sexta-feira, julho 05, 2013

INTRODUÇÃO À ÉTICA CRISTÃ

  
ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS – MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

EBD - Escola Bíblica Dominical

Departamento de Educação Cristã



INTRODUÇÃO À ÉTICA CRISTÃ

07 de Julho de 2013


TEXTO ÁUREO

“Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é bem-aventurado.
(Provérbios 29. 18



LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:

Efésios 4. 17 – 19, 25 – 32


Objetivos

Compreender o que significa Ética Cristã e qual a sua importância para a Igreja.
Entender que o ser humano necessita de parâmetros para viver conforme a vontade de Deus.
Conhecer os fundamentos da Ética Cristã, a fim de saber lidar com assuntos potencialmente divisores.



INTRODUÇÃO: - No século XXI, a humanidade está vivenciando uma era de relativismo exacerbado. O certo e o errado são conceitos que não fazem muito sentido para o homem da era pós-moderna. Tudo depende da pessoa, do tempo e do lugar. Estamos no momento que nós mesmo podemos decidir egoisticamente o que quisermos; não ter preconceitos sobre nada; ainda que a Bíblia diga o contrário. Devemos achar natural dois homens ou duas mulheres viverem como casal e ainda adotarem filhos; etc.

No decorrer das lições, dedicaremos nossa atenção ao estudo da Ética Cristã. Trata-se de um assunto polêmico e delicado, mas, ao mesmo tempo, repleto de encantos. As questões éticas mostram-se como um campo vasto cujo horizonte parece inatingível, todavia seus assuntos estão muito próximos de nós. O estudo deste conteúdo provoca a reflexão sobre os mais diversos conflitos da vida humana, força-nos a observar o mundo que nos rodeia e leva-nos a considerar os nossos valores em busca de respostas certas, a fim de que tomemos decisões sensatas.

O cristão precisa assumir a responsabilidade de analisar os assuntos do cotidiano frente a uma sociedade que apresenta diferentes propostas quanto ao modo de ser e viver; de certo e errado. Além disso, ele deve romper com as barreiras do preconceito e fortalecer seu entendimento bíblico acerca de cada pauta proposta. Nesse sentido, a disciplina oferece parâmetros que o auxiliarão a compreender seus direitos e seus limites à luz da revelação divina.

O aborto é pecado? Não é só pecado; é homicídio. E a eutanásia? Não pode ser vista como ato humanitário nem como suicídio assistido; é assassinato. E a união civil de homossexuais? Não se trata de contrato social; é abominação diante de Deus e o opróbrio diante dos homens. E o uso de drogas? Os médicos chamam de dependência; a Bíblia trata-o como vício e feitiçaria. E o sexo livre? Tem-no o mundo como liberação; a Bíblia, como fornicação, adultério e impureza. E a violência? Que jamais seja tolerada como resposta à violência; a violência só produz a violência. E a mentira? Se o pai da mentira é o Diabo, por que iríamos nós entrar nessa árvore genealógica? “O estandarte da ética cristã ainda é ainda o nosso mais importante guia”. [Winston Churchill]. Os referenciais do mundo são movediços, instáveis e mutantes, ao sabor do tempo e do lugar, o guia infalível do crente em jesus é a Palavra de Deus, que é a lâmpada para os pés e luz para o caminho (Sl 119. 105).

O significado de ética: Ética é o estudo da moralidade. Consiste da análise da natureza da vida humana, como os padrões do "certo" e "errado”, pelos quais a conduta possa ser guiada. 


A palavra Ética é originada do grego ethos: modo de ser, caráter. Através do latim mos (ou no plural mores) costumes; de onde se derivou a palavra moral. Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo.


Contudo a ética de Deus é diferente dos homens, pois Deus não precisa de padrões éticos e morais a seguir. A ética humana muitas vezes confunde o certo e o errado a luz e as trevas, o doce com o amargo, o moral e o imoral. Este tipo de padrão ético muitas vezes é diabólico, pois promove ou defende ações que vão contra a palavra de Deus. Infelizmente muitas igrejas estão vivendo tais padrões éticos e morais.

I.          DEFINIÇÃO DE ÉTICA CRISTÃ

Em princípio, “éticapode ser definida como o estudo crítico da moralidade. Consiste na análise da natureza da vida moral humana, incluindo os padrões do “certo” e do “errado” pelos quais sua conduta possa ser guiada e dirigida. - Em resumo: “ética” é na prática aquilo que você pensa e faz.

O Que é Ética? A palavra tem origem no grego e significa costumes, disposição, hábito, uso, conduta. Pode ser definida como o conjunto de valores morais e de princípios que norteiam as ações sociais nos âmbitos individuais e coletivos.

No contexto evangélico “Ética Cristã” é um somatório de princípios que formam e dão sentido à vida cristã normal. É a marca registrada de cada crente. É o que cada crente é, pensa e faz.

Para o cristão, a Ética pode ser entendida como um conjunto de regras de conduta, aceitas pelos cristãos, tendo por fundamento a Palavra de Deus. (I Coríntios 10. 32).

Para o cristão, a ética pode ser entendida como um conjunto de regras de conduta, aceitas pelos cristãos, tendo por fundamento a Palavra de Deus.

Os padrões da ética humana mudam conforme as tendências dos valores morais da sociedade. De país para país, verifica-se que há o fenômeno chamado de “Nova Moralidade”, que envelhece em pouco tempo.

II.          A ÉTICA CRISTÃ NO VELHO TESTAMENTO

I.               A Ética e os Dez Mandamentos: - Os Dez Mandamentos, também chamados “Decálogo”, dados por Deus a Moisés no Monte Sinai (Êxodo 20), formam o primeiro tratado ético, dado pelo Senhor com o propósito de reger o comportamento do homem. Como tal, o decálogo estabelece os deveres do homem para com Deus, para consigo mesmo e para com o seu próximo.


1.           A Ética e os Livros Poéticos: - Jó, Davi e Salomão, (Os Sábios) tiveram um papel especifico e decisivo na forma da ética cristã. Com o patriarca Jó aprendemos o quanto o homem pode sofre e ainda assim não afastar do seu Redentor que vive (Jó 19. 25). Com Davi, através de seus Salmos proféticos ou não, aprendemos que a despeito das nossas naturais limitações, Deus é Senhor do universo e vela por nós (Sl 121). Com Salomão, através dos seus provérbios imortais e do seu Eclesiastes, aprendemos que a verdadeira sabedoria tem a sua fonte em Deus e que qualquer tipo de vida ou ocupação descentralizada de Deus é Pura Vaidade.

2.          A Ética e os Profetas: [São 12 os Livros Proféticos] - Os profetas, de modo especial, coube a responsabilidade de interpretar e popularizar o ensino da Lei. Neste particular, os profetas eram uma espécie de vigilantes e promotores do desenvolvimento Espiritual e Social da nação.  Na qualidade de mensageiros da vontade divina, confirmavam a fé dos humildes e tementes a Deus, condenavam a autossuficiência dos arrogantes, e elevavam a fidelidade e justiça divina acima de todos e qualquer padrão humano.

III.          A ÉTICA CRISTÃ NO NOVO TESTAMENTO


A Ética no Novo Testamento origina-se nos Evangelhos e prossegue nos escritos apostólicos. Jesus travou grandes embates com os religiosos de Sua época, que engessavam a Lei, dando a ela excessiva formalidade, principalmente no tocante às práticas litúrgicas; tropeçavam, entretanto, em outros pontos, que diziam respeito ao relacionamento entre irmãos. (Mateus 12. 1 – 10; 23; Os 6. 6).

1.        A Ética e JesusJesus restaurou o verdadeiro sentido da ética, e ele o fez combatendo os religiosos. Por exemplo, o Mestre e Seus discípulos foram acusados de transgredir a Lei por comerem sem lavar as mãos; Jesus, por sua vez, retrucou dizendo que os opositores da Lei são os que a invalidarem – e assim o fazem quando a interpretam e a aplicam erroneamente (Mt 15. 1 – 9; Lc 7. 6 – 9; Mt. 5. 27, 28).

2.           A Ética nas Epístolas: - As vinte e uma (21) epístolas do Novo Testamento, sendo treze de Paulo, uma (Hebreus) de autor desconhecido, uma de Tiago, duas de Pedro, três de João e uma de Judas, pelo menos durante os primeiros 200 anos da Igreja, se constituíram no único código de ética dos cristãos espalhados por todos os recantos do grande Império Romano. Inseridas no cânon divino, viria a se imortalizar como elemento inseparável dum código de ética da Igreja dos dias modernos.

3.           A Ética de Princípios. – As orientações dadas ao povo da nova aliança – a Igreja – são diferentes das que tinham sido dadas ao povo da velha aliança. – o povo hebreu. - A ética do Antigo Testamento é promovida pelas regras da Lei; a do Novo Testamento, por princípios.  – O que caracteriza o espírito ético-cristão das ações é a expressão voluntária de amor. O Amor é a Regra!  - (Lucas 12. 48; Rm 13. 10; Gl 5. 14; Mt 22. 37 - 40).

A Ética Cristã está fundamentada nas Escrituras Sagradas. O amparo bíblico garante a sustentação de regras e princípios pelos quais o cristão norteia a sua vida e se relaciona com o mundo. (Salmo 119. 105).

4.           Julgamento dos Transgressores
A Bíblia fala dos que conhecem a Lei e não a praticam:  – Serão responsabilizados por seus atos (Rm 2. 13).

Os que erram sem nunca ter ouvido a Palavra de Deus: - A revelação divina é inerente ao homem, o que o obriga a praticar atos corretos (Rm 1. 18 – 21).

IV.   A DIFÍCIL RESPONSABILIDADE DE DECIDIR

Como é um ser livre para decidir, o homem sempre faz escolhas. Mesmo quando resolve não se posicionar sobre algum fato, ele faz uma escolha, porque o não decidir é também uma decisão. As escolhas revelam-se sempre mais simples quando alinhadas às vontade e ao desejo; porém, tornam-se difíceis quando suas implicações são profundas e complicadas.

1) Decidir em Conformidade com a Palavra: - Agir em conformidade com a Palavra é o que Deus espera de todos nós (Êx 15. 26; Dt 4. 5; Sl 19. 8; Cl 3. 16). A Palavra de Deus fornece regras: o que se deve e o que não se deve fazer; bem como princípios: aquilo que está implícito no amor de Deus e norteia o espírito Cristão.

2)    Situações Novas em um Mundo Novo: - Atualmente, todos os assuntos que dizem respeito ao ser humano – suas necessidades, vontades e paixões – vêm à tona de forma aberta e exigem respostas conclusivas. Geralmente, as pessoas querem respostas simples para problemas complexos. – É preciso encarar a ética com mais profundidade, zelo e temor de deus, para que não se recorra aos extremismos.

3)   A Ética Situacional: - A ética situacional contempla um problema em uma perspectiva particular, não generalizada, de acordo com uma situação específica, em que uma escolha ou decisão não ocorre pelas vias convencionais. Exemplos: Êx 1. 19, 20: As parteiras do Egito ao mentirem acerca dos recém-nascidos; Js 2. 4; Hb 11. 31: A mentira de Raabe. Nesse caso, quando dois valores se chocam, prevalece o valor maior.

CONCLUSÃO: - Nesta lição. Estudamos, brevemente, as bases da ética, em particular da ética cristã. Como pudemos observar, trata-se de um terreno propício a muitas discussões. Por essa razão, precisamos buscar nossas respostas nas Escrituras Sagradas. Tais preocupações buscam proteger a Igreja de situações contraditórias que carregam em si o potencial de promover escândalos à fé cristã, além de deixar claras as práticas que ofender a Deus.
Conscientizemo-nos de uma vez por todas: a Igreja de Deus, por sua própria natureza e origem, sempre será vista como contracultura; jamais se conformará com este mundo. (Rm 12. 1).


                                                        Professora, MARIA VALDA.
                                                       





PEDRA, AREIA E GOLFINHOS VALEM MAIS DO QUE UMA CRIANÇA


                                                                                    Daniel F. S. Martins | 15 de junho de 2013

Por mais exagerada que pareça a afirmação acima, é o que sucederá caso seja aprovado o novo projeto de Código Penal, atualmente no Senado. A denúncia é do Dr. Gilberto Callado de Oliveira, que aponta o fundo ideológico contido em tal projeto e conclama a reagir


Punição ao cidadão e liberdade ao ladrão — a verdadeira face do novo código penal. Esse foi o título do evento promovido pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira no último 13 de junho, no auditório do Club Homs, na Avenida Paulista, o qual lançou importantes luzes sobre a questão do projeto de novo Código Penal (NCP).

Em sua conferência, o Dr. Gilberto Callado, Procurador de Justiça do Estado de Santa Catarina, serviu-se de sua vasta experiência acadêmica e prática para destrinchar o verdadeiro sentido desse iníquo projeto que com propriedade chamou de “Código de Morte”. (saiba mais)

Para o palestrante, o Código Penal é a lei mais importante do País, depois da Constituição. Diz respeito aos bens mais preciosos em uma sociedade, como a moral, a vida, a justiça, a liberdade de ir e vir, etc. Uma modificação desse Código pode significar uma verdadeira reviravolta nos acontecimentos, e na própria moralidade pública.

Ora, doutrinas eivadas de positivismo e relativismo infestam o ambiente jurídico atualmente. Uma dessas correntes é o garantismo penal, para o qual a maior ameaça não é o criminoso, mas a ação punitiva do Estado. Ela pretende garantir o indivíduo (não o cidadão de bem, mas o criminoso), contra a repressão da autoridade. E sob essa base teórica foi redigido o NCP, em detrimento da paz social e da ordem pública.

Segundo o conferencista, o NCP contém em si o “tumor maligno da não punição”. Os crimes de aborto, eutanásia e infanticídio são inteiramente relativizados. Foram criadas cinco novas hipóteses de aborto legal. Por exemplo, o “aborto sentimental” (se a mulher não tiver condições psicológicas para ter o filho, poderá matá-lo). Ou ainda, o “aborto terapêutico” (se a gravidez trouxer algum dano à saúde da mulher, esta poderá abortar).

Com o NCP, o infanticídio na prática ficará sem punição. Para a eutanásia, o NCP concede o perdão judicial, sem necessidade do laudo médico. Quem decidirá a morte da vítima será ela própria, ou um parente…

Deixa de ser punido o uso de drogas e o seu armazenamento, desde que seja por cinco dias (sic!). Novamente, para os redatores do NCP, o que importa não é acabar com o tráfico e o uso de drogas, mas proteger seus usuários e traficantes menores e garanti-los contra qualquer ação repressiva…

Admoestar alguém por sua conduta sexual errática poderá acarretar de quatro a 10 anos de cadeia, pois para o NCP, isso pode configurar tortura psicológica! Um crime cometido contra um homossexual, além da pena já estabelecida, receberá um acréscimo de um a dois terços. Assim, se um homossexual matar um militar por ódio à farda, será condenado de 12 a 30 anos de detenção. Se o contrário ocorrer – o militar matar um homossexual e o advogado alegar que foi por sua “opção sexual” – poderá ficar de 16 a 40 anos na prisão. O que é isso senão a formação de uma nova casta de privilegiados?

O atentado contra a família é claro no NCP. Nele, os filhos são “garantidos” contra o poder dos pais, da mesma forma como no mal sucedido projeto da “lei da palmada”. Se o filho menor alegar violência física ou psicológica, poderá haver uma representação judicial contra o pai ou a mãe. Se, por exemplo, foi o pai que lhe deu uma palmada e a mãe não quiser representar contra o marido, será nomeado um curador para fazê-lo diante do juiz. O pai então poderá pegar até quatro anos de prisão, por cumprir seu dever de educador, seguindo o conselho da Escritura “o pai que poupa a vara a seu filho, odeia seu filho”. A garra do Estado garantista (ou socialista, se preferir) chega a ponto de proibir os pais de comprar estalinhos e bombinhas de São João para os filhos, sob pena de ficarem seis anos atrás das grades! Até a relação entre irmãos fica afetada. Se um irmão mais velho cometer “bullying” contra o mais novo, poderá pegar de um a quatro anos de prisão…

A pedofilia na prática é facilitada, pois a idade de consentimento será reduzida para 12 anos! Legitima-se assim a prostituição infantil, e abrem-se as portas para todo o tipo de abuso, sob o abrigo da lei.

O NCP não esquece de garantir a flora e a fauna. A mesma pena devida ao homicídio será imposta a um caçador de animal silvestre. Se alguém for molesto ao sossego em um bairro, de forma grave, poderá pegar seis meses de prisão. Entretanto, se produzir ruídos perto do habitat de baleias ou golfinhos, sua prisão será de cinco anos. Se em uma briga uma das partes tiver algum membro mutilado ou inutilizado pelas lesões, ficará menos tempo preso do que participantes de rinhas de galo em que os galináceos perderem alguma pata ou bico. Além disso, as pedras e a areia dos parques de preservação não poderão ser mexidas sem severa punição penal.

O NCP não penaliza os crimes de terrorismo “movidos por propósitos sociais ou reivindicatórios”. Se um movimento sem-teto entrar em uma casa, usar explosivos, armas de fogo e derramar sangue, não será penalizado, pois estava lutando pela “melhoria das condições de moradia”.

Resumindo, pode-se matar uma criança no ventre da mãe, não se pode mexer na areia dos parques. Pode-se matar um idoso para se livrar dos encargos de saúde, os golfinhos não podem ser incomodados. Um homossexual pode caçoar à vontade dos católicos, que não podem abrir a boca contra ele sem serem tachados de homofóbicos.

Esse conjunto assustador que garante o terrorista, o viciado e o assassino, e desprotege a família e o cidadão de bem, só pode ter um nome: “Código da Morte”. Um código que afetará a crença na justiça penal, e facilitará na sociedade uma apostasia de toda e qualquer noção de justiça. Se aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pela Presidente da República sem que haja uma reação da opinião pública, tudo o que resta de civilização cristã no Brasil será arruinado.

O conjunto do NCP é tão contrário à Lei de Deus e à lei moral, que pode ser chamado de anti-lei, reflexo da anti-ordem que Satanás e seu processo revolucionário querem impor no mundo como ato de revolta contra Deus. Nas palavras de encerramento, o Príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança ressaltou esse aspecto, e sugeriu que além de “Código da Morte”, o novo Código Penal fosse também chamado de “Código de Satanás”.

sábado, junho 29, 2013

MUÇULMANOS TERÃO PRIMEIRO PARQUE DEDICADO AO ALCORÃO


Imagem: Divulgação


O primeiro parque no mundo construído em homenagem ao Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos, será inaugurado em setembro de 2014, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O projeto está calculado em US$ 7,3 milhões e ocupará uma área de 60 hectares, segundo prefeito de Al Hauanish (onde será construído o parque), Husein Naser Lutah.

No parque serão plantadas várias espécies mencionadas no Alcorão, como figueira, oliveira, pés de romã e marmelo, e videira. Também haverá um local para os milagres e relatos referidos no livro que, de acordo com os muçulmanos, contém a palavra de Alá (Deus) revelada ao profeta Maomé por intermédio do arcanjo Gabriel.

De acordo com os idealizadores do projeto, o parque tem o objetivo de levar os visitantes a refletir sobre a razão da presença das plantas nos versículos corânicos, como forma de abordar os milagres da criação e da vida.

No Alcorão há menções sobre a origem do universo, do homem, do Criador e citações sobre a sociedade, moralidade, economia e vários temas do cotidiano. Para os muçulmanos, é um livro sagrado e inviolável.

*Com informações da Agência Brasil

domingo, junho 23, 2013

MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

ASSEMBLEIA DE DEUS – MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA


Lição 12 - A FAMÍLIA E A IGREJA


(Leitura Bíblica em classe: Romanos 16.1-5,7,10,11,13,15,24)



Objetivos da Lição:

Identificar a família como elemento básico da funcionalidade da igreja local.

Fazer da igreja um local de acolhimento das famílias

Compreender que a família deve se envolver com a igreja local.


INTRODUÇÃO: Tanto a família como a Igreja são instituições criadas por Deus, para fins específicos. A família tem como objetivo promover o bem estar, alegria, proteção e provisão, tanto para os cônjuges, como também para os filhos (Sl 128). Já a Igreja foi instituída para promover meios de adoração, pregação, ensino e comunhão cristã (At 2.42-47). Logo, uma depende da outra.

O desejo de Deus é que o lar seja uma extensão da igreja, e a igreja, uma extensão do lar. Nesta lição, veremos as definições de família e Igreja e o paralelismo entre ambas; como a igreja coopera com a família; e como a família coopera com a igreja.

I. A FAMÍLIA: O ELEMENTO BÁSICO DA IGREJA

1 - Definições:

1)   Igreja. A palavra grega para Igreja é "ekklesia", que significa "uma assembleia de chamados para fora". O termo aplica-se a: todo o corpo de cristãos em uma cidade (At 11.22; 13.1); uma (1Co 14.19,35; Rm 16.5); e a todo o corpo de crentes na terra (Mt 16.18; I Co 10.32; Ef 5.25,27,29,32; Cl 1.18,24). Geralmente, quando escrita com letra maiúscula (Igreja) refere-se ao corpo de Cristo; e, quando escrita com letra minúscula (igreja), refere-se a uma congregação ou a igreja local.

2) Família. No hebraico, o termo para família é mishpa, que significa literalmente “família”, “parentes” ou “clã” (Nm 11.10). No grego, o termo é oikos e significa “habitação”, “casa” (I Tm 5.4). Biblicamente, podemos dizer que família é o sistema social básico instituído por Deus no Éden, para a constituição da sociedade e perpetuação da raça humana (Gn 2.18-24).

3) Paralelismo entre Família e Igreja. A Bíblia nos mostra os paralelismos que existem entre estas duas instituições criadas por Deus, eis alguns: a Igreja é chamada de família de Deus (Ef 2.19); seus membros são chamados de irmãos (Rm 1.13; I Co 1.10; II Co 1.8; Gl 1.11; Ef 6.10; Fp 1.12; Cl 1.2; I Ts 1.4; II Ts 1.3); do ponto de vista espiritual, temos um só Pai (Rm 1.7; Ef 4.6; I Ts 3.13).

2 - A Família Como Extensão da Igreja. É interessante dizer que o lar deve ser uma extensão da igreja, e a igreja, uma extensão do lar. A família de Deus deve viver e conviver no ambiente do lar, de tal forma que a presença de Deus possa ser sentida, no seu seio, não apenas quando seus membros reúnem-se na igreja local. Quando uma família serve a Deus, e os pais cultivam o costume de realizar o culto doméstico, os filhos valorizam o lugar onde se adora ao Senhor coletivamente. Uma ótima solução para possibilitar essa integração família-igreja e vice-versa é a realização do culto doméstico.

ll.   A IGREJA ACOLHENDO AS FAMÍLIAS

1. A natureza humana da igreja. Em todos os lugares onde há pessoas, há problemas de relacionamento humano. A igreja, no seu aspecto local, não poderia ser diferente. Ela não é formada por anjos, ou por espíritos, mas por pessoas, de carne e osso, com suas virtudes e defeitos.

Só a igreja no seu sentido universal, como noiva do Cordeiro, é que não tem problemas ou defeitos.

As lideranças cristãs devem atentar bem para a realidade humana, na igreja local. Paulo divide o ser humano em três categorias:

1) Psichikos, que significa próprio dos sentidos, sensual (Tg 3.15; Jd 19), natural (1Co 2.13,14), ou “almático”. Pode ser educado, doce aprazível, eloquente e fascinante, mas o conteúdo espiritual das Escrituras permanece oculto para ele. Sem contar que não consegue enxergar o quão é má a natureza humana.

2)  Pneumátikos, que significa “espiritual”. É o homem renovado cheio do Espírito Santo, nascido de novo, que discerne e entra no Reino de Deus (Jo 3.3,5-8), Somente este tipo consegue discernir quanto ao pleno conteúdo espiritual (1Co 2.15,16). Anda em comunhão com Deus e com o próximo, e isso tem um resultado extraordinário na família e na sociedade (Ef 5.18-6.9).

3)  Sarkikos , que significa “carnal”. É o homem renovado que anda “segundo a carne”, vive uma espécie de “montanha russa” (Rm 8.4) e continua sendo um menino em Cristo (1Co 3.1-4). Esse compreende apenas as verdades mais simples, o “leite” (1Co 3.2).

Todos esses encontramos na igreja local, por esse motivo temos problemas tanto familiares como na comunidade cristã. Mas o objetivo da igreja local é que o homem natural nasça de novo no espírito, o espiritual cresça e seja cada vez mais útil para o Reino de Deus, e que o carnal amadureça para que se torne espiritual, e isso envolve o dons humanos dados por Deus para o crescimento espiritual da igreja local (Ef 4.11-16).

2 – Como a igreja pode servir às famílias.  O que a igreja, que é o Corpo de Cristo, pode fazer em benefício da família?

a)   A igreja leva a família a uma vida de adoração a Deus (Jo.4.23; 1 Co.14.26). O culto é uma rica oportunidade para a família estar junta, adorando a Deus. Adorar é expressar ao SENHOR o louvor que vem de dentro do coração, reconhecendo a soberania de Deus, refletido também em palavras e em obras, agradando-O por tudo o que Ele representa para nós (Sl. 103.1,2).

b) A igreja tem uma função pedagógica.  Se você não frequenta assiduamente, você deixa de receber ensino através da Palavra de Deus. A Bíblia é o Manual da Família! Nela encontramos os mandamentos e ordenanças para os pais, cônjuges e filhos. Por isso, quando a Igreja ensina as Sagradas Escrituras, as famílias são edificadas e fortalecidas.
Vejamos:

Os Esposos aprendem a: amar a esposa (Ef 5.25-30; Cl 3.19); governar bem a sua casa (1Tm 3.4,12); trabalhar para prover o sustento familiar (Gn 3.19; 1Ts 4.11,12; 1Tm 5.8); e ser o sacerdote do lar (Gn 18.19; Jó 1.5);

As Esposas aprendem a: ser submissa ao marido (Ef 5.22-24; Cl 3.18); atender as necessidades do lar, tais como: alimentação, vestuário e serviços domésticos (Pv 31.21-22; Tt 2.5); quando necessário, ajudar nas despesas financeiras (Pv 31.16-18,24); e ensinar as mulheres mais novas a desempenharem seu papel de esposa e mãe (Tt 2.3-5);

Os Pais aprendem a: educar os filhos com disciplina, conforme o modelo bíblico (Pv 13.24; 19.18; 22.6,15; 23.13,14; 29.15,17); ensinar, desde cedo aos filhos a temerem e amarem ao Senhor (Dt 6.1-9); conduzi-los a Deus (Jó 1.5; Js 24.15; At 16.30-34; Ef 6.4); e ser exemplo para os filhos (Pv 22.6);

Os filhos aprendem a: ser obedientes aos pais (Ef 6.1; Cl 3.20); honrá-los (Êx 20.12; Dt 5. 16; 27.15); e ajudá-los nos afazeres domésticos (Gn 29.9; Êx 2.16; I Sm 17.15).

A Igreja ensina os filhos sobre Deus e acerca das grandes doutrinas das Escrituras. Os conceitos sobre Deus, pregados em nossos dias por homens que não O conhecem (Dt.6), são os mais variados e absurdos. A igreja, no entanto, possui a revelação de Deus registrada em Sua Palavra e, baseada nela, ensina quem é Deus, quem é Jesus e sua relação com o homem, (Sl.113.4- 7; 115; 19; João 17.3).

b) A igreja proporciona ambiente para amizade e comunhão. Na igreja Primitiva, o fator casa era relevante: partiam o pão de casa em casa (At 2.46). E, como resultado a igreja era simpática (At 2.47). As famílias, mesmo em meio à perseguição, compreendiam o valor dessa comunhão. É de vital importância à igreja, que cada vez mais diminua a antipatia e aumente a simpatia entre seus membros. Isso proporciona benção para todas as famílias. Quando não há crescimento espiritual na igreja ocorrem com frequência atos de carnalidade (1Co 3.1-3).

d)  A igreja é um ambiente onde as tensões da vida são aliviadas (Sl 73.17). Pregar que Jesus alivia as cargas humanas e que dá descanso ao pecador, concedendo-lhe um fardo leve, é o lema da igreja (Mt. 11.28-30). Podemos resumir as necessidades das pessoas e de suas famílias, como se segue:

Necessidades espirituais. São as necessidades mais prementes do espírito humano. Elas necessitam de salvação, graça, conhecimento de Deus, amor de Deus, e de paz com Deus (Rm 5.1); suas almas anelam ter alegria espiritual (Lc 1.47); paz de espírito (Fp 4.6). É Deus, através do Espírito Santo, quem satisfaz plenamente a essas necessidades. Mas é a igreja local que torna essa assistência concreta na vida das pessoas.

Necessidades emocionais. São necessidades da alma. O salmista expressou esse tipo de necessidade, quando exclamou: “A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?” (SI 42.2). As pessoas procuram a igreja porque esperam obter nela a satisfação dessas necessidades intangíveis, que os bens materiais não podem satisfazer.

Necessidades físico/sociais. Muitas famílias que aceitam a Cristo vêm para a igreja tremendamente machucadas, desestruturadas e falidas, por vários motivos: vícios em drogas, alcoolismo, infidelidade, dívidas, enfermidades e etc. Contudo, Jesus lhes oferece cura e restauração pelo poder da Sua Palavra (Mt.12.18-21).

III.   A FAMÍLIA NA IGREJA LOCAL

1)    A contribuição da família à igreja. Já vimos o papel da igreja na vida da família. Agora, que pode a família fazer pela igreja? As famílias precisam amar a igreja e cooperar para que haja prosperidade e crescimento. Com isso crescerão juntamente. O N.T. contém alguns exemplos de famílias ativas na igreja primitiva:

a) A família de Priscila e Áquila (Rm16.3-5a. A Igreja que estava em sua casa);

b) A família de Aristóbulo (Rm16.10; de Narciso, v.11, e outras, no v.15);

c) A casa de Maria, mãe de João Marcos era lugar de reuniões de oração, At 12.12;

d)  Em Filipos, Lídia e sua família recém-convertida – At16.14-15.

2)    A Responsabilidades da Família para com a Igreja.

a)  Adorando a Deus. De acordo com Aurélio, culto é “uma adoração ou homenagem à divindade em qualquer de suas formas e em qualquer religião”. O Culto Cristão é caracterizado pela reverência, temor e adoração ao Senhor (I Co 14.26). Ele pode ser coletivo e individual.
Analisemos:

•     Culto Coletivo. É o momento em que a igreja local separa para adorar, homenagear e celebrar ao Único e Verdadeiro Deus. A igreja primitiva, por exemplo, costumava se reunir para adorar e cultuar a Deus (At 2.1,46,47; 13.1-4).

•  Culto Individual. Além de oferecermos a Deus o culto coletivo, precisamos também cultuar também de forma individual, ou seja, apresentar a nossa adoração pessoal, como ensinou o apóstolo Paulo: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em Sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm 12.1).

É no culto cristão que as famílias se reúnem para louvar e adorar a Deus. Crianças, adolescentes, jovens e adultos, de diversas famílias distintas, adoram a Deus coletiva e individualmente, glorificando e rendendo graças ao Senhor.

b) A família servindo a Deus. De acordo com o Dicionário Teológico do Pr. Claudionor de Andrade, Serviço Cristão “é a atuação consciente do discípulo de Cristo, visando a expansão do Reino dos Céus e a glória do nome de Deus”. O serviço cristão tem, pelo menos, três objetivos:

•    Glorificar a Deus. Todo serviço cristão deve ter como principal objetivo, glorificar a Deus (Rm 11.36; 1 Pe 4.11);

•  Edificar a Igreja. Todo serviço cristão deve ter o objetivo de promover a edificação do corpo de Cristo. Diversos textos das Escrituras nos ensinam este princípio (Rm 14.19; 15.2; 1 Co 14.12,26;
Ef. 4.16);

•   Servir ao próximo. O serviço cristão sempre será um serviço ao próximo, atendendo suas necessidades físicas, emocionais, espirituais e sociais (Mt. 20.28,29; At. 2.42-47; Tg 2.14-17). É na igreja que as famílias se reúnem para realizar o serviço cristão, quer seja na evangelização e ensino da Palavra de Deus (Mt 28.18-20; Mc 16.15; At 1.8); na assistência social (At 2.43-46; 4.34-37; 6.1-6; Rm 15.25-27; I Co 16.1-4; II Co 8; 9; Fp 4.18,19); ou na manutenção da comunhão com os santos (At 2.42; I Jo 1.7).

c) A família contribuindo. A obra de Deus é mantida pelas contribuições que são oferecidas a Deus pelas famílias. É através dos dízimos e ofertas que cada membro da família expressa gratidão ao Criador; pois, devemos dar ao Senhor parte daquilo que dEle recebemos (Êx 23.15; II Co 9.7).

Vejamos, então o que são dízimos e ofertas:

•  Dízimos. São ofertas entregues voluntariamente à obra de Deus, constituindo-se da décima parte da renda do adorador (Ml 3.10). Dizimar é um ato de amor e adoração que devotamos àquele que tudo nos concede (Gn 28.22; Dt 14.22; I Sm 8.15,17);

Ofertas. São doações voluntárias, apresentadas a Deus em agradecimento pelos imerecidos favores dEle recebidos (Êx 35.29; 36.3; Lv 7.16; 22.18).

A contribuição serve para manter a igreja, suprir as necessidades de seus membros, dentro do possível, e promover o reino de Deus (1Co 9.14; 2Co 8.14; 9.12; Gl 2.10; Fp 4.15-18). De acordo com as Escrituras, quando contribuímos, acumulamos tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35). Mas, a contribuição deve ser proporcional ao que ganhamos (I Co 16.2); e deve ser realizada de forma voluntária e com alegria (2 Co 9.7).

d) Participação assídua dos cultos e reuniões (Hebreus 10.25). A frequência aos trabalhos resultará em crescimento espiritual, em maturidade, desenvolvimento da fé e contribuirá para o crescimento da igreja como um todo.

b) Envolvimento nos projetos da liderança. Cada pessoa que se torna filho de Deus em Jesus, recebe do SENHOR talentos específicos e dons do Espírito para utilizá-los, visando o crescimento do Corpo de Cristo. (Rm 12.1-8; 1Co 12.4-11; Efésios4.11-16). Afinal, a igreja é uma comunidade que precisa contar com a participação de seus membros em todos os projetos de trabalho.

c) Cuidar para que haja bom testemunho para com os parentes, levando-os ao conhecimento do SENHOR JESUS:

• Em 1 Pd 3.1, as mulheres são exortadas a ganhar seus maridos sem palavras, através de um bom procedimento;

• Paulo diz ao jovem Timóteo que se lembrava de sua fé sincera, a mesma fé que sua avó Lóide e sua mãe Eunice tinham, dando-nos a entender que Timóteo seguiu o exemplo de suas progenitoras (2Tm 1.5);

• A salvação da família do carcereiro de Filipos viria através de uma iniciativa dele. A seguir, todos os outros membros deram o mesmo passo (At.16.31-34).

3. O que deve ser evitado na igreja. A família deve ser educada a saber comportar-se no ambiente da igreja local.

a) Mau testemunho. Quando membros da igreja dão mau testemunho, contribuem para o desgaste e o descrédito da igreja local. Conhecemos o caso de um obreiro que, na igreja, era um santo. Em casa, era um monstro. Terminou, destruindo seu casamento por causa de seu mau testemunho.

b) Referências negativas no lar. Há pais que vivem criticando a igreja local, falam mal dos pastores e líderes. Isso tem efeito muito prejudicial na família (Tg 4.11).

c) Mau comportamento nos cultos. Há pessoas que se comportam muito mal nas igrejas, conversando, sem reverência. Muitos nem esperam pelo final do culto e saem correndo, antes do apelo ou da bênção apostólica. Há crianças que se comportam como se estivessem num parque de diversão na hora do culto. Isso é falta de educação doméstica.


CONCLUSÃO: A igreja local tem grande valor para a formação espiritual das famílias cristãs. É a única instituição em que o cristão e sua família podem apoiar-se, neste mundo de mudanças e incertezas, sendo abençoado por Deus em todas as áreas da sua vida. A escola é uma instituição prejudicada pelas falsas visões de mundo, sendo dominadas pelo materialismo. Só resta a igreja, fundamentada na Palavra de Deus como ponto de apoio espiritual e moral para a família.


Qual tem sido o papel da sua família no crescimento da igreja local onde você é membro? Que contribuição você e seus filhos e familiares têm dado para o Reino de Deus?

Créditos: Professor: José Fábio