quarta-feira, agosto 21, 2013

NÚMERO DE MESQUITAS NOS EUA ESTÁ CRESCENDO

21 de agosto de 2013



DEPOIS DO ATAQUE TERRORISTA A NOVA IORQUE EM 2001, NÚMERO DE MESQUITAS NOS EUA ESTÁ CRESCENDO

Julio Severo

O terrorismo islâmico traz crescimento de mesquitas? O fato é que depois do atentado terrorista islâmico contra Nova Iorque em 2001, muitas novas mesquitas estão surgindo nos Estados Unidos, e esse crescimento desafia a lógica e contrasta com o movimento de crescimento de igrejas, que não tem conexão com o terrorismo.
Virginia Beach, a famosa sede da Christian Broadcasting Network (Rede de Televisão Cristã) e seu igualmente famoso programa “Clube 700,” está agora para ter sua primeira mesquita, o Centro Comunitário Crescente.


                                                              Centro de Civilização e Cultura Turco-Americano

Na vizinha Maryland, o governo da Turquia está construindo uma mega-mesquita de 100 milhões de dólares, o Centro de Civilização e Cultura Turco-Americano em Lanham.
No começo deste ano, o primeiro-ministro islamista da Turquia viajou aos EUA para comparecer à cerimônia de fundação da mesquita.


Primeiro-ministro da Turquia inaugurando fundação do Centro de Civilização e Cultura Turco-Americano


Dá para você imaginar o governo dos EUA construindo uma mega-igreja cristã de 100 milhões de dólares na Turquia? Dá para você imaginar um secretário de Estado dos EUA viajando à Turquia para comparecer à cerimônia de fundação da igreja?
Não, o governo dos EUA, cuja nação outrora era uma potência protestante, nunca faria por uma igreja cristã no exterior o que os governos muçulmanos fazem pelas mesquitas no exterior.

Embora as igrejas cristãs estejam sendo destruídas quase que diariamente em países muçulmanos em todo o mundo, o governo dos EUA está investindo milhões de dólares para reconstruir mesquitas islâmicas em outros países.





Dá para você imaginar a Turquia ou a Arábia Saudita investindo milhões de dólares para reconstruir igrejas cristãs em outros países? Enquanto os EUA financiam a reconstrução de mesquitas no exterior, a Turquia e outras nações islâmicas financiam o crescimento de mesquitas nos EUA.
O Projeto Clarion informa que cerca de 1.200 mesquitas estão hoje em funcionamento nos EUA, e quase 80 por cento delas foram construídas depois do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001.

A maioria dessas mesquitas é dirigida por clérigos Wahhabi — da mesma linha islâmica que Osama bin Laden seguia.

Dos EUA, a intenção deles é espalhar crescimento de mesquitas no mundo inteiro.

Estimular crescimento de mesquitas é um jeito estranho dos EUA combater o terrorismo, que é em grande parte de natureza islâmica.

Com informações da CBN News e da revista Front Page.
Versão em inglês deste artigo: After 9/11, Mosques Popping Up Across America
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terça-feira, agosto 20, 2013

A ASSEMBLEIA DE DEUS E A REVOLUÇÃO CULTURAL


Um dos momentos mais interessantes da História das Assembleias de Deus no Brasil foi o encontro da CGADB ocorrido em 1968 na cidade de Fortaleza, Ceará. Segundo o escritor Silas Daniel no livro História da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil “os reflexos da Revolução Sexual já atingiam as igrejas, preocupando os convencionais”. As discussões começaram por um pastor catarinense; Satyro Loureiro, que perguntou: “Qual a atitude das Assembleias de Deus no Brasil em relação às minissaias e aos cabeludos que estão tentando invadir as igrejas?”

Não é preciso dizer que nas páginas seguintes os debates foram intensos, sobrando até para o respeitável Mensageiro da Paz, órgão oficial da igreja, pois segundo um pastor, estaria o MP publicando em suas matérias “fotografias de moças e senhoras com vestidos curtos e cabelos com penteados fora do comum”. Como não poderia deixar de ser, as deliberações dos convencionais foram de condenação aos “costumes mundanos”, e de maior rigor nesses casos.




 Anos 60: grandes transformações na sociedade, sentida até nas Assembleias de Deus



Entrou também na pauta dessa convenção o uso de anticoncepcionais. A pergunta surgiu do pastor Álvaro Motta que questionou: “Qual a posição das Assembleias de Deus no Brasil com relação ao uso das pílulas anticoncepcionais, com finalidade de controlar a natalidade, ou melhor, limitar o número de filhos? Devemos permitir ou não?” Segundo Daniel o “plenário se manifestou em peso contrário ao uso de anticoncepcionais”.


É interessante observar esses debates, pois através deles, podemos analisar as pressões sociais que viviam os membros das Assembleias de Deus no Brasil. Os anos 60 foram de profundas mudanças no mundo capitalista e ocidental. Grandes transformações culturais estavam perpassando toda a sociedade e influenciando a música, moda, comportamento e sexualidade. A descoberta e a comercialização da pílula anticoncepcional estava revolucionando as práticas sexuais, onde até então, o sexo era visto simplesmente como meio de reprodução e não de prazer. O anticoncepcional dava à mulher a oportunidade de uma relação sexual mais livre e sem medo de uma gravidez indesejada. 


Pode-se perceber que justamente no auge desses anos de mudanças mundiais, a igreja sente em seu interior a influência de tais transformações. Está implícito no texto, que os membros, principalmente os mais jovens, estavam aderindo a essas mudanças. Ou seja, os pastores percebiam que seus membros não estavam imunes ao “mundo”, mas desejavam como parte da sociedade da época seguir as tendências do momento.


É comum em ao ler essas deliberações da CGADB, julgar os líderes assembleianos com as informações que dispomos hoje, e taxá-los de atrasados ou coisa parecida. Devemos sempre lembrar que os pastores eram homens na sua maioria de origem rural, com pouco grau de instrução e fortemente apegados aos valores conservadores da sociedade vigente. A sociedade também era conservadora. Não eram só os pentecostais que condenavam as modas e costumes gerados durante os anos 60. Não eram só os assembleianos que condenavam o uso de anticoncepcionais, mas grande parte do corpo social no qual estavam inseridos. Tanto é assim, que nas leituras sobre os debates, alguns pastores se utilizavam de artigos escritos por não evangélicos para reforçar seus pontos de vista.


O único problema talvez seja que, enquanto as mudanças avançaram na sociedade, as Assembleias de Deus se fecharam, continuando numa postura ultraconservadora, e assim perderam muitos membros nascidos ou criados nessa geração, durante ou pós 68.

Postado por Mario Sérgio às 16:57 http://img1.blogblog.com/img/icon18_email.gif 
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FRIDA VINGREN:

FRIDA VINGREN: DESABAFOS NO MENSAGEIRO DA PAZ

 


A memória da pioneira Frida Vingren, ultimamente tem sido alvo nos últimos anos de várias discussões e polêmicas. Esquecida pela historiografia oficial das Assembleias de Deus, sua atuação, direção e ministério à frente da nascente igreja pentecostal, tem sido de certa forma "resgatado", tanto pelos historiadores assembleianos, como pelos estudiosos não ligados à denominação.


Gedeon Alencar levanta algumas hipóteses sobre a atuação dessa senhora no início do trabalho pentecostal no Brasil. Para ele, com Gunnar Vingren quase sempre doente e enfermo, era ela quem dirigia a igreja na cidade do Rio de Janeiro; tanto na ausência como na presença do esposo. Ela pregava, dirigia, cantava, tocava, escrevia, ou seja, exercia inúmeras funções na igreja. Porém, Frida e seu estilo de liderança, não foram aceitos pelos líderes da AD no Brasil, os quais na primeira Convenção Geral decidiram que:

As irmãs têm todo o direito de participar da obra evangélica, testificando de Jesus e a sua salvação, e também ensinando quando for necessário. Mas não se considera que uma irmã tenha função de pastor de uma igreja ou de ensinadora, salvo em casos excepcionais mencionados em Mateus 12. 3-8 (uma referência ao princípio de necessidade). Isso deve acontecer somente quando não existam na igreja irmãos capacitados para pastorear ou ensinar.

A decisão da Convenção ocorreu em setembro de 1930. Cinco meses depois, Frida Vingren escreve um vigoroso artigo no Mensageiro da Paz. Poderia ser simplesmente mais um texto, dos vários que ela escreveu ao periódico assembleiano. Porém esse artigo, escrito pouco tempo depois da primeira Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, expõe muito do que a história oficial não revela. Com o título de Deus mobilizando suas tropas, a senhora Vingren desabafa, crítica e expõe claramente sua posição em relação a decisão da Convenção de pastores. O texto começa, com a argumentação de que Deus está mobilizando seu povo para a batalha espiritual, e precisa de todos os materiais e instrumentos para realizar sua obra aqui na terra. E é no desenvolvimento da escrita, que Frida expõe o seguinte:

Despertemo-nos, para atender o chamado do Rei, alistando-nos nas suas fileiras. As irmãs das "assembleias de Deus", que igualmente, como os irmãos têm recebido o Espírito Santo, e portanto, possuem a mesma responsabilidade de levar a mensagem aos pecadores precisam convencer-se que precisam fazer mais do que tratar dos deveres domésticos. Sim, podem também, quando chamadas pelo Espírito Santo, sair e anunciar o Evangelho. Em todas as partes do mundo, e especialmente no trabalho pentecostal, as irmãs tomam grande parte na evangelização. Na Suécia, país pequeno com cerca de 7 milhões de habitantes, existem um grande número de irmãs evangelistas, que saem por toda parte anunciando o Evangelho, entrando em lugares novos e trabalhando exclusivamente no Evangelho. Dirigem cultos, testificam e falam da palavra do Senhor, aonde há uma porta aberta. (Os que estiveram na convenção em Natal e ouviram o pastor Lewi Pethrus falar desse assunto sabem que é verdade). Por qual razão, as irmãs brasileiras hão de ficar atrasadas? Será, que o campo não chega, ou que Deus não quer? Creio que não. Será falta de coragem? Na "parada das tropas" a qual teve lugar aqui no Rio, depois da revolução, tomou também parte, um batalhão de moças do estado de Minas Gerais, as quais tinham se alistado para a luta. (MP 1º de fevereiro de 1931 p.6)

Frida, publicamente contesta a resolução da Convenção Geral. Revela informações atribuídas a Lewi Pethrus de que as mulheres na Suécia tinham liberdade de pregar, evangelizar e trabalhar em caráter exclusivo na obra pentecostal, enquanto que a resolução da CGADB dizia que as irmãs poderiam testificar e ensinar, mas somente poderiam de fato exercer o ministério em casos excepcionais. 

Nota-se o argumento de Frida já desenvolvido por ela em outro artigo publicado no Boa Semente (periódico antecessor do Mensageiro da Paz), no qual ela fala sobre a presença do Espírito Santo na vida do fiel, e capacitador tanto de homens como de mulheres ao ministério da palavra. Para ela, ministério não era questão de gênero, de ser homem ou mulher, mas dom do Espírito Santo a sua igreja.


E para reforçar seus argumentos, Frida recorre a um evento do qual ela foi testemunha ocular: a Revolução de 1930. Sendo moradora da então Capital Federal, ela testemunhou a chegada das tropas revolucionárias, e entre essas tropas ela viu com entusiasmo um "batalhão de moças do estado de Minas Gerais, as quais tinham se alistado para a luta". É nesse fato secular, que Frida apoia seus argumentos, para que as mulheres pentecostais fossem além de suas obrigações domésticas. Interessante é que ainda na década de 30 as mulheres conquistam seu direito de voto e participação política no Brasil.

Percebe-se assim, no texto da pioneira, aquilo que a história oficial não revela, ou seja, um inconformismo, um sentimento de indignação pelo fato das mulheres das ADs no Brasil serem relegadas a um segundo plano na prática ministerial do pentecostalismo daquela época.

Fontes
ALENCAR, Gedon. Assembleia de Deus-origem, implantação e militância (1911-1946). São Paulo: Arte Editorial, 2010.

ARAÚJO, Isael de. Dicionário do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.

DANIEL, Silas. História da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

Mensageiro da Paz. 1º de fevereiro de 1931. Ano 1 - nº3, p.6

Fonte: mariosergiohistoria.blogspot.com.


sábado, agosto 17, 2013

BRASIL E RÚSSIA


BRASIL E RÚSSIA: CONTRASTE NA PROPAGANDA HOMOSSEXUAL 

Júlio Severo






boa notícia é que em 30 de junho, Vladimir Putin, presidente da Rússia, assinou uma lei que proíbe qualquer ato de propaganda homossexual em presença de menores, com uma multa para os infratores que pode chegar até 1 milhão de rublos (cerca de RS 70 mil).
  

De acordo com uma pesquisa de opinião realizada pelo instituto Tsiom, 88% dos russos apoiam a lei. Além disso, todas as paradas do orgulho gay, que o ex-prefeito de Moscou Iuri Luzhkov definiu como “obras de Satã” e “armas de destruição de massa,” foram proibidas por cem anos.

SUS: Nas Mãos da Gaystapo


Em contraste, o Brasil está repleto de propaganda, desinformação e doutrinação homossexual. Pesquisa de entidade ligada ao PT revelou poucos anos atrás que 99% dos brasileiros têm, em menor ou maior grau, posturas contrárias às práticas homossexuais. Mas em vez de respeitar os sentimentos de seu próprio povo e assinar uma lei que, pelo menos, proteja as crianças da nociva propaganda homossexual, Dilma Rousseff empenha-se hoje em terrorismo psicológico contra o povo brasileiro, assinando, por meio de seus ministros, inúmeras leis para facilitar a expansão do supremacismo homossexual em todos os cantos do Brasil.

A mais recente diabrura institucional a favor desse supremacismo é a medida em que o Ministério da Saúde vai tornar, a partir de agosto, obrigatório o registro dos casos de violência por homofobia atendidos na rede pública de saúde (SUS).

Essa medida, que foi lançada em 1 de julho e custará milhões de reais, é um soco na cara de cada brasileiro que paga impostos. Muitos brasileiros estão nas ruas protestando contra a péssima qualidade do SUS, e a resposta sem-vergonha do governo é jogar dinheiro no buraco negro dos ativistas gays.

Então, o funcionário ou médico do SUS, já sobrecarregado de trabalho, terá de encontrar tempo para registrar casos de “homofobia.” Ele deverá questionar pacientes machucados e feridos se são praticantes do homossexualismo. Se a resposta for “sim,” o machucado vira automaticamente prova de crime “homofóbico,” independente se a agressão foi cometida por um amante ou cliente de prostituição do homossexual.

Se o funcionário deixar de fazer os registros, perderá o emprego por “homofobia” e seu caso será computado também como preconceito “homofóbico,” justificando mais intrusões pró-homossexualismo na vida das profissionais de medicina.

Os dados que ele coletar serão usados para a formulação e implementação da agenda gay nas políticas públicas — com um aumento muito maior dos recursos públicos. Isto é, governo e supremacismo fazem a farra com o dinheiro público, e você paga a conta.

Brasil Escravo da Propaganda Gay


Tenho certeza de que, ao assinar a lei que proíbe a propaganda gay na Rússia, Putin está não só fazendo um favor enorme à sua população, mas especialmente respeitando os sentimentos dos russos.





Pena que a presidenta Dilma Rousseff, que no passado estava envolvida com ações terroristas e queria forçar o Brasil a imitar a Rússia comunista, hoje se distanciou completamente do excelente exemplo russo anti-supremacismo gay e se distanciou mais ainda dos sentimentos de 99% dos brasileiros.


Se dependesse dos brasileiros, Dilma faria exatamente o que Putin fez. Mas não. Por uma fatalidade do destino o povo brasileiro foi escolhido para sofrer terrorismo psicológico pró-homossexualismo do próprio governo e ainda por cima, para cúmulo da tragédia, pagar todas as contas de todos os experimentos e propagandas homossexuais que são impostos a todos os brasileiros, desde crianças até velhinhos.


No Brasil de dona Dilma, você tem a obrigação de ser homossexual e de favorecer os viciados nessa prática. Qualquer tentativa de ajudar os viciados que querem ajuda encontrará forte resistência do governo socialista do Brasil que não quer aceitar que até a Rússia já mudou com relação ao supremacismo gay.

Tratamento Psicológico Para o Vício Homossexual?


Ao contrário do governo russo, que mobilizou todos os seus aliados para proibir a propaganda homossexual, o jornal esquerdista Folha de S. Paulo, em sua edição de 1 de julho, disse que o governo de Dilma está mobilizando todos os seus aliados para derrotar o PDC 234/11, que impede o Conselho Federal de Psicologia de punir seus profissionais que atenderem um paciente que quer abandonar as práticas homossexuais.

Se eu fosse psicólogo, claro que eu iria querer a liberdade de ajudar meus pacientes, especialmente com o carinho de Cristo. E se eu fosse o paciente, veria como ridícula a tentativa de me impedir de buscar ajuda.

Com essa mobilização, a mensagem do governo de Dilmônia é clara: “Quando a propaganda homossexual, financiada pelo meu governo, enfiar você no vício homossexual, você está proibido de buscar ajuda!”

A Rede Sustentabilidade, de Marina Silva, está de acordo com Dilmônia, tendo emitido comunicado público dizendo que espera que o PDC 234/11, de autoria do Dep. João Campos, seja derrubado.


Marina Silva, que é amante da Teologia da Libertação, tem o apoio da Rede Falemais conhecida como Boca de Abobrinha, por seu apego à ideologia esquerdista.


Pobre Povo Brasileiro

Parabéns ao povo russo, que está livre do terrorismo psicológico dos supremacistas homossexuais.

Pobre povo brasileiro, que cedo ou tarde será obrigado por Dilmônia e seus aliados a receber tratamento psicológico para adotar o vício homossexual. Se por revolta reagir e der um soco no representante do governo impondo o tratamento, será preso por “homofobia” e sua “agressão homofóbica” será usada como prova de que o vício homossexual merece mais ainda proteção especial e mais propaganda de desinformação do Estado.

Pobre povo brasileiro, está saindo às ruas para protestar contra os maus serviços públicos e o governo promete gastar mais em propaganda e serviços homossexuais.

Eu li hoje, na Bíblia, como Deus destruiu Sodoma. Mesmo com a intercessão de Abraão, Deus teve de destruir a cidade homossexual.

Antes da destruição do Brasil, Dilmônia e seus aliados querem primeiro torturar psicologicamente o povo brasileiro, até se entregarem todos os vícios e estupros homossexuais.

Se está cada vez mais difícil viver na República Federativa de Sodoma, faça como Ló.


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LEIS CONTRA PROPAGANDA HOMOSSEXUAL

LEIS CONTRA PROPAGANDA HOMOSSEXUAL AVANÇAM APESAR DE INDIGNAÇÃO DO OCIDENTE


Dr. Stefano Gennarini


NOVA IORQUE, EUA (C-FAM) Para proteger suas crianças, países da Europa Oriental estão seguindo o exemplo da Rússia restringindo a propaganda de atos sexuais “não tradicionais.” Os grupos homossexuais estão reagindo furiosamente.



 



No mês passado, a Moldávia aprovou uma lei que proíbe a distribuição de informações “que tem como alvo a propagação de prostituição, pedofilia, pornografia e quaisquer outras relações diferentes das relações ligadas ao casamento ou família.” A Lituânia recentemente adotou uma lei semelhante, e o poder legislativo da Ucrânia está, de acordo com reportagens, considerando o mesmo tipo de lei.


As leis estão sendo criadas com o objetivo de proteger os menores de informações explícitas que podem levá-los a escolhas prejudiciais à saúde numa idade delicada. A lei da Rússia, adotada em junho, multa indivíduos e organizações por promoverem conduta sexual “não tradicional” entre crianças.


Grupos homossexualistas como o Observatório de Direitos Humanos (Human Rights Watch) dizem que essas leis violam os padrões de direitos humanos europeus e internacionais. Os defensores dessas leis dizem que elas foram feitas de forma específica e sob medida para apenas limitar a liberdade de expressão na medida em que é necessário proteger as crianças.

A homossexualidade não é criminalizada na Rússia ou países da Europa Oriental, como era sob o comunismo. Mas os cidadãos estão preocupados com a glamorização de estilos de vida prejudiciais à saúde, considerando o efeito que podem ter em menores.


O estilo de vida homossexual, em particular, é associado com uma grande variedade de riscos de saúde. Indivíduos que se engajam em atividade homossexual têm probabilidade 18 vezes maior de contrair o HIV/AIDSdo que pessoas que não se engajam. Eles estão em risco mais elevado para outras doenças sexualmente transmissíveis, abuso de drogas, depressão e suicídio.


As leis estão em vigor em alguns estados russos por aproximadamente uma década. Os poderes legislativos nacionais começaram a promulgá-las neste ano, depois que o presidente Obama ordenou que todas as agências dos EUA que lidam com assuntos exteriores promovessem direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros, e estabelecessem um fundo para financiar grupos LGBT estrangeiros para promoverem agitações em seus países. Nesse mesmo tempo, o primeiro-ministro britânico David Cameron ameaçou cortar assistência para países que têm leis que penalizam a sodomia.

A Associated Press e outros meios de comunicação chamam as novas leis de “antigays.” Na semana passada, um artigo de opinião no jornal New York Times comparou o presidente russo Vladimir Putin a Adolf Hitler. Ativistas homossexuais estão exortando os indivíduos a boicotar os XXII Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, Rússia.

Ativistas que esperam tirar vantagem do sentimento antirreligioso no Ocidente estão culpando a Igreja Ortodoxa Russa por promover essas leis. Mas a crescente influência da Igreja Ortodoxa, por mais importante que seja, não é suficiente para explicar a aprovação rápida dessas leis onde elas gozam apoio popular. Na Rússia, uma recente pesquisa de opinião pública do Pew revelou que apenas 16% creem que a homossexualidade deveria ser socialmente aceitável.


A Rússia promulgou sua lei nacional apesar do fato de que especialistas de direitos humanos da ONU condenaram uma lei regional semelhante no começo deste ano. Em junho, o Conselho da Europa expressou sua preocupação com a nova lei da Rússia, principalmente seu efeito nos eventos de Orgulho Gay. Esses eventos são notórios por exibições de simulação de atos sexuais e sadomasoquistas.

Tentativas de aplicar pressão internacional não intimidaram os países vizinhos de considerar e adotar leis semelhantes às da Rússia.
Alguns ativistas homossexuais atrevidos estão enfrentando as consequências de viajar para a Rússia para fazer alarde da lei.


Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: C-FAM
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Fonte:  E-mail: Julio Severo juliosevero@gmail.com por  google.com