PRINCIPAIS PAÍSES QUE ADERIRAM AO CALENDÁRIO GREGORIANO
(O calendário gregoriano foi editado em 24/02/1582 através de Bula Pontifícia; deu-se um tempo de 8 meses para adaptação ao novo estilo que aconteceria em 4/10/1582. O dia seguinte não seria 5, mas 15 de outubro de 1582)
|
| Espanha, Portugal e Brasil:- o dia seguinte da quinta-feira, 4/10/1582, foi sexta-feira, 15 de outubro |
| França de Henrique III:- o dia seguinte ao 9 de dezembro foi 20 de dezembro |
| Países Baixos Católicos:- escolheu-se decretar que o dia seguinte de 14/02 fosse Natal |
| Estados Católicos da Suíça e da Alemanha:- aceitaram a reforma em 1584 |
| Polônia e parte da Itália:- na data 5/10/1582 |
| Inglaterra:- 1752 |
| Japão:- 1783 |
| Rússia:-1918 |
| Turquia:- 1917 |
| Dinamarca:- 1652 |
| Estados Protestantes da Alemanha e da Holanda:- 1699 |
| Suécia:- 1753 (Inclusive Finlândia) |
| China:- 1911 |
| Bulgária:- 1915 |
| Suíça:- adotou provisoriamente em 22/01/1584 e oficialmente em 1812 |
| Alaska:- usava o calendário juliano quando pertencia à Rússia e o gregoriano, quando transformou-se em propriedade dos EEUU. Em 1867, 11 dias foram abolidos ao invés do usual 12, para o século 19. Tal procedimento, para equacionar o dia extra suprido pela linha de mudança de data internacional, da Rússia para os EEUU |
| Egito:- para efeitos civis, 1873 |
| França:- 1/01/1806 |
| Prússia:- 1775 |
sexta-feira, novembro 16, 2012
CALENDÁRIO GREGORIANO
quinta-feira, novembro 15, 2012
CRONOLOGIA BÍBLICA
CASOS A CONSIDERAR NO ESTUDO DA CRONOLOGIA
BÍBLICA
A
Relação Entre Séculos e Anos
Aqui, muitos se enganam no cálculo
de anos. Por exemplo: no Século I de uma era, estão os anos 1 a 100, e nos anos
100 a 200, como pode parecer à primeira vista. Exemplos mais completos:
Século I ano 1 a 100
Século II anos 100 a
200
Século III anos 200 a 300
Século XX anos 1900 a 2000
A
Era Antes de Cristo (Era a. C.)
A contagem do tempo antes de Cristo
é regressiva, isto é, parte de Cristo para a Criação (4.004 a. C), e não ao contrário; partindo
da criação para Cristo, os anos diminuem até chegarmos ao ano 1 a.C.; porém,
partindo de Cristo para a Criação adâmica, os anos aumentam até chegarmos ao
ano 4004, ano esse tido como o da Criação, ou melhor, recriação.
O
Erro do Nosso Calendário – o Calendário Atual
O uso do calendário é tão antigo
quanto à própria humanidade. Há calendários diversos. Nestas concisas e
incompletas notas, reportamo-nos unicamente ao calendário cristão, do qual, o
calendário atual é continuação.
Em 526 a. C. o imperador romano do Oriente, Justianiano I,
decidiu organizar um calendário original, entregando a tarefa ao abade Dionysius Exiguus, o
qual, em seus cálculos cometeu um erro, fixando o ano 1 a.C. com um atraso de 5 anos antes da
Era Cristã, o que é um absurdo, se não houver explicação. Nossos livros apenas
declaram o fato do erro, mas não explicam.
As datas atuais estão, portanto, atrasadas 5 anos. Para termos
datas mais ou menos exatas é preciso acrescentar-lhes 5 anos.
É também oportuno dizer que o calendário
atual chama-se Gregoriano,
porque em 1.582 o papa
Gregório XIII alterou o calendário de Dionysius, subtraindo 10 dias (determinou que o
dia 5 de outubro passasse a ser 15 do mesmo mês), a fim de corrigir a diferença
advinda do acúmulo de certos minutos a partir de 46 a. C., quando César reformou o calendário de
então.
O
Tempo e Suas Divisões
a) O Dia Natural. Isto é, o período em que há
luz. Entre os judeus e romanos o dia era dividido em 12 horas (Jo 11.9), isto,
nos dias do Novo Testamento. A Hora Primeira era às 6 da manhã; à Hora Sexta
era às 12 horas de hoje, (algumas referências: Jo 4. 6; At 10. 3, 9; Mt 20. 6). A Terceira, a Sexta e a Nova Horas
eram dedicadas a oração e adoração (At 3. 1; 10. 3, 9). Antes da Hora Terceira
os judeus não comiam nem bebiam (At 2. 15). Nos tempos do Antigo Testamento o
dia era simplesmente dividido em 3 períodos: manhã, das 6 à 10; calor do dia,
das 10 às 14: e frescor do dia, das 14 à 18 horas. O dia civil era contado de
um por do sol a outro (Lv 23. 32). Entre os romanos, o dia ia de uma meia-noite
a outra, isto é o dia civil.
João em seu Evangelho emprega o calendário romano; os demais
evangelistas usam o judaico. João escreveu de Éfeso, que, sendo território
romano, empregava o citado calendário. Por isso ele cita as horas de modo
diferente. Por exemplo, marcos usando o calendário judaico, declara (Mc 15. 33)
que estando Jesus na cruz, vieram trevas sobre a terra, na Hora Sexta
(meio-dia). João por sua vez, afirma que o julgamento de Jesus terminou na Hora
Sexta, o que é uma discrepância! Porém, no calendário romano usado por João, a
Hora Primeira do Dia era à meio- noite, sendo a Hora Sexta às 6 da manhã – a hora
em que terminou o julgamento de Jesus!
A noite nos tempos do Antigo Testamento estava dividido em três
vigílias, de 4 horas cada. A primeira, das 6 à 10; a da meia-noite, das 10 às 2
da manhã; a da manhã, das 2 às 6 da manhã (Lm 2. 19; Jz 7. 19; Êx 14. 24). No Novo
Testamento, a noite tinha 4 vigílias, de 3 horas cada, conforme o sistema dos
romanos. A primeira chamava-se tarde e ia das 6 à 9; a segunda chamava-se
meia-noite, das 9 às 12; a terceira, cantar do galo, das 12 às 3 da madrugada;
a quarta, manhã, das 3 às 6 da manhã (Mc 6. 48; 13. 35; Lc 12. 38):
Nosso sistema sexagesimal de horas divididas em 60 minutos, e
estes em 60 segundos, vêm dos sumérios. Não era seguido entre os israelitas.
b) A semana. Em hebraico o termo traduzido “semana”
significa simplesmente sete, sem indicar dias ou anos. Nossa palavra semana vem
do latim “septímana” que literalmente significa setenário, isto é, que contém
sete. Os dias da semana entre os hebreus não tinham nomes e sim números, exceto
o sexto que se chamava parasceve
(Lc 23. 54), e o sétimo que se chamava (em hebraico “shabbath” = cessação, descanso).
c) Os meses.
Eram lunares, devido à observação das fases da lua. Tinham 29 a 30 dias
alternadamente. Antes do cativeiro babilônico, os meses eram designados por números,
exceto o primeiro que se chamava Abibe (espiga de trigo). Após o retorno do exílio
passou a chamar-se Nisã (palavra assíria para princípio, abertura) Êx 12. 2; 13. 4. Após o cativeiro, todos os meses
passaram a ter nomes de origem babilônica e Cananéia.
MÊS
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NOME
|
APROXIMADAMENTE ATUAL
|
1º
|
Abibe ou
Nisã
|
Abril
|
2º
|
Zife ou
Iiar
|
Maio
|
3º
|
Sivã
|
Junho
|
4º
|
Ramuz
|
Julho
|
5º
|
Abe
|
Agosto
|
6º
|
Elul
|
Setembro
|
7º
|
Etanim
ou Tisri
|
Outubro
|
8º
|
Bul ou
Marquesvã
|
Novembro
|
9º
|
Quisleu
|
Dezembro
|
10º
|
Tebete
|
Janeiro
|
11º
|
Sebate
|
Fevereiro
|
12º
|
Adar
|
Março
|
Sendo o ano lunar, retrocedia em dias, causando desencontro
nas estações agrícolas, estas, causadas pelo ciclo solar. Para harmonizar isto,
cada três anos intercalava-se um mês adicional chamado Ve-Adar (isto é, segundo
Adar), ficando esse ano com 13 meses. Isto forçou os israelitas a adotarem o
ano do ciclo solar.
d) Os anos. Tinham 12 meses de 29 e 30 dias
alternadamente, perfazendo 354 dias. Os judeus tinham dois diferentes anos: o
sagrado e o civil. O sagrado iniciava no mês de abibe, que corresponde ao fim
de março ou princípio de abril, na lua cheia, após o equinócio da primavera. O ano
civil iniciava no sétimo mês do ano sagrado (Tisri ou Etanim), correspondendo
ao final de setembro ou princípio de outubro. O início do ano civil era
comemorado com a Festa das Trombetas (Lv 23. 24, 25). Havia também o Ano Sabático
cada 7 anos, para descanso do solo; e o Ano do Jubileu, cada 49 anos, para
libertação humana em geral. Assim, Deus proveu o controle das riquezas e da
escravidão.
Fonte: Introdução ao Estudo da Bíblia –
Autoria de Antônio Gilberto
O ESTRANHO EM NOSSA FAMÍLIA
O ESTRANHO EM NOSSA FAMÍLIA (SOCIOLOGICAMENTE MUITO BOM), LEIA TUDO,
VALE APENA.
|
terça-feira, novembro 13, 2012
LIÇÃO 07 – MIQUEIAS – A IMPORTÂNCIA DA OBEDIÊNCIA
ADMEP
– ASSEMBLEIA DE DEUS – MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA
EBD - ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
Departamento de Educação Cristã
04º TRIMESTRE /2012
LIÇÃO 07 –
MIQUEIAS – A IMPORTÂNCIA DA OBEDIÊNCIA
18 de Novembro de 2012
Texto Áureo. “[...] Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos
e sacrifícios como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é
melhor do que o sacrificar, e o atender melhor é do que o gordura de carneiros”
(1 Sm 15.22).
Verdade Prática. A mensagem de Miqueias leva-nos a pensar seriamente
acerca do tipo de cristianismo que estamos vivendo.
Introdução. - O problema do povo a quem Miqueias dirigiu a sua mensagem não era falta
de liturgia, mas de uma correta motivação para se adorar ao Senhor. Embora
cometesse toda a sorte de injustiças sociais, a geração contemporânea do
profeta Miqueias oferecia sacrifícios a Deus, praticando todos os rituais
levíticos, mas não sabia o verdadeiro significado do amor a Deus e ao próximo.
_________________________
1. Contexto Histórico. Miqueias era de Moresete-Cate (1.1,14; Jr 26.18), cidade localizada a 32
quilômetros a sudeste de Jerusalém. Miqueias, assim como os demais profetas de
Judá, não cita reis do Reino do Norte na introdução de seus oráculos. Seu
ministério, porém, aconteceu no período dos reinados “de Jotão, Acaz e
Ezequias, reis de Judá” (1.1). Essas datas estão entre 750 e 686 a.C, mas a
soma desses anos deve ser reduzida significativamente por causa das
corregências.
O profeta Jeremias afirma que a mensagem de Miqueias foi entregue no
reinado de Ezequias (26.18). Considerando os últimos anos de Acaz e os
primeiros de Ezequias, Miqueias deve ter profetizado entre 735 a.C. e 710 a.C.
2. Estrutura e Mensagem. Trata-se de uma coleção de breves
oráculos agrupados em sete capítulos divididos em três partes principais (1,2;
3-5; 6,7). Cada uma das partes marca o imperativo: “Ouvi” (1.2; 3.1; 6.1), que
é fraseologia similar a de Isaías (4.1-5; Is 2.2-4).
O assunto do livro é a ira divina em relação aos pecados de Samaria e de
Jerusalém. Miqueias dirigiu seu discurso contra a idolatria, censurou com
veemência a opressão aos pobres e denunciou o colapso da justiça nacional (1.5;
2.1,2; 3.9-11). Além disso, anunciou, de antemão, o local do nascimento do
Messias, em Belém (5.2 cp. Mt 2.1,4-6). O profeta chegou a ser citado pelo
Senhor Jesus (7.6 cp. Mt 10.35,36).
1. O Conceito Bíblico de Obediência. O verbo hebraico shemá: “ouvir,
escutar, prestar atenção, obedecer”, não significa apenas receber uma
comunicação ou informação. O seu real sentido é mais forte e imperioso:
obedecer é acatar ordens de autoridade religiosa, civil ou familiar. O referido
verbo é empregado no Antigo Testamento para “obedecer” em 1 Samuel 15.22 e
Jeremias 42.6. É usado, também, em seis das nove vezes em que shemá aparece em
Miqueias (1.2; 3.1,9; 6.1, 2,9).
A mesma ideia é vista nos ensinos de Jesus (Mt 11.15; 13.43). Por
conseguinte, a obediência deve ser precedida pela compreensão e pelo amoroso
acatamento da mensagem divina (Mt 7.24,26). Nesse sentido, ela pode ser
definida como a prova suprema da fé e do nosso amor a Deus.
2. A Desobediência das Nações. O Senhor não é uma divindade tribal, que
habita em quatro paredes. Ele é o Deus de toda a terra e o Soberano de todo o
Universo. Justamente por isso, Ele apresenta-se como juiz e testemunha não
apenas contra seu povo, Israel e Judá (1.2,5), mas também contra todas as
nações da terra (1.2).
3. A Ira De Deus Sobre o Pecado (1.3-5). O profeta descreve de forma pitoresca a reação
divina contra o seu povo. Numa linguagem antropomórfica, o Senhor desce de seu
santo templo, o céu, para julgar Samaria, capital de Israel e, da mesma forma,
Jerusalém, capital de Judá, cujo pecado influencia todo o país. O quadro da sua
majestosa e terrível presença lembra a ação dos terremotos e dos vulcões (Jz
5.4; Sl 18.7-10; Is 64.1-3; Hc 3.6,7.
1. O Rito Levítico. Basicamente, o rito é um conjunto
de cerimônias e práticas litúrgicas que cumpre a função de simbolizar o
fenômeno da fé. O termo vem do latim ritus, que significa “cerimônia religiosa, uso, costume, hábito, forma, processo, modo”.
O Antigo Testamento usa a palavra para os sacrifícios (Lv 9.16; Ed 6.9) e para
as festividades religiosas (Ne 8.18), tais como a Páscoa (Nm 9.14; 2 Cr 35.13)
e a Festa dos Tabernáculos (Ed 3.4). A própria circuncisão é também um ritual
(At 15.1). Contudo, em se tratando do Cristianismo, a liturgia é simples,
contendo apenas dois rituais: o batismo e a ceia do Senhor (Mt 3.15; 26.26-30).
Esses cerimonialismos, contudo, não substituem o relacionamento sincero com
Deus, nem proporcionam salvação (1 Sm 15.22; Sl 40.6-8; 51.16,17; 1 Co 1.14-17;
11.28,29).
2. O Diálogo de Deus Com o Povo (6.6). O Senhor, através do profeta, convida o seu
povo para uma controvérsia. O que Deus fez de mal para Israel rejeitá-lo?
(6.1-3). Em seguida, o Eterno traz à memória da nação os seus benefícios desde
o princípio, quando remiu a Israel do Egito e protegeu seu povo no deserto
contra os inimigos (6.4,5). Em uma pergunta retórica, o próprio Deus antecipa a
resposta da nação. A lei estabelecia sacrifícios de animais como provisão pelo
pecado (Lv 9.3) e o azeite para certas ofertas de libação (Lv 1.3,4; 2.1,15;
7.12). O problema de Judá não era a falta de rituais e sacrifícios, mas de uma
verdadeira conversão a Deus.
3. Sacrifício Humano (6.7). Oferecer o primogênito pela transgressão e o
fruto do ventre pelo pecado era sinal de completo desatino do povo. A lei de
Moisés condena tal prática sob pena de morte (Lv 18.21; 20.2-5) e em todo o
Israel era repulsa nacional (2 Rs 3.27). Esse tipo de sacrifício só foi
praticado por aqueles que, em todo Israel e Judá, apostataram-se da fé (2 Rs
16.3; 21.6; Jr 19.5; 32.35). Todos estavam dispostos a oferecer até mesmo o que
Deus nunca exigiu deles, menos o essencial: sincero arrependimento e mudança de
vida.
IV. O
GRANDE MANDAMENTO
1. A Vontade de Deus. O estilo de vida que agrada a Deus foi
comunicado ao povo desde Moisés. Portanto, toda a nação tinha o dever de
conhecê-lo (Dt 10.12,13). Daí o porquê da indagação do profeta (6.8). Mas
ninguém estava interessado nisso. O povo preferia tirar proveito da prática das
injustiças sociais, esperando que o mero ritual do sacrifício fosse suficiente
para auto justiçar-se diante de Deus. Estavam enganados, pois Deus não se
deleita em sacrifícios nem em rituais exteriores (Sl 51.17,18).
Conclusão. - A lição para todos nós é esta: O que importa para
Deus não é o que fazemos na Igreja, mas a nossa vivência com a família, o que
fazemos no trabalho e como relacionamo-nos com a sociedade. Sem o verdadeiro
arrependimento e um profundo compromisso com Deus, todas as práticas religiosas
não passam de rituais vazios e completamente desprovidos de valor espiritual.

_________________________
Referência Bibliográfica
Revista Lições Bíblicas. OS DOZES PROFETAS MENORES, Advertências
e Consolações para a Santificação da Igreja de Cristo. Lição 07 –
Miqueias – A importância da obediência. III O ritual religioso. 1. O rito
levítico. 2. O diálogo de Deus com o povo (6.6). 3. Sacrifício humano (6.7). IV
O grande mandamento. 1. A vontade de Deus. 2. O sumário de toda a lie (6.8b).
Conclusão. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 4° Trimestre de 2012.
LEMA:
“Dá instrução ao
SÁBIO, e ele se fará mais SÁBIO; ensina ao JUSTO, e ele crescerá em
ENTENDIMENTO”. (Provérbios 9. 9).
Não Falta a
Próxima Aula! - Sua falta entristece o
nosso coração!
DEC - Departamento de Educação Cristã
Professora, Clara Maria.
Gestora:
Pastora, Maria Valda.
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NÃO FALTE A ESCOLA DOMINICAL
ELA É A MAIOR E A MELHOR
ESCOLA DO MUNDO.
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