segunda-feira, abril 08, 2013

“ENTRADA DO INFERNO”


8 de abril de 2013

 “ENTRADA DO INFERNO” DESCOBERTA NA VIZINHANÇA DO ANTICRISTO

Exclusivo: Joel Richardson argumenta que Gogue e Magogue vêm da Turquia moderna

Joel Richardson


Uma importante descoberta arqueológica na região oeste da Turquia pode conter uma pista profética sobre a nação da qual o Anticristo algum dia surgirá no cenário mundial.

De acordo com uma recente reportagem da Fox News, arqueólogos descobriram a antiga “entrada do inferno.” Não literalmente, é claro, mas em vez disso descobriram um antigo templo pagão conhecido como “Portal de Plutão,” a caverna que se cria ser o portal do Hades, na mitologia greco-romana.








De acordo com o geógrafo grego Strabo, a caverna emitia um vapor denso que mataria qualquer pessoa que tivesse contato com ele. Conforme Francesco D’Andria, o arqueólogo que descobriu a entrada: “Podíamos ver as propriedades letais da caverna durante a escavação. Vários passarinhos morreram ao tentarem chegar perto da abertura quente, mortos instantaneamente pelos vapores de dióxido de carbono.”

Alguns estudantes de profecia notaram a semelhança da entrada do inferno ao “Abismo” conforme está descrito no livro do Apocalipse:

“Assim que ela abriu o poço do Abismo, subiu dele fumaça como a de uma colossal fornalha. O sol e o céu escureceram com a fuligem que saía do Abismo. Desta fuligem saíram gafanhotos que vieram sobre a terra e lhes foi concedido poder como o dos escorpiões da terra.” (Apocalipse 9:2-3 KJA)

O que é mais interessante sobre esse achado e sua relação com a profecia da Bíblia é o fato de que a entrada foi descoberta em Pamukkale, na Turquia, conhecida nos tempos antigos como Hierápolis. De acordo com o historiador do primeiro século conhecido como Plínio, o Velho, Hierápois era também conhecida como “Magogue.”

Aliás, era especificamente essa antiga conexão turco-magogue que fazia parte da compreensão de um grande número de teólogos judeus e cristãos com relação à região da qual os exércitos de Gogue e Magogue viriam para a terra de Israel.

Gogue e Magogue, de acordo com o profeta bíblico Ezequiel, são exércitos dos inimigos finais do povo judeu, os quais invadiriam a terra de Israel logo antes da volta de Jesus. Embora os mestres de profecia hoje se apeguem à ideia de que a Batalha de Gogue e Magogue é uma batalha preliminar e distinta da Batalha do Armagedom, essa convicção é de fato uma opinião relativamente nova e minoritária dentro da história da igreja. Considere a seguinte pesquisa parcial sobre as opiniões de teólogos, tanto cristãos quanto judeus, que há muito esperavam que os exércitos anticristãos de Gogue e Magogue viriam da terra da Turquia:

Hipólito de Roma (170–235), um teólogo cristão primitivo, em suas crônicas, conectou Magogue com os gálatas na Ásia Menor, ou Turquia moderna.

Moisés Ben Maimonides (também conhecido como Rambam) (1135–1204), o reverenciado mito judeu, em Hichot Terumot, identificava Magogue como estando na fronteira da Síria e moderna Turquia.

Nicolau de Lira (1270–1349), um estudioso hebreu e renomado exegeta bíblico, cria que Gogue era outro título do Anticristo. Lira também afirmou que a religião dos “turcos,” um termo usado para se referir aos muçulmanos em geral, era a religião do Anticristo.

Martinho Lutero (1483–1546) compreendia que Gogue era uma referência aos turcos, os quais Deus havia enviado como flagelo para castigar os cristãos.
Sir Walter Raleigh (1554–1618), em sua História do Mundo, também colocava Magogue na Ásia Menor, ou Turquia moderna:

“Contudo, não dá para se negar que os citas dos tempos antigos que vieram do nordeste devastaram a melhor parte da Ásia Menor, e se apossaram da Cele-Síria, onde construíram Citópolis e Hierápolis, que os sírios chamam de Magogue. E a referência de Ezequiel a essa Magogue é muito clara, pois a cidade de Hierápolis, ou Magogue, fica exatamente ao norte da Judeia, de acordo com as palavras de Ezequiel, que das regiões do Norte essas nações deveriam vir.”

John Wesley (1703–1755), em suas Notas Explicativas sobre Ezequiel 38 e 39, identificava as hordas de Gogue e Magogue com “as forças do Anticristo” que viriam da região da moderna Turquia.

Jonathan Edwards (1703–1758), um dos mais renomados teólogos da história americana, também via a Turquia moderna como a nação que traria a invasão de Gogue e Magogue.

John Nelson Darby (1800–1882), evangelista britânico-irlandês e pai do moderno dispensacionalismo e futurismo, em sua Sinopse dos Livros da Bíblia, vê Gogue como as forças finais do Anticristo que Deus trará contra Israel:

“Gogue é o fim de todas as interações de Deus com respeito a Israel, e que Deus levanta essa potência arrogante a fim de manifestar na terra, mediante um juízo final, Seus tratamentos com Israel e com os gentios, e para plantar Sua bênção, Seu santuário e Sua glória no meio de Israel.”

C.I. Scofield (1843–1921), autor da Bíblia de Referência Scofield, via o oráculo de Gogue de Magogue em Ezequiel 38 e 39 como falando da Batalha do Armagedom. Scofield falou do oráculo de Ezequiel do seguinte modo:
“A destruição deveria sobrevir no auge da última tentativa louca de exterminar o remanescente de Israel em Jerusalém. A profecia inteira pertence ainda ao futuro ‘dia de Jeová’; Isaías 2:10-22; Apocalipse 19:11-21 e à Batalha do Armagedom (Apocalipse 16:14).”

Charles Lee Feinberg  (1909–1995), um proeminente comentarista judeu messiânico em seu comentário sobre Ezequiel, declara: “Os exércitos do capítulo 38-39 parecem estar incluídos nas confederações universais vistas em Zacarias 12 e 14.”

Charles Ryrie, em sua Bíblia de Estudo Ryrie, vê Gogue e suas hordas como o Anticristo e seus exércitos.

Dave Hunt, apologeta, escritor e comentarista de programa de rádio, identifica a Batalha de Gogue e Magogue com outras profecias do Anticristo e a vê como uma referência à batalha final do Armagedom.

Dava para citar muitos outros teólogos cristãos proeminentes. Se todos esses teólogos estão corretos, e o Anticristo/Gogue realmente virá da moderna nação da Turquia, então certamente pareceria conveniente que a Turquia fosse a sede da localização mitológica da antiga entrada do inferno.



Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: ‘Gate to hell’ discovered in Antichrist’s neighborhood
Leitura recomendada:

sábado, abril 06, 2013

DÍZIMO É UMA OBRIGAÇÃO, UM ATO DE AMOR OU AMBAS AS COISAS?






Antes de qualquer consideração sobre a contribuição financeira para a obra de Deus, é importante ter em mente que quaisquer ofertas, dízimos ou outro tipo de contribuição devem ter como motivação o amor, e não a barganha. Muitos, geralmente com más intenções, têm coagido o povo de Deus a dar o que têm e o que não têm, mediante chantagem emocional.


Ofertar livremente ou contribuir com o dízimo (10% dos rendimentos) são práticas cristãs históricas, ligadas a mandamentos e a princípios contidos nos dois Testamentos (Ml 3.8-10; Mt 23.23; 2 Co 9.6-15). Mas elas são também voluntárias, e não compulsórias. Deus, como Supremo Arquiteto, criou o Tabernáculo, mas a obra-prima para as suas formação e feitura estava com o povo. Moisés não precisou propor desafios de semeadura, pois “veio todo homem, a quem o seu coração moveu, e todo aquele cujo espírito voluntariamente o impeliu, e trouxeram a oferta alçada ao SENHOR” (Êx 35.21).


Tudo o que temos, nesta vida, pertence ao Senhor (1 Co 4.7; Tg 1.17; Sl 24.1; Êx 13.2), inclusive o dinheiro (Ag 2.8,9). A Ele pertence não apenas 10% do que possuímos, e sim tudo (100%). Nesse caso, o Senhor permite que nós administremos o que nos tem dado, como bons despenseiros ou mordomos (1 Co 4.1; 6.19,20). E devemos destinar uma parte de nossa renda à sua obra. Uns dão mais, outros menos, conforme cada um se move, voluntariamente, “segundo propôs no seu coração” (2 Co 9.7).


Conquanto não devamos contribuir por obrigação, e sim espontaneamente (Êx 25.2; Ml 3.8-10), isso não quer dizer que tenhamos o direito de não contribuir com dízimos e ofertas para a obra do Senhor. A motivação da evangelização, por exemplo, deve ser o amor (Rm 10.1; Jd v.23). Ao mesmo tempo, ela é uma obrigação dos cristãos (1 Co 9.16; Ez 33.8). Quanto ao dízimo — que não é uma prática restrita ao Antigo Testamento, como muitos pensam —, deve ser entregue, a priori, por amor, em retribuição a tudo que temos recebido do Senhor. Mas temos, também, a obrigação, o dever, de contribuir para a obra do Senhor.


Alguns oponentes do dízimo alegam que ele se refere exclusivamente a Israel, haja vista o sustento aos levitas, que serviam no Templo. Segundo os tais, com a inauguração da Nova Aliança, depois do brado na cruz (Jo 19.30), o dízimo teria sido anulado juntamente com a lei mosaica (Hb 9.16,17). Ora, assim como no Templo, na Antiga Aliança, os levitas precisavam do dízimo e das ofertas alçadas para manterem o lugar de culto ao Senhor, os templos de hoje (e a obra de Deus, de maneira geral), a exemplo daquele, precisam de recursos para a sua manutenção.


De acordo com as Lições Bíblicas (CPAD) do próximo domingo, “Os que supõem estar a prática do dízimo restrita ao Antigo Testamento precisam entender que a natureza e os fundamentos do culto não mudaram. [...] O dízimo levítico pertencia à ordem de Arão, que era transitória. Todavia, o dízimo cristão pertence à ordem de Melquisedeque [...] Paulo faz referência ao dízimo levítico para extrair dele o princípio de que o obreiro é digno do seu salário (1 Co 9.9-14. Lv 6.16,26; Dt 18.1). Se o apóstolo não reconhecesse a legitimidade da prática do dízimo, jamais teria usado esses textos do Antigo Testamento”.


O Senhor Jesus inaugurou o tempo da graça (Jo 1.17), mas isso não significa que Ele “jogou fora” ou aboliu tudo o que foi dado a Moisés, nos tempos veterotestamentários. A obra vicária do Senhor foi eficaz no que tange a não mais dependermos da lei mosaica quanto à salvação da nossa alma, a qual se dá mediante a graça de Deus, pela fé (Ef 2.8-10; Tt 2.11). Entretanto, boa parte dos mandamentos dados a Moisés são atemporais e aplicam-se à Igreja do Senhor (cf. Mt 5-7).


Muitos defendem a total anulação do dízimo no tempo da graça, alegando que estamos libertos da lei mosaica. Mas quais são as implicações de sua observância quanto à salvação pela graça de Deus? É pecaminoso contribuir com 10% dos rendimentos para a obra do Senhor? O ato de entregar o dízimo na igreja local implica crer que a salvação é pelas obras, e não pela graça? É óbvio que não!


Outros alegam que o Novo Testamente fala muito pouco — quase nada — acerca do dízimo. De fato, não há muita ênfase direta ao dízimo nas páginas neotestamentárias. Por outro lado, não existe uma passagem sequer desaprovando essa forma de contribuição. Mas observe que o Senhor Jesus referiu-se ao dízimo como sendo um dever, ao dizer aos fariseus: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer essas coisas e não omitir aquelas” (Mt 23.23).


O que está registrado em Mateus 23.23 já seria suficiente para nos fazer crer que a prática do dízimo é neotestamentária, apesar de os seus destinatários terem sido os fariseus. A passagem de Mateus 23.13-33 também apresenta princípios e mandamentos universais, aplicáveis à igreja hodierna. Por exemplo, no versículo 28 está escrito: “exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e iniquidade”. Não temos aqui o ensinamento de que não devemos ser hipócritas? Essa verdade aplica-se a todos.


Indubitavelmente, ao lermos Mateus 23.23, estamos diante de uma grande verdade para os dias atuais. Qual? A verdade de que devemos, ao contrário dos fariseus, ser justos, misericordiosos, bem como ter fé e contribuir para a obra de Deus, em retribuição a tudo que dEle temos recebido. Nesse caso, o dízimo, que é uma instituição para manutenção da obra de Deus, pode sim ser baseado na passagem em apreço e em outras correlatas (Hb 7.1-10 com Rm 4.11,12,16; Gl 3.9; Jo 8.39), inclusive as que não contenham, propriamente, a palavra “dízimo” (cf. At 4.32; 2 Co 8.1-9; 9.6ss; Fp 4.10-19).


Muitos argumentam que Jesus falou do dízimo antes da inauguração da Igreja e que os apóstolos nada falaram acerca dessa prática. Ora, há muitos mandamentos da parte de nosso Senhor que foram transmitidos antes de a Igreja ter sido inaugurada no dia de Pentecostes. Ou abriremos mão das grandes verdades contidas em passagens como Mateus 5 a 9 e João 14 a 17, em razão de o Senhor as ter apresentado antes de sua obra expiatória? Se não podemos receber como verdade neotestamentária o que o Senhor disse antes de a Igreja ter sido inaugurada (At 2), isto é, antes de sua morte e ressurreição, em quê a igreja de Atos dos Apóstolos baseava os seus ensinamentos?


O fato de um crente ser dizimista, em gratidão a Deus e pensando no bem da sua obra, não deve, de modo algum, ser confundido com a prática da barganha. Contribuir para a obra do Senhor não é buscar riquezas nem deixar de se acomodar às coisas humildes. Mas o Senhor, sem dúvida, abençoa a quem contribui generosamente para a sua obra (2 Co 9.6-15; Ml 3.8-10). E isso não deve ser confundido com a barganha da teologia da prosperidade, condenada pelas Escrituras (2 Pe 2.3; 2 Co 2.17).


No Novo Testamento, vemos que o princípio veterotestamentário de que o trabalhador é digno de seu alimento (ou salário) é aplicado aos servos do Senhor (Mt 10.10; Lc 10.7; 1 Co 9.7-14; 1 Tm 5.17,18). Por quê? Porque a graça não anula todos os princípios e mandamentos divinos contidos na lei mosaica. E o dízimo pode, perfeitamente, ser visto como uma prática atemporal, que visa à manutenção da obra de Deus pelos seus servos. Uma análise do assunto, sem preconceito, não deixa dúvidas quanto à atemporalidade do dízimo, que antecede o período da lei mosaica (Gn 14.20) e é mencionado no Novo Testamento, direta e indiretamente (Mt 23.23; Lc 11.42; Hb 7.4-10).


Graças a Deus, nem todos os crentes foram influenciados pela perigosa conduta de demonizar o dízimo, atrelando-o à tentativa de salvar-se pelas obras da lei. Caso contrário, algumas igrejas já teriam fechado as portas, haja vista ser tal prática necessária para a manutenção da obra do Senhor na terra, assim como o era nos tempos do Antigo Testamento (Ml 3.10).


Em Cristo,


Ciro Sanches Zibordi

sexta-feira, abril 05, 2013

SOU CATÓLICO ATÉ A MORTE - IMPERDÍVEL, AINDA HÁ VAGAS





Saudações no precioso e poderoso nome do Senhor Jesus,

CRIM – Conselho Regional Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Rio de Janeiropromove no próximo sábado, dia 06 de abril o Seminário de Evangelização “Sou Católico até a Morte” ministrado pelo irmão Mauri Filho (veja cartazes anexo), com o objetivo de prepará-lo para o evangelismo junto aos católicos, porque a hora é essa! 

Não perca esta  grande e única oportunidade de saber como compartilhar as boas novas com os católicos. Há alguns "segredinhos" que todos precisamos aprender!  E nada melhor do que aprender com quem sabe e tem experiência!

Se você ainda não fez sua inscrição, HOJE É A VESPERA. É UM CURSO IMPORTANTÍSSIMO!

O valor é de R$ 40,00 (com o kit do material). 



Mensagem encaminhada por Wanderley Pinheiro de Almeida
Wanderley Pinheiro de Almeida
Missionário de Jesus Cristo
Coordenador do Projeto Boas Novas
Anunciando Jesus até que Ele venha
Tels: 21.7120-6843 (vivo) / 8014-0108 (tim) / 8797-4272 (oi) / 9352-5063 (claro)
ORKUT / FACEBOOK / SKYPE: wanderley boasnovas


QUEIMADOS EM PRAÇA PUBLICA POR SEREM PEGOS LENDO A BÍBLIA!






O cristianismo está perto da extinção no Oriente Médio devido às perseguições religiosas. A afirmação faz parte do relatório de um estudo divulgado em dezembro de 2012 pela Universidade de Oxford (Inglaterra) e publicado no jornal britânico The Thelegraph.

Segundo o estudo, conduzido pelo professor Rupert Shortt, “os cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo”. Concluiu-se também que a maior ameaça aos cristãos em países do Oriente Médio vem justamente dos muçulmanos; e que muitas vezes a mídia mundial não faz a devida cobertura do assunto por medo de ser taxada de preconceituosa ao atacar grupos islâmicos.

Shortt explica que aproximadamente 200 milhões de cristãos em todo o mundo sofrem com
“perseguição, opressão ou prejuízo social devido à sua fé”. Menciona ainda que, nos países onde casos de perseguição aos cristãos são rotineiros, muitos políticos fazem vista grossa para a questão: “Expor e combater o problema, em minha opinião, deveria ser prioridade política em muitos lugares do mundo. Como este não é o caso, a situação nos diz muito sobre uma hierarquia questionável”, afirmou.

O estudo cita ainda que a “cristofobia” – termo que intitula o relatório – é resultado do medo que os governos orientais têm em relação à religião cristã. Shortt afirma que muitos governantes veem o cristianismo como uma ameaça a seus governos. A recente divulgação de um documento do governo chinês, que classifica o cristianismo como uma “doença”, reforça a tese.

Fonte: Facebook 

segunda-feira, abril 01, 2013

FIÉIS NÃO LÊ A BÍBLIA


A MAIORIA DOS FIÉIS NÃO LÊ A BÍBLIA DIARIAMENTE, AFIRMA ESTUDO


A maioria dos fiéis não lê a Bíblia diariamente, afirma estudo
A maioria dos fiéis não lê a Bíblia diariamente, afirma estudo.


Enquanto a maioria dos fiéis o desejo de honrar a Cristo com suas vidas, um estudo recente descobriu que poucos realmente se dedicam à leitura e estudo pessoal das Escrituras.


“Leitura da Bíblia” é um dos oito atributos do discipulado investigado no estudo “Discipulado Transformador” realizado pelo Instituto LifeWay Research. A avaliação proposta visa medir o crescimento espiritual de um indivíduo em cada uma dessas áreas de desenvolvimento. A pesquisa constatou que 90% dos fiéis afirma que desejam “agradar e honrar a Jesus em tudo o que faço”, e 59 % concordam com a declaração: “Durante o dia eu penso em algum momento sobre as verdades bíblicas.”

Embora a maioria concorde com ambas às declarações, existe uma diferença significativa na intensidade disso. Quase dois terços dos fiéis (64 %) concordam fortemente com a primeira afirmação, mas apenas 20 % concordam com a segunda. No entanto, quando perguntado quantas vezes lê a Bíblia pessoalmente (não durante um culto):

·         19 % responderam “todos os dias.”

·         26 % dizem que fazem isso “algumas vezes por semana”

·         14 % dizem que leem a Bíblia “uma vez por semana”

·         22 % dizem que “uma vez por mês” ou “algumas vezes um mês”

·         18 % dizem que “raramente/nunca”

O pastor Ed Stetzer, presidente da LifeWay Research afirmou: “A leitura da Bíblia causa impacto em praticamente todas as áreas de crescimento espiritual. Você pode seguir a Cristo e ver o cristianismo como fonte da verdade, mas se essa verdade não permeiam seus pensamentos, aspirações e ações, você não está totalmente envolvido com a verdade. A Palavra de Deus é a verdade, por isso ler e estudar a Bíblia ainda são as atividades que têm o maior impacto sobre a maturidade espiritual. Você simplesmente não vai crescer na fé se não conhecer a Deus e passar tempo com a Sua Palavra”.

A pesquisa também revela seis ações que impactam positivamente a fé dos cristãos:

1.    Confessar que tem falhado e pedir perdão a Deus.

2.    Acreditar em Jesus Cristo como o único caminho para o céu

3.    Tomar a decisão de obedecer ou seguir a Deus com a consciência de que essa escolha pode ser dolorosa. Sessenta e três por cento dos entrevistados dizem ter feito isso pelo menos uma vez nos últimos seis meses.

4.    Orar pela salvação das pessoas que eles conhecem e que ainda não são cristãos.

5.    Ler algum livro que contribua para seu crescimento espiritual. Sessenta e um por cento dos fiéis dizem ter feito isso no último ano.

6.    Ser discipulado individualmente por um cristão mais maduro espiritualmente. Menos da metade dos fiéis (47 %) dizem que foram discipulados assim.

O pastor Stetzer entende que quase todos os fiéis querem honrar a Deus, porém mais de um terço indicam que essa obediência não ocorre quando existe um preço a pagar. Essas descobertas sobre a leitura da Bíblia ou falta desse hábito são parte do maior estudo sobre discipulado dos últimos tempos. Os resultados dessa extensa pesquisa sobre a maturidade espiritual continuarão a ser publicados ao longo dos próximos meses.

O objetivo da LifeWay Research com essas entrevistas entre pastores, igrejas e indivíduos visando medir a maturidade espiritual através de um questionário online é preparar material de estudo que supra as carências detectadas nessas entrevistas. Foram preenchidas 2.930 avaliações por cristãos que frequentam regularmente uma igreja evangélica.


Traduzido e adaptado de Baptist Press
Fonte: http://www.ofuxicogospel.com

domingo, março 31, 2013

''FARSA'' PASTOR JOTINHA É DESMASCARADO



Por meio da verdadeira história dos hinos, cujo texto está publicado no Blog Movimento Pentecostal, e do resultado de uma investigação feita por várias pessoas, entre elas pastores, confirma-se que Jotinha e suas histórias podem se constituir numa farsa.


Na investigação verificou-se que os números do RG e CPF que constam na ficha cadastral do senhor José Rodrigues (Jotinha) na CGADB, sob o Nº 43.610, são os mesmos de José Rodrigues Ferreira cujos dados pessoais são os seguintes: nascido em 22 de junho de 1935, na cidade de São Gonçalo, no Estado do Rio de Janeiro, filho de Pedro Vicente Ferreira e Idalina Rodrigues Ferreira, divorciado em 1987 de Esmeralda da Silva Ferreira, cujo casamento aconteceu em 30/12/1961.






Conclui-se, então, que:


- José Rodrigues (Jotinha) é, na verdade, o senhor José Rodrigues Ferreira.

- José Rodrigues (Jotinha) não nasceu em Israel e nem é filho de judeus. Ele nasceu no Estado do Rio de Janeiro e seus pais são brasileiros.


- José Rodrigues (Jotinha) nasceu em 1935 e tem, portanto, 76 anos.


- José Rodrigues (Jotinha) não pode ter convivido com Gunnar Vingren, porque este morreu em 1933 na Suécia antes de Jotinha ter nascido. Com Daniel Berg, muitos irmãos antigos conviveram com ele porque este viveu no Brasil até 1962.

- José Rodrigues (Jotinha) não teve o tal encontro com a irmã Frida Vingren sobre o hino 126, embaixo de um pé de pitomba, porque Frida e Gunnar Vingren retornaram para a Suécia em 1932 (antes de Jotinha nascer) e nunca mais voltaram (Gunnar morreu em 1933 e Frida em 1940).

- José Rodrigues (Jotinha), diferentemente do que ele afirma, já foi casado e divorciou-se.

Obviamente, José Rodrigues (Jotinha) não poderia sequer ter menção nas comemorações do Centenário das Assembleias de Deus por apresentar uma história que já há algum tempo, pelos motivos expostos acima, tem-se evidenciado não ser verdadeira.



HISTÓRIA ORIGINAL DOS HINOS: 1, 5, 8, 84, 96, e 187.


Tendo em vista o crescente número de telefonemas, e-mails e contatos pessoais, nos últimos meses, solicitando-me confirmação da veracidade histórica das afirmações do Sr. José Rodrigues, conhecido como Pastor Jotinha (1), "nascido em 1910", vivendo atualmente no Estado do Espírito Santo, de que são de sua autoria os seguintes hinos da Harpa Cristã: “Chuvas de Graça” (Nº 1), “Ó Desce, Fogo Santo” (Nº 5), “Cristo, o Fiel Amigo” (Nº 8), “O Grande ‘Eu Sou’” (Nº 84), “Deixa Penetrar a Luz” (Nº 96) e “Mais Perto, Meu Deus, de Ti!” (Nº 187), apresento abaixo as seguintes informações históricas colhidas por mim até este momento como pesquisador da história das Assembleias de Deus há 28 anos e como autor do Dicionário do Movimento Pentecostal e 100 mulheres que fizeram a história das Assembleias de Deus no Brasil (CPAD). (OBS.: Um resumo deste documento foi publicado no jornal Mensageiro da Paz em fevereiro de 2009.)...


Informações Gerais

1. Nenhum dos seis hinos acima constou entre os 44 hinos do Cantor Pentecostal publicado em 1921 e usado pela Assembleia de Deus de Belém (PA), antes do lançamento da 1ª edição da Harpa Cristã. 

2. Nenhum dos seis hinos acima constou entre 220 hinos do pequeno hinário Saltério Pentecostal, publicado em junho de 1931 por Gunnar Vingren, no Rio de Janeiro, para suprir uma carência de exemplares da Harpa Cristã.

3. Na 2ª edição da Harpa Cristã, publicada em 1923 e também na 4ª edição de 1932, somente cinco desses seis hinos acima referidos podiam ser encontrados entre os seus 300 hinos. O “Chuvas de Graça” é o Nº 11; o “Cristo, o Fiel Amigo” é o Nº 20 com o título “Só Jesus”; o “Ó Desce, Fogo Santo” é o Nº 21 com o título “Consagração”; o “O Grande ‘Eu Sou’ ” é o Nº 22 com o título “Victoria do Crente”; e o “Deixa Penetrar a Luz” é o Nº 43 com o título “A Luz de Deus”. Em todos eles aparecem a sigla J.R. (José Rodrigues) como o autor das letras em português para a Harpa Cristã. O hino Nº 187, “Mais Perto, Meu Deus, de Ti!” não consta nas edições da Harpa Cristã acima referida.





 Nº 1, “Chuvas de Graça”


O hino Nº 1, “Chuvas de Graça”, foi escrito originalmente em inglês pelo norte-americano Daniel Webster Whittle (D.W.W.) em 1883, sob o título “There Shall be Showers of Blessing”, sua música é de James McGranahan (J.M.) e foi publicado no hinário Gospel Hymns sob o



Nº 4. Na América ficou conhecido apenas como “Showers of Blessing”. Foi traduzido para o português em 1890, por Salomão Luiz Ginsburg ao chegar ao Brasil como missionário. Em 1923, constava no hinário da Igreja Evangélica Congregacional, Salmos e Hinos, 4ª edição, sob o N° 331. 

Nº 5, “Ó Desce, Fogo Santo”

O hino Nº 5, “Ó Desce, Fogo Santo” foi originalmente escrito pelos norte-americanos Mrs. James, sob o título “My All Is On The Altar” e a música foi dada pela pianista metodista Phoebe Palmer Knapp (1839-1908). Consta no hinário Redemption Songs, sob o Nº 609. Foi incluído na 2ª edição (1889) do hinário da Igreja Evangélica Congregacional, Salmos e Hinos, sob o título “Consagração Pessoal” (Nº 332, antigo Nº 232) com tradução para o português de João Gomes da Rocha, em 1888. 

N° 8, “Cristo, o Fiel Amigo”

O hino N° 8, “Cristo, o Fiel Amigo”, foi escrito originalmente em inglês pelo norte-americano Johnson Oatman Junior (J.O.Jr.) em 1895, sob o título “There’s not a friend like the lowly Jesus”, que foi musicado por George C. Hugg (G.C.H.). Em 1923 este hino podia ser encontrado no hinário Sacred Songs e Solos sob o N° 904. A primeira versão em português foi feita pelo missionário batista Albert Lafayette Dunstan (1869-1937) e foi publicada no hinário batistaCantor Cristão sob o título “Amigo Incomparável” (Nº 81). O mesmo original americano foi traduzido para o sueco e incluído no Segertoner de 1929 sob o título Ingen lik Jesus (Ninguém como Jesus) (Nº 68). Foi feita uma versão para cantá-lo nas Assembleias de Deus com o título “Só Jesus”.


N° 84, “O Grande ‘Eu Sou”

O hino N° 84, “O Grande ‘Eu Sou’ ”, foi escrito pelo pastor norte-americano Edgar Page Stites (E.P.S.) em 1876 sob o título “Beulah Land”, inspirado em Isaías 36.17. Sua música é do professor de música presbiteriano John Robson Sweney (J.R.S.). Foi adaptado para o português em 1891 pelo missionário metodista Justus Henry Nelson e, em 1919, constava na 4ª edição do hinário da Igreja Evangélica Congregacional, Salmos e Hinos, sob o N° 401 com o título “Bela Terra”. Na edição atual do Salmos e Hinos é o 585.

N° 96, “Deixa Penetrar a Luz”

O hino N° 96, “Deixa Penetrar a Luz”, foi escrito pela norte-americana Ada Blenkhorn (A.B.) em 1885 sob o título “Let the Sunshine In” e recebeu música por Charles Hutchison Gabriel (C.H.G.). Em 1923 podia ser encontrado no hinário Sacred Songs e Solos sob o N° 795. Consta no hinário da Igreja Evangélica Congregacional, Salmos e Hinos, sob o N° 302, com o título “Deixa o Sol em Ti Nascer” e tradução para o português de Antônio Querino Lomba, em 1900.


Nº 187, “Mais Perto, Meu Deus, de Ti!”

O hino Nº 187, “Mais Perto, Meu Deus, de Ti!”, foi escrito pela norte-americana Sarah Flower Adams (S.F.A.) em 1841 sob o título “Near, My God, to Thee”. A música foi escrita por Lowell Mason em 1856.
Sarah era compositora e, um dia quando estudava a Bíblia, ficou tão impressionada com a história do Gênesis, da visão de Jacó, em Betel, a escada que alcançava o céu, e os anjos que desciam e subiam por ela (Gn 28.10-19).


Sarah legou-nos outros 12 hinos.

Lowell Mason, músico sacro, deixou registrado na história que, em uma noite de 1856, depois de despertar de um sono, com olhos aberto na escuridão, na solidão da sua casa, veio a ele, pela manhã, a melodia para a letra escrita por Sarah Adams. (6)

Sua versão em português foi feita em 1888 pelo Dr. João Gomes da Rocha e foi publicado no hinário da Igreja Evangélica Congregacional, Salmos e Hinos, sob o N° 219, com o título “Mais Perto Quero Estar” (atual Nº 360).
Jotinha afirma no vídeo “Mais Perto Quero Estar” 

Quem é o “José Rodrigues” registrado na Harpa Cristã

Quem é o “José Rodrigues” registrado na Harpa Cristã como o autor das letras dos seis hinos tratados aqui? Para tentar obter a resposta, consultei dois estudiosos da história da Harpa Cristã. Conversei demoradamente sobre este assunto com o maestro e juiz de Direito, Abner Apolinário, da Assembleia de Deus de Recife (PE), profundo conhecedor e amante da Harpa Cristã. Maestro Abner declarou-me que nada conhece a respeito do José Rodrigues da Harpa Cristã e nunca havia ouvido falar do “Pastor Jotinha”. Consultei também o maestro e pastor João Pereira, que trabalhou durante anos chefiando o extinto Setor de Música da CPAD e que também fez parte da Comissão que, de 1979 a1992, revisou e atualizou a Harpa Cristã. A resposta do maestro João Pereira foi a mesma do maestro Abner Apolinário. 

Um dos mais antigos obreiros das Assembleias de Deus, conhecido nacionalmente e ainda bastante lúcido, pastor José Pimentel de Carvalho, presidente da Assembleia de Deus de Curitiba (PR), segundo informou-me o irmão Tadeu Costa (secretário de educação cristã da AD Curitiba), quando consultado recentemente a respeito de José Rodrigues (Pastor Jotinha), disse que não o conhece e nunca ouviu falar sobre ele. (Pastor José Pimentel de Carvalho faleceu em 24 de fevereiro de 2011, aos 95 anos.)

Fiz também contato com Eliézer Cohen, pesquisador e historiador das Assembleias de Deus há mais de 30 anos. Ele, então, informou-me sobre um “José Rodrigues” mencionado em duas edições do extinto jornal Bom Semente, publicado pela Assembleia de Deus de Belém do Pará, de 1919 a 1930, e, em seguida, enviou-me cópias das referidas edições.


Por Israel de Araújo, pastor e escritor. 
Chefe do Centro de Estudos do Movimento Pentecostal (Cemp)