quinta-feira, junho 16, 2016

DIVÓRCIO CRESCE MAIS DE 160% EM UMA DÉCADA




O número de divórcios no país cresceu mais de 160% na última década. Dados da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2014, divulgados hoje (30) pelo IBGE, indicam que, no ano passado, foram homologados 341,1 mil divórcios, um salto significativo em relação a 2004, quando foram registrados 130,5 mil divórcios.

Os dados indicam que em 1984, primeiro ano da investigação, a pesquisa contabilizou 30,8 mil divórcios. Já em 1994, foram registradas 94,1 mil dissoluções de casamentos, representando um acréscimo de 205,1%. E, em 2004, o aumento foi percentualmente menor, 38,7%, com 130,5 mil divórcios.

Na avaliação do IBGE, a elevação sucessiva, ao longo dos anos, do número de divórcios concedidos revela “uma gradual mudança de comportamento da sociedade brasileira, que passou a aceitá-lo com maior naturalidade e a acessar os serviços de Justiça de modo a formalizar as dissoluções dos casamentos”.

Nas últimas três décadas (de 1984 a 2014), o número de divórcios cresceu de 30,8 mil para 341,1 mil, com a taxa geral de divórcios passando de 0,44 por mil habitantes na faixa das pessoas com 20 anos ou mais de idade, em 1984, para 2,41 por mil habitantes em 2014. A maior incidência de divórcios deu-se no Distrito Federal (3,74 por grupo de mil) e a menor no Amapá (1,02).
A idade média das mulheres na data da sentença do divórcio, em 2014, era 40 anos, enquanto a dos homens era 44 anos. Apesar de persistir a predominância das mulheres na responsabilidade pela guarda dos filhos menores de idade a partir do divórcio (85,1%), em 2014, a pesquisa detectou um crescimento de 3,5% nos pedidos da guarda compartilhada, em 1984, para 7,5%, em 2014.
Agencia Brasil


 Fonte: https://www.google.com.br/search?

FAMÍLIA SOB ATAQUE

Família sob Ataque

por Hernandes Dias Lopes
1. A mídia televisiva. A televisão é ainda o mais poderoso instrumento de comunicação de massa em nossa nação. É considerada o quarto poder. A televisão brasileira é conhecida em todo o mundo pela sua descompostura moral. As telenovelas brasileiras são as mais imorais do mundo. Talvez nunhum fenômeno exerça mais influência sobre a família brasileira do que as telenovelas da Rede Globo. O argumento usado para essa prática é que a televisão apenas retrata a realidade. Ledo engano. A televisão induz a opinião pública. Ela não informa, mas deforma. Não esclarece, mas deturpa. Agora, de forma desavergonhada a televisão brasileira abraçou a causa homossexual com o propósito de induzir a sociedade a aceitar como opção legítima a relação homoafetiva. Não se trata de um esclarecimento ao povo sobre o referido assunto, mas uma indução tendenciosa. Os programas que tratam da matéria são feitos com a intenção de escarnecer dos valores morais que sempre regeram a família e exaltar a prática homossexual, que a Escritura chama de um erro, uma torpeza, uma abominação, uma disposição mental reprovável, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28).
2. A suprema corte. A suprema corte brasileira, o Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, legitimou os direitos da relação homoafetiva. A nação brasileira já colocou o pé na estrada do relativismo moral, da absolutização do erro, do desbarrancamento da virtude, da conspiração irremediável contra a família. Os juízes de escol da nossa nação reconheceram como legal e moral a relação de um homem com um homem e de uma mulher com uma mulher. Precisaremos, portanto, redefinir o verbete casamento e criar um novo conceito para família. Estamos colocando os valores morais de ponta cabeça. Estamos desmoronando o que Deus edificou. Estamos nos insurgindo não apenas contra a família, mas contra o próprio Deus que instituiu o casamento e estabeleceu a família. Desta forma, julgamo-nos sábios, tornamo-nos loucos, pois ninguém pode desfazer o que Deus faz e ninguém pode insurgir-se contra Deus e prevalecer.
3. O ministério da educação. Com os recursos suados dos trabalhadores brasileiros que, com dignidade lutam para o progresso da nação, o ministério da educação está lançando um kit gay, para ser distribuído nas escolas públicas, cuja finalidade, mais uma vez, não é esclarecer crianças e adolescentes sobre a sexualidade, mas induzi-los à prática homossexual. Querem tirar das famílias o privilégio de orientar seus filhos. Querem domesticar a consciência das nossas crianças, induzindo-as a essa prática que avilta o ser humano, escarnece da família e afronta ao criador. É preciso tocar a trombeta aos ouvidos da sociedade, para repudiar essa iniciativa infeliz do ministério da educação, que em vez de sair em defesa da família, e promover a educação, lança sobre ela seus dardos mais mortíferos. Em virtude da pressão da bancada evangélica e não por dever de consciência, nestes últimos dias, a presidente mandou suspender o referido kit.
4. O congresso nacional. Está na pauta do congresso nacional um projeto de lei que visa criminalizar aqueles que se manifestarem contra a prática homossexual, contrariando, assim, a constituição federal, que nos faculta a liberdade de consciência e de expressão. Contrariando, outrossim, os preceitos da Palavra de Deus que, considera a relação homossexual como algo contrário à natureza e uma abominação para Deus (Lv 18.22; Rm 1.24-28; 1Co 6.9-11). Essa lei visa não apenas legitimar o ilegítimo, tornar moral o imoral, mas também, punir com os rigores da lei, aqueles que, por dever de consciência, não podem se curvar ao erro. Povo de Deus, não podemos nos calar diante dessas ameaças!

SEPARAÇÃO JUDICIAL E DIVÓRCIO

SEPARAÇÃO JUDICIAL E DIVÓRCIO APÓS A EC Nº 66, DE 13 DE JULHO DE 2010

No dia 14 de julho de 2010, foi publicada uma Emenda Constitucional que operou uma revolução no Direito de Família brasileiro. Estamos falando da EC nº 66/2010, a qual procurou facilitar o acesso ao divórcio no Brasil, “suprimindo o requisito de prévia separação judicial por mais de 1 (um) ano ou de comprovada separação de fato por mais de 2 (dois) anos.”

Para se entender o significado dessa alteração do texto constitucional, façamos uma breve diferenciação entre os institutos da separação e do divórcio.

Conforme ensinam os civilistas, o casamento é constituído pela sociedade conjugal e pelo vínculo conjugal. Com a separação judicial, ocorre o fim da sociedade conjugal, cessando os deveres de coabitação, fidelidade recíproca e o regime de bens. Contudo, a separação não acarreta o fim do vínculo matrimonial. Assim, pessoas separadas não poderiam se casar, embora a lei admitisse a possibilidade de terem união estável com terceiros (art. 1.723, § 1º, CC). Por outro lado, nada impedia que pessoas separadas após reconciliação, voltassem a viver juntas, fazendo ressurgir a sociedade entre elas. Por sua vez, o divórcio é algo mais radical, pois significa a dissolução do vínculo matrimonial. Assim, pessoas divorciadas podem se casar novamente ou ter união estável. Ademais, uma vez divorciados, ex-marido e ex-esposa somente podem reconstituir a sociedade conjugal e o vínculo após novo casamento.

Antes da EC nº 66/2010, a separação judicial ou de fato era uma etapa a ser cumprida para se pleitear o divórcio. Esse obstáculo ao fim do vínculo matrimonial era imposto pelo art. 226, § 6º, da CF, segundo o qual: “O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio, após prévia separação judicial por mais de um ano nos casos expressos em lei, ou comprovada separação de fato por mais de dois anos. ”

Após essa emenda constitucional, o art. 226, § 6º, da CF passou a ter uma redação mais simples: “§ 6º O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio. ” Na realidade, por meio dessa simplificação, duas modificações de impacto foram feitas: a) o fim do instituto da separação judicial; b) a extinção “do prazo mínimo para a dissolução do vínculo matrimonial (eis que não há mais referência à separação de fato do casal há mais de dois anos). ” (STOLZE, Pablo. A Nova Emenda do Divórcio: Primeiras Reflexões).

Portanto, a emenda permite que homem e mulher se casem hoje e, no outro dia, façam, se assim quiserem, o divórcio. Trata-se de algo relativamente fácil, pois a Lei n. 11.441/2007 regulou o divórcio administrativo, permitindo aos casais, sem filhos menores ou incapazes, a possibilidade de, consensualmente, lavrar escritura pública de divórcio, em qualquer Tabelionato de Notas do Brasil.

Antes da emenda da EC nº 66/2010, a consumação do divórcio era algo que a ordem jurídica evitava, imponde grandes dificuldades e entraves burocráticos. Vale dizer: para que ocorresse o divórcio era necessário que os cônjuges estivessem separados por algum tempo (um ano se a separação fosse judicial e dois se fosse de fato).

Acreditamos que essa emenda é positiva. Segundo o Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM, “Além de reduzir a interferência do Estado na vida privada dos cidadãos, a medida acarretará economia de recursos técnicos e financeiros para o Judiciário e para os indivíduos que pretendem se divorciar, uma vez que não serão necessários os dois processos, separação judical e divórcio”.

Para o professor da Rede LFG e magistrado na Bahia Pablo Stolze, “O que se quis, em verdade, por meio da aprovação da recente Emenda do Divórcio, é permitir a obtenção menos burocrática da dissolução do casamento, facultando, assim, que outros arranjos familiares fossem formados, na perspectiva da felicidade de cada um. Pois sem amor e felicidade não há porque se manter um casamento. ”

A EC nº 66/2010 provas que, às vezes, uma simples alteração legislativa é suficiente para pôr abaixo correntes jurisprudências consolidadas, sólidas lições doutrinárias e livros jurídicos inteiros. Quando mudanças desse jaez se processam, doutrinadores terão que reescrever capítulos de suas obras; e igual trabalho terão os atualizadores, que passarão à condição de verdadeiros autores, reformulando radicalmente as obras de juristas finados.


Fonte: https://franciscofalconi.wordpress.com/2010/07/19/separacao-judicial-e-divorcio-apos-a-ec-n%C2%BA-66-de-13-de-julho-de-2010/


quarta-feira, junho 15, 2016

FOTOS DO ENTERRO DE MATHEUS OLIVEIRA

FOTOS DO ENTERRO DE MATHEUS OLIVEIRA, FILHO DA EYSHILA

O Jornal O Extra, postou agora pouco algumas fotos do enterro de Matheus Oliveira, filho da cantora Eyshila e do Pastor Odilon.

Vejam algumas com exclusividade:

A esquerda está o Pastor Odilon, Eyshila abraçado do seu filho, Lucas Oliveira.
O caixão sendo levado ao túmulo,
Eyshila, Lucas Oliveira (irmão do Matheus Oliveira) e sua prima.
A cantora Aline Barros e seu marido, Gilmar foram ao cortejo fúnebre.
A cantora Aline Barros no sepultamento de Matheus Oliveira.

Todas as fotos são dessa foram registradas pela equipe do Jornal O Extra.

HOMENAGEM MORRE MATHEUS OLIVEIRA FILHO DA CANTORA EYSHILA

CANTORES GOSPEL LAMENTAM MORTE DO FILHO DE EYSHILA


Eyshila e o filho Matheus
Eyshila e o filho Matheus Foto: Reprodução / Instagram
Fabrício Provenzano
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Cantores gospel recorrem às redes sociais, nesta quarta-feira, para lamentar a morte de Matheus Oliveira, de 17 anos, filho da cantora gospel Eyshila e do pastor Odilon Leal Santos. Ele morreu, na noite desta terça-feira, vítima de uma meningite viral. Pelo Instagram, Fernanda Brum, Bruna Karla, Regis Danese e Davi Sacer publicaram mensagens de Deus e desejaram força aos parentes do rapaz.
Fernanda Brum, que chegou a visitar Matheus, enquanto ele esteve internado no hospital Samaritano, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, antes de morrer, escreveu: "Matheus para sempre... Nós te amamos...".
A cantora Bruna Karla desejou força para a amiga Eyshila: "Que dor! Oh Jesus consola minha amiga, consola essa família tão amada", publicou.
Regis Danese, cantor e compositor gospel, também pediu apoio espiritual para os parentes de Matheus. "Que o Espírito Santo esteja confortando vocês, irmã Eyshila e Pr Odilon", escreveu ele.
Davi Sacer apontou que a notícia da morte do rapaz também deixou a família dele de luto. "Eu e Veronica Sacer estamos de LUTO e orando para que o Espírito Santo conforte os corações de todos nós, principalmente da família. Amamos você e sua família, amiga Eyshila Santos", lamentou.
A cantora Aline Barros, amiga de Eyshila, também falou sobre a morte do jovem. "Momento de dor para essa família querida e amada e para todos nós. Mas quando buscamos conforto no Senhor encontramos alívio para o sofrimento e força para continuar a jornada da vida. Ninguém pode confortar e consolar um coração machucado como Deus. Isto porque Ele nos conhece e nos ama como ninguém. Força, amiga. Estamos aqui orando por você e toda sua casa. Amamos vocês", disse.
O enterro de Matheus tem previsão de acontecer no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio, nesta tarde.



terça-feira, junho 14, 2016

EYSHILA - FILHO, VOLTA (CLIPE FAN-MADE)

CANÇÃO PARA O MEU FILHO - MATHEUS #VOLTAMATHEUS

TIPOS DE OVELHAS.


Vida abundante (4ª parte): tipos de ovelha

Antes de entrarmos no tópico sobre os tipos de ovelhas, faltou mencionar nessa série de estudos sobre a vida cristã abundante um sinal ou marca dessa vida abundante: a solidariedade cristã. É a filantropia, o altruísmo, a assistência social (At 4.32-35; 11.27-30; Rm 12.10; 15.2; 1Co 10.24; Fp 2.3,4; 1Jo 3.17).


Vejamos agora os tipos de ovelhas problemáticas à luz da Bíblia.

Sete ovelhas problemáticas

Há diferentes tipos de ovelhas em qualquer rebanho, assim como há diferentes tipos de obreiros no ministério. Cada tipo de ovelha requer cuidados específicos da parte do seu pastor ou dirigente. A ovelha boa é vista em João 14.27,29 e Salmos 23. A ovelha boa não apresenta problemas para si, nem para o seu pastor. A ovelha boa apenas requer do seu pastor ou dirigente alimentação, proteção, cuidado, contato e administração.


A ovelha problemática é vista em Ezequiel 34, onde se apresentam sete tipos de ovelhas problemáticas, em má situação:


1) A ovelha “fraca" (v4) – São os débeis espirituais, sem forças para resistir, sem forças para lutar, sem forças para vencer. São crentes sempre infantis. Aborrecem-se por tudo. São "carnais", conforme 1 Coríntios 3.


2) A ovelha “doente” (v4) – São os acamados espirituais. O termo original indica um estado doentio crônico espiritualmente.


3) A ovelha “quebrada” (v4) – São os mutilados espirituais, com feridas abertas, aleijados espirituais, “acidentados” espirituais.


4) A ovelha “desgarrada” (v4) – São os que deixaram o caminho do Senhor, os desviados.


5) A ovelha “perdida”  (v4) – São os que estando na igreja nunca nasceram de novo (Ex 12.38; Nm 11.4; 1Co 15.34; Jo 2.23-25).

6) A ovelha “gorda” (v16) – A ovelha “gorda” parece uma ovelha boa, mas não o é. São os crentes autossuficientes espirituais. De nada necessitam, sabem tudo, podem tudo. Ovelha “gorda” à custa de quê? Ver, por exemplo, Levítico 3.16.


7) A ovelha “forte” (v16) – A ovelha “forte” parece uma ovelha boa, mas também não o é. São os violentos, os truculentos, os “atacantes”, os durões, os provocadores, os inflexíveis dentro da igreja. São os “guerrilheiros espirituais” (Mc 9.38). Ora, guerrilha não é guerra convencional; é combater o mau combate, e não o “bom combate” (2Tm 4.7). Veja o que diz a Bíblia acerca desses “fortes" em Salmos 78.31 (ARC).


OS MAIORES SUCESSOS DO POETA SÉRGIO LOPES





ORIGEM DO DIA DO PASTOR



Origem do Dia do Pastor

Origem do Dia do Pastor Neste domingo, dia 12 de junho, celebramos o Dia do Pastor, uma data que faz parte do calendário denominacional, mas que, todavia, também tem sido celebrada por outras denominações evangélicas no Brasil. 

Contudo, esta é uma data e celebração criada pelos Batistas brasileiros. E mesmo sendo uma data já consagrada, quando as Igrejas normalmente realizam um culto de gratidão e, de alguma forma, prestam homenagem ao pastor, poucos hoje em dia conhecem a origem deste dia. 

Assim, decidimos nesta edição, além de contar um pouco da origem, ao mesmo tempo homenagear ao pastor Batista brasileiro, que foi o autor desta ideia. Assim, o Editorial desta edição é a reedição na íntegra do artigo escrito pelo pastor Otávio Felipe Rosa, e publicado na edição de O Jornal Batista de 14 de junho de 1981, nas celebrações do Dia do Pastor naquele ano. “Quem teria instituído o Dia do Pastor? 


Em 05 de maio de 1955 foi publicado, em O Jornal Batista, um artigo falando sobre o Dia do Pastor. O pedido que se fazia era de uma oferta especial para a Caixa de Socorros para ajudar os pastores aposentados com pequena aposentadoria e outros que nem aposentaria tinham, na Junta de Beneficência. Constando a ineficácia do trabalho, sugeriram que se mudasse o nome “Dia da Junta de Beneficência” para “Dia do Pastor”, visto que tudo girava em torno dos chamados para a obra do Ministério da Palavra de Deus. Como o mês de maio era dedicado às mães, sugeriram que se transferisse o Dia do Pastor para o 2º domingo de junho e este, então, seria o mês do Pastor. A ideia foi aceita e, desde então, começaram a promover o Dia do Pastor no 2º domingo de junho com os seguintes objetivos: 

Levantar uma oferta generosa para a Caixa de Socorros a fim de que a Junta pudesse ajudar mais e melhor os pastores aposentados de poucos recursos; comemorar o Dia do Pastor em cada Igreja Batista, homenageando o pastor local e os pastores que haviam pastoreado a mesma Igreja; e proporcionar, através de tais comemorações, o despertamento de jovens chamados por Jesus para a obra do Ministério. Temos em nosso poder um recorte de O Jornal Batista de 08 de junho de 1975 com uma nota de autoria de JRP, que assim informa: ‘Quem teria instituído este dia? Parece que a ideia não surgiu nos Estados Unidos, onde os pastores sempre tiveram muita influência. Pelo menos não temos lido nos jornais evangélicos norte-americanos qualquer coisa a respeito de um dia especial consagrado aos pastores. Assim, cremos que a ideia é brasileira e que surgiu entre os Batistas. 


Indo um pouco mais longe, julgamos que a iniciativa foi da nossa Junta de Beneficência. Nesse caso, então, a ideia é brasileira e Batista. Vamos fazer uma pesquisa e depois daremos o resultado aos nossos leitores’. Tivemos o privilégio de trabalhar na Junta de Beneficência da Convenção Batista Brasileira de 03 de março de 1952 a 31 de agosto de 1974; o cargo que ocupávamos era de promoção e propaganda. Naquela época, a Junta tinha um dia especial chamado “Dia da Junta de Beneficência”, comemorado do no 2º domingo de maio, sendo esse o “Dia das mães”; sugerimos ao então secretário executivo da Junta, doutor Antônio Neves de Mesquita, que transferisse o dia da Junta para o 3º domingo de maio. 

Nessa ocasião, escrevemos um artigo para O Jornal Batista, publicado em 05 de maio de 1955, 8ª página, falando sobre o Dia do Pastor. Estando à frente do departamento da Promoção e Propaganda da Junta, sentimos que “Dia da Junta de Beneficência” não era um bom nome, porque naquele tempo a Junta tinha a fama de ser rica e o pedido que se fazia era uma oferta especial para a caixa de socorro para ajudar os pastores aposentados com pequena aposentadoria e outros que nem aposentadoria tinham. 

Constatando a ineficácia do trabalho, sugerimos ao doutor Mesquita que mudasse o nome “Dia da Junta de Beneficência” para “Dia do Pastor”, visto que tudo girava em torno dos vocacionados para a obra do ministério da Palavra de Deus. Como o mês de maio era dedicado às mães, sugerimos que transferíssemos o Dia do Pastor para o 2º domingo de junho e, este, então, seria o mês do Pastor. 


O doutor Mesquita sentiu que a ideia era muito boa e aceitou- a integralmente; desde então, começamos a promover o Dia do Pastor no 2º domingo de junho, com os seguintes objetivos: Levantar uma oferta generosa para a Caixa de Socorro a fim de que a Junta pudesse ajudar mais e melhor os pastores aposentados de poucos recursos; comemorar o Dia do Pastor em cada Igreja Batista, homenageando o pastor local e os pastores que haviam pastoreado a mesma Igreja; e proporcionar, através de tais comemorações, o despertamento de jovens vocacionados por Jesus para a obra do Ministério. 


Diante deste fato, que é um marco histórico na denominação Batista Brasileira, afirmamos com humildade que o Dia do Pastor se originou de uma sugestão do signatário destas linhas. Esperamos e fazemos votos ao Senhor da Seara que este dia seja cada vez mais vitorioso em todas as Igrejas Batistas do Brasil e, quiçá, do mundo, para o crescimento da gloriosa obra do ministério da Palavra de Deus. Hoje muitas outras denominações estão também comemorando o Dia do Pastor, o que aumenta a nossa alegria cada vez mais em saber e sentir que a obra de Deus prospera mais e mais em todo o universo. 

Na esperança que o Dia do Pastor seja comemorado em todas as Igrejas da nossa querida Pátria, a fim muitos outros obreiros se levantem para atender a vocação de Deus para a obra do ministério, continuamos no firme propósito de servir a nosso Mestre à frente da querida Igreja Evangélica Batista em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. ” 

Talvez a melhor data para celebrar o Dia do Pastor no Brasil fosse o dia 20 de junho, data em que foi consagrado o primeiro Pastor Batista brasileiro, Antônio T. de Albuquerque - 20 de junho de 1980. Enquanto isso, vamos agradecer a Deus e celebrar neste domingo o Dia do Pastor. Sócrates Oliveira de Souza, Diretor Executivo da Convenção Batista Brasileira

Fonte: https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/15539c8845f48424

...COMO CONSELHEIRO EM QUESTÕES DE FÉ?


BARACK OBAMA NOMEIA TRANSEXUAL QUE SE DIZ CRISTÃO COMO CONSELHEIRO EM QUESTÕES DE FÉ


Barack Obama nomeia transexual que se diz cristão como conselheiro em questões de fé

A ideologia de gênero chegou à Casa Branca. O presidente norte-americano Barack Obama nomeou um ativista transgênero que se identifica como cristão para ser parte do Conselho Consultivo do Presidente sobre Parcerias Baseadas na Fé e na Vizinhança, um colegiado que pode apresentar sugestões à maior autoridade dos Estados Unidos.
O ativista é Barbara Satin, um homem que se define como mulher e trabalha como assistente de religião da Força Tarefa LGBT. Satin é membro do conselho da Igreja Unida de Cristo, uma denominação aberta à comunidade gay no país, além de ter participação em outros grupos ativistas da militância LGBT há 17 anos.
“Faz sentido ver o presidente nomeando um ativista transgênero como seu conselheiro de fé. Seria uma grande surpresa se ele nomeasse alguém com valores tradicionais”, criticou Travis Weber, diretor do Centro para a Liberdade Religiosa no Conselho de Pesquisa da Família, de acordo com informações do Charisma News.
O presidente Barack Obama, ao longo dos oito anos que tem estado à frente da Casa Branca, tem sido aberto a diversas requisições dos ativistas gays, e por essa questão – dentre outras – muitos cristãos norte-americanos duvidam da sinceridade dele quando se define seguidor de Jesus Cristo.
Atualmente, os Estados Unidos vivem um debate sobre propostas de leis que limitariam a liberdade de religião e imporiam a retenção de verbas para escolas que proibirem transexuais que queiram usar os banheiros destinados ao gênero com o qual se identificam.

“O fato de Obama nomear alguém para o conselho de parcerias baseadas na fé que seja um ativista, como ela é, se encaixa na agenda da administração Obama […] A agenda LGBT tem sido parte dos programas do Departamento de Estado no Exterior, juntamente à ameaça do Departamento de Educação de reter o financiamento das escolas”, acrescentou Weber.
John Stemberger, presidente do Conselho de Política Familiar da Flórida, acusou o presidente de tentar mudar a realidade do país à força: “Esta é mais uma evidência de que Obama está tentando uma revolução moral, fingindo que as porcentagens da América são tão diversas como o seu conselho de fé. Não é uma representação proporcional da América”, avaliou, antes de destacar que acredita que esta nomeação possa expor o problema para uma discussão mais ampla: “Isso está diretamente relacionado com o debate dos banheiros transgênero. É uma tentativa de empurrar os conservadores tradicionais da fé nesta questão. Nenhuma religião do mundo abraçaria essa agenda moral, pelo menos não em sua forma ortodoxa”.

 Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/barack-obama-nomeia-transexual-conselheiro-questoes-fe-83235.html