quinta-feira, maio 25, 2017

“NÃO ADORAMOS GOVERNOS, E SIM A DEUS”


DONALD TRUMP REITERA PROTEÇÃO À LIBERDADE RELIGIOSA: “NÃO ADORAMOS GOVERNOS, E SIM A DEUS”

Por Tiago Chagas -

15 de maio de 2017


Donald Trump é, sem dúvida, o personagem da política internacional que mais causa manchetes diversificadas. Ao mesmo tempo em que faz ameaças, pode virar notícia por declarações sobre fé.
No último sábado, 13 de maio, Trump fez um discurso durante a abertura de um evento na Liberty University, em Lynchburg, Virginia, e afirmou que nos Estados Unidos não se adora ao governo, e sim a Deus.
“Nos Estados Unidos não adoramos o governo, adoramos a Deus”, afirmou, acrescentando que “prometemos proteger sua liberdade religiosa. Essa declaração foi feita no contexto de uma de suas promessas de campanha, de garantia aos direitos individuais protegidos pela Constituição.
“Enquanto eu for seu presidente, ninguém jamais os impedirá de praticar sua fé”, salientou Trump. A universidade, fundada por uma instituição cristã, recebia mais de 50 mil pessoas no evento, segundo informações do Christian Post.


“A América sempre foi a terra dos sonhos, porque a América é uma nação de verdadeiros crentes […] Quando os peregrinos desembarcaram em Plymouth, eles oraram, quando os fundadores escreveram a Declaração de Independência, eles invocaram nosso Criador quatro vezes, porque na América não adoramos ao governo, adoramos a Deus”, reiterou.
O presidente explicou que essa é a razão pela qual os eleitos para ocupar a Casa Branca repousam as mãos sobre uma Bíblia e terminam seu juramento de honrar e cumprir a Constituição pedindo “que Deus o ajude”.

“É por isso que nossa moeda orgulhosamente declara, ‘Em Deus nós confiamos’, e é por isso que orgulhosamente proclamamos que somos uma nação sob Deus a cada vez que fazemos o juramento de fidelidade”, disse.
Donald Trump fez questão de enfatizar que essa mesma inspiração guiou o pastor Jerry Falwell quando fundou a Liberty University: “Tudo começou com uma visão. Esta visão era de uma universidade de nível mundial para os cristãos evangélicos […] Sem dúvida, muitas pessoas lhe disseram que seus planos eram inalcançáveis, e estou certo de que eles continuaram a dizer isto por muito tempo depois dele ter iniciado, com apenas 154 estudantes, mas o fato é que ninguém nunca conseguiu algo significativo sem uma multidão de críticos falando que tais sonhos eram impossíveis”, concluiu.

Fonte? https://noticias.gospelmais.com.br/donald-trump-liberdade-religiosa-adoramos-governos-deus-90411.html


NÚMERO DE MUÇULMANOS QUE ACEITAM JESUS SÓ AUMENTA


MISSÕES:


 NA CONTRAMÃO DE PESQUISAS, NÚMERO DE MUÇULMANOS QUE ACEITAM JESUS SÓ AUMENTA

Por Tiago Chagas -

25 de março de 2017


Pesquisas sobre religião apontam a tendência de crescimento dos muçulmanos em todo o mundo, por conta da investida que líderes da religião fazem para expansão, e principalmente pela alta taxa de natalidade nas famílias que seguem o islamismo. No entanto, missionários pontuam que essas pesquisas ignoram um fato: as conversões ao Evangelho.
Na doutrina muçulmana, os fiéis a Alá são instruídos a acreditar que um sonho é uma manifestação sobrenatural. E os relatos de missionários sobre muçulmanos que sonharam com Jesus, e por conta disso, terminaram se interessando pela Bíblia e posteriormente se convertendo ao Evangelho, são diversos.
Um missionário da Portas Abertas, que pediu anonimato por questões de segurança, afirmou que as pesquisas são projeções com base nos dados demográficos e histórico das populações observadas, mas que os pesquisadores desconsideram as conversões ao Evangelho em suas variáveis, e a mídia, ignora o fato.
“Deus tem se revelado aos muçulmanos pessoalmente, em nossos dias, como fez nos tempos bíblicos. As pessoas têm sonhos e visões. Devemos ajudar nossos irmãos e orar por eles. A oração pode mudar muitas situações”, disse o missionário, em relato à Portas Abertas.


A decisão de um muçulmano se converter ao Evangelho é cercada de tensão e uma prova de convicção, já que no islamismo, a apostasia – abandono da crença – é punida com a morte. Assim, quando há a decisão de seguir a Jesus, ela envolve um risco inerente à vida dessa pessoa e sua família.
Projeções
As projeções de pesquisadores apontam que a atual expansão do islamismo em todo o mundo poderá levar a religião de extremismos a se tornar a mais popular do planeta em 2070, de acordo com um novo estudo realizado pelo Pew Research Center, uma entidade dedicada à pesquisa do comportamento social.
No islamismo, as mulheres atualmente têm taxa de fertilidade superior às demais, com média de 3,1 filhos, o que gera um crescimento numérico considerável. De acordo com o estudo divulgado pelo Pew Research Center, a religião muçulmana crescerá a uma taxa de 73% até 2050, enquanto o cristianismo terá um ritmo bem menor: 35%.
O estudo – intitulado “Muçulmanos e Islã: principais descobertas nos EUA e ao redor do mundo” – prevê que o número de muçulmanos ao redor do mundo alcance 2,92 bilhões de pessoas em 2070, enquanto os cristãos somem 2,76 bilhões.
Se essa previsão se comprovar, os muçulmanos terão crescido num ritmo quase 100% superior à média da população mundial, já que as estimativas apontam que o crescimento nesse período seja de 37% – algo que já é visto como preocupante em termos de meio-ambiente e alimentação.
A expectativa é que o número de ateus e não-religiosos diminua percentualmente, já que, apesar da expectativa de seu crescimento em países europeus e nos Estados Unidos, em termos globais, a tendência é de queda: dos atuais 16,4% para 13,2% na década de 2050.
Sonhos e conversões
Confira nos links abaixo, relatos de pessoas e famílias que abandonaram o islamismo e se converteram ao Evangelho após terem sonhos com Jesus.

Fonte: https://noticias.gospelmais.com.br/pesquisas-muculmanos-aceitam-jesus-aumenta-89525.html


O QUE É A BÊNÇÃO APOSTÓLICA NA BÍBLIA





O Que é a Bênção Apostólica na Bíblia e Qual é o Seu Significado?


Bênção apostólica é uma bênção trinitariana que muitos pastores pronunciam no final dos cultos. Essa bênção é chamada de “apostólica” porque foi escrita pelo apóstolo Paulo na conclusão de sua segunda Epístola aos Coríntios.

Essa bênção é a mais completa de todo o Novo Testamento, pois é a única que traz em sua fórmula a menção ao Pai, Filho e Espírito Santo. Por isso também é chamada de “bênção trinitariana”.
Onde está a bênção apostólica na Bíblia?

A bênção apostólica está registrada em 2 Coríntios 13:13. Com base nesse texto, a bênção apostólica consiste na seguinte frase: “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vocês”.

Na verdade, o próprio Paulo usualmente concluía suas epístolas registrando uma bênção final. No entanto, todas elas apresentam uma fórmula mais simplificada em comparação à bênção registrada em 2 Coríntios.
Nas outras epístolas, basicamente sua bênção final segue o seguinte padrão: “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todas vós” (Romanos 16:20,24; 1 Coríntios 16:23; Gálatas 6:18; Filipenses 4:23; 1 Tessalonicenses 5:28; 2 Tessalonicenses 3:18; cf. Filemom 1:25).

Em outras epístolas, ele apenas mencionou a frase: “A graça seja convosco” (Colossenses 4:18; Tito 3:15; cf. 1 Timóteo 6:21; 2 Timóteo 4:22). A bênção final registrada na Epístola aos Efésios também apresenta alguns detalhes diferentes em relação a essas outras, onde Paulo escreveu: “Paz seja com os irmãos, e amor com fé da parte de Deus Pai e da do Senhor Jesus Cristo. A graça seja com todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade” (Efésios 6:23,24).

Qual o significado da bênção apostólica?

A bênção apostólica escrita por Paulo basicamente significa a expressão do desejo eficaz de que o Deus Triuno abençoe os redimidos capacitando-os com as virtudes do amor, graça e comunhão. Por “desejo eficaz” deve-se entender que essa bênção não é um mero desejo, como se fosse algo que pode ou não vir a acontecer, mas uma promessa que se torna real na vida daqueles que verdadeiramente creem em Cristo. É certo dizer que essa bênção de forma direta e objetiva expressa os pontos principais da mensagem do Evangelho.

Também é interessante notar que a sequência na qual o apóstolo mencionou a Trindade difere da forma usual como ela geralmente aparece no Novo Testamento, onde o Pai é mencionado primeiro, depois o Filho e, depois, o Espírito (Mt 28:19).
Existem outras ocorrências onde isso acontece, como por exemplo, na saudação do apóstolo Pedro na introdução de sua primeira epístola, onde ele mencionou a Trindade na sequência de Deus o Pai, Espírito Santo e Jesus Cristo (1Pe 1:2).

O fato de o apóstolo Paulo ter mencionado uma sequência diferente em sua bênção, provavelmente significa que ele estava buscando enfatizar a Pessoa de Cristo e a experiência da salvação no contexto de sua carta, já que durante toda a epístola ele repete várias vezes a expressão “nosso Senhor Jesus Cristo” (2Co 1:2,3; 8:9; 11:31; 13:13). A seguir, vamos entender cada parte da bênção apostólica.

A graça de nosso Senhor Jesus Cristo

Na primeira frase da bênção, o apóstolo destaca a graça do Senhor Jesus. Calvino, em seu comentário de 2 Coríntios, concluiu muito bem dizendo que o conceito de graça nessa bênção significa o benefício completo da redenção.
Essa graça de Cristo foi derramada sobre os redimidos por meio de sua vida, morte e ressurreição, de modo que os santos agora estão vestidos de justiça pelos méritos de Cristo. Isso significa que não há nada em nós que nos credencie a salvação, mas que somos salvos pela graça de Cristo, o qual ocupou o nosso lugar e sofreu o castigo que merecíamos.
E o amor de Deus

A graça de nosso Senhor Jesus Cristo revela o amor de Deus, ou seja, é por meio desse amor que os redimidos têm acesso a essa graça tão maravilhosa. O próprio Jesus explicou muito claramente essa verdade fundamental quando conversou com o fariseu Nicodemos, dizendo que por amar o mundo de tal maneira, Deus entregou seu Filho unigênito (Jo 3:16).

Isso nos mostra que o amor de Deus por seu povo não se iniciou na cruz com a morte de seu Filho, mas que foi esse amor que levou seu filho à Cruz. Mais uma vez entendemos que a causa de nossa salvação não está em nós, mas totalmente em Deus.
E a comunhão do Espírito Santo

A graça de nosso Senhor Jesus revela o amor de Deus por nós resultando na comunhão do Espírito Santo pela qual podemos experimentar essa bênção tão sublime. O Espírito Santo habita no coração do salvo, fazendo dele seu templo (1Co 6:19), de modo que somente Ele é quem pode convencer o homem do pecado, regenerá-lo e capacitá-lo a viver uma vida que agrada a Deus.

Essa nova vida é marcada pela santificação, e expõe os resultados visíveis das virtudes do fruto gerado pelo próprio Espírito.

O uso da benção apostólica no culto é obrigatório?

Não, o uso da bênção apostólica no culto não é obrigatório. Não existe uma ordenança bíblica de que o final de cada culto deve ser acompanhado da bênção apostólica. Certamente a maioria das comunidades cristãs possui esse costume em seus cultos, porém existem muitas outras que não adotam essa prática.

Também é verdade que em alguns casos os pastores utilizam outros textos bíblicos na conclusão dos cultos, como por exemplo, a própria bênção escrita pelo apóstolo Paulo em sua fórmula mais simplificada presentes em outras epístolas, ou mesmo outras passagens bíblicas como Efésios 3:20,21; Hebreus 13:20,21 e Judas 24,25.
Outros também utilizam a bênção Araônica, também chamada de “bênção sacerdotal”, registrada em Números 6:24-26. Na verdade, historicamente, o uso da bênção Araônica no culto cristão é ainda mais antigo do que a própria bênção apostólica de 2 Coríntios.
Não é possível saber com exatidão se os cultos da Igreja Primitiva terminavam com alguma forma de bênção, nem mesmo se os próprios apóstolos terminavam os cultos com a bênção apostólica, mas na época da Reforma esse costume foi evidente, com Martinho Lutero sendo um de seus maiores defensores.
Quem pode pronunciar a bênção apostólica?

Essa é uma pergunta que já levantou muitos debates, principalmente com relação à dúvida se presbíteros e diáconos podem pronunciar a bênção apostólica. O que podemos dizer é que atualmente a resposta vai variar de acordo com a denominação.

Algumas delas procuram enfatizar o sacerdócio de todos os crentes (1Pe 2:9) e defendem que qualquer pessoa está apta a pronunciar a bênção sobre a congregação, enquanto outras entendem que apenas os pastores é quem devem concluir o culto com a bênção apostólica, pois apesar de todos os crentes exercerem o sacerdócio real, são eles quem possuem a responsabilidade hierárquica como ministros do Evangelho (cf. 1Co 9:13-14). Logo, naturalmente faz sentido que sejam eles, como ministros da Palavra e dos sacramentos, os encarregados de também pronunciar a bênção.

Seja como for, o importante é que fique bem claro que não é o grau hierárquico que confere legitimidade a bênção ou aumenta seu valor, mas a ênfase deve estar no valor subjetivo e espiritual da bênção, e que os cristãos a recebem pela fé. Esse é o tradicional posicionamento protestante.
Dessa forma, também se subentende que quando um pastor pronuncia a bênção apostólica isso não significa que ele o faz por possuir exatamente a mesma autoridade exercida pelos doze apóstolos e Paulo, ou mesmo por ser um tipo de detentor da bênção a qual ele controla de uma forma mística, como se ele próprio fosse o originador dela, e tivesse o poder de fornecer uma espécie de cobertura espiritual.

Na verdade, não há nada de mágico nisso, pois como foi dito, a bênção é derramada eficazmente somente sobre aqueles que, pela graça, estão dispostos a recebê-la através da fé. Nesse aspecto, aquele que a pronuncia não apenas expressa um desejo, mas a levam consigo (cf. Lc 10:5,6).
O que a bênção apostólica, não é?

Mais uma vez vale ressaltar que a bênção apostólica não deve ser entendida como uma combinação de palavras mágicas, ao contrário, o significado da bênção trinitariana escrita pelo apóstolo Paulo é muito mais profundo do que qualquer interpretação supersticiosa, já que, como vimos, ela sintetiza a mensagem do Evangelho, a saber, a graça divina, o amor divino e a comunhão divina que os redimidos desfrutam pela fé em Jesus Cristo.


Fonte: https://estiloadoracao.com/bencao-apostolica/

terça-feira, maio 23, 2017

SOB TRUMP AVANÇAM A AGENDA LGBT




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Posted: 23 May 2017 03:31 AM PDT

Embaixadas americanas sob Trump avançam a agenda LGBT

Júlio Severo

Os evangélicos conservadores, cujo voto deu vitória a Donald Trump, haviam esperado que quando ele se tornasse presidente o governo dos EUA pararia de usar suas embaixadas para promover a agenda homossexual, como ocorria muitas vezes sob o ex-presidente Obama.


Embaixada dos EUA na Macedônia



Entretanto, na semana passada, quando ativistas esquerdistas, inclusive Cuba, estavam celebrando o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (DIHTB), várias embaixadas dos EUA sob Trump também o celebraram.

A Embaixada dos EUA na Macedônia tuitou isto:

Estamos hasteando a bandeira do arco-íris hoje para comemorar o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. #DIHTB2017

Trump não fez uma proclamação DIHTB formal, mas seu Departamento de Estado realizou uma “Celebração Mundial de Diversidades de Sexo e Gênero. ” Além da bandeira homossexual hasteada na Embaixada dos EUA na Macedônia, Kyle Randolph Scott, embaixador americano na Sérvia, realizou um Prêmio do Arco-Íris na Embaixada dos EUA na Sérvia. Ele disse:

“Os Estados Unidos continuam com o compromisso de avançar os direitos humanos de todos os seres humanos: isso inclui indivíduos LGBT aqui e no mundo inteiro. É por isso que minha embaixada e eu temos o orgulho de apoiar o trabalho da Aliança Gay-Hétero… O Prêmio do Arco-Íris serve como reconhecimento importante para um indivíduo ou instituição que tem contribuído para a luta contra a homofobia e transfobia na Sérvia… A Embaixada dos Estados Unidos contribui para avançar os direitos de indivíduos LGBT na Sérvia de muitas formas. Apoiamos várias organizações ativistas, tais como a Aliança Gay-Hétero, e Pais e Amigos de Lésbicas e Gays. ”

Como é que um embaixador americano pode descaradamente usar sua embaixada para promover a agenda homossexual em outros países, inclusive premiando ativistas e grupos gays, sem a autorização de seu governo?

Ted Osius, homossexual assumido que é o embaixador americano no Vietnã, escreveu um texto no blog oficial do Departamento de Estado dos EUA honrando o DIHTB.

Em fevereiro, Trump frustrou sua base de evangélicos conservadores que esperavam que ele removesse Randy Berry, embaixador especial LGBT de Obama (o primeiro desse tipo), cuja missão é promover a aceitação da homossexualidade, bissexualidade e transgenerismo no exterior sob a rubrica de “direitos humanos” e no nome do governo dos Estados Unidos. Em vez de dar atenção aos seus eleitores conservadores, Trump escolheu manter o embaixador homossexual de Obama.

Contudo, muitos conservadores não estão protestando contra tal imperialismo homossexual sob Trump porque seu governo está fazendo avanços econômicos (é a economia, idiota!), mesmo quando a um preço de sangue.



Com informações de LifeSiteNews (Peter LaBarbera) e da Embaixada dos EUA na Sérvia.

Versão em inglês deste artigo: U.S. Embassies Under Trump Advance LGBT Agenda

Leitura recomendada:
Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter: http://twitter.com/juliosevero Facebook: http://www.facebook.com/pages/Blog-Julio-Severo/185623904807430

Fonte: https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/15c35d941d3e1222

segunda-feira, maio 22, 2017

A IGREJA DO SÉCULO 21



Assembléia de Deus Ministério Estudando a Palavra

Pastora Maria Valda



A IGREJA DO SÉCULO 2
 1 Timóteo 4.1,2


Introdução: Relativismo moral, corrupção, incertezas, tem sido o império das trevas aparentemente ganhando forças, tem sido o cenário do presente século 21. Como responder as questões do nosso tempo? Como Igreja de Cristo deveríamos ser a solução onde os sistemas mundanos falharam? Será que a nossa missão é mudar o sistema? O Ministério da Reconciliação dado a Igreja através da pregação do Evangelho é carregado de graça e verdade, misericórdia, justiça e juízo. Parafraseando Jacques Ellul: A mensagem do Evangelho apresenta O totalmente Outro, portanto não vai dar certo no mundo. Os principais mensageiros de Deus foram assassinados pelo sistema desse mundo. Temos que manter a nossa responsabilidade profética e há muitos desafios como Igreja, mas de tudo que precisamos fazer a princípio é:

   Discernir o presente século andando como sábios, remindo o tempo;
   Compreender qual a mensagem do Espírito para o nosso tempo: “Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz as igrejas...”
   Conhecer e atuar no poder que temos em Cristo como Igreja para cumprirmos nossa missão.


I.    DISCERNINDO O NOSSO TEMPO

1)       O Senhor Jesus exortou os do seu tempo por sua hipocrisia e insensatez: “Hipócritas! Sabeis muito bem interpretar os sinais da terra e do céu. Como não conseguis discernir os sinais do tempo presente? ” (Lucas 12.56 KJA).

2)           Características da Igreja do século 21. (1 Tm 3.1-9)

Neste texto podemos perceber que a construção social da cultura ocidental impulsiona o homem a ser exatamente conforme foi descrito por Paulo há tanto tempo. Vejamos algumas das características que Paulo descreve e vejamos se ela se encaixa na nossa realidade:

   Egoístas (amantes de si mesmos): O dicionário nos mostra que "egoísmo" é o "amor exclusivo à pessoa e aos interesses próprios". Ou seja, é a preferência do "eu" ao invés do todo. Será que precisamos de alguma prova que somos todos egoístas? No tempo dos apóstolos em Atos a palavra nos mostra que "todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum" Atos 2:44. As características da Igreja são avessas aos interesses próprios, pois o nosso interesse é fazer a vontade de Deus e não a nossa.

 Avarentos: O dicionário nos diz que "avareza" é o "apego sórdido ao dinheiro para o acumular" e ainda é a "falta de generosidade". Infelizmente a avareza também já faz parte nas nossas comunidades e denominações. Nos tempos de Jesus ele limpou o templo com um azorrague e certamente limpará também nos nossos dias. O que verdadeiros cristãos fazem com seu dinheiro: "Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade" Atos 2:45."Não podeis servir a Deus e às riquezas" Mateus 6:24.

 Presunçosos: Os presunçosos são pessoas que demonstram excessiva confiança ou orgulho exagerado em si mesmos. Eles confiam em si e não são humildes ou modestos, mas são excessivamente arrogantes e desprezíveis não considerando as outras pessoas. Uma outra tradução para esta característica é exatamente a arrogância.

    Soberbos: De igual modo, os soberbos são altivos, orgulhosos e arrogantes. Porém esta atitude está mais ligada ao fato dessas pessoas se consideraram melhor que as outras. O soberbo sempre exige o melhor lugar, a melhor companhia, o melhor de tudo. É a exaltação do eu em detrimento do meu próximo.

   Blasfemos: Os blasfemos são aquelas pessoas que enchem a sua boca de violência, crueldade, insultos ou são rudes no falar. Que mentem, são dissimulados, caluniadores e difamadores. Quem anda na direção do Espírito é diferente (Pv 10:31-32; Mt 12:34). Ou seja, aquilo que falamos representa quem somos.

    Desobedientes a pais e mães:  O século nos ensina que os nossos pais são velhos e não entendem os novos tempos e as novas ideias. A bíblia, porém, nos ensina o contrário: ela nos ensina a honrar nossos pais (Ex 20:12).

 Ingratos: Para entendermos a ingratidão é necessário compreender a gratidão. A gratidão é o sentimento de lembrança e agradecimento por algo realizado em relação àquele que realizou o ato. As festas judaicas eram para lembra o povo os feitos do Senhor. Hoje temos a Ceia do Senhor como memorial. Só vão para o inferno os ingratos que não receberam com gratidão a salvação de Deus!

   Profanos: Os profanos são aquelas pessoas que não se importam com a santidade ou em se santificarem a Deus. São pessoas que vivem suas vidas despreocupadamente em seus delitos e pecados diariamente. Elas são pessoas normais como eu e você, mas desprezam viver uma vida de oração e de leitura da palavra de Deus. Eles até sabem da importância de viver dessa forma, mas não se importam em viver do seu próprio modo seguindo suas próprias paixões.

  Sem afeto natural: O original grego nos revela o sentido de uma pessoa insensível e desumana. Em nosso tempo o capitalismo selvagem nos torna pessoas assim. Hoje vemos que somos demasiadamente desumanos e insensíveis com as pessoas. Parábola do bom samaritano, o nosso próximo são todas as pessoas à nossa volta.

  Irreconciliáveis: Os irreconciliáveis são aquelas pessoas que, caso tenham alguma desavença com alguém, se recusam fortemente a se reconciliar por motivos fúteis. São implacáveis e não tornam atrás em suas decisões. É uma característica clara daqueles que não possuem o fruto do Espírito.

  Caluniadores: Os caluniadores são aqueles que acusam falsamente e são encrenqueiros buscando sempre uma confusão, bate-boca ou complicações.

   Incontinentes: Os incontinentes são pessoas que não possuem moderação ou não se contém. Está relacionado a falta de moral e a uma conduta degradante da pessoa. É o contrário do domínio próprio, que é parte do fruto do Espírito. 

 Cruéis: O sentido no original grego para os cruéis está mais amplo. O sentido é de uma pessoa incontrolável, selvagem e feroz. Que naturalmente machuca as pessoas à sua volta sem se preocupar. 

     Sem amor para com os bons: Aqui o sentido é exatamente este mesmo. São pessoas que não se alegram com aqueles que estão cheios de Deus ou que fazem o bem. Talvez por motivos interesseiros ou por inveja e ganância. Infelizmente isso também acontece com grande frequência. 

  Traidores: A traição é a maior prova da falta de caráter de uma pessoa. Demonstra que somos pessoas invejosas, orgulhosas e que não nos importamos com as pessoas ao nosso redor. 

 Obstinados (precipitados, imprudentes): A tradução em português trouxe "obstinado", mas o sentido não é este. O melhor sentido para esta característica é precipitado, imprudente. Pessoas que não consideram antes de fazer alguma coisa ou de tomar alguma posição.

   Orgulhosos: Os orgulhosos também são pessoas presunçosas e soberbas que se julgam melhor que os outros. Porém esta característica vai um pouco além das duas anteriores. O sentido no original grego é de alguém tão orgulhoso que este orgulho o faz cegar em densas trevas. Ou seja, por se tornar uma pessoa orgulhosa, estas pessoas não conseguem se desvencilhar em uma névoa de orgulho que os cobre e cega.

      Mais amigos dos deleites do que amigos de Deus: Hoje vemos que a maioria das pessoas se entrega a muitos prazeres em detrimento de se entregarem a Deus e ao Espírito Santo, Talvez essa seja uma das grandes características do nosso tempo.

      Aparência de piedade, mas negando o seu real poder: Aqui é um dos pontos culminantes pois fala de hipocrisia e falsidade, e na sequência do texto (v.6) mostra um tipo de gente que se aproveita de pessoas também cheias de desejos promíscuos e mergulham nessa podridão. São os falsos profetas e mestres interesseiros.

 Sempre aprendendo, mas jamais conseguem chegar ao conhecimento da verdade: São pessoas que ouvem, ouvem e ouvem a Palavra mas não tem efeito, pois o conhecimento da verdade liberta (Jo 8.32)


Agora vejamos o que o Espírito tem a dizer em sua totalidade a essa Igreja.


II. O QUE O ESPÍRITO TEM A DIZER PARA A IGREJA NO PRESENTE SÉCULO?

O Apocalipse nos apresenta em seus três primeiros capítulos a mensagem do Espírito de Cristo às Sete Igrejas da Ásia Menor. Sabemos que a mensagem a princípio foi para aquelas igrejas do passado, mas que em sua totalidade compreendemos também que fala as igrejas do nosso tempo. Sete pecados e sete virtudes foram reveladas pelo Espirito em Apocalipse 2 e 3 e sete vezes aparece: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito diz às Igrejas...”:



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Sete pecados que a Igreja não deve cometer

1º)      Tradicionalismo
2º)      2º Covardia
3º)      Heresia
4º)      Idolatria
5º)       Hipocrisia
6º)      Intolerância
7º)      Soberba

Sete virtudes que a Igreja deve manter

1)           Amor
2)           Fidelidade (Martírio)
3)           Amor a Verdade
4)           Abnegação
5)           Autenticidade
6)           Misericórdia
7)           Humildade

Agora vejamos que poder temos como Igreja de Cristo para vencer.


III.          COMO IGREJA, QUE PODER ATUA EM E ATRAVÉS DE NÓS?


Ao orar pela igreja de Éfeso o apóstolo Paulo deixou explicito o que a Igreja precisa saber sobre a sua vocação e sobre o poder que em nós opera (Ef 1.16-20).

1) Uma oração para termos revelação. Paulo ora para que tenhamos um espírito de sabedoria e revelação e para que os olhos do nosso coração sejam iluminados para que saibamos qual é a esperança do chamamento de Deus, a riqueza da glória da herança de Deus nos santos e a suprema grandeza do poder de Deus para conosco, os que cremos (Ef 1:17-23):

    Temos de ser amigo de Deus, pessoas que entendem o Seu coração; temos de ver, conhecer e ter a visão da eternidade, uma visão que nos apanha e captura com tal intensidade que vivemos a vida da eternidade e fazemos a obra da eternidade (Gl 1:15-16; 2:20; 4:19; 1Co 2:9-10; 6:17; 15:10; 16:10).

  A esperança do chamamento de Deus é “Cristo em vós, a esperança da glória” (Cl 1:27). A esperança do chamamento de Deus é a consumação final do nosso desfrute de Cristo, que será a transfiguração do nosso corpo e a manifestação dos filhos de Deus (Ef 4:4; Fp 3:21; Rm 8:19, 23-25).

       A riqueza da glória da herança de Deus nos santos - fala de Deus nos selar Consigo mesmo para nos tornar a Sua herança para o Seu desfrute e de Deus Se dar como penhor a nós para se tornar a nossa herança para o nosso desfrute (Ef 1:11, 13b-14, 18). A glória de Deus tem sua riqueza, que são os diversos itens que constituem os atributos divinos de Deus, tais como luz, vida, poder, amor, justiça e santidade, expressados em graus diferentes.

       A suprema grandeza do poder de Deus – o poder de ressurreição, poder de ascensão (transcendente), poder de sujeição (subjugador) e poder de encabeçamento (governante) – opera “em nós”, é “para conosco, os que cremos” e é para “a igreja” (Ef 3:20; 1:19-23).


Como Igreja fomos chamados acima de tudo a transmitir a Glória e a Vida de Deus!


Conclusão:  Como Igreja do século 21 precisamos avançar pois a Vinda do Senhor está próxima. Que não sejamos o cumprimento das profecias negativas e sim aqueles que venceram pelo Sangue do Cordeiro, pela Palavra do seu testemunho e que não amaram as suas vidas até morte (Ap 12.11).


Que Deus nos abençoe,
   Professor, José Fábio


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