terça-feira, fevereiro 22, 2011

OITO DICAS PARA FALAR BEM NAS APRESENTAÇÕES




São Paulo - Mais dia, menos dia, todos profissionais precisam encarar a dura missão de fazer uma apresentação oral.
Neste momento, até os mais desinibidos sentem um gelo percorrer o estômago. Afinal, não é tarefa fácil garantir a atenção e o convencimento de um público cada vez mais multimídia.

Para ajudar você a encarar esta tarefa com maestria, veja as DICAS com Reinaldo Polito, professor de oratória da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP).

“O grande problema é a falta de concatenação lógica do raciocínio”, afirma o especialista que há 35 anos ensina empresário a como se expressar em público.
Segundo ele, para se livrar dos inimigos do bom discurso é preciso tomar alguns cuidados antes e durante a apresentação. Confira as dicas:

1. Conheça o Público e a Você Mesmo

Cativar um público não é tarefa fácil. Argumentar de maneira coerente para que ele acate sua proposta? Pior ainda.
Por isso, antes de tomar o controle de uma reunião na empresa, é preciso determinar com clareza quais das suas habilidades pessoais podem contribuir para o sucesso na apresentação. “Você precisa saber se tem bom humor, se o seu vocabulário é compatível com o público”, exemplifica Polito.
Feito este mergulho para dentro de si, investigue qual o perfil das pessoas que irão acompanhar seu discurso. É com base nessas informações que você poderá definir o grau de profundidade, os argumentos e até o tipo de piada que recheará sua fala.
“Se a plateia é composta por jovens, você fala de futuro, por exemplo. Se são idosos, do passado”, diz o especialista.

2. Planeje de Ponta Cabeça

O planejamento é essencial para quem quer arrebatar o público durante uma apresentação. Não dá para encarar uma plateia sem ter a estrutura do seu discurso completamente definida na cabeça.
Mas, de acordo com Polito, para fazer isso é preciso inverter a ordem da apresentação. Isso mesmo. Em vez de planejar a estrutura do discurso a partir da introdução, comece pensando na conclusão.
E, depois disso, desenrole a apresentação do fim até o início.

3. Dê Um Passo de Cada Vez

Para que nenhum fio de argumento escape do seu planejamento, defina claramente qual o ponto central do seu discurso. Que tipo de pensamentos você pretende motivar na plateia? A que conclusão você quer chegar?
Com base nisso, pense no contexto em que o objetivo do seu discurso está inserido. “Para facilitar o entendimento, dê exemplos da vida corporativa”, aconselha o especialista.
Assim que você desenhar o corpo do seu discurso, parta para a elaboração da introdução. Este é o ponto chave da sua apresentação. Neste momento, todos os olhares estarão, de fato, voltados para você.

4. Elabore Uma Introdução Sedutora

Você deve apostar todas as suas fichas para cativar o público na introdução. Mas tenha bom senso. Seja direto.
“Mostre quais os benefícios que as pessoas terão ao te ouvir”, explica Polito. “Se o ouvinte está incomodado com alguma coisa, tire o incômodo”.
Agora, se seus superiores são o público alvo da reunião, não faça rodeios. “Mate a ansiedade dessa turma logo no início”, diz.
Assim, se o objetivo do discurso era apresentar os valores de um projeto, vá direto a esses números. Depois, espere pelas dúvidas deles.
5. Tenha Um Roteiro

Não suba ao palco, nem assuma uma reunião, sem ter consciência de que “apresentações não são testes de memória”. Ou seja, não é necessário decorar todo discurso.
Monte um roteiro com palavras chaves, uma apresentação em slides ou qualquer outra ferramenta que ajude você a recordar tudo o que é indispensável para a sua fala.
Uma dica é não deixar escapar os pontos principais do discurso. Para isso, o professor Polito sugere uma fórmula básica.
Comece contado qual é o assunto. Depois explique de maneira resumida qual o problema em questão. Sugira, então, uma solução. Para torná-la mais clara, use um exemplo do cotidiano ou conte uma história. Por fim, conclua pedindo para a plateia agir.
6. Gerencie as Interrupções

Para não perder o fio da meada, defina um critério para a interação do público. As perguntas serão feitas durante a apresentação ou depois?
Se você tem pouco tempo para falar, restrinja as questões do público para o final. Caso contrário, defina isso com base na sua segurança com o assunto.
“Há sempre o risco de ficar encurralado por questões que você não sabe responder. E isso pode minar a sua autoridade”, lembra o professor Polito.
Por isso, ele aconselha: se seu conhecimento sobre assunto em questão não é lá essas coisas, deixe as perguntas para o final.
7. Não Se Esqueça da Sua Voz

De nada vale um planejamento bem feito ou uma apresentação de slides de tirar o fôlego, se você não souber usar a sua principal ferramenta durante um discurso: a voz.
Por isso, fique atento para a maneira como modula a voz. “Mantenha um ritmo agradável, pronuncie bem as palavras, repita informações importantes, alterne a velocidade da fala, faça pausas e, depois delas, volte a falar com mais energia”, enumera Polito.
Tenha cuidado com o vocabulário extremamente técnico ou com o uso excessivo de estrangeirismos. Novamente, avalie o perfil do seu público para adequar a melhor expressão.

8. O Corpo a Seu Favor

A linguagem corporal também deve ser alvo de sua atenção durante a apresentação. É preciso coerência entre o que se fala e como se expressa com o corpo.
“O semblante precisa corresponder ao sentimento falado”, explica. “Não faz sentido cruzar os braços enquanto fala sobre um desafio, por exemplo,”.
Neste sentido, o professor condena o ato de colocar as mãos nos bolsos ou gesticular excessivamente durante uma apresentação. “Isso demonstra ansiedade”, diz.
Agora, se faz parte de sua personalidade falar demasiadamente com as mãos, não se preocupe. Polito tem uma técnica para domar este hábito durante uma apresentação: “Faça um gesto para cada informação predominante. Depois, volte para a sua posição de apoio. Aguarde com calma. Diante de novo dado importante, faça outro gesto”.
Aos tímidos de plantão, ele dá um aviso: mantenha sempre o contato visual com a plateia. “Com isso, você analisa a reação do grupo e, além disso, prestigia as pessoas que estão ouvindo você”.

"Bem-aventurados são aqueles que possuem boas leituras. Deles será o Reino das Boas 
Redações" Prof. Otávio Avendano de Vasconcellos - P

NÃO DESISTA NUNCA!!!

"Mas o Nobre Projeta Coisas Nobres e na Sua Nobreza Perseverará." (Isaías 32:8)





Antes de você desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcança o sucesso quem insiste, apesar de tudo.









Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dançando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informações de que não sabia atuar. Era careca, dizia o relatório, e ainda dançava um pouco.

O professor de Enrico Caruso dizia que ele não tinha voz e não era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele não desistiu e se tornou famoso cantor de ópera, admirado até os dias atuais.

Winston Churchill foi reprovado na sexta série. Somente se tornou primeiro ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu. Chegou a dizer um dia: "eu deixaria a política para sempre, se não fosse à possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro". Conseguiu. E talvez poucos saibam: Ele foi prêmio Nobel de literatura em 1953, por suas memórias da segunda guerra mundial.

Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de ideias. Você pode imaginar tal coisa? Antes de construir a Disneylândia, foi à falência diversas vezes. Nunca desanimou.

Richard Bach teve recusado a sua história de dez mil palavras por 18 editoras. Era a história de uma gaivota que planava. Uma gaivota chamada Fernão Capelo Gaivota. Porque ele não desistiu, em 1970 a Macmillan publicou a história e em 5 anos vendeu mais de 7 milhões de exemplares, só nos Estados Unidos.

Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por três vezes ele foi reprovado na admissão à escola de artes. Descrito como o pior aluno da escola, Rodin não desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como o pensador, o beijo e filho pródigo. Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposição. Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilhão inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus. Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus últimos nove anos de  vida se transformou em museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao estado.

Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, não se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados, portanto, se você está a ponto de desanimar, pare um pouco, pense e logo haverá de descobrir que ainda há muitas tentativas a serem feitas, há muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcançar.

Não há limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos. Pense nisso e tente outra vez. E outra mais. Não se deixe abater por críticas, por experiências mal sucedidas. Vá em frente. Tente de novo e verá que os seus esforços alcançarão êxito!


Desconheço o Autor, mas é muito forte!





PEDRAS PRECIOSAS




Vocês, também, como pedras vivas, deixem que Deus os use na construção de um templo espiritual onde vocês servirão como sacerdotes dedicados a Deus. (1 Pedro 2:5, NTLH)

 A Bíblia está cheia de pedras, do Gênesis ao Apocalipse. São 358 referências. Por que tanta pedra? Talvez porque o cenário da Bíblia é a Palestina, um lugar pedregoso por excelência. 

Um agricultor, ao preparar a terra para o cultivo, precisava primeiramente limpá-la das pedras (Is. 5:2). Construíam-se muros de pedras para as vinhas (Pv 24:30, 31), colunas ou montões de pedras eram erigidos para comemorar acontecimentos importantes (Gn 28:18; 35:14), e para selar um tratado (Gn 31:46). 

Além disso, usavam-se pedras para a construção de aquedutos, reservatórios e pontes. Um único bloco de pedra era utilizado para tapar a boca de um poço (Gn 29:2), para cobrir ou marcar sepulturas (Js 7: 26; 2Sm 18:17), e como marcos indicadores ao longo das estradas. Salomão declarou que há tempo para tudo, inclusive de espalhar e de ajuntar pedras (Ec 3:5). 
De todos os personagens bíblicos, Cristo é o que está mais ligado ao elemento pedra, tanto em seu aspecto literal como simbólico. As manjedouras encontradas nos sítios das antigas cidades do Oriente eram feitas de blocos de pedra escavados como gamelas, onde se colocava alimento para os animais. É provável que a manjedoura em que Cristo foi colocado fosse de pedra. 

Trinta anos depois encontramos Cristo no deserto, preparando-Se para iniciar Seu ministério. E lá o diabo apresentou-se a Jesus, tentando-O a transformar pedras em pães. Satanás quis usar as pedras do deserto como pedras de tropeço contra Cristo. Mas como Cristo não tropeçou, Satanás usou este mesmo elemento na segunda tentação. Levou-O ao pináculo do templo e desafiou-O a lançar-Se dali abaixo, argumentando que os anjos O tomariam pelas mãos para que Ele não tropeçasse em alguma pedra. 

 Cristo é o fundamento sobre o qual a Sua igreja está construída. Ele é a pedra espiritual da qual os israelitas bebiam (1Co 10:4). 

Pedras são minerais, e, portanto não têm vida. Mas Cristo, pelo Seu poder, pode não apenas transformar pedras em pães, se o quiser, mas também pedras brutas em pedras vivas. E é isso que Ele quer fazer conosco: transformar-nos em pedras vivas em Sua casa espiritual, da qual Ele é a principal pedra de esquina.

Pra. MARIA VALDA!







A Pedra





A Pedra

O distraído nela tropeçou...
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, Davi, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Independente do tamanho das pedras, no decorrer de sua vida. Não existirá uma, que você não possa aproveitá-la para seu crescimento espiritual. Quando a sua pedra atual, tenho certeza que Deus irá te dar sabedoria, para mais tarde você olhar para ela, e ter orgulho da maravilhosa experiência que causou em sua vida, no seu crescimento espiritual.




Mesmo entre as Pedras, nasce flores lindas....



Há também Caminhos de Pedras.... Difíceis
de se andar... Mas faz parte da Vida....  

REFLEXÃO 1




A sorte só é florida
Pra quem estuda e trabalha;
Quem não luta pela vida
Muito cedo se atrapalha.
           
           (Dinamor)

ESPERE GRANDES COISAS DE DEUS. REALIZE GRANDES COISAS PARA DEUS


Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai 

(Jo 14.12).



Gladys Aylward considerava-se uma mulher simples que fazia apenas a obra que Deus lhe designara. Não obstante, pelo fato de sua vida ter sido tão extraordinária, foi escrito um livro (The Small Woman) e produzido um filme (The Inn of Sixth Happiness) sobre as maravilhas que Deus realizou por intermédio dela.
Aylward, cidadã britânica, deixou seu lar em 1920 e viajou de navio para a China. Lá, resgatou órfãos que estavam sendo sistematicamente rejeitados, crianças que haviam sido transferidas de um lugar para outro em razão das revoluções políticas da época e deixadas à mingua ou andando a esmo até serem abrigadas em galpões do governo. Gladys deu um lar a essas crianças.
Quando os japoneses invadiram a China, ela precisou fugir do continente com 100 crianças. Chegou à ilha de Formosa com todas elas. Lá continuou a dedicar sua vida a educar crianças que não conheceram outra mãe a não ser ela.
 Gladys explica a obra maravilhosa que Deus lhe designou da seguinte maneira:
- Eu não escolhi. Fui conduzida por Deus. Meu interesse por crianças é o mesmo que por adultos, mas Deus, mediante o Espírito Santo, me fez compreender que era isso o que ele queria que eu fizesse, e eu obedeci a ele.



segunda-feira, fevereiro 21, 2011

O FRACASSO NÃO É CAIR. É FICAR CAÍDO





... Porque sete vezes cairá o justo e se levantará. (Prov. 24. 16)

Em 1991, Anne Busquet trabalhou como gerente geral da divisão de Clientes Especiais da American Express. Quando se descobriu que cinco de seus 2.000 funcionários haviam ocultado uma perda de 24 milhões de dólares, ela foi considerada responsável.  Busquet teve de admitir que, por ser perfeccionista ao extremo, dava a entender a seus funcionários que ela era uma pessoa intimidadora e intransigente - a ponto de eles preferirem mentir a revelar-lhe a má notícia.
Busquet perdeu a posição que ocupava, mas teve uma segunda oportunidade na American Express: uma oportunidade para levantar um dos setores menores da empresa.
Com a autoestima abalada, ela quase recusou a oferta, mas entendeu que essa seria a oportunidade de mudar seu comportamento em relação às outras pessoas. Assumiu o novo cargo como um desafio pessoal.
Entendendo que precisaria ser muito mais compreensiva, ela começou a se esforçar no sentido de ser mais paciente e ouvir com mais atenção. Aprendeu a extrair más notícias dos funcionários sem intimidá-los.
Quatro anos depois, foi promovida a vice-presidente executiva da American Express.
O fracasso não é o fim de tudo. É um professor para um novo começo e uma vida melhor!


(Pequeno Devocional de Deus para Mulheres)


























VOCÊ DESEJA MUDAR, entretanto sente-se acorrentada à sua rotina? Talvez você esteja interessada em voltar a estudar, namorar novamente ou mesmo trabalhar por uma causa na qual acredita; seu interesse pode ser em se aprofundar numa vida espiritual ou em expandir seu círculo de amizades. Num momento de frustração, você pode se perguntar: 

“Qual o Problema Comigo? Por Que Não Consigo Dar o Primeiro Passo?”

Bem, não seja tão dura consigo mesma. Uma hora ou outra todos nós somos pegos pela teia da acomodação (tendemos a deixar as coisas no seu estado atual)... ficamos acomodados num ponto em que as coisas não estão ruins – apenas não estão muito boas, no qual nos sentimos seguros – apenas não muito motivados. Pode ser que uma vez você tenha se sentido bem ao optar pelo caminho aparentemente mais cômodo, mas agora é como se estivesse assistindo a vida passar. Isso acontece! Quando uma voz interior sussurra: “A vida pode ser mais do que isso,” seu instinto pioneiro fica tentado a seguir em frente. Aproveite isso e mergulhe de cabeça.

Descubra o poder de um
 “empurrãozinho do bem”
quando chega a hora
de uma mudança

Um estímulo pessoal. Sabe aquele tipo de “empurrãozinho” que você precisou para saltar do trampolim mais alto quando tinha 10 anos, para disputar uma partida com um grupo novo de conhecidos ou para se decidir por um emprego melhor em outro estado? Bem, esse estímulo pode vir na forma de uma chamada alerta (um divórcio, uma perda) ou vir de uma oportunidade inesperada (uma herança, uma oferta de trabalho), que reduzem seus medos e facilitam sua mudança. Contudo, você não precisa ficar esperando pelo destino. Crie seu próprio “empurrãozinho”.

Aqui estão algumas dicas para você movimentar sua vida – na direção do que é melhor para você.

Aproxime-se da calma:  sente-se em silêncio, respire fundo algumas vezes e pergunte-se: “O que eu realmente quero?” Depois de 10 minutos ou mais, encare seu trabalho. Suas idéias estarão mais claras e você conseguirá ver as coisas sob uma perspectiva diferente.

Sonhe em detalhes: descreva claramente uma mudança que você gostaria de ver concretizada. Visualize a mudança, coloque no papel, converse sobre ela e, o mais importante, imagine como se sentirá quando “chegar lá.”

Crie uma lista de ônus/bônus: identifique possíveis “sacrifícios” e recompensas potenciais para realizar suas mudanças; além disso, inclua como você se sentirá caso obtenha sucesso e se nem ao menos tentar.

Faça uma avaliação realista: como seria se seus maiores receios realmente acontecessem? Como você classificaria cada “barreira” comparada a outros desafios que já superou? Menores, iguais ou maiores?

Detone seus bloqueios: escolha dois dos seus maiores sacrifícios e ache o que pode ser feito para eliminar ou reduzir seus impactos.

Encha o tanque: considere o que você precisará para manter-se em movimento. Apoio de um amigo, informação, treinamento, rede de segurança, fortalecimento da fé?

Fale consigo mesma... Amigavelmente: diga apenas coisas que você diria para um bom amigo. “Você ficará bem”.” Você é capaz.”  “Vai valer a pena o esforço.” “Vá em frente.”

Uma vida gratificante não se constrói desejando, olhando ou pretendendo. Ela salta, fruto de esforço contínuo – daqueles que vão até o fim! Quando seu coração diz que é hora de mudanças, mas você ainda não se sente pronta para pular... Dê a si mesma um “empurrãozinho” positivo. Mergulhe!

Psicóloga, PHD, Suzanne Zoglio é
palestrante nacional (EUA) e autora
dos livros Recharge in Minutes e
Create a Life That Tickles Your Soul.
(Fonte: Diane – The Curves Magazine)



ESTUDA-TE




O maior pecado do ser humano
É ignorar suas forças interiores,
Seus poderes criadores e sua herança divina.

- ESTUDA-TE...
Vê quanta coisa és capaz de fazer!

              O. S. Marden

A Semana é…












Boa Semana ...


Hoje é segunda-feira… O dia em que muita gente ta saindo para trabalhar, estudar e fazer muitas outras coisas. O início da semana pode ser cansativo e chato para uns ou interessante para outros. Cada pessoa tem um jeito de lidar com a vida. Veja o que a semana pode significar para algumas pessoas:


Para um preso, menos 7 dias
Para os felizes, 7 motivos
Para os tristes, mais 7 dias
Para a esperança, 7 novas manhãs
Para a insônia, 7 longas noites
Para os sozinhos, 7 chances
Para os ausentes, 7 culpas
Para os empresários, 25% do mês
Para os economistas, 0,019 do ano
Para o pessimista, 7 riscos
Para o otimista, 7 oportunidades
Para a terra, 7 voltas
Para cumprir o prazo, pouco
Para criar o mundo, o suficiente
Para uma gripe, a cura
Para a história, nada
Para a vida….Tudo!
Faça de cada dia desta semana um dia especial!
Tenha uma excelente semana…
Ou sete dias maravilhosos…
Depende de você!
Camilla Rua

domingo, fevereiro 20, 2011

A FIRMEZA DO CRENTE



Introdução: A pessoa nascida de novo – Jo 3. 5, filha de Deus – Jo 1. 12  será vitoriosa na vida espiritual ao se posicionar em obediência aos princípios que regem a dinâmica da vida cristã. Nenhum crente quer viver em derrota ou sujeito a perder a comunhão com Deus em razão de alguma fraqueza ou envolvimento com o pecado. O crente quer ser firme na fé; embora na caminhada para o céu experimente “altos e baixos” na peregrinação. Há alguns elementos comparativos da firmeza do crente:

1 – Um soldado:  
O soldado é um guerreiro e deve estar munido de armamento adequado. O soldado será vitorioso se souber usar suas armas com perícia.
As batalhas do crente são espirituais. Suas armas devem ter as proporções de segurança contra as investidas do inimigo – II Co 10. 4.
A armadura de Deus – Ef 6. 10-20 – é composta de armas de ataque e defesa. Ela protege as partes vitais do corpo do soldado de Deus, e derruba as forças inimigas por terra.
Andar desprevenido sem o capacete da salvação, sem a espada do Espírito, sem a couraça da justiça, e sem o escudo da fé é caminhar à beira do precipício. O crente deve andar calçado das boas novas de Cristo – Jr 2. 25.

2 – Um arvoredo:
As raízes profundas é o sustento da árvore.
Ventos constantes promovem estabilidade ao arvoredo.
Na parábola do semeador – Mt 13 – vemos a tragédia de arbustos sem raízes profundas.
As raízes da vida cristã é a Palavra de Deus adubando o coração e promovendo o crescimento produtivo – I Co 3. 6.
Levar a vida cristã de modo superficial, sem compromisso definido e sem sacrifícios correspondentes, é iludir-se. É ser caule oco, sujeito a cair a qualquer momento.

3 – Uma construção:
A fundação é o segredo das construções permanentes.
As colunas devem estar alicerçadas na base e entrelaçadas de vigas.
A vida inabalável é a que se apoia na Palavra de Deus, ouvida, crida, lida, meditada e praticada Mt 7. 24-27.
Por mais firme que seja a construção, não se podem permitir goteiras, vazamentos e pequenas rachaduras, pois com o passar do tempo o desmoronamento virá a ocorrer.
A construção não pode estar “escorada ou encostada” em outra, mas deverá depender da sua estrutura na base sólida em que estiver edificada – I Tm 4. 16.

4 – Impedimentos à firmeza:
O reino espiritual é impedido por Deus de se misturar com o material; são distintos – II Co 6. 14. A mistura do ferro com o barro impede a durabilidade do projeto, da edificação espiritual – Dn 2. 41.
Dependendo das “rodas” frequentadas pelo crente, ele será uma testemunha frágil e decadente – Sl 1. O isolamento das pessoas é errado, mas a separação do pecado é correta.
O crente é o sal da terra e a luz do mundo, mas se permitir intimidade com as trevas ficará ofuscado e sem “sabor” – Mt 5. 13-16.

5 – Estímulo à firmeza:
Sejam firmes! I Co 15. 58 – No trabalho cristão e na abundância de dedicação.
Não se pode ser firme em Cristo estando de braços cruzados constantemente. O serviço cristão faz parte da empreitada santa. A firmeza tem recompensa.
O desmazelo e o desânimo são ferramentas de Satanás; com elas em ação ele tem conseguido neutralizar milhares de trabalhadores do Senhor mundo afora.
As operações no Reino de Deus precisam da mão-de-obra de todos os redimidos. Cada um faz uma parte do trabalho – Ef 4. 11, I Co 12. 28-31.

Conclusão: Não havendo firmeza em Cristo Jesus por parte do crente, ele deixará suas construções pela metade. Será seduzido a voltar ao mundo de incredulidade. Vigiemos!

AMIZADE



Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um mil.
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MATEMÁTICA DA VIDA










Em nossa vida, como na matemática, devemos: 
- Somar alegrias; 
- Diminuir tristezas; 
- Multiplicar felicidade; 
- E dividir amor. 
Nestas dimensões, certamente todos gostamos da matemática. 
Somar alegrias. 

Quem vive sozinho, longe dos outros, sem compartilhar alegrias, sem permutar experiências, diminui sua própria alegria e não alcança a felicidade. Ficamos, às vezes, penalizados, vendo tanta gente que ainda não fez esta descoberta. Pessoas que se fecham sobre si mesmas, por medo ou egoísmo, palmilham caminhos errados. Quem teme perder sua alegria, repartindo-a com os outros, ainda não aprendeu a psicologia humana. 
Diminuir tristezas. 

A vida tem dessas compensações gratificantes. Quando conseguimos minorar a tristeza, nós é que saímos lucrando. Uma das mais profundas satisfações reservada a um coração humano é restituir o entusiasmo, a coragem e o otimismo aos irmãos da caminhada. 
Multiplicar felicidade 
Na família, no trabalho, na comunidade, em qualquer lugar onde plantamos felicidade, nós a multiplicamos. Felicidade partilhada é felicidade pessoal multiplicada. 
Dividir o amor. 

Em matemática, quando dividimos um número pelo outro, o resultado final é sempre menor. Nas dimensões do amor humano, acontece exatamente o contrário. Dividir o amor com os outros é multiplicá-lo, é aumentá-lo.
Todo aquele que divide seu amor com alguém, descobre em seguida ter multiplicado seu amor. 
Somar alegrias, diminuir tristezas, multiplicar felicidade, dividir o amor: é o mais lindo programa de vida que podemos abraçar. 


O ser humano é comunicativo por natureza. Não aguenta viver sozinho. O individualismo é o caminho mais certo da infelicidade, para a solidão. Somar alegrias, diminuir tristezas, multiplicar felicidade e dividir amor são a rota mais segura da Alegria de Viver. São estes os misteriosos caminhos da vida.


(A.D)