quinta-feira, setembro 26, 2013

AS CINCO LIÇÕES DE OURO

AS CINCO LIÇÕES DE OURO


Gestão - As Cinco Lições de Ouro


Lição No.1 -
Gestão do Conhecimento


Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele e está se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz: "Eu lhe dou 800 dólares se você deixar cair esta toalha." Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro "Quem era?" "Era o Bob, o vizinho da casa ao lado." - diz ela. "Ótimo! Ele lhe deu os 800 dólares que ele estava me devendo?"


Moral da história:

Se você compartilha informações a tempo você pode prevenir exposições desnecessárias!!!


Lição No.2 -
Chefia e Liderança


Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz: "Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês". "Eu primeiro, eu primeiro." grita um dos funcionários. "Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!" Puf! e ele se foi. O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:" Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!" Puf e ele se foi. "Agora você" diz o gênio para o gerente. "Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço." - diz o gerente.

Moral da História:

Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

Lição Nº 3 -
Zona de Conforto


Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: "Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?" O corvo responde: "Claro, porque não?" O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.

Moral da História:

Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar sentado bem no alto.

Lição Nº 4 –
Motivação


Na África todas as manhãs uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva. Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome.

Moral da História:


Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr.


Lição Nº 5 –
Criatividade


Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar lentamente, observa várias garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam: nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora. O fazendeiro responde: eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

Moral da História:

A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos.

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SERÁ QUE O PAPA É CATÓLICO?


SEM BRINCADEIRA:

SERÁ QUE O PAPA É CATÓLICO?

O Bispo de Roma Resolve Balançar a Igreja






Jerome R. Corsi

NOVA YORK, EUA — “Será que o papa é católico?” eis o sarcasmo que a maioria dos fiéis católicos nunca iria perguntar; pelo menos não seriamente.

Mas com uma série de recentes pronunciamentos e decisões que atacam a tradição papal, o Papa Francisco deixou muitos católicos se perguntando se a Igreja Católica irá sobreviver a este papado.



 


Nos últimos dias, a mídia se ateve a uma declaração que parece sugerir que os descrentes (ou mesmo os não católicos, ou até ateístas) podem ganhar a salvação e ser admitidos no céu, enquanto seu recém-nomeado secretário de estado, a segunda posição mais importante no Vaticano, sugeriu que eles estão prontos para repensar o celibato e o clero, sugerindo que padres e freiras poderão ter permissão de se casar.


Agora, o fiel católico se pergunta, “Será que a Igreja Católica irá sobreviver ao papado de Francisco?”


O Homossexualismo é Pecado?




O choque ao pensamento tradicional católico começou quando o Papa Francisco decidiu voltar ao avião e conceder uma entrevista aos repórteres no voo de volta do Brasil para casa em sua primeira viagem internacional como papa.


Em vez de dizer que o homossexualismo é um “mal moral intrínseco”, conforme disse seu predecessor Bento XVI, o Papa Francisco respondeu à pergunta de um repórter, “Se alguém é gay e procura o Senhor de boa vontade, quem sou eu para julgar?”


Ateus Podem Ser Salvos?



 




Então, em 11 de setembro, em uma carta publicada na primeira página de um jornal de Roma, o La Repubblica, o Papa Francisco respondeu à pergunta do fundador do jornal e editor de longa data, Eugenio Scalfari, de 89 anos, que perguntou se Deus iria perdoar uma pessoa sem fé por um pecado cometido.


Sua resposta saiu nas manchetes de todo o mundo, concluindo que o Papa abriu as portas para a salvação para os que não acreditam em Deus.


Escreveu o papa: “E assim chego às três perguntas que me coloca no artigo de 7 de agosto. Parece-me que, nas duas primeiras, aquilo que lhe está no coração é entender a atitude da Igreja com quem não partilha a fé em Jesus. Antes de mais nada, pergunta-me se o Deus dos cristãos perdoa a quem não acredita nem procura acreditar. Admitido como dado fundamental que a misericórdia de Deus não tem limites quando alguém se dirige a Ele com coração sincero e contrito, para quem não crê em Deus a questão está em obedecer à própria consciência: acontece o pecado, mesmo para aqueles que não têm fé, quando se vai contra a consciência. De fato, ouvir e obedecer a esta significa decidir-se diante do que é percebido como bem ou como mal; e é sobre esta decisão que se joga a bondade ou a maldade das nossas ações.”


Devem os Judeus Aceitar Jesus?


Na mesma carta, o Papa Francisco se dirigiu aos judeus, continuando um tema que o tornou famoso na Argentina desde o ataque a bomba a um centro judeu em Buenos Aires em 1994, matando 85 pessoas e deixando centenas feridas.


O Papa destaca que o povo judeu é a “raiz” de onde germinou Jesus.


“Na amizade que cultivei durante todos esses anos com os irmãos judeus, na Argentina, também eu muitas vezes questionei a Deus na oração, especialmente quando a mente se detinha na recordação da experiência terrível do Holocausto.” “O que lhe posso dizer — com palavras do apóstolo Paulo — é que nunca esmoreceu a fidelidade de Deus à aliança estabelecida com Israel e que, através das terríveis provações destes séculos, os judeus conservaram a sua fé em Deus.”


Na ocasião do Rosh Hashaná (ano novo judaico), o papa desejou aos judeus um feliz ano novo e encorajou um diálogo aberto em questões de fé.


Ainda assim, Giulio Meotti, um jornalista italiano, ao escrever um editorial ao Israeli National News, não ficou satisfeito.


“Mas conforme mostra essa nova carta, um dos graves perigos no diálogo do Vaticano com o judaísmo é a tentativa da Igreja de dividir os judeus ‘bons’ e dóceis da Diáspora e os judeus ‘maus’ e arrogantes de Israel”, escreve Meotti. “O Papa Francisco nunca se dirigiu aos israelenses nas suas mensagens, nem defendeu abertamente o Estado Judeu desde que foi eleito pelo Colégio dos Cardeais. Parece que não há espaço para os sionistas fiéis e obstinados no sorriso leniente do Papa. Em seus discursos, as aspirações nacionais judaicas são ignoradas, e até mesmo não denegridas”.



Meotti fez referência a uma carta que a Conferência de Bispos Católicos dos EUA distribuiu recentemente junto com a Universidade Católica da América, que condenava a expansão dos assentamentos israelenses. A carta argumentava que a expansão dos assentamentos é “uma forte primária de violações dos direitos humanos dos palestinos”, sugerindo que os palestinos que vivem em Israel sofrem “uma ocupação militar prolongada” por judeus israelenses.


Padres e Freiras Podem se Casar?


Enquanto o Papa Bento XVI proibiu um diálogo aberto sobre se padres e freiras deveriam ter permissão de se casar, o Papa Francisco, que notoriamente disse que o celibato clerical poderia mudar, pode estar prestes a colocar o assunto na pauta para um debate sério.


Assim afirma Clelia Luro, uma mulher de 87 anos cujo romance e eventual casamento com um bispo se tornou um enorme escândalo na década de 60. Sua história não impediu o Papa Francisco de ser seu amigo muito próximo, que lhe telefonava todos os domingos quando era cardeal chefe da Argentina, segundo reportagem da Fox News.


Aquela previsão pareceu estar se concretizando depois que o arcebispo italiano Pietro Parolin, núncio da Venezuela que foi recentemente indicado para ser Secretário de Estado do Papa, segundo no comando do vaticano, disse ao jornal venezuelano El Universal que o celibato do clero não é um dogma.


Traduzindo para fora da terminologia formal da Igreja Católica, com esse pronunciamento o arcebispo Parolin está sinalizando que o celibato para o clero não é um artigo obrigatório para a fé na qual todos os católicos praticantes devem acreditar, mas uma prática ou tradição que deveria ser aberta ao debate.




Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: NO JOKE THIS TIME: IS THE POPE CATHOLIC?
Trechos da carta do Papa Francisco ao jornal italiano retirados de News.va.
Leitura recomendada:



E-mail: recebido : Julio Severo juliosevero@gmail.com por  google.com 

quarta-feira, setembro 25, 2013

SER PADRE OU PASTOR É O “EMPREGO”






ESTUDO REVELA QUE SER PADRE OU PASTOR É O “EMPREGO” MAIS FELIZ DO MUNDO


Data de Publicação: 05/12/2011



Um estudo feito pela National Organization for Research, nos EUA, e publicado recentemente pela revista Forbes mostra que o sacerdócio é o “emprego” mais feliz do mundo.


Este foi o resultado da Pesquisa Geral Social realizada pela National Organization for Research [Organização Nacional para a Pesquisa] da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.

A pesquisa foi feita com representantes de diversas profissões na América do Norte.

Os profissionais que se declararam mais felizes com suas ocupações foram:

1) Sacerdotes (padres e pastores foram entrevistados)
2) Bombeiros
3) Fisioterapeutas
4) Escritores
5) Professores de educação especial
6) Professores (em geral)
7) Artistas (escultores, pintores, etc.)
8) Psicólogos
9) Agentes de serviço financeiro
10) Engenheiros de operações


O estudo mostra que as pessoas se sentem mais satisfeitas com trabalhos que não oferecem necessariamente os melhores salários, mas tem a ver com servir ao próximo.

No tocante à felicidade sentida pelos sacerdotes, o resultado da pesquisa norte-americana não é uma novidade. Em uma enquete realizada junto a 2.500 sacerdotes pelo Monsenhor Stephen Rosseti, decano associado da Universidade Católica da América, já havia chegado a esta conclusão. No estudo realizado pelo sacerdote, 92,4% dos sacerdotes se declararam “pessoas felizes”.

A felicidade sacerdotal se destaca, quando comparada com a situação do restante dos cidadãos norte-americanos. Segunda uma pesquisa correlata, feita pelo National Opinion Center [Centro de Opinião Nacional] mais de 50% das pessoas está infeliz com seu trabalho.

No lado oposto da balança, estão as funções de diretores com salários elevados, mas com menor trato humano.

A Forbes informou ainda que os trabalhos mais insatisfatórios são:

1) Diretor de tecnologia da informação,
2) Diretor de vendas/ marketing,
3) Diretor de produtos (manager),
4) Desenvolvedor de serviços de web,
5) Técnico especialista,
6) Técnico em eletrônica,
7) Secretário jurídico,
8) Analista de suporte técnico,
9) Maquinista
10) Gerente de marketing


Por que alguns empregos que oferecem bons rendimentos e status não trazem felicidade às pessoas? O escritor americano Todd May relatou em sua coluna no The New York Times:

“Em certo sentido, uma vida satisfatória deve ser vista como algo bom, que gere uma sensação de realização. A pessoa quer viver a vida e ser envolvido por ela. Uma vida de dedicação a causas que geralmente são definidas como dignas – como prover alimentação e roupas aos pobres, ou cuidar de doentes – oferecem a pessoa que opta por isso um significado maior neste sentido.

No entanto, para que a vida seja significativa, deve também ser de valor. Esta é a distinção entre “trabalho mais feliz” e “trabalho mais doloroso”.

Alguns tipos de trabalho podem fazer as pessoas se sentirem mais completas, enquanto outros não oferecem essa possibilidade… Logo, nada acrescentam na sensação de felicidade ou plenitude de existência”.
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Actualidady Analisis e Forbes


sábado, setembro 21, 2013

O CRISTÃO E AS FINANÇAS




ADMEP:

Assembleia de Deus – Ministério Estudando a Palavra
Departamento de Educação Cristã

22 de Setembro de 2013

Lição 12


O CRISTÃO E AS FINANÇAS


Leitura bíblica em classe: 1Tm 6.6-12, 17-19


Introdução: - A nossa maneira de lidar com algumas coisas na vida revelam nosso coração. De maneira impressionante, coisas simples revelam nossas crises e as trevas interiores. O Novo Testamento dedica 215 versículos para abordar o tema da fé, 218 para tratar de salvação, e 2.084 a respeito de dinheiro, comprovando que é um tema de grande importância na Bíblia. A nossa relação com o dinheiro revela, infelizmente, como realmente somos. Quando falamos de finanças sempre somos confrontados a pensar em como estamos agindo nesse aspecto importantíssimo da ética e mordomia cristã.Nesta lição, daremos maior ênfase às orientações bíblicas referentes ao uso adequado do dinheiro.


Objetivos:       

Compreender:  - Que o dinheiro é uma das maiores forças que há no mundo; mas este não pode vencer o homem;
Reconhecer: -   Que o sustento deve ser adquirido pela constância no trabalho;
Entender -  Que o dinheiro deve ser usado com cuidado e prudência.



I.          DEUS É O DONO DE TUDO - (1 Cr 29.9-14).

Deus é o dono de todas as coisas, pois tudo foi criado por intermédio de suas mãos. Após o ato voluntário do povo de Israel para a obra do Templo, Davi louva de todo o coração ao Senhor e declara: “Porque tudo vem de ti, a da tua mão te damos”.

1.   O Dinheiro no Antigo Testamento. - Percebemos que no AT, a riqueza era um paradigma da benção de Deus. Na narrativa bíblica, encontramos vários personagens dotados de grandes posses materiais. Vejamos alguns exemplos no Antigo Testamento:

 Abraão. No Oriente Antigo, somente aqueles que possuíssem bens eram respeitados. Dessa forma, Deus fez dele um homem rico (Gn 13.2).

  Salomão. Foi um dos homens mais ricos que já existiu (1Rs 3.7-13). No entanto no fim da vida, depois de ter juntado e adquirido tantas coisas, chega à conclusão de que tudo é vaidade (Ec 12.8).

   . Era próspero (Jó 1.1-22), no entanto aprendemos infinitamente mais com suas perdas do que com suas posses (Jó 19.25-27).

2. O Dinheiro no Novo Testamento. Os judeus nos tempos de Jesus enfrentavam necessidades materiais (Lc 6.20,21). Havia um padecimento econômico, pois o povo estava debaixo do jugo Romano. Os cobradores de impostos oprimiam o povo. O Evangelho do Reino, quebrou o paradigma de que a benção de Deus estava apenas sobre os ricos.

       Jesus declarou que onde estiver o nosso tesouro aí estará o nosso coração (Mt 6.21), e que Deus cuida de nossas necessidades, mesmo que muitas vezes não tenhamos em abundância. Se todos repartirmos de nada teremos falta e a benção de Deus estará conosco.

      O apóstolo Paulo  - previne os crentes com relação aos danos que o amor às riquezas podem trazer para a vida espiritual (1 Tm 6.10).


II.          O DINHEIRO E SEUS MÚLTIPLOS ENCADEAMENTOS


O trabalho foi instituído por Deus, para que o homem sustentasse a própria vida na Terra (Gn 3.19). Entretanto o sistema imperante nesse mundo, impõe o indivíduo necessidades além do alimento, da bebida e do vestuário (Mt 6.25).  Além das necessidades básicas, buscamos também conforto e segurança. É preciso refletir sobre os múltiplos encadeamentos do dinheiro na pós-modernidade.

1.   Esforço e Recompensa. - Alguns na vida tem uma ventura diferente dos demais por utilizarem jogos de azar, ou serem esportistas, artistas etc. Mas a maior parte tem que trabalhar muito para viver (1Ts.11,12). Desfrutar da recompensa do trabalho é um dom de Deus (Ec 3.9-13), portanto entendamos que é necessário trabalhar para que se desfrute de seus frutos.

2.  Acomodação e DesânimoO Senhor nos ensina o contentamento e nunca a acomodação. Muitas pessoas se sentem frustradas e desanimam por diversos motivos. Ao desanimado Ele ordena o ânimo (Js 1.6,7; Mt 9.2).

3. Benção e Maldição.  O dinheiro pode ser uma benção quando adquirido de forma honesta e quando bem empregado, não sendo esbanjador e nem avarento. O dinheiro é maldição quando se torna um “deus”. Jesus adverte que não podemos servir a Deus e a Mamon (Mt 6.24). Poucas coisas têm o potencial de substituir Deus como o dinheiro. O dinheiro é o maior ídolo potencial.  Há ricos para quem o dinheiro é apenas dinheiro, e pobres para quem o dinheiro é Mamon. Depende da maneira como cada pessoa, rica ou pobre, se relaciona com o dinheiro, e do papel que o dinheiro desempenha em sua vida. Como saber quando o dinheiro virou Mamon (Mt 6.19-34; Lc 12.13-21)?

a) Perde os limites do que é justo e legítimo, e começa a acreditar que pode tudo, desrespeita posses e direitos dos outros; pratica o ilícito para ganhar dinheiro (Is 61.8; Jr 17.11; Mq 2.1-5);

b)  Perde pessoas para ficar com dinheiro em vez de perder dinheiro para ficar com pessoas (Lc 18.22);

c) Precisa consumir para sentir alguma coisa significativa, acredita que os vazios da alma podem ser preenchidos apenas com coisas e experiências que o dinheiro pode comprar (Lc 12.15);

d)  Adota a cultura do descartável, e vive de substituições e acúmulo de coisas, experiências e até mesmo pessoas e relacionamentos;

e) Deriva sua identidade de suas posses, precisa de coisas e de grifes para sentir que tem valor;

f) Quando em nome da aparência e da imagem você perde sua autenticidade, anda na moda e segue tendências ditadas por terceiros, você é o que os outros dizem que você deve ser, você não sabe o que quer, o que de fato gosta, o que realmente pensa (Rm 12.1,2);

g)  Cultiva o sonho da ociosidade, o desejo de ter dinheiro suficiente para parar de trabalhar, considera o trabalho um mal necessário, trabalha apenas para ganhar dinheiro, e acha que trabalho é coisa de pobre (Lc 12.18-20; 2Ts 3.10);

h)  Prioriza seu bem estar acima de todos os demais compromissos da vida e em detrimento de todas as pessoas com quem convive; acredita que o dinheiro é o caminho para uma vida de prazer permanente, e que garante a possibilidade de viver sem qualquer preocupação;

i)  Se considera onipotente e se torna prepotente, ou, acreditando que o dinheiro tudo pode, se torna absolutamente incapaz de lidar com o fracasso e a frustração;

j) Não é capaz de conviver com necessidades não satisfeitas e desejos não atendidos, acredita que o dinheiro pode resolver tudo de imediato, como se tudo estivesse à venda na esquina;

k)  Gasta mais do que ganha, e confunde cheque especial e crédito pré aprovado com receita (Pv 22.7); tem um padrão de vida que exige sacrifícios exagerados, trabalha demais, mas não por necessidade; Convive com a sensação de que “tudo não é o bastante” (Mt 13.22);

l) É desorganizado, não faz contas, não controla as finanças e vive se endividando;

m)    Não é capaz de distinguir preço e valor;

n)     É egoísta, avarento, não reparte, não empresta, não compartilha, retém tudo apenas para si; não reparte seus bens com os pobres e necessitados; não tem a prática da generosidade e da solidariedade como estilo de vida (Tg 2.14-17);

o) Não se incomoda com a realidade da desigualdade social, nem se compromete com as causas da justiça (Is 1.21-25).

Só o Senhor possui a chave do sentido da vida, até mesmo para os atos cotidianos de alimentar-se, beber e receber o salário pelos serviços prestados. Sem Ele, o propósito, a satisfação e a alegria verdadeira são, em última análise, ilusórios e nos faz cair na idolatria.


III.          O ADEQUADO USO DO DINHEIRO

1.  Priorizar o Dono de Todas as Coisas. A prioridade do crente deve estar no Reino de Deus, onde está a sua fonte de bênçãos (Mt 6.33). Priorizamos o Senhor com as nossas finanças:

a)  Nos dízimos e ofertas para manutenção da casa de Deus (Ml 3.8-10);

b)  Nas ofertas para os missionários (Fp 4.10-19);

c)   Na ajuda aos necessitados (1Co 16.1; 2Co 9.7; 8.1-4)

2.   Avaliar as Necessidades. Assim como Jesus ensinou, devemos planejar. Há três passos para a tomada de decisões ou ações no planejamento (Lc 14.28-30):

a) “Se assenta” (v.28) – O nosso cotidiano é corrido, ultimamente aproveitamos 18 horas do dia, raramente paramos. Assentar-se tem o sentido de parar e prestar atenção principalmente em Deus é aquietar o coração.

b)  “Fazer as contas” (v.28) – É identificar os nossos recursos, levar em conta as “nossas armas”, o que possuímos.

c)   “Para ver se tem com que acabar” (v.28) – Em aquietar-se e levar em conta o que temos passamos a ter uma visão dos possíveis resultados, pois isso nos faz olhar para o futuro sem ansiedade, mas com esperança.

Jesus declara que o indisciplinado é motivo de vergonha e será zombado (vv.29,30).

3.       Não Contrair Dívidas. Muitos entram em dívidas por diversos motivos, e geralmente pelos mais fúteis possíveis. A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor (Rm 13.8).

4.  EconomizarEconomia é contabilizar os recursos para empregá-los da melhor maneira possível. É administração da escassez. Com relação às finanças, para evitarmos gastos desnecessários, devemos usar uma tabela de consumo mensal, para administrarmos a nossa renda e não cairmos nas dívidas.

Últimas Orientações: Vida simples no Evangelho - (1Tm 6.6-12).

§    Entender que o fruto da piedade não é o enriquecimento a priori, sim o contentamento e gratidão para com Deus (v.6)

§    Compreender que as verdadeiras riquezas são eternas e não levaremos nada desse mundo (v.7);

§    Devemos nos contentar com o que temos, satisfeitos e gratos a Deus pelas nossas necessidades serem atendidas (v.8);

§    Evitar a busca desenfreada pelas riquezas, o amor ao dinheiro, pois isso desvia da fé (v.10);

§    Convém ao homem de Deus que fuja dessas coisas, seguindo as verdadeiras riquezas, que são aparentemente invisíveis (v.11; Mt 6.33):

§    Justiça: - que é correto diante de Deus;

§    Piedade: - O genuíno temor a Deus que torna a santidade prática;

§    Fé: - É a certeza em Deus, independente do que se vê e sente;

§    Amor: - Destrói a barganha e nos livra do egoísmo;

§    Paciência: - É a perseverança no Senhor em meio a dificuldades;

§    Mansidão: - É o fruto da submissão.

§    Se tivermos algo a empregar nossas energias, que seja na batalha da fé,tendo em vista e tomando posse da maior riqueza que é a Vida Eterna com o Nosso Senhor Jesus Cristo (v.12).


ConclusãoComo você tem lidado com o dinheiro: ele é seu dono ou seu servo? Seu coração confia na provisão ou no provedor? Você é honesto no trato com o dinheiro? Você tem alguma coisa em suas mãos que não lhe pertence? Os bens que você tem foram ganhados licitamente? Você tem usado seus bens para ajudar outras pessoas, ou você tem acumulado apenas para o seu deleite e conforto? Que Deus nos abençoe!



                                                                           Professor, J. Fábio

Você é Nosso Convidado!