumam usar para descrevê-lo? Ele aplica a si mesmo as suas pregações? Seu coração se comove e sua consciência costuma se entristecer quando olha para si mesmo no espelho da Palavra?   Até que ponto sua vida devocional é robusta, consistente, alegre e vibrante?   O seu ministério flui com a emoção de sua comunhão devocional com o Senhor? Ele se atém a padrões elevados, ou se acostuma com a mediocridade? É sensível à experiência e às necessidades das pessoas que o ajudam no ministério? Valoriza seus Obreiros, Presbíteros, Diáconos, Pastores que o ajudam arduamente sem nada em troca pedir? E principalmente se importa com seus valorosos membros? Alas essas que estão na sua mão só para serem tratadas e serem supostamente salvas?   Personifica o amor e a graça do Redentor? Ignora pequenas ofensas? Está pronto a perdoar? É crítico e costuma julgar os outros? Que diferença ele apresenta entre o pastor na igreja e o marido e pai em casa? Ele cuida do seu físico? Intoxica-se com a mídia ou a televisão? Como ele completaria esta sentença: “Se ao menos eu tivesse...”? Que sucesso tem no pastoreio da congregação que consiste da sua família?   Se ele for tudo isso, mesmo considerando suas falhas humanas, aí sim se enquadra dentro do padrão Pastor com Sucesso!

A Verdadeira Condição do Coração do Pastor

O ministério do pastor nunca é apenas formado por sua experiência, conhecimentos e capacidade. Sempre se trata da verdadeira condição do seu coração. Na verdade, se o seu coração não estiver bem colocado, o conhecimento e a capacidade o tornam perigoso. Os pastores geralmente lutam para encontrar uma comunhão viva, humilde, dependente, celebratória, adoradora, meditativa com Cristo. É como se Jesus tivesse abandonado o edifício. Há todo tipo de conhecimento e capacidade de ministério, mas parece divorciado de uma comunhão viva com o Cristo vivo e sempre presente. Toda esta atividade, conhecimentos e capacidade parecem receber combustível de outro lugar. O ministério se torna chocantemente impessoal. Contém conteúdo teológico, capacidade exegética, compromissos eclesiásticos e avanços institucionais. É uma preparação para o próximo sermão, atender o próximo item da agenda, e cumprir os requisitos de abertura da liderança. Trata-se de orçamentos, planos estratégicos e parcerias de ministério.

Nenhuma dessas coisas é errada em si mesma. Muitas delas são essenciais. Mas nunca devem constituir fins em si mesmos. Nunca deveriam ser a máquina que impele o veículo. Devem todas expressar alguma coisa mais profunda no coração do pastor. Pastor comprometido com o Sucesso!   O pastor deve estar interessado, deslumbrado, apaixonado pelo seu Redentor de maneira que tudo o que pensa, deseja, escolhe, decide, diz e faz é impelido pelo amor a Cristo e a segurança do repouso no amor de Cristo, para ele e para todos seus seguidores e admiradores, sim; porque seus membros antes de mais nada são seus admiradores. Ele deve se expor regularmente, humilhar-se, assegurar-se e repousar na graça do Redentor. Seu coração deve amolecer dia a dia pela comunhão com Cristo de maneira que se torne um servo-líder amoroso, paciente, perdoador, encorajador e doador. Suas meditações sobre Cristo, sua presença, suas promessas e suas provisões não devem ser sobrepujadas por suas meditações sobre como fazer o seu ministério funcionar e ter sucesso.

Proteção Contra Todos os Outros Amores

Apenas o amor a Cristo pode defender o coração do pastor contra todos os outros amores que têm o potencial de sequestrar o seu ministério. Apenas a adoração a Cristo tem o poder de protegê-lo de todos os ídolos sedutores do ministério que sussurram aos seus ouvidos.  Apenas a glória do Cristo ressuscitado vai guardá-lo da glória pessoal que tenta e destrói o ministério de tantos.

Apenas Cristo pode transformar um seminarista graduado, arrogante, materialista em um doador humilde e paciente da graça. Apenas gratidão profunda por um Salvador sofredor pode transformar um homem em servo sofredor no ministério. Apenas um quebrantamento diante do seu próprio pecado pode desenvolver graça para com indivíduos rebeldes entre os quais Deus o chamou para ministrar.   Apenas quando sua identidade estiver firmemente enraizada em Cristo você poderá descobrir a liberdade de buscar a identidade no seu ministério. Devemos ter o cuidado de definir capacidade ministerial e maturidade espiritual. Há o perigo de se pensar que os seminaristas formados que foram bem treinados e bem instruídos estão preparados para o ministério, ou achar que conhecimento, atividade e capacidade para o ministério é maturidade espiritual pessoal. A maturidade é uma coisa vertical que se expressa horizontalmente numa variedade extensa. 

A maturidade se refere ao relacionamento com Deus que resulta em uma vida sábia e humilde. A maturidade do amor a Cristo expressa-se no amor ao próximo. A gratidão pela graça de Cristo se expressa na graça para com os outros. A gratidão pela paciência e o perdão de Cristo capacita-nos a sermos pacientes e perdoadores. A experiência diária da salvação do evangelho dá-nos paixão pelas pessoas que estão experimentando a mesma salvação. É a terra em que o verdadeiro sucesso ministerial se desenvolve.  O Amor, A Graça, O Perdão e a Salvação!



FONTE: http://ministerioigualdadeindependente.webnode.com.br/dia-do-pastor-10-de-junho/

quinta-feira, maio 19, 2016

NOVO MINISTRO DA SAÚDE, QUER DISCUTIR LEGALIZAÇÃO DO ABORTO COM IGREJAS



RICARDO BARROS, NOVO MINISTRO DA SAÚDE, QUER DISCUTIR LEGALIZAÇÃO DO ABORTO COM IGREJAS


Publicado por Tiago Chagas em 18 de maio de 2016 


O novo ministro da saúde, Ricardo Barros (PP-PR), afirmou que quer reabrir as discussões sobre a legalização do aborto no Brasil, pois dados do governo apontariam para 1,5 milhão de casos por ano, a ampla maioria realizados em clínicas clandestinas, deixando sequelas e até causando mortes. Para que o tema seja tratado de forma ampla, diz que quer ouvir a postura das igrejas Católica e evangélicas.


A ideia de Barros – que é deputado federal licenciado – é que o assunto seja resolvido a partir de um consenso com toda a sociedade, por isso fez a proposta de ouvir as igrejas, frontalmente contrárias à legalização do aborto.


“Esse é um tema delicado. Recebi a informação de que é feito 1,5 milhão de abortos por ano. Desse total, 250 mil mulheres ficam com alguma sequela e 11 mil vão a óbito. Esse é um tema que vou estudar com muito carinho com nossa equipe. Vou ver com o governo qual será nossa diretriz para agir nessa direção. Essa é uma decisão de governo. Não de um ministério, algo que possa ser decidido individualmente”, afirmou Barros, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo o ministro, “ a maneira como vamos abordar isso vai depender de discussões”, pois existe grande complexidade no assunto. “Vamos ter de conversar com a Igreja. A decisão do ministério não deve provocar resistência ou discussão. Temos de ajustar. Antes de propor uma política para isso, vamos ter de realizar um diálogo muito amplo”, reconheceu, adotando postura diferente do governo anterior, que promovia ações na direção da legalização do aborto de forma indireta, ignorando a oposição ao tema.

Vou ouvir o máximo que eu puder para que toda ação do ministério seja um pacto, não apenas uma proposta. Vou propor algo que quem está lá na ponta vai praticar. Para não ficar uma coisa como o ministro sugere e depois provoca discussão, não é feito. Vou combinar especialmente com prefeitos. Visitarei todos os Estados”, acrescentou.


Sobre a questão da saúde pública como um todo, o ministro disse que hoje, devido à crise, há “dificuldade de financiamento”, e que será necessário elencar prioridades: “Vou ouvir os prefeitos, temos de fazer uma articulação ampla. E fazer algo que possa alcançar o maior número de pessoas. Vou tratar gestão, governança, prevenção e informação. A prioridade hoje é informação. Quero ter a capacidade de saber como cada real do SUS é gasto, online”, propôs.


Uma promessa antiga, com pelo menos 15 anos, está na lista de prioridades do novo ministro: o Cartão SUS. Para isso, é preciso descobrir os problemas que inviabilizaram a ideia até hoje. “Os recursos disponíveis no DataSus deverão ser redirecionados para essa tarefa. Se conseguir informatizar toda estrutura do SUS saberei como cada cidadão é atendido. Resolveremos o problema dos cartões duplicados. Hoje existem cerca de 300 milhões, número muito acima da nossa população. O sistema já foi implementado, mas precisa ser aprimorado para que duplicações desapareçam. É o mesmo problema da Cédula de Identidade, que pode ser feita em 27 Estados”, concluiu.


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/ministro-saude-discutir-legalizacao-aborto-igrejas-82764.html

terça-feira, maio 17, 2016

AS BASES DA VIDA COM DEUS







AS BASES DA VIDA COM DEUS


Texto áureo:

Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou. (João 14:24)


Verdade prática:

A vida com Deus possui quatro pilares importantes, a edificação destes pilares gera um crescimento firme e sólido na vida cristã.


Leitura bíblica em classe:

Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu.
E, sendo ele consumado, veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que lhe obedecem;
Chamado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque

Do qual muito temos que dizer, de difícil interpretação; porquanto vos fizestes negligentes para ouvir.
Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite, e não de sólido mantimento. (Hebreus 5:8-12)



Introdução: -  A meditação na palavra de Deus é o estudo de um manual para vida Cristã, nele aprendemos como Jesus pensava e agia mediante os acontecimentos da vida, e como devemos nos comportar frente a sociedade e aos nossos próprios desejos pecaminosos, lendo a palavra diariamente crescemos em maturidade espiritual.

Jesus Cristo foi o mais sublime exemplo de obediência ao Pai Celestial. Ele disse: “Eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 6:38). Sua vida inteira foi devotada à obediência ao Pai, embora isso nem sempre tenha sido fácil. Ele foi tentado de todas as formas como os outros mortais (ver Hebreus 4:15). No Jardim do Getsêmani, Ele orou ao Pai, dizendo: “Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres” (Mateus 26:39). Por Jesus ter sido obediente à vontade do Pai em todas as coisas, tornou possível a salvação para nós.

Além de ser obediente, Jesus descobria a vontade de Deus por meio de oração constante e fervorosa de dia e de noite, Jesus também jejuou no deserto por 40 dias e noites (Mateus 4:1-2). Desta maneira Jesus nos deixou o exemplo para desenvolver nossa vida Cristã.


I.    OBEDIÊNCIA. -  Obedecer a Deus é o primeiro rudimento da palavra de Deus, sem obediência não é possível caminhar na vida cristã, visto que viver uma vida a maneira de Cristo é obedecer a vontade de Deus.

 “Pois quê? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum. Não sabeis que daquele a quem vos apresentais como servos para lhe obedecer, sois servos desse mesmo a quem obedeceis, seja do pecado levando para a morte, ou da obediência levando para a justiça? Mas graças a Deus que, embora tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e libertos do pecado, fostes feitos servos da justiça” (Romanos 6:15-18)

De acordo com esta passagem uma pessoa é servidora da pessoa à qual ela obedece. Existem duas opções à escolha uma, em obedecer ao pecado, o que significa que ela vai servir ao pecado, ou, a segunda, obedecendo de todo o coração a Deus e à sua doutrina, passando a ser um servidor da justiça. Dito com outras palavras: é impossível uma pessoa servir honestamente a Deus se o seu coração não obedece a Ele. Não importa quão ativos somos em atividades religiosas, o que importa é quão OBEDIENTES somos a Ele, porque é a nossa obediência e a quem nós obedecemos que determinam a quem servimos na realidade.


II.        ORAÇÃO

2.1. A oração é a vontade de Deus

Este é um princípio que Deus estabeleceu para cumprir sua vontade. Ele espera que seus filhos lhe peçam, do contrário a vontade de Deus não se cumprirá (Isaías 45.11; Ezequiel 36.37). Devemos pedir em nome de Jesus (João 14.13,14; 16.23-24). Pedir no nome de Jesus é pedir em lugar dele, isto é, de acordo com os interesses dele; pedir o que ele pediria porque é da sua vontade.

2.2. Como Jesus ensinou a orar?

a)      SINCERIDADE (Mateus 6.5,6);

b)      SIMPLICIDADE;

c)      HUMILDADE (Lucas 18.9-14);

d)     PERSISTÊNCIA (Lucas 11.5-8);

e)      INTENSIDADE (Lucas 11.9-10), isto é, com desejo intenso.


III.      LEITURA E ESTUDO DA PALAVRA

2.1 Como devemos ler a palavra de Deus

a)  Ler com oração, pedindo que o Espírito Santo nos revele o entendimento da palavra, e guarde no nosso coração e mente.

b)   Memorizar as verdades centrais da Palavra

c)  Devocional: Nesse tipo de leitura a ênfase está em particularizar a Palavra, não levando em conta o aspecto histórico, doutrinário, etc. Se lê poucos versículos, meditando, “ruminando” a Palavra para extrair tudo para nossas vidas, em caráter pessoal.

d) Sistemática: Nessa tomamos a Palavra como um todo, de maneira ordenada. Iniciamos em Gênesis e terminamos em apocalipse, lendo todos os capítulos em ordem.


2.2. O que a palavra de Deus produz em nós?

a)      ORIENTAÇÃO (Salmo 119.105)

b)      ESTABILIDADE (Efésios 4.14)

c)      SABEDORIA (Salmo 119.99-100)

d)     VITÓRIA CONTRA O PECADO (Salmo 119.11)

e)      PAZ (Salmo 119.165)

f)       ESPERANÇA (Romanos 15.4)

g)      REVELAÇÃO (Hebreus 4.12)


IV.    JEJUM

4.1. Tipos de Jejum.

a)    NORMAL (Mateus 4.2). É a abstenção de alimentos sólidos e líquidos (com exceção de água), por um ou mais dias.

b)     ABSOLUTO (Atos 9.9; Deuteronômio 9.9; I Reis 19.8). É a abstenção total de comida e de água. Não deve durar muito tempo, pois é prejudicial à saúde. O jejum de Moisés e de Elias (absoluto por 40 dias) foi sobrenatural.

c)    PARCIAL (Daniel 10.3). É uma restrição na dieta diária, e não uma abstenção completa.


4.2. Propósitos do Jejum.

a)   Santificação individual (Salmo 69.10; 35.13). O jejum é um corretivo divino; nos prepara, quebra o orgulho e humilha a alma.

b)   Para que Deus nos ouça (Esdras 8.21-23; Neemias 9.1-3). O jejum dá poder às orações. A oração é a guerra contra as forças opositoras. O jejum expressa, aprofunda e confirma o que pedimos p/ o reino de Deus.

c)    Para fazer com que Deus mude a direção das coisas (Jonas 3.4-10). Aqui, a cidade prevaleceu pelo jejum e oração.

d)    Para soltar os cativos e derrotar a Satanás (Isaías 58.6; 49.24-25). O jejum dá força e poder contra Satanás. Obriga-o a soltar os homens que são seus escravos.

e) Para receber revelação (Daniel 9.2-3; 21-22). Necessitamos constantemente de revelação de Deus para nossas vidas.

f)    Para subjugar o corpo (I Coríntios 9.27; Êxodo 16.3; Números 11.4-5) O jejum nos ajuda a disciplinar o corpo. Os apetites do corpo são lícitos mas temos que tê-los sob controle; o físico submisso ao espiritual.


Conclusão: -  Deus quer de nós é que ajamos de forma justa, que amemos a misericórdia e de andemos humildemente com Ele, que possamos ter uma vida de obediência e oração constante. “Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte” (I Pedro 5:6). Desobediência, fazendo o que o Senhor não disse ou não fazendo o que o Senhor disse, é uma ação separada de Deus. Não importa o que façamos ou as intenções que possamos ter. O que importa é se aquilo que está a ser feito vem da obediência a Deus, como o sacrifício de Abraão, ou por desobediência, como o sacrifício que Saul disse ser sua intenção fazer.

Devemos ter uma disciplina de leitura e meditação da Palavra de Deus. Não devemos afrouxar nem um pouco nesse ponto. Quando nos distanciamos da leitura constante da Palavra de Deus corremos o risco de cair no fanatismo, misticismo, evolucionismo, em todo tipo de heresia, e nos desviar pelo esfriamento espiritual.

O jejum foi realizado no antigo e novo testamento, mas alguns grupos tido como “cristãos” dizem que o jejum é parte da lei e que, portanto, na graça não há necessidade de jejuarmos. Isso contraria as palavras de Jesus que diz “Quando jejuardes” (Mateus 6:16) e não “se jejuardes”. Também contraria as palavras do apóstolo Paulo que diz “em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns” (II Coríntios 6:5).



Sugestão de leitura:

Crescimento Por Meio da Obediência - Christian Clayton
Oração e Jejum - Gordon Lindsay
O jejum bíblico – Jerry Falwell
Métodos de estudo bíblico - Howard F. Vos




Pastora, Maria Valda
ADMEP
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PEDRO LAGE
  Lição Elaborada por, Pedro Lage