quarta-feira, abril 13, 2011

República: UCP Recorda Lei da Separação


História e atualidade marcam congresso internacional que vai decorrer em Lisboa

D.R. | Afonso Costa assina a Lei da Separação, 1911
Lisboa, 12 abr 2011 (Lisboa) – O congresso “Religião, Sociedade e Estado: 100 anos de separação”, que começa esta quarta-feira em Lisboa, inclui mais de uma centena de comunicações sobre temas históricos e atuais, proferidas por investigadores universitários da Europa, América, Ásia e África.

“Pretendemos reunir especialistas de várias proveniências, para que possamos, com alguma profundidade, perceber não só as raízes e a complexidade” das questões a abordar, como também “olhar os problemas que se colocam na relação entre a religião, o mundo da política e a organização do Estado”, explicou à ECCLESIA o diretor do Centro de Estudos de História Religiosa (CEHR), entidade organizadora.

António Matos Ferreira sublinhou que a separação, “hoje um valor adquirido”, associada a “uma laicidade no sentido positivo do termo”, não implica o “desaparecimento da religião nem das suas instituições”, mas a perceção de “uma complementaridade complexa” da sociedade civil.

“O nosso congresso não é sobre a separação enquanto tal, mas sobre religião, sociedade e Estado, três elementos fundamentais que têm de estar articulados”, acrescentou o historiador responsável pelo centro integrado na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.

A comparação com o processo de separação ocorrido noutras sociedades é uma das principais componentes do encontro, que conta com a presença, entre outros, de investigadores do México, onde “o grau de violência e afrontamento” foi de outra grandeza”, e do Brasil, país em que a revolução republicana de 1889 gerou no ano seguinte a divisão entre Estado e Igreja.

As conferências, que se realizam na Universidade Católica, vão também ser marcadas pela situação atual da separação em nações influenciadas pelo budismo, islão e cristianismo (católico e protestante), evidenciando a importância da religião como “realidade cultural e enquanto parte do desenvolvimento da coesão social”, refere o texto de apresentação do congresso.

Política, teologia, espiritualidade, religião, laicidade, autonomia, dinamismos sociais, assistência e ensino por parte das instituições católicas, economia, história, legislação, imagens e representações, cultura, liberdade religiosa e tendências nas relações Igrejas-Estado constituem alguns dos temas a levantar durante as sessões plenárias e as secções temáticas.

O encontro, que decorre no centenário da promulgação da Lei da Separação do Estado das Igrejas, pelo Decreto-lei de 20 de abril de 1911, “não se prende, nem se confina, a um qualquer ciclo comemorativo, embora pretenda “promover a reflexão histórica sobre as problemáticas da República”, nomeadamente “no âmbito da secularização e da laicização”.

Todas as sessões são abertas ao público que, mediante a inscrição e respetivo pagamento, tem acesso à documentação e a um certificado de participação, documento que pode ser utilizado por professores de quatro grupos de disciplinas para efeitos de progressão de carreira.

PTE/RM

Fonte: www.agencia.ecclesia.p

«Ouvir, Falar, Amar»: Três Conceitos em Queda Numa Sociedade Sem Diálogo.


O padre Alberto Brito e a jornalista Laurinda Alves uniram esforços num livro que convida as pessoas à «aventura de se tornarem mais humanas»








D.R.
Lisboa, 12 abr. 2011 (Eclésia) – O padre Alberto de Brito e a jornalista Laurinda Alves apresentam o livro “Ouvir, falar, amar”, um exercício de diálogo que desafia cada leitor a sair de si próprio e a estabelecer uma relação de “aprendizagem” com o próximo.
“É um livro que toca muitos universos, não tem nada de confessional, é para crentes, não crentes, duvidosos, céticos, para pessoas que gostam de ter uma perspectiva construtiva da vida” explicou a comunicadora, em declarações prestadas à ECCLESIA.
A obra, publicada pela editora “Oficina do Livro”, resultou de uma grande entrevista realizada por Laurinda Alves ao sacerdote jesuíta que, na qualidade de assistente mundial das Comunidades de Vida Cristã, visitou mais de 50 países nos últimos seis anos.

O contato com diferentes realidades e pessoas, aliado à sua experiência de formador em matéria de Comunicação Interpessoal, deu-lhe uma bagagem preciosa para identificar as “pedras” que, muitas vezes, “emperram” a engrenagem humana.
“Aquilo que separa as pessoas não são as ideias, nem as crenças, nem as opiniões políticas, são os sentimentos e gerir esses sentimentos é um ato de verdade que requer coragem” sublinha o padre Alberto de Brito.

De acordo com a introdução do livro, é preciso “‘Ouvir’ porque ouvir os outros é a maior escola de vida; ‘Falar’, porque é a comunicar e a dialogar que nos entendemos e que se constroem as relações; ‘Amar’ porque é a partir da aceitação de nós próprios e dos outros que tudo é possível”.
Estes três conceitos, para os autores, identificam aquelas que são hoje as maiores carências de uma sociedade tantas vezes voltada para si própria, e podem ser sintetizados apenas numa palavra: “compreensão”.
“Se as pessoas se sentem compreendidas, não apontadas, não julgadas, elas mudam. E ninguém muda ninguém, só a compreensão muda” reforça o jesuíta.
A realidade que nos rodeia, a forma como nos relacionamos com os outros, como partilhamos (ou não) os nossos sentimentos, a maneira como encaramos os obstáculos que vão surgindo no dia a dia, são apenas alguns dos pontos de reflexão espalhados ao longo desta publicação.

“É interessante ver como o livro é muito transformador de consciências, no sentido em que são patamares de consciência a que chegamos” aponta Laurinda Alves.
Já o padre Alberto de Brito espera que as pessoas não se fiquem apenas pela tomada de consciência dos problemas, mas sim cheguem à “ação”.
“Há que ser consequente, cortar onde se ache que vale a pena” defende o sacerdote, para quem é impossível fazer nascer o diálogo numa realidade onde se levantam “muros muito espessos”.
“A vida, eu não a mudo, porque não sou dono dela, agora a minha atitude perante a vida, essa sim, posso mudar”, conclui o jesuíta, esperando que as pessoas “se abram a esta aventura de se tornarem cada vez mais humanas”.

Alberto Teixeira de Brito nasceu em Arouca, distrito de Aveiro, a 25 de agosto de 1945, tendo entrado na Companhia de Jesus em 1961 e abraçado o sacerdócio em 1973.

Depois de uma vida dedicada à formação religiosa e humana, tanto em Portugal como no estrangeiro, ele vai assumir no próximo mês de julho o cargo de responsável da Companhia de Jesus para as provinciais de Portugal e Moçambique.

Fonte: www.agencia.ecclesia.p

quinta-feira, abril 07, 2011

Bullying no Escritório


Quem tem paciência para ser tolerante com o bullying no ambiente de trabalho? Eu certamente não. Como se não bastassem os compromissos e as dificuldades do trabalho em si, você acaba tendo de lidar também com a intimidação do colega valentão, o manipulador, os formadores de quadrilhas (que pensam estar fazendo networking), e tantos outros personagens e estereótipos que encontramos como obstáculo a um trabalho bem feito e a uma equipe coesa.
Mas, gostando ou não, se você está em uma organização em que isto ocorre, terá que encarar as 3 opções apresentadas no agora já quase vintage filme Tropa de Elite I: ou se corrompe, ou se omite, ou vai pra guerra.




Se omitir em geral é fácil – é só ir abrindo mão aos poucos das coisas até não ter mais nada que os valentões desejem, e aí ser visto como ultrapassado e ficar no ponto pra ir pra rua na próxima reestruturação.
Se corromper neste contexto não é tão comum, mas ir para a guerra é – e nesta situação significa encarar a política da intimidação, mesmo que não seja com as mesmas armas e nem na forma de um contra-ataque.

Identificando o bully

Normalmente não é difícil identificar um valentão, mas, se você estiver precisando de uma confirmação, aqui estão alguns comportamentos comuns para colocar na sua checklist.




O típico valentão do escritório, inseguro e controlador, pratica pelo menos 4 dos comportamentos abaixo:
  • Removem arbitrariamente opções, de modo a deixar abertas só as alternativas que lhe convêm pessoalmente.
  • Coloca a equipe contra a parede e sob pressão desnecessária
  • Tenta sabotar a possibilidade de discussão objetiva quando as suas preferências estão em jogo
  • Manobra nos bastidores para transferir suas culpas para os colegas e ficar com os créditos pelas vitórias deles
  • Eleva o tom de voz quando seu argumento não é o vencedor
  • Usa subterfúgios para fazer com que propostas que não lhe sejam convenientes nem cheguem a ser conhecidas por quem deveria analisá-las
  • Descarta (ou tenta desvalorizar) dado e fatos que não condizem com sua própria visão
  • Esforça-se para evitar que o “outro lado da história” possa ser apresentado
  • Mascara o seu comportamento com eufemismos: “sou autêntico”, “falo pela frente”, “sou competitivo”, “promovo o debate”, etc.
Como se vê, não é requisito que o valentão do escritório seja grosseiro, se vista mal, critique inapropriadamente a aparência e o comportamento alheio, fale palavrão e pratique formas evidentes de assédio moral: na política corporativa é perfeitamente possível praticar a violência com luvas de seda.

Lidando com o valentão

Não é fácil se livrar deles. Assim como as baratas, os valentões existem desde os primórdios, e desenvolveram técnicas de adaptação que praticamente garantem que sobreviverão até mesmo a um holocausto nuclear – eles só não se adaptam a pessoas preparadas para não ter medo de discurso nem de cara feias.
Qualquer estudioso de táticas de combate poderá lhe confirmar que, do ponto de vista de uma estratégia primária de manutenção da integridade de quem é um alvo de perseguição, a evasão (ou seja, não ser percebido como alvo) é muito mais vantajosa do que o confronto ou a fuga.




Assim, se o que você quer é apenas cuidar da sua vida, procure evitar ser um alvo preferencial, pois os valentões geralmente escolhem alguns alvos repetitivos e os usam como vítimas para exibir seu poder aos demais da “manada”.
Se você já for um alvo, e não puder agir direto na causa (por exemplo, remover o bully ou você mesmo ir para um ambiente mais saudável), aí o ideal passa a ser resistir ativamente.
Lembre-se sempre que tentativas de intimidação verbal são muito comuns, dentro e fora do escritório, mas a eficácia delas é limitada pela capacidade de as pessoas reagirem.
Se você se encolhe, certamente será intimidado de novo. Mas se mantiver a calma, pagar para ver, e sustentar sua posição, é bastante provável que acabe descobrindo que o intimidador não tinha nenhuma outra arma além da voz alta e da atitude ameaçadora – e aí será mais fácil resistir na próxima vez, até deixar de ser um alvo preferencial.

Durante o assédio

Assédio moral é questão séria, e se você for uma vítima, a recomendação é buscar orientação jurídica ou na sua entidade classista, pois pode haver muitos cursos de ação que sejam do seu interesse tanto na prevenção quanto na reparação.

Vale lembrar que, durante a intimidação verbal, a meta do valentão é fazer sua vítima perder o controle, para melhor poder ser manipulada. Se a vítima chorar, gaguejar, erguer a voz, tanto melhor – ele saberá como lidar com a situação e explorá-la. Portanto, se você retiver sua consciência, lembre-se que a SUA meta é manter o controle emocional e físico – se possível, encarando o valentão e demonstrando que não se comove com o show dele. Revidar geralmente não é uma opção, ao contrário do que acontece no pátio da escola.




Mas na ausência desta providência, aqui estão algumas sugestões sobre como agir durante os ataques infundados do valentão:
  • Não perca a calma nem a postura: o assédio do valentão é uma situação que ele conhece bem, sabe controlar e tem como meta mostrar a você e aos outros que ele controla você. É uma armadilha, uma teia de agressões (expostas ou veladas) construída para fazer você perder o seu controle, se expor, e com isso fazer com que o valentão seja visto como o dono da situação.
Assim, se você tentar falar e for interrompido, não tente de novo – avise (de forma que outras testemunhas lhe ouçam) que nessas condições não há diálogo, e aí o ignore, ou comece a fazer outra coisa, mas deixe claro que gritos e grunhidos não servem como comunicação com você. Essas são respostas pelas quais ele não espera e, ainda que ele cante vitória pela sua “fuga”, são percebidas pelos demais como um ato de superioridade de quem não precisa participar deste tipo de abuso.·. 
  • Saiba o que falar no momento certo: já vimos que um dos comportamentos do valentão é evitar que o “outro lado” possa contar sua versão. Ainda que você tenha um discurso a fazer que o demolisse, ele não vai deixar você falar mais do que a primeira frase.
Portanto, aproveite bem esta única frase, encare-o de frente e use-a de forma que o público do valentão também ouça, bem no momento em que ele estiver atraindo a atenção de todos. Uma que já usei com sucesso, com um “orientador motivacional” que perdeu seu foco, foi “Pode continuar falando! Não vou fazer, e quero ver quem me obriga” – aí prolongar o discurso só aumentava a derrota dele.
Em outra ocasião, quando usei uma frase mais longa (“Se estou em falta, denuncie – estou em dia, tranquilo e ocupado, e esse teu discurso todo não convence nem comove”), só cheguei até a palavra “discurso” antes de ele começar a vociferar de novo pra plateia, mas aí eu já estava olhando pra uma planilha e o público perdeu o interesse.·. 
  • Bloqueie o acelerador: se o valentão tiver autoridade – por exemplo, se for em uma reunião de investigação ou auditoria e estiver pressionando para fazer você responder só o que ele deseja que seja dito – e você for obrigado a responder a ele, cuidado com a tática do acelerador: ele faz uma pergunta, você começa a responder e, no momento em que já disse o que ele queria ouvir, ou quando começa a falar o que ele não quer ouvir, ele o interrompe com a próxima pergunta, não se deixe intimidar.
O que você precisa responder é “responderei a esta nova pergunta também, mas depois de terminar a resposta anterior”. A reação natural dele será dizer “Já está respondida e avancei para a próxima”. Responda “Avançaremos sim, mas só quando eu terminar a anterior” tantas vezes quantas for necessário, a não ser que alguém presente tenha real autoridade para fazê-lo parar.
Mas controle a emoção. Nada de elevar a voz ou demonstrar desrespeito. Ele vai continuar querendo cortar e acelerar, e pode usar o seu desrespeito para justificar o fim antecipado da sessão.
 

  • Documente: Na ausência de testemunhas confiáveis, o que se pode fazer é documentar (quanto mais cedo melhor) na forma de um relato assinado e datado que descreve o ocorrido, inclui a lista de evidências (se houver) e pede providências de prevenção de repetições, encaminhá-lo formalmente à autoridade responsável (seja a área de gestão de pessoas, o chefe da equipe, o seu chefe, ou o que for) e pegar o comprovante de recebimento aplicável à sua organização. Se a sua empresa for daquelas em que impera uma lei do silêncio (“bom cabrito não berra” e similares), isso pode lhe trazer problemas adicionais, portanto aja conscientemente e já com orientação jurídica neste ponto.
Não seja você também um brigão

Quem é vítima da política do escritório em geral não o faz por opção, mas esta é a escolha que resta, além de brigar ou fugir.
Só que uma consequência imprevista (além das óbvias que se manifestam na produtividade e motivação) é que ao resistir ao bullying, você pode acabar sendo visto como o “criador de caso” e brigão – exatamente como acontece no pátio das escolas há séculos – porque o bully tem simultaneamente a iniciativa e a experiência em parecer a vítima, e você é um mero amador.


Portanto, lembrando o exposto, se você não quer participar, o melhor é evitar se colocar na posição de alvo: não correr para tomar partido em discussões que não o envolvam (se o envolverem aí ter uma posição passa a ser necessário, claro), manter o foco nos objetivos (os seus e os da organização), e cuidar para não misturar o que é pessoal e o que é profissional, mesmo que os outros estejam misturando.
Isso não significa que você precisa engolir desaforos (releia os parágrafos acima), mas sim que não precisa deixar os outros imporem a sua forma perniciosa de fazer política demarcando território!

Lamentável!

terça-feira, abril 05, 2011

ELTON JOHN DIZ QUE JESUS CRISTO ERA GAY!




A igreja católica não aceita nem que os fiéis usem camisinha. Mas para Elton John, que diz ser religioso, Jesus Cristo era homossexual. “Eu acho que Jesus era um homem super-inteligente, misericordioso e gay, que entendia os problemas humanos. Na cruz, ele perdoou as pessoas que o crucificaram. Jesus quer que nós sejamos amorosos e que nos perdoemos. Eu não sei o que faz as pessoas serem tão cruéis. Tente ser uma mulher gay no Oriente Médio – você está morto”, disse o cantor à revista “Parade”.


A entrevista foi publicada nesta quarta (17) e nenhuma instituição religiosa ainda se manifestou sobre o assunto. Mas certamente a declaração vai dar o que falar.

SOU ÉTICO! Cito as fontes. Copiado do Site Notícias Cristãs. Link Original: 

segunda-feira, abril 04, 2011

PAIS SUECOS SÃO PRESOS POR APLICAR DISCIPLINA. GOVERNO LHE TIRA OS FILHOS.

Hilary White
KARLSTAD, Suécia, 30 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um tribunal regional da Suécia sentenciou um casal a nove meses de cadeia para cada um e os multou o equivalente a 10.650 dólares depois que eles confessaram que batiam em três de seus quatro filhos como parte normal de seus métodos de educar e disciplinar filhos. Em 1979, a Suécia tornou crime os pais aplicarem castigo físico nos filhos, uma medida que foi o primeiro passo, de acordo com um advogado de direitos dos pais nos EUA, para o Estado sueco praticamente se apoderar de toda a autoridade e direitos dos pais.
Documentos do tribunal, citados pela Televisão Sveriges, disseram que os pais, cujos nomes não foram divulgados na imprensa, “explicaram que haviam usado o que eles mesmos descreviam como bater e castigo físico como parte de seus métodos de criar os filhos”.
Os documentos disponibilizados não dão nenhuma indicação de que os pais cometiam abusos, e o tribunal ainda comenta que os pais “tinham um relacionamento de amor e cuidado com os filhos”.
Apesar disso, os pais foram mandados para a prisão e multados em 25.000 coroas suecas para cada um dos “filhos afetados”. Os filhos foram enviados para um orfanato sustentado pelo Estado, onde estão desde junho deste ano, e Mike Donnelly, diretor de relações internacionais da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (ADLEEC), que tem sede nos EUA, disse para LifeSiteNews.com que é “extremamente improvável” que os filhos sejam devolvidos para sua família.
Donnelly disse que esse caso é típico dos casos de muitas famílias com valores tradicionais na Suécia: “Na área de direitos da família na Suécia, as coisas realmente não estão indo bem ali”.
Embora a ADLEEC não defenda uma posição oficial sobre o uso de castigo físico, Donnelly disse que claramente cabe aos pais decidirem se o castigo físico é uma forma apropriada de disciplina.
“Os pais se tornaram meros funcionários do governo, tendo o Estado sueco se apossado diretamente da função deles”, Donnelly disse. “E esses pais foram presos por fazerem o que nos EUA seria perfeitamente normal”.
Noventa por cento das crianças suecas estão em creches financiadas pelo governo desde idades bem novas, até mesmo bebês de um ano e meio, disse ele. É a posição do Estado que os pais sejam dominados pelo Estado em áreas de criação de crianças, disse ele.
Donnelly disse, porém, que os melhores interesses das crianças não são a prioridade mais elevada do Estado. “Daí, eles pegam essas crianças que têm um relacionamento de amor e carinho com seus pais e as mandam para orfanatos, e jogam os pais na cadeia por nove meses”.
Donnelly citou o caso agora famoso de Domenic Johansson, o menino que foi arrancado dos pais por funcionários do governo porque seus pais estavam lhe dando aulas escolares em casa, um ato que também é ilegal na Suécia.
“Moral da história: não vá para a Suécia. Não mude para lá, se quiser ter uma família normal”.

domingo, abril 03, 2011

Guarda Costeira do Japão Resgata Cão Sobrevivente do Tsunami


Japan Coast Guard/Reuters

O animal estava no telhado de uma casa que foi destruída no desastre natural

Um cachorro que sobreviveu em uma casa arrastada para o mar há três semanas pelo tsunami devastador que atingiu o Japão foi resgatado nesta sexta-feira (1º) por uma equipe da Guarda Costeira que sobrevoava uma ilha de destroços.
Emissoras de TV mostraram imagens aéreas de um cão marrom médio caminhando sobre o telhado da casa - a única parte fora da água - antes de esconder-se em uma parte quebrada do teto.

A equipe da Guarda Costeira, acreditando que também poderia haver algum sobrevivente dentro da casa, mandou um homem para a casa. Ele tentou chamar o animal, mas depois precisou pegá-lo no colo. Os dois foram levados de volta por um barco.

A imprensa japonesa disse que ninguém foi encontrado dentro da casa.

Portadores de Transtorno Bipolar Não Recebem Tratamento



Por ser uma doença grave, com muitas consequências na vida da pessoa, acarreta piora na qualidade de vida



Mais da metade dos portadores de transtorno bipolar - 57,3% - não recebe tratamento, de acordo com um estudo mundial que avaliou 61.392 pessoas acima de 18 anos em 11 países. Em todo o mundo, 2,4% da população é acometida pela doença. No Brasil foram avaliadas mais de 5 mil pessoas concentradas na Região Metropolitana de São Paulo, dos quais 42,7% estavam sendo tratadas. O transtorno bipolar traz ao indivíduo oscilações de humor entre depressão e euforia e pode causar irritabilidade, agressividade e ideias suicidas.

Segundo a coordenadora de Epidemiologia do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP) e responsável pela pesquisa no Brasil, Laura Helena de Andrade, muita gente não é diagnosticada e por ser uma doença grave, com muitas consequências na vida da pessoa, acarreta piora na qualidade de vida, incapacitação e possível agravamento da doença.





“Para mais pessoas serem diagnosticadas é preciso haver campanhas de esclarecimento, treinamento do profissional de saúde no atendimento primário que recebe a pessoa com problemas de comportamento como álcool e drogas, e o transtorno bipolar não é reconhecido”.

Laura ressaltou que 10% dos casos detectados no ano anterior à entrevista são graves e que geralmente os transtornos psiquiátricos são quadros crônicos que começam cedo na vida e por isso há prejuízos no desenvolvimento pessoal, educacional, profissional. No caso do transtorno bipolar, há uma repetição dos casos, que com o tempo se tornam cada vez mais graves e frequentes. “Compromete a vida toda do indivíduo e da família. O quadro é grave porque pode ser associado a taxas maiores de suicídio”, explicou.







O psiquiatra e coordenador do Programa de Transtornos Afetivos do Instituto de Psiquiatria, Ricardo Alberto Moreno, explicou que o portador de transtorno bipolar deve ser tratado por toda a vida com estabilizadores de humor, e não só os surtos de depressão ou estado misto, que varia entre euforia e depressão. “Muitas vezes o médico recebe o paciente em estado de depressão e diagnostica como depressão unipolar erroneamente sem levar em consideração episódios anteriores ao do quadro atual. Se o paciente apresentar episódios de mania, euforia ou hipomania e depressão é fechado o diagnóstico de transtorno bipolar”.





Moreno ressaltou que o tratamento tem uma eficácia boa. Com o medicamento estabilizador de humor ministrado corretamente diminui-se muito a chance de novas crises ao longo da vida e isso faz com que o indivíduo tenha uma volta à sua vida normal ou próxima disso.

O garçom Rangel Lemes Antônio contou que antes de diagnosticar a doença ele vivia dentro de casa e não queria fazer nada, até que sua mãe procurou um especialista. Segundo ele, os momentos de depressão eram comuns e de repente se alteravam para euforia. “Depois do tratamento tive mais autoestima e o bipolar estabilizado é capaz de trabalhar. A sensação é a de me sentir normal, sem deficiência nenhuma. Na verdade tudo funcionava, só a cabeça não. Agora está funcionando até demais”.




O coordenador do Programa de Transtornos Afetivos do Instituto de Psiquiatria explicou que a doença se manifesta no início da vida adulta e na adolescência. “Nesse período as crises sucessivas podem comprometer o desenvolvimento da pessoa, e a cada crise o indivíduo sofre perdas importantes em todos os sentidos”.

Além disso, há as doenças que podem caminhar junto com o transtorno como o abuso no uso de álcool e das drogas, que pioram o quadro porque há a somatória do prejuízo de duas doenças ao mesmo tempo. “Podem aumentar as crises, os comportamentos de risco, a baixa adesão ao tratamento, fora a deterioração física ao longo do tempo. O importante é estabelecer estratégias diferenciadas tratando cada doença com os recursos disponíveis”, recomenda.





O psiquiatra destacou que a postura da família é muito importante porque ambos sofrem com as consequências da patologia, por isso é importante educar as pessoas que rodeiam o portador sobre o que é o transtorno bipolar. “Temos que lidar com alguns aspectos: a ignorância e a desinformação, o preconceito, inclusive instruindo o paciente de que ele não pode cair nessa armadilha. Eu costumo dizer que o transtorno bipolar é um aspecto da 
vida do paciente, mas não a vida toda dele”.

Galinha Choca Donos ao "Mudar de Sexo" !


BBC


Galinha choca donos ao "mudar de sexo"
Donos rebatizaram Gertie de Bertie após as mudanças

Texto:

BBC

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Um casal do interior do Reino Unido se surpreendeu ao descobrir que uma de suas galinhas havia parado de botar ovos, desenvolveu uma crista e começou a cantar como um galo.
Gertie era uma das duas galinhas mantidas pelo casal Jeanette e Jim Howard, de 79 e 76 anos, perto de Huntingdon, no condado de Cambridgeshire.

Segundo Jeanette, as galinhas haviam produzido menos ovos que o normal durante o inverno, mas Gertie então parou totalmente e desenvolveu características masculinas.

Segundo a veterinária Marion Ford, especialista em aves, mudanças aparentes de sexo em galinhas não são incomuns.

A situação seria verificada em uma a cada 10 mil aves do sexo feminino.

A veterinária explica que fungos encontrados na ração estocada para as galinhas podem ter o efeito de hormônios sintéticos.

Encorpada

Jeanette Howard disse ter começado a notar as mudanças na aparência de Gertie há poucos meses, quando ambas as aves estavam trocando de penas.

- Eu pensei que a Gertie tinha passado aquela fase muito bem. Ela ganhou muito mais penas e eu notei que ela também ficou mais encorpada. A Gertie parecia muito saudável.

Ela diz que a galinha então desenvolveu um papo característico dos galos e sua crista ficou bem maior do que era.

A galinha também começou a andar de maneira "orgulhosa" no entorno do galinheiro e pelo jardim, com uma atitude diferente.

- Então alguns dias depois a ouvi tentando cantar. Ela não conseguia fazer direito no início, mas progrediu bem e agora realmente canta muito bem.

Jeanette diz não estar segura agora se Gertie realmente mudou de sexo.

- Mas para todos os efeitos, ela agora é um galo.

A dona rebatizou o animal, que agora se chama Bertie.

Acredite se Quiser!
Mas que é engraçado, não resta dúvida!!!