segunda-feira, julho 18, 2016

A HETERONORMATIVIDADE REALMENTE É A REGRA




A HETERONORMATIVIDADE REALMENTE É A REGRA PARA O CASAMENTO CRISTÃO?

Está custando à igreja um desvio de direção que a tem posto cada vez mais distante de fazer aquilo que deve fazer: evangelizar.


Por Fábio Ribas

Ao tratarmos da questão do matrimônio cristão, caímos sempre no engodo de duas situações. A primeira é a ênfase monolítica de que a regra para o casamento cristão é a heterossexualidade. A segunda é o silêncio assustador sobre o número de divórcios no meio cristão. Quero começar falando sobre esta segunda situação.

O casamento cristão deve ser defendido a partir da infância, desde casa até às igrejas. É preciso que se comece uma batalha tenaz a partir das crianças sobre o papel do que é ser um homem e do que é ser uma mulher. Por que estou insistindo nisso? Porque a principal causa dos divórcios não é como muitos supõem a traição conjugal, mas – pasmem – a principal causa dos divórcios é a crise financeira.

Assim, enquanto somos iludidos pela sociedade sexista e hedonista de que devemos dar uma educação sexual aos nossos filhos que garanta um casamento pleno de satisfação, o número de divórcios continua a aumentar porque temos gasto toda a munição atirando numa só e única direção.

Os pais precisam investir, desde cedo, na educação financeira dos seus filhos, principalmente ensinando a responsabilidade do homem em suprir materialmente a sua casa. Infelizmente, o que mais encontramos hoje são casais cujos maridos tornaram-se orgulhosamente dependentes financeiros de suas esposas! A tão badalada independência feminina apenas tem contribuído para que muitos homens repassem sua dependência da mãe para a esposa. Ridículo!
Infelizmente, ainda que as finanças sejam a principal responsável pelos divórcios, a Igreja não trata desse tema por não vê-lo como um “assunto espiritual”. Enquanto isso, o materialismo, a avareza e o descontrole financeiro têm sacrificado famílias inteiras no altar de Mamon.

Outra ênfase equivocada na questão do casamento tem sido a defesa conservadora da heteronormatividade como regra para o casamento cristão. E isto é um erro que quero explicar aqui, pois está custando à igreja um desvio de direção que a tem posto cada vez mais distante de fazer aquilo que deve fazer: evangelizar.

Ao lermos a famosa passagem da carta de Paulo sobre o casamento, em Efésios 5:21- 6:4, precisamos ser alertados de que estamos incorrendo em gravíssimo erro e perdendo uma preciosa chance de servirmos ao Senhor. Paulo mostra que a regra e o modelo para o casamento cristão não é a heteronormatividade, pois esta já fora estabelecida como regra para toda a humanidade em Gênesis 2: 18-25.

A regra e o modelo para o casamento cristão ultrapassam, excedem, transcendem o propósito do casamento para todos os povos, que é um homem para uma mulher e uma mulher para um homem. Paulo expõe que o casamento cristão tem como regra e modelo a própria Igreja!

Cada família cristã deve compreender que, partindo do contexto da carta de Paulo aos Efésios, nossa família deve ser um instrumento nas mãos de Deus para a proclamação do Evangelho. As outras famílias devem ser impactadas por verem a própria Igreja de Deus nos nossos lares – esta é a regra e o modelo para o casamento cristão.

Cada família cristã é uma Igreja. O marido assume a sua identidade a partir do exemplo de Jesus, que amou, cuidou e morreu pela Igreja. A esposa, confiante diante de um marido que é líder espiritual dentro de casa, que é o pastor que abre e expõe a ela e aos filhos a Palavra de Deus, terá toda a confiança de se submeter a ele. E filhos criados não para o mundo, mas para a glória de Deus.

Enfim, a comunidade da igreja local precisa se voltar para as famílias, ensinando-as a assumirem o propósito de Deus para elas. E, assim como somos chamados a gerir com responsabilidade os dízimos e ofertas para a glória de Deus nas igrejas locais, deveríamos ensinar a cada família a fazer o mesmo com suas finanças em casa.

Além disso, que cada família seja um modelo da Igreja, porque, esforçando-nos para fazer assim, estaremos evangelizando para a glória de Deus outras famílias de nosso convívio. Que assim seja sob o poder do Espírito Santo!

* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
e não refletem, necessariamente, a opinião do Gospel Prime.


Fonte: https://artigos.gospelprime.com.br/heteronormatividade-regra-casamento-cristao/

O ABORTO, A IGREJA E O BRASIL EM 2030



VIAGEM AO FUTURO: O ABORTO, A IGREJA E O BRASIL EM 2030

O pai da criança, a família da mulher, e a sociedade não possuem voz: o corpo é dela, as regras também.
Por Renan Alves da Cruz


Viagem ao futuro: O aborto, a igreja e o Brasil em 2030 


No ano de 2030 o aborto é permitido no Brasil e pode ser consumado tanto em hospitais do Sistema Único de Saúde quanto em clínicas particulares, através de parcerias público-privadas.

As clínicas conveniadas realizam o procedimento e são pagas pelo governo, através de verba do Ministério da Saúde.

O número de fraudes é amplo, já que não há fiscalização adequada. Algumas clínicas decuplicam seus rendimentos documentando atendimentos nunca realizados, não obstante, a demanda verdadeira também é alta, já que a prerrogativa para realizar o procedimento de aborto é, unicamente, a escolha da mãe.

O pai da criança, a família da mulher, e a sociedade não possuem voz: o corpo é dela, as regras também.

O precedente vem do STF. No começo da década de 2020 um pai não concordou com o procedimento de aborto e queria ter o filho. Como a mulher realizou o procedimento sem sua concordância, ele a processou.

O caso ganhou notoriedade e chegou ao Supremo. A ele foram anexados todos os processos semelhantes, movidos por pais e entidades religiosas, em defesa da vida.

O Supremo Tribunal determinou que, como o feto se desenvolve no corpo da mãe, não havendo consenso com a outra parte, a decisão final é dela.

Houve festa em dezoito capitais. A militância feminista, através de sua porta-voz, afirmou que a decisão era um importante avanço na luta pelos direitos das mulheres, e que a campanha iniciada no ano anterior “Cuide da sua bíblia que eu cuido do meu útero” era a principal responsável pela vitória.

Dados oficiais atestam que a maioria das pacientes preenchem na ficha médica que o motivo do procedimento é “gravidez indesejada”.

A militância feminista quer impedir que tais dados sejam divulgados, pois alega que são manipulados para servir “aos interesses do patriarcado e da direita conservadora fascista”.

Uma ala mais radical defende que o questionamento do motivo seja excluído da ficha médica para que a mulher que aborta não venha a se sentir pressionada.

“O corpo é dela. É sua decisão. Ela não precisa dar satisfação a ninguém”, alegam.

Os grupos em defesa da vida argumentam que o feto não é uma extensão do corpo da mãe, mas sim uma vida independente e, mais do que isso, indefesa, que deveria ser protegida pelo Estado, por não ter capacidade de se defender.

Um pastor evangélico foi entrevistado em um programa de TV e proclamou: “É uma cruel irresponsabilidade dessas moças, se relacionarem sexualmente com um homem que estão vendo pela primeira vez numa balada, gerarem um ser vivo e depois assassiná-lo sem mais nem menos. E, se não bastasse o crime moral, ainda o fazem com dinheiro público, tornando o Estado e todos nós, que pagamos impostos, financiadores e cúmplices dessa barbárie”.

Uma promotora de justiça o acusou de crime de ódio.

O caso está sendo muito comentado nas redes sociais e nos meios de comunicação. O que mais se ouve é: “Que lamentável que ainda haja quem pensa dessa forma medieval em pleno 2030”

Um abaixo-assinado com mais de 500 assinaturas de pastores, ministros e líderes católicos, defensores da neo-teologia da libertação e do movimento missionário integracional, manifestou seu repúdio à fala do pastor, que, segundo o texto “demonstra um falso evangelho não baseado no amor, liberdade e tolerância.”

Em contraposição ao grupo conservador, diversas igrejas que apoiam o aborto auxiliam as jovens que demonstram interesse pelo procedimento.

“Ajudará a reduzir a pobreza” disse um bispo nacionalmente conhecido.

“Cristo nos chamou para a liberdade”, disse outro, acrescentando: “Deus respeita o livre-arbítrio da mulher de querer ou não ter um filho.”

O próximo passo do movimento feminista é pressionar a Câmara pela aprovação do Projeto de Lei que torna a crítica ao aborto crime de preconceito contra a mulher.

Embora a opinião pública esteja dividida, especialistas afirmam que a Lei deve ser aprovada com facilidade.

Este é, obviamente, um texto de ficção. No entanto, é baseado na análise da movimentação dos ativistas em prol de políticas progressistas e na aceitação de suas bandeiras pelos políticos, pelo Supremo Tribunal Federal e pela grande mídia.

Ore sem cessar por nossa nação.

* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
e não refletem, necessariamente, a opinião do Gospel Prime.


 fonte:  https://artigos.gospelprime.com.br/viagem-ao-futuro-o-aborto-igreja-e-o-brasil-em-2030/

“ACORDO DE PAZ” E REINTEGRA SAMUEL CÂMARA

8/07/2016 - 11:00

CGADB CELEBRA “ACORDO DE PAZ” E REINTEGRA SAMUEL CÂMARA



Acordo foi celebrado nesta quinta (7)


CGADB celebra “acordo de paz” e reintegra Samuel Câmara



Os processos judiciais que se arrastavam desde 2013 e dividiam a Convenção Geral das Assembleia de Deus do Brasil (CGADB) foram encerrados nesta quinta-feira (7) após uma longa reunião. A Mesa Diretora e os pastores Samuel Câmara, Jônatas Câmara e Ivan Bastos, comprometeram-se a cessar os litígios.

Segundo os documentos que foram divulgados, foram reintegrados ao quadro de associados Samuel Câmara e Ivan Bastos.  A Confrateres também participou do acordo, assinado após uma longa reunião em um hotel no Rio de Janeiro. O pastor Ivan, como líder da entidade, passará a gerir a tesouraria da Convenção, usufruindo de todos os direitos que lhe confere o Estatuto.




Termo do Acordo divulgado pelo pastor Geremias do Couto.


Termo do Acordo divulgado pelo pastor Geremias do Couto.
Ambas as partes se comprometeram a retirar todas as ações e recursos impetrados contra a instituição, que cobravam uma multa e bloqueavam as contas da CGADB, da CPAD e do pastor José Wellington Bezerra da Costa, atual presidente.

Por decisão da 1ª. Vara Cível e Acidentes do Trabalho de Manaus, em abril, o bloqueio ocorreu pela falta de pagamento de R$ 9.000.000,00 (nove milhões de reais) referente às multas acumuladas.

Ao JM Notícias, Ivan Bastos declarou: “O pastor Samuel retirou todos os processos e foi reintegrado a CGADB. Vivemos em tempo de paz. Assinamos ontem um documento, perante a Mesa Diretora, perante nossos advogados, todos assinaram a ata”. Agora, o líder da Confrateres, disse ainda que deve assumir de fato a tesouraria da CGADB, com acordo de paz celebrado no dia de ontem.

Também foi anunciado que na próxima eleição da CGADB, em 2017, será abandonada definitivamente a proposta de uma chapa única “de consenso”. Todos os interessados poderão concorrer livremente.

 FONTE: https://noticias.gospelprime.com.br/cgadb-acordo-de-paz-reintegra-samuel-camara/

... PASTORES SÃO LADRÕES E PADRES, GAYS ENRUSTIDOS...

18/07/2016 - 9:00
NA GLOBO, PASTORES SÃO LADRÕES E PADRES, GAYS ENRUSTIDOS

Zorra diz que “Espírito Santo no corpo de uma pomba” era ideologia de gênero


Na Globo, pastores são ladrões e padres, gays enrustidosNa Globo, pastores são ladrões e padres, 


O programa humorístico “Zorra”, transmitido pela Globo, voltou a ridicularizar as questões religiosas. A edição que foi ao ar no último sábado (16) apresentou duas esquetes em sequência com situação relacionadas a igrejas.

Usando o estereótipo de que pastores são ladrões e padres são homossexuais enrustidos, tentaram fazer graça com as duas principais representantes da fé cristã no país.

A primeira piada foi um esquete mais longo (ver o vídeo), onde vários executivos corruptos de uma empreiteira estão prestes a ser presos pela Polícia Federal. A solução encontrada é contratar Marlene (Dani Calabresa), uma gestora de crises que apresenta uma saída fácil.

A gestora convence os executivos a transformarem o local em uma igreja. Distribui Bíblias e ordena: “Vai rezando. É o seguinte. Vocês não são mais a empreiteira Lobato e Fagundes Junior Engenharia e Construção. Agora, vocês são a Igreja do Sétimo Tijolo”.

Quando os policiais entram, dando voz de prisão, citam uma série de irregularidades, como financiamento de campanhas e obras superfaturadas e não entregues. Marlene passa a fazer uma série de comparações entre a operação criminosa da empresa e as práticas de igrejas que usam dinheiro de ofertas para construir templos.

Faz chacota também dos exorcismos comuns em igrejas pentecostais, tentando tirar um suposto “demônio” do policial federal. No final, tendo aceitado as justificativas da gestora de crises, eles saem de cena.

Ela então cobra caríssimos honorários. Os empresários chiam, e ela dispara: “Sem esse papinho de crise. Vocês não são mais empreiteira, vocês são a Igreja, não pagam imposto. Igreja é o quê? Só lucro e alegria”.

Logo em seguida, exibiu um esquete mais rápida (ver vídeo), onde o papa (Welder Rodrigues) tenta convencer os seus cardeais que a igreja deve aceitar um colega que agora é transgênero. A justificativa é que a igreja deveria estar mais aberta e aceitar com naturalidade a “identidade de gênero” do cardeal Laércio, que explica: “eu sempre me senti uma freira no corpo de um padre”.

A comparação do papa é que seria o mesmo que “o Espírito Santo no corpo de um pombo”. Depois de minimizar todos os argumentos sobre tradição e dogma, o pedido do pontífice é acatado, pois, afinal, “nossa igreja aceita a todos”.

A conclusão do esquete vem quando um dos cardeais pede para fazer uma missa em homenagem ao Corinthians. O papa, irritado, questiono por que o religioso abandonou seu time de infância, o Palmeiras.

“Cardeal, trocar de tipo quando se está velho é uma safadeza”, sentencia o líder maior dos católicos. Apesar da tentativa do cardeal, não há diálogo. “Se fizer isso eu te excomungo”, finaliza, com a anuência de todos os outros cardeais presentes. Afinal, gênero é opção, mas futebol é algo sagrado!

Ver a rede Globo atacando a fé e tentando diminuir os evangélicos não é novidade. Em 2014, no formato antigo, o Zorra Total já fazia provocações. Após a reformulação, no ano passado, voltou a acontecer. No programa “Tá no ar”, que segue a mesma fórmula e possui os mesmos roteiristas, também ocorreu esse tipo de humor gosto duvidoso com questões religiosas.


Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/globo-pastores-ladroes-padres-gays-enrustidos/?utm_source=onesignal&utm_medium=web&utm_campaign=push