segunda-feira, junho 05, 2017

CONVITE ESPECIAL.... E BOTA ESPECIAL NISSO!!!!!!!!!!






Essa foto, gosto muito



90 ANOS DE VIDA!


Recebi o Convite hoje por seu filho, Pr. Ismar.

Uma vida dedicada ao Senhor

É honrosa essa homenagem e muito merecedora.
Ele merece; já fez muito pelo Reino de Deus, Ensinando a Palavra do Senhor.

Ele que me indicou ao Santo Ministério do Ensino da Palavra de Deus.

Mandou eu fazer Teologia...
Foi meu professor de Teologia no I.B.P.

Me indicou para ser Professora da E.B.D na Assembleia de Deus em Cordovil em 1977. Ele mesmo me levou até ao Superintendente da E.B.D, na época, Pr. Ataydes Porto e disse a ele: 

"Se eu fosse o Superintendente da Escola Dominical, eu colocaria  a Maria Valda como professora"

Eu tremi quando ouvi ele dizer aquelas palavras... Depois a sós com ele, eu disse: Pastor Antônio Gilberto, eu não tenho capacidade de ser professora da Escola Dominical.... 

Sua Resposta:

"Ótimo! O Senhor gosta de usar quem não tem capacidade, quem reconhece que não sabe, assim  Ele pode ensinar, pois os que já sabem, não procuram Ele para aprender ..." - Lembro até hoje das suas palavras.

Se eu já era sua fã! Agora me tornei uma admiradora ardorosa.

Tenho livros, apostilhas dele; e tudo que eu preparo, vou dar uma olhada no que ele diz também sobre o assunto.



Ele também me  indicou livros para que eu estudasse, para me conhecer....

Era brava demais, parecia a Maria Bonita, só faltava a peixeira... 

E fui procurar ajuda com ele, porque já estava quase sendo expulsa da igreja, por ser tão difícil de temperamento; na época meu Pastor amado: Waldyr Neves, que já dorme com o Senhor, me ofereceu uma passagem de avião de primeira classe, para que eu fosse embora para minha terrinha (Fortaleza) de volta... Mas pedi misericórdia e fiquei. kkk (não foi fácil tudo isto). 

Ao procurar ajuda com ele, pois ele é Psicólogo, ele me perguntou: "Qual seu temperamento Valda? " Eu respondi: Tenho um gênio muito forte.

Ele disse: "Perguntei seu temperamento, gênio não é temperamento..."

Quase morri de vergonha... Porque sabia que tinha cometido um gafe diante de alguém que considerava um homem de muito conhecimento... 

Ai me Deus... não esqueço aquele dia... Queria sumir num buraco de tatu..

Mas ele com muita humildade e vendo a minha ignorância no assunto, baixou a cabeça e disse:
 Vou indicar uns livros...

Ele já havia entendido que eu não sabia nada de temperamento. Então passou uma lista de livros para eu comprar e ler...

Eu obedeci e comprei e li....
Eu devo isto a ele, porque se não, ainda seria a Maria Bonita do Ceará.. rsrsr

Parabéns Meu Mestre Querido...

No dia que partires desta terra, fará muita falta...

Fica aqui a minha eterna gratidão e se é que posso dizer meu "orgulho santo" por tudo o que o senhor representou na minha vida.

Creio que parte do meu ministério devo ao senhor, Pr. e Mestre Antônio Gilberto.


Serva do Senhor Jesus, 
Maria Valda







Amo esta foto


Percebe-se o cansaço dos anos de Trabalho...


 Grande Mestre


Cheio da Palavra


É maravilhoso ouvir a Palavra de Ensino que sai da sua boca.



Que Honra foi para mim, tirar essa foto..



Que honra..






Em Cordovil... Amarei para Sempre.




CIMADESO EM AÇÃO...


MINHA CONVENÇÃO 

QUE AMO, ADMIRO, RESPEITO E INDICO


Precisa de uma Convenção que te Respeite, te Honre, aqui estar a CIMADESO









Nosso Reverendo Dr. Ribeiro



sexta-feira, maio 26, 2017

“FIDELIDADE, FIRMES NA FÉ”





ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical


FIDELIDADE, FIRMES NA FÉ

Texto Áureo:

Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.
 (2Timóteo 2. 13)

Verdade Prática:

A fidelidade, como fruto do Espírito, ajuda o crente a permanecer firme na fé em Cristo.


Leitura Bíblica em Classe
Hebreus 10. 35 – 39



Objetivo Geral: - Explicar que a fidelidade, fruto do Espírito, nos ajuda a permanecermos firmes na fé até a Segunda Vinda de Jesus.


Objetivos Específicos: -

1.           Saber que a fidelidade é a característica do que é fiel;
2.           Mostrar que a idolatria e a heresia são um perigo à fidelidade;
3.           Compreender que precisamos permanecer fiéis até o fim.



Introdução: - Texto: Gl 5:22,23; Sl 119:30

A fidelidade bíblica é resumida na qualidade de ser cheio de fé. Tudo o que um homem vivencia no Reino de Deus está pautado na sua fé em Jesus Cristo, ou seja, na sua fidelidade ao Senhor Jesus. A expressão concreta da fé bíblica consiste na fidelidade do homem para com Deus, e não somente em uma espécie de crença teorizada e não praticada. A fé em Cristo Jesus manifesta fidelidade a Deus, e a fidelidade a Deus está edificada na fé. E é justamente o Espírito Santo quem produz essa importantíssima característica de fidelidade a Deus no coração cristão. 

O salmista expressa: “Escolhi o caminho da fidelidade; diante de mim pus as tuas ordenanças” (Sl 119:30). Ser fiel a Deus é realmente uma escolha. Aliás, viver o Evangelho é acima de tudo, uma escolha pessoal e intransferível. Ninguém pode viver o Evangelho pautado na fé do outro, e muito menos estar em Cristo através da fidelidade a Deus que o outro tem. Cada um precisa fazer as suas escolhas, e ser fiel ao Senhor Jesus Cristo é uma escolha. 

O fruto fidelidade produzido pelo Espírito Santo na vida cristã está fundamentado na crença em Deus e na mais profunda confiança de que o Senhor Jesus está no controle de tudo. Ao ter esta fé o discípulo de Jesus é moldado pelo Espírito Santo a ser mais consistente, a ser mais fiel aos parâmetros do Reino de Deus. Portanto, o fruto do Espírito é dado como uma qualidade ou um atributo; e a fidelidade é o atributo de quem tem fé em Jesus Cristo.



I.              O SIGNIFICADO DE FIDELIDADE

1)       Definição: - Fidelidade significa basicamente “lealdade”, e é a atitude característica de quem é fiel e confiável. O significado da palavra fidelidade na Bíblia apresenta algumas dificuldades pelo fato de que ela traduz a raiz grega que geralmente é traduzida pela palavra “”.

Com base nessa dificuldade, se faz necessário o exame do contexto em que tal termo aparece para que seja possível definir qual a melhor tradução. A seguir, entenderemos um pouco melhor esse conceito.
2)       A palavra fidelidade na Bíblia

No Antigo Testamento a palavra fidelidade pode ser uma tradução possível para o termo hebraico ‘emunah, que significa “certeza” ou “fidelidade”, como por exemplo, conforme foi utilizado pelo profeta Habacuque em seu livro (Hc 2:4).

No Novo Testamento a palavra fidelidade traduz o termo grego pistis, “fidelidade”, “lealdade” ou “confiabilidade”, em Tito 2:10. Essa palavra grega é amplamente utilizada pelos escritores neotestamentários, e na maioria das vezes é traduzida corretamente como “”, e o adjetivo pistos geralmente é traduzido como “fiel”.

Na Epístola aos Gálatas, o apóstolo Paulo utilizou esse mesmo termo grego para se referir a uma das virtudes do fruto do Espírito Santo (Gl 5:22).

Nesse caso, a palavra “fidelidade”, ao invés de “”, é a melhor tradução para o termo grego, principalmente pela forma com que é apresentada em conexão com as palavras “benignidade” e “bondade”.
Também vale ressaltar que o contexto da epístola demonstra a queixa do apóstolo pela falta de fidelidade que alguns dos gálatas tinham demonstrado (cf. Gl 4:16).

Então, como um aspecto do fruto do Espírito, a palavra fidelidade se refere, principalmente, a fidelidade a Deus e ao Evangelho, e, consequentemente, a lealdade de uns para com os outros.
Alguns intérpretes também defendem a possibilidade de que em Lucas 18:8, 1 Timóteo 6:11 e 2 Timóteo 2:22 o termo grego também deva ser traduzido como “fidelidade”, já que essa tradução parece se harmonizar melhor ao contexto de tais passagens.
Embora a palavra “fidelidade” não apareça explicitamente como uma tradução frequente dos termos originais bíblicos, a ideia da fidelidade que deve ser característica da conduta cristã pode ser encontrada por toda a Escritura.
Devemos ser fiéis a Cristo e ao seu Evangelho, bem como demonstrarmos lealdade e confiabilidade no trato com o próximo.

3)       A Fidelidade como Fruto do Espírito

Como último fruto de nosso bom relacionamento com o próximo, temos a fidelidade, que nos faz "manter a palavra dada, as obrigações assumidas, os contratos estipulados". A fidelidade complementa a mansidão no sentido de que, se esta nos leva a não prejudicar o próximo pela ira, aquela nos conduz a não o fraudar nem o enganar. Ora, "isso é a fé, tomada no sentido de fidelidade", afirma São Tomás. "E se a tomarmos como fé em Deus, então o homem por ela se ordena ao que lhe é superior, ou seja, dispõe- se a submeter seu intelecto a Deus e, por consequência, tudo o que possui".

4)       A fidelidade de Deus

A palavra fidelidade também é empregada em relação a Deus, como por exemplo, em Romanos 3:3. Nessa passagem, Paulo escreveu sobre a “fidelidade de Deus” que não pode ser anulada pela infidelidade humana, expressando assim a própria justiça de Deus, ou seja, a fidelidade de Deus é um conforto para os fiéis ao mesmo tempo em que é ruína para os infiéis, porque assim como Deus é fiel a suas promessas, Ele também é fiel aos seus avisos de juízo.

Dessa forma, podemos entender que a fidelidade é um dos atributos morais de Deus, de modo que tudo que provém dele é verdadeiro e infalivelmente confiável (Hb 10:23).

A fidelidade como uma qualidade de Deus está também ligada a outro de seus atributos: a imutabilidade. Deus é imutável, ou seja, Ele é sempre o mesmo (Ml 3:6; Hb 13:8). Conforme Tiago escreveu, em Deus não pode existir variação, ou sombra de mudança (Tg 1:17).

Deus não muda seu ser, seus propósitos eternos, sua palavra e suas promessas (Nm 23:19; Sl 102:26,27). No Antigo Testamento, por exemplo, encontramos passagens onde Deus é chamado de “Rocha”, uma expressão metafórica para se referir ao caráter inabalável de Deus (Dt 32:4,15,18).

Como Deus é imutável, sua fidelidade nos encoraja e nos conforta, de modo que sempre podemos confiar que suas promessas nunca falharão, e que sua aliança é inviolável (Dt 7:9; Ml 3:16; 2Tm 2:13).
A imutabilidade de Deus é um de seus atributos incomunicáveis, ou seja, um atributo que Ele não compartilha ou transmite a ninguém, mas a fidelidade como uma qualidade do caráter divino pode ser refletida na conduta daqueles que são guiados pelo Espírito, não por seus próprios méritos, mas porque o Espírito Santo produz neles a virtude da fidelidade (Gl 5:22).

Como resultado disso, esses homens de fé possuem conduta exemplar, são confiáveis, defendem o que é correto e justo, e demonstram uma lealdade tal para com a causa do reino de Deus que, se necessário, enfrentam até mesmo o martírio (Ap 2:10).
Essas pessoas compreendem que o fortalecimento que precisam para perseverarem e vencerem as mais duras aflições dessa vida está fundamentado na fidelidade do Senhor, que é fiel para perdoar os pecados e purificar da injustiça (cf. 1Co 10:13; 1Ts 5:24; 1Jo 1:9; 1Pe 4:19).

5)          Princípios Bíblicos de Fidelidade 

1)      Fidelidade e renúncia 

A fidelidade a Deus inclui renunciar por Jesus Cristo. Sob este aspecto, a fidelidade está diretamente associada com a capacidade de suportar o “abrir mão” das próprias vontades em prol do Reino de Deus. Esse processo de renunciar a si mesmo quase nunca é fácil, e por isso, precisa ser uma obra realizada pela atividade sobrenatural do Espírito Santo.

2)       Fidelidade e votos 

A fidelidade como fruto do Espírito tem muito a ver com a moral e a ética cristã. Ou seja, na maneira como o cristão conduz a sua vida. O fruto fidelidade estabelece um padrão de responsabilidade que o discípulo de Jesus tem em como conduzir suas palavras e ações. Carregar o nome de Cristo em sua vida faz do homem alguém cujo há uma exigência de cumprimento prático dos votos de fé que expressou com os lábios ao se entregar a Jesus Cristo.

3)       Fidelidade e lealdade 

A fidelidade produzida pelo Espírito Santo torna indistintamente o homem leal a Jesus Cristo, e consequente leal as manifestações do Reino de Deus na Terra. O cristão é leal a Bíblia quer esteja sendo observado, quer não. Sua lealdade a Deus está fundamentada na sua fidelidade produzida pelo Espírito Santo.

4)  Fidelidade e consistência 

O cristão precisa ser consistente em sua caminhada no Evangelho, e esta consistência se dá justamente através da sua fidelidade a Jesus Cristo. Por mais desafiador que seja viver a Bíblia na prática, o propósito de Deus é que o cristão seja consistente em seus passos de santificação.

5)       Fidelidade e mordomia 

Tudo o que o homem faz em suas atividades ministeriais não pertence a ele, homem. Tudo o que diz respeito ao Reino de Deus, pertence exclusivamente a Deus, e o homem é o mordomo de tudo isso. Ou seja, o homem é quem cuida e administra mediante a concessão do dono, que é Deus. Portanto, é imprescindível que o cristão seja fiel em desenvolver tudo o que está em suas mãos de acordo com o propósito de Deus. 


CONCLUSÃO: - A Bíblia tem exemplos de Gênesis a Apocalipse de personagens que foram fiéis a Deus, e como consequência viveram no centro da vontade de Deus. Abaixo, alguns destes exemplos: 

Deus afirma uma promessa magnífica em Sua Palavra: “Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que estejam comigo; o que anda num caminho reto, esse me servirá” (Sl 101:6). Isso é muito forte!

Bibliografia