sexta-feira, junho 29, 2012

10 SINAIS DE QUEM PERDEU A UNÇÃO




1. NÃO TEM PRAZER EM EVANGELIZAR. 

Como é que a pessoa, sendo de Deus, não tem prazer em falar d’Ele? Por vezes, podem existir sentimentos de vergonha e timidez, porque não domina a língua corretamente e pensa que não sabe fazer-se entender. Se a pessoa não vence estes sentimentos, prova que ela perdeu a unção.

2. NÃO TEM PRAZER EM ATENDER AS PESSOAS. 

São aqueles que foram chamados para servir o povo, mas não têm prazer de ouvi-lo, porque se sentem incapazes de dar o conselho que o povo precisa.

3. NÃO TEM VISÃO DE SER USADO GRANDIOSAMENTE. 

Todo o ungido tem o desejo de ser “usado grandiosamente”, o que não significa título ou posição, mas sim, dispor-se para servir conforme a necessidade que a Obra de Deus exige. Se perder a unção perde a visão, como foi o caso de Sansão, pois, apesar de ser forte fisicamente foi limitado por ter perdido a visão quando perdeu a unção, por se ter rendido às emoções.

4. NÃO TEM REVOLTA CONTRA O DIABO E OS SEUS FEITOS. 

Estas pessoas mostram-se indiferentes e insensíveis ao sofrimento alheio e é quando o diabo deixa de ser inimigo. Para elas, é como se o diabo se tivesse convertido ou as portas do inferno estivessem fechadas.

5. TEM MEDO DE DESAFIOS. 

Para elas, o simples torna-se difícil, sempre dá desculpas, pois não vê os desafios como oportunidades. Ela não se sente segura na batalha; mudança de Igreja, mais responsabilidades, novo idioma, distante da família e tem medo de sair da zona confortável.

6.  NÃO SE SUBMETE ÀS AUTORIDADES. 

Sejam estas autoridades eclesiásticas ou não eclesiásticas. Se uma ordem é dada e caso não comprometa a minha fé em Cristo, devo obedecer.

7. O ORGULHO

Deus é humilde. A essência de Deus é a Humildade e todos os Seus servos são humildes. O orgulhoso só quer ensinar, mas o humilde quer praticar.

8. PASSA A TER PROJETOS PESSOAIS. 

A pessoa fica preocupada com o seu futuro e da sua família. Ela quer sentir-se segura tendo bens, como uma casa, por exemplo. Nós passamos por lutas porque Deus tem que estar em evidência. Nós não temos nada, mas, ao mesmo tempo, temos tudo; tudo o que é nosso é de Deus e o que é de Deus é nosso.

9. CONSIDERA-SE INSUBSTITUÍVEL. 

Ninguém é insubstituível, por mais que tenha habilidades, capacidades, condições, méritos, sempre existem alguém para substituí-la. Moisés foi substituído por Josué, Eli por Elias, Elias por Eliseu. Somente a unção é insubstituível.

10. ACHA QUE MERECE SER RECONHECIDO E BEM REMUNERADO. 

Ele acha que a Igreja tem que reconhecer o seu trabalho. Nunca está satisfeito e sempre fica à espera de méritos. Aqueles que esperam méritos dos homens não terão a recompensa de Deus. A unção não se impõe, mas revela-se.



Fonte: bispojulio.com
 Reflexão Para Todos Nós!

IBGE: CATOLICISMO CAI 22,4% E VÊ NOVA ASCENSÃO DE EVANGÉLICOS


Herança da colonização portuguesa, o catolicismo enfrenta o momento de maior arrefecimento da história do Brasil. É o que constatou o levantamento feito em todos os municípios do País no Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia a Estatística (IBGE), que pesquisou em diversos níveis os aspectos religiosos da população brasileira. Em pouco mais de 20 anos, o número de brasileiros que se declararam católicos caiu 22,4%.








Para se ter uma ideia, em 1940, o mesmo IBGE constatava um percentual de 95% de católicos no Brasil. Em 1991, este número passou para 83%. Posteriormente, em 2000, na queda mais acentuada, foi para 73,6%, até chegar, 10 anos depois, nos atuais 64,6% dos cerca de 190 milhões de brasileiros.


Mesmo mantendo sua predominância, o catolicismo perde cada vez mais terreno para a religião evangélica. A pesquisa do Censo constatou que 22,2% do País está inserido nas crenças das igrejas de missão e pentecostais, dentre outras que pregam o evangelismo. O salto de 6,8%, em relação ao levantamento do ano 2000, se torna ainda maior se voltarmos ao ano de 1940, quando os evangélicos entraram na pesquisa e apareciam apenas com 2,6%. Ou seja, em pouco mais de 70 anos, cresceram 20,4%.

"Entre os católicos é comum ter pessoas não praticantes, que se declaram católicos. E nas outras religiões não, o que se declara é um participante mesmo. Essa é a grande diferença. O evangélico, por exemplo, participa muito mais. É fiel aos princípios da igreja", diz Cláudio Crespo, coordenador de população e indicadores sociais do IBGE. "A tendência é essa, de redução da população que se declarou católica, algo que vem sendo observado desde a década de 90", completa.
Se o catolicismo ainda é hegemônico, o Brasil, no entanto, convive cada vez mais com a pluralidade religiosa. O Censo revelou que 2% dos entrevistados se declararam espíritas (aumento de 0,7% em relação ao ano de 2000), enquanto que umbanda e candomblé respondem por 0,3% (sem alteração). Outras religiosidades, como o islamismo, por exemplo, estão presentes em 2,7% (acréscimo de 0,9%) da população, enquanto que 8% dos brasileiros não têm religião. Apenas 0,1% não souberam responder, ou não quiseram prestar a informação.
"Neste contexto, o (Estado do) Rio Grande do Sul é um exemplo interessante disso, porque dependendo da região, e da ocupação que ocorreu, o Sul tem uma presença espírita e umbandista forte, tem uma ocupação de evangélicos de missão e também de católicos. É um Estado que se mostra bastante plural", exemplificou Crespo.

Nas regiões Norte e Centro-Oeste a diversificação dos grupos religiosos é marcada pela presença expressiva de evangélicos, sobretudo dos pentecostais, os quais têm também importante presença nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Os católicos, por sua vez, ainda que soberanos, têm maior representatividade no Nordeste: 72% dos habitantes.


No comparativo dos sexos, 65,5% dos homens brasileiros se declararam católicos, na maior presença masculina dentre as religiões. Nas demais crenças, as mulheres são maioria: 24,1% são evangélicas, 2,3%, espíritas, 0,3% adeptas da umbanda e candomblé e 2,9%, de outras religiões.

Mais de 42 Milhões de Fiéis

O avanço das Igrejas Evangélicas no Brasil é ainda mais claro quando os percentuais são deixados de lado para o comparativo dos números brutos da pesquisa. São exatos 42.275.440 brasileiros que se declararam evangélicos, enquanto os católicos apostólicos romanos, majoritários, formam um grupo de 123.280.172 habitantes.

Dos cerca de 42 milhões de evangélicos, mais de 25 milhões são de origem pentecostal. Somente a Assembleia de Deus, Igreja de maior representatividade, possui 12 milhões de fiéis. Elas serviram de alicerce, ainda, para outro dado importante: enquanto 79% dos moradores de áreas urbanas responderam que são católicos, o maior número absoluto dos que moram no campo, nas grandes cidades, 23,5% são evangélicos.
"A partir do êxodo rumo às grandes cidades, da década de 70 para 80, você tem o surgimento da Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, que aproveita a oportunidade para criar o que chamamos de igreja de periferia, como igreja de portas abertas para receber esse pessoal 'sem eira nem beira', sem ter onde ficar", explica Maria Goreth, coordenadora de indicadores sociais do IBGE.

Este efeito migratório encontra reflexo ainda nas idades dos entrevistados. Se os católicos encontram mais representatividade entre os brasileiros que têm mais de 40 anos, ou seja, oriundos da época em que o catolicismo era soberano, os evangélicos têm maior proporção entre crianças e adolescentes, que escolheram a religião que acolheu os pais neste êxodo.

Outras Curiosidades

- O município de União da Serra, no Rio Grande do Sul, é o mais católico do Brasil: 99,18% dos moradores seguem da religião; - O município de Arroio do Padre, também no RS, é o mais evangélico: 85,84% dos moradores; - Palmelo, em Goiás, concentra o maior número de espíritas: 45,5%; - Cidreira, novamente no RS, tem 5% de praticante de umbanda e candomblé; - O islamismo responde apenas por 1,2% do grupo de outras religiosidades; - Sobre os que se declararam sem religião, 4% são ateus.

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Ezequiel Oliveira
11:27 (3 horas atrás)
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