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terça-feira, novembro 29, 2016
SUPER LANÇAMENTO DA ESCOLA DE LÍDERES R8
sábado, novembro 19, 2016
“RUTE, DEUS TRABALHA PELA FAMÍLIA”
ADMEP
– ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA
Departamento
de Educação Cristã
Escola
Bíblica Dominical
“RUTE,
DEUS TRABALHA PELA FAMÍLIA”
Texto
Áureo:
“[...]. Bendito seja o SENHOR, que não deixou, hoje, de te dar remidor, e seja o seu
nome afamado em Israel. ”
[Rute 4. 14]
Verdade Prática
Deus abençoa o trabalho, a fé a
persistência da família que o serve.
LEITURA
BÍBLICA EM CLASSE
Rute 1.1 – 14
Objetivo Geral:
Ressaltar que Deus abençoa o trabalho,
a fé e a persistência da família que o serve.
Objetivo Específicos:
1.
Apontar a crise econômica pela qual Belém
estava passando;
2.
Mostrar como Noêmia e Rute superaram as crises;
3.
Enfatizar que a fé e o trabalho nos ajudam a
superar as crises.
§
Palavra Introdutória – Rute 1.1: O texto não dá nenhuma prova de
que Deus tenha orientado Elimeleque (heb., lit. “meu Deus é Rei”) a deixar Belém. A fertilidade do solo e a
abundância das colheitas nunca foram garantias absolutas de não haver fome. Mudar de lugar também não é necessariamente
a forma que Deus usa para lidar com uma Crise (veja Rm 8. 37 – 39). A partida
de Elimeleque de Belém (heb., lit. “casa de pão”) não evitou que ele e seus
dois filhos morrerem numa terra estrangeira, deixando sua esposa, Noemi, talvez
ainda mais miserável do que se ela tivesse permanecido entre seus amigos e
parentes.
§
A família de
Elimeleque muda-se para Moabe na esperança de ter dias melhores. Mas, ali
Elimeleque morre e é enterrado. Seus dois filhos também vieram a falecer em
Moabe. Noami, a esposa de Elimeleque teve que enfrentar a perda do marido e dos
filhos. Mas crises ainda piores
estavam por vir.
§
Noemi e Rute voltaram
para Belém, trabalham, mantém a fé em Deus e são grandemente abençoadas. Todos
nós enfrentamos momentos de dor e aflição. Mas a nossa fé nos faz avançar,
trabalhar e ver o impossível sendo realizado. Diante das adversidades, não
desanime, não pare!
Pano de Fundo: - A história de Rute começa e termina no vilarejo de Belém, na tribo
de Judá, com uma passagem por Moabe no começo e no final. Moabe era uma nação pagã
que teve início com o relacionamento incestuoso entre Ló e sua filha mais velha
(Gn 19. 36 – 37). Os moabitas, eternos
inimigos de Israel, receberam julgamentos claros proferidos pelos profetas (Is
15. 1 – 9).
Propósito: - Com
um começo triste e um final feliz, o
Livro de Rute retrata a vida de uma família fiel que vivia num vilarejo e
honrava a Javé. Mostra, ainda, a providência divina mesmo em meio às adversidades e
tristezas. Deus usa pessoas simples e acontecimentos comuns para
alcançar seus grandes propósitos.
Introdução: - Nesta
lição, estudaremos a história de uma família que enfrentou a crise da fome, do
luto e da desesperança. É a história de três viúvas: Noemi, Orfa e Rute. Elas
enfrentaram momentos terríveis. Porém, duas delas não se deixaram abater pelas
dificuldades. Com fé, inteligência, lealdade, persistência e esperança,
venceram dificuldades. É uma história de trabalho, provisão e resgate.
I.
A CRISE ECONÔMICA
1.1.
“Época
dos juízes” ocorreu entre os anos 1380 e 1050 a. C. Foi
um tempo de apostasia, confusão, degradação moral e muita tristeza. O nome Bet-Léhem,
remete ao sentido de “Casa de
Alimento”, a cidade natal do rei Davi (I Sm 16.18). Elimeleque
significa “Meu Deus é Rei” (Jz
8. 23). Noemi significa “Agradável”
(v. 20). Efrata era o nome da região nas proximidades de Belém (4. 11; Gn
35.19; I Sm 17. 12; Mq 5.2). Com a morte de Elimeleque iniciam-se as mais
duras provas de Noemi (v. 21). Contudo, Deus é bom (v. 6), e no final dessa
história, a idosa Noemi, se torna “mãe” de Obede (nome que tem o sentido de “Servo do Senhor”), por meio de Rute,
sua nora (4. 17). Uma benção sem fim, porquanto Obede será pai de Jessé, que
gerará o rei Davi, linhagem humana da qual nascerá Jesus Cristo, o Messias (4.
21 – 22).
1.2.
Fome na “casa
do pão” - Belém de Judá estava enfrentando uma
terrível crise econômica. A fome tomou uma proporção gigantesca,
obrigando as pessoas a deixarem a região. A escassez era resultado do mau governo dos
últimos juízes de Israel. Estes haviam abandonado ao Senhor. Belém,
que significa "casa de pão”, estava com fome. A cidade deixou de ser um
celeiro de grãos para ser um lugar de escassez. Neste caso, a fome era
resultado da disciplina divina (Lv 26.18-20). Israel afastou-se da comunhão com
Deus, adorando ídolos pagãos. Nem todos
agiam de modo pecaminoso, mas a disciplina era para todos. Mas o fato é que
Deus opera na vida daqueles que permanecem fiéis a Ele e à sua Palavra (2. 12)
1.3.
A crise alcança uma família
- (Rt 1.1,2). Elimeleque, (“Deus é Rei”, Noemi (“Agradável”)
e seus filhos, Malom, seu
nome significa (“fraco”, “doente”) e Quiliom, seu nome significa “falho” ou “aniquilado”,
são atingidos pela CRISE. A escassez
obrigou Elimeleque a deixar, juntamente com a família, a sua terra. Naquele
momento de crise, eles fizeram o que parecia ser o melhor para toda a família,
ou seja, seguiram para Moabe. Ao chegarem a Moabe, ao invés de
encontrar pão, encontraram a doença e a morte. Elimeleque
e seus dois filhos morreram em Moabe. Noemi ficou sozinha com suas duas
noras. Naquele tempo não havia Previdência
Social. As viúvas eram sustentadas pelos filhos, em especial o primogênito.
Logo, perder o marido e os filhos era uma situação terrível.
1.4.
Morreu Elimeleque, Marido de Noemi – Noemi, embora fosse uma fiel
seguidora do Senhor, experimentou grande adversidade.
1.4.1.
Ela e a sua família
sofreram os efeitos da fome, e tiveram que abandonar sua própria casa (v.1).
Além disso, ela perdeu seu marido (v. 3) e seus filhos. Parecia que o Senhor a abandonara e até mesmo se voltara contra ela
(vv. 13, 21).
1.4.2.
A história de Rute,
no entanto, revela que Deus continuava cuidando dela, inclusive agindo através de terceiros, para socorrê-la em suas
necessidades. Como no caso de Noemi, o crente fiel e leal a Cristo pode
experimentar grandes adversidades na sua vida. Tal fato não significa que Deus
os abandonou ou que os está castigando. As Escrituras frisam, repetidas vezes,
que Deus continua, com todo o amor, a fazer todas as coisas cooperarem para o
nosso bem em tempos de aflições. (Rm 8. 28, 36).
1.4.3.
Para qualquer um que aceita a plena Soberania – de um Deus justo e misericordioso, a existência do mal com a permissão
divina (teodiceia) é um dilema natural. Noemi deixa implícita uma acusação de
infidelidade contra Deus, cujo relacionamento com seu povo sempre se baseou,
essencialmente, na pressuposição da fidelidade divina. Por causa de suas perdas
pessoas, Noemi concluiu que Deus havia voltado as costas para ela e decidiu
retribuir fazendo o mesmo. Pediu que a chamassem de Mara (heb., lit. “amarga”;
veja v. 20). Ainda assim, existia um raio de esperança em Noemi, pois, ao
referir ao Senhor (Javé), colocou essas experiências trágicas da perda do
marido, dos filhos e de suas posses terrenas dentro do contexto da promessa da
aliança. O uso do nome pessoal de Deus na aliança lembrou Noemi e sua nora da
maior de todas as promessas, que é a fidelidade de Deus.
1.5.
Três
viúvas.
- Essas mulheres,
desprotegidas, sofreram enormes dificuldades para sobreviver.
Mas Deus não abandona seus filhos nem os desampara. O Senhor já tinha um
plano de redenção e bênção preparado para Noemi e Rute. Em momentos de crises,
muitas vezes achamos que Deus está silencioso e distante. Parece não haver saída, mas Ele
está trabalhando em nosso favor. Por isso, não tenha medo. Deus não vai
desamparar você.
1.6.
O Senhor .... Sob
cujas asas te vieste abrigar.
(2.12) – Este é o versículo-chave do livro de Rute. Mesmo
em meio à grande apostasia durante o período dos juízes. Deus estava atento àqueles que o buscavam com sinceridade e fé firme
(Sl 17. 8; 36. 7; 63.7). A história de Rute diz respeito à providência de Deus na vida dos
que nEle confiam e andam nos seus caminhos. Assim como Abraão
correspondeu com fé ao chamado do Senhor, assim também a confiança que Rute
teve no Senhor levou-a a deixar sua pátria e parentela para cumprir sua parte
no divino propósito redentor (Gn. 12. 1 – 4).
II.
SUPERANDO AS CRISES
2.1.
Noemi
enfrenta a crise - Noemi
tornou-se uma mulher amarga, triste e
sem esperança. Parecia não existir solução para a crise que estava
vivendo. As dificuldades podem embaçar a nossa visão e tirar toda a nossa
expectativa. Se você está enfrentando uma situação que não parece ter solução, não se desespere. Tenha fé no Deus de
toda a provisão. Noemi foi dominada pela amargura e dor. Seus sentimentos tornaram-se
amargos. Ela não esperava mais nada da vida, senão a morte.
2.2.
O retorno
para sua terra. - Noemi
tomou a decisão de retornar para Belém, a sua terra natal. Porém, antes ela
decidiu liberar suas noras, Orfa e Rute, para que voltassem às suas
famílias. Orfa aceitou a liberação de sua sogra e retornou para sua
família. Mas Rute não quis abandonar a sogra. Talvez, Noemi estivesse
pensando que Deus a estava castigando com todos aqueles sofrimentos. Ela não
podia imaginar o plano de Deus em todas aquelas adversidades. Aprendemos com a Palavra de Deus que
[...]"todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a
Deus [...]" (Rm 8.28).
2.3.
Rute e o
Deus de Israel. - Rute
declarou: "[...] O teu Deus é o meu Deus"(Rt
1.16). Sua sogra, embora atravessando um momento
difícil, deu um excelente testemunho. A convivência com Noemi levou Rute a
ter uma experiência pessoal com Deus. Rute se apegou à sua sogra. (Tal gesto de amor e generosidade nos mostra
que é possível o bom relacionamento entre noras e sogras).
2.4.
O Senhor .... Sob
cujas asas te vieste abrigar.
- (2.12) – Este é o versículo-chave do livro de Rute. Mesmo
em meio à grande apostasia durante o período dos juízes. Deus estava atento àqueles que o buscavam com sinceridade e fé firme
(Sl 17. 8; 36. 7; 63.7). A história de Rute diz respeito à providência de Deus na vida dos
que nEle confiam e andam nos seus caminhos. Assim como Abraão
correspondeu com fé ao chamado do Senhor, assim também a confiança que Rute
teve no Senhor levou-a a deixar sua pátria e parentela para cumprir sua parte
no divino propósito redentor (Gn. 12. 1 – 4).
SÍNTESE DO TÓPICO II
Noemi e
Rute com fé e trabalho superaram as crises.
III.
FÉ E TRABALHO
3.1. Noemi e Rute chegam à terra do pão. - A chegada de duas mulheres viúvas à cidade deve ter
chamado a atenção das pessoas, especialmente daquelas que haviam conhecido Noemi antes de sua partida. Noemi
agora se encontrava com a alma amargurada. Por isso, pede para
ser chamada não mais de Noemi, que significa "agradável", mas
"Mara", isto é, "amarga".
Noemi retornou à sua cidade sem marido, sem filhos e sem bens.
Ela acreditava que todo aquele sofrimento vinha de Deus, como uma forma de
punição (Rt 1.21).
3.2. Rute ajuda Noemi. - Elas
chegaram a Belém no "princípio da sega das cevadas"
(Rt 1.22), ou seja, quando a colheita estava começando. Se em Moabe a situação
era precária, agora em Belém, havia esperança, pois havia trabalho na colheita
da cevada. Vencemos as crises com a ajuda de Deus e com muito trabalho.
3.3. Rute trabalha apanhando espigas. - Rute vai
para um campo de cevada que pertencia a um parente de Elimeleque. Ali,
ajunta as espigas que os segadores deixavam para trás. Essa prática era
permitida pela Lei Mosaica para
ajudar os necessitados (Dt 24.19-21). Siga o exemplo de Rute, não fique
de braços cruzados.
Lição
Espiritual: - Aprenda a servir. Saiba que Deus nos chama
a servir aqueles a quem amamos. Creia que
Deus honrará aqueles com disposição de servir.
Ao dispor-se a trabalhar no campo,
Rute descobriu que Boaz era parente de Elimeleque e, por lei ele poderia se
casar com ela e redimi-la. Boaz fez tudo conforme orientava a lei. Ele é
um tipo de Cristo, o nosso Redentor, que sendo rico se fez pobre para nos fazer
herdeiros das suas riquezas (2 Co 8.9). Boaz casa com Rute e ela dá à
luz a um filho, o qual recebeu o nome de Obede. Mais tarde Obede se tornou o avô de Davi. Deus honrou a decisão, a
atitude e o trabalho de Rute.
3.4.
Boaz – Significa “Rapidez”. Noemi era parente de Boaz
através do seu marido, Elimeleque, um fato essencial para a posterior função de
“parente remidor” exercida por Boaz. Homem valente e poderoso, em hebraico,
indica mais do que prosperidade econômica.
Reflete alguém com poder e dignidade social na comunidade. Também sugere
que Boaz, provavelmente, tenha sido um guerreiro em sua juventude. (Lição Espiritual: Aprenda a
servir. Saiba que Deus nos chama a servir aqueles a quem amamos. Creia que Deus honrará aqueles com disposição
de servir).
3.5.
A Providência Divina – A
mão sustentadora de Deus é sentida ao longo de todo o livro. Mediante o cuidado
terno e amoroso de Rute (Rt 1. 16, 17), Deus trouxe consolo a Noemi quando ela
mais sofria, depois da morte de seu marido e de seus filhos, Deus proveu
sustento para Rute e Noemi nos dias de pobreza pela generosidade do “parente próximo” (Rt 2. 7 – 8; 4. 10).
Deus substituiu a raiz de amargura em Noemi por uma fonte de alegria com o nascimento
de seu neto, Obede (Rt 4. 15 – 16). Deus usou a vida alquebrada dessas duas
mulheres, que, depois de parecer que haviam perdido tudo, encontraram a mais
alta honra de se tornarem parte da genealogia do Messias (Rt 4. 17; veja também
Mt 1. 3 – 6; Lc 3. 31 - 33).
SÍNTESE DO TÓPICO III
Fé em Deus
e trabalho são fundamentais para vencer as crises.
CONCLUSÃO: - Rute teve
algumas perdas em sua vida; perdeu o sogro, o cunhado e o marido. Além dessas
perdas, teve que cuidar de uma sogra triste e desamparada. Mas o Deus da provisão
não desamparou Rute nem Noemi. Temos um Deus que nos ajuda e abençoa-nos com o
trabalho e a sua provisão. Confie!
Aula
Elaborada, pela professora,
Pra. Maria Valda – ADMEP
Pastora, Maria Valda
ADMEP
sexta-feira, outubro 14, 2016
ONU DECIDE QUE JUDEUS NÃO TEM “LAÇOS” COM O MONTE DO TEMPLO
13/10/2016 - 15:00
ONU DECIDE QUE JUDEUS NÃO TEM “LAÇOS” COM O MONTE DO TEMPLO
"Obviamente, eles nunca leram a
Bíblia”, lamenta Benjamin Netanyahu
Por Jarbas Aragão
A
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura Nações
Unidas (Unesco) anunciou nesta quinta-feira que o Monte do Templo, em
Jerusalém, “não tem ligação” com os judeus.
A
resolução associa somente nomes muçulmanos aos locais sagrados da Cidade
Antiga. Vinte e quatro países-membros assinaram o documento e 26 se abstiveram.
Apenas EUA, Reino Unido, Lituânia, Holanda, Estônia e Alemanha votaram contra.
A
determinação foi concluída durante um encontro em Paris, reiterando uma votação
similar realizada em abril. Ao desconsiderar os laços históricos do
local, a ONU virtualmente entrega o Muro Ocidental [Muro das Lamentações] aos
palestinos.
A
decisão foi classificada por Israel como “antissemita e absurda”, sendo
severamente criticada pelo que chama de “abusos provocativos que violam a
santidade e a integridade” da área.
Esse
é um duro golpe diplomático contra Israel, que podia ser antecipado após a
decisão no ano passado da UNESCO entregando dois locais
sagrados para os judeus ao controle de muçulmanos.
O
Túmulo de Raquel, perto de Belém, e a Caverna dos Patriarcas em Hebrom, estão
desde outubro de 2015 na mão dos palestinos. Na ocasião, a proposta incluía o
Muro das Lamentações, considerando-o uma extensão da mesquita de al-Aqsa.
Contudo, foi retirado da proposta final por pressão de países aliados de
Israel. Um ano depois, a proposta foi aceita.
De
acordo com o jornal Ynet News,
o Ministério israelense das Relações Exteriores entregou um panfleto mostrando
a inegável conexão histórica dos judeus com Jerusalém. Ele foi distribuído a
todos os 120 delegados permanentes da UNESCO cujos países têm relações
diplomáticas com Israel.
Fugindo
da tradição, Israel buscou a ajuda inclusive da Santa Sé, argumentando que isso
também iria prejudicar os cristãos. O Vaticano não se manifestou oficialmente.
Os
representantes da Palestina estão buscando, entre outras coisas, nomear um
observador permanente da UNESCO em Jerusalém. O objetivo seria forçar a
condenação das atividades israelenses em territórios disputados.
A
julgar pela decisão de hoje, a ONU acabará cedendo à pressão e intervindo em
território israelense, forçando o reconhecimento da Palestina como Estado
independente, cuja capital seria Jerusalém Ocidental.
“Obviamente, eles nunca leram a Bíblia”
O
primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu protestou contra a decisão da
ONU. “O teatro do absurdo continua com a UNESCO. Hoje, a organização
tomou sua decisão mais bizarra, dizendo o povo de Israel não possui nenhuma
ligação com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações. Obviamente, eles nunca
leram a Bíblia”, disparou.
Foi
mais incisivo, pedindo: “gostaria de aconselhar os membros da UNESCO que
visitem o Arco de Tito, em Roma, onde poderão ver o que os romanos levaram para
Roma após terem destruído e saqueado o Monte do Templo dois mil anos atrás. Poderão
ver gravado no Arco, o menorah de sete braços, que é o símbolo do povo judeu,
bem como o símbolo do Estado judaico hoje. ”
Cumprimento profético
O
Conselho Executivo da UNESCO tem 58 países membros. A maioria deles é de nações
muçulmanas, o que garante o apoio aos palestinos. Como a Palestina não é
reconhecida como nação e tampouco é membro da comissão, seis Estados árabes
apresentaram a proposta em nome dos palestinos: Argélia, Egito, Kuwait,
Marrocos, Tunísia e Emirados Árabes Unidos.
Segundo
o documento, o Muro das Lamentações
passaria a se chamar Al-Buraq Plaza. Buraq é o nome do cavalo
alado que teria levado Maomé em sua viagem mística a Jerusalém. Também faria
parte desse “complexo palestino” a Porta de Mughrabi, que dá acesso ao local.
Também
pedem “ações” da ONU contra o que denominam “a capital ocupada da Palestina”.
Em
outras palavras, conseguiriam ampliar o domínio palestino justamente no local
mais sagrado para o judaísmo. Ao mesmo tempo, forçariam o reconhecimento que a
Autoridade Palestina tem direito a parte Oriental de Jerusalém, conquistada por
Israel na Guerra de 1967.
A
Esplanada das Mesquitas é o terceiro lugar mais sagrado do islã e a Jordânia
tem a custódia deste santuário, segundo o tratado de paz entre ambos países de
1994. Segundo a Bíblia e a arqueologia, é nesse local, no alto no Monte
Moriá, que ficava o templo de Salomão e posteriormente foi edificado o
Segundo Templo, pelo governador romano
Herodes.
Os
incidentes e a luta pelo Templo se reascenderam no último ano, após os
sucessivos anúncios por parte de judeus religiosos que estaria tudo pronto para
a construção do Terceiro Templo no local.
Os
judeus veem a reconstrução do Templo como parte do cumprimento das profecias do
Antigo Testamento e anúncio da vinda do
Messias.
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/onu-judeus-nao-monte-do-templo/
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