segunda-feira, julho 04, 2016
A DEVASTAÇÃO DA PORNOGRAFIA NA INTERNET
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MISSIONÁRIO R. R. SOARES TEM PASSAPORTE DIPLOMÁTICO
MISSIONÁRIO R. R. SOARES TEM PASSAPORTE DIPLOMÁTICO
RENOVADO PELO PALÁCIO DO ITAMARATY
Por Tiago Chagas -
30 de junho de 2016

O Ministério das Relações Exteriores
divulgou na última terça-feira, 28 de junho, uma portaria oficializando a
concessão de passaportes diplomáticos ao missionário R. R. Soares e à sua
esposa, Maria Magdalena Bezerra Ribeiro Soares.
A informação foi divulgada no Diário
Oficial da União (DOU), com a assinatura do ministro de Estado das Relações
Exteriores, José Serra (PSDB-SP), senador licenciado.
Segundo informações do blog Expresso,
da revista Época, os documentos possuem validade de três anos e trata-se de uma
renovação, afinal, desde 2013 o casal da Igreja Internacional da Graça de Deus
já possuía passaportes diplomáticos.
“R.R. Soares e Maria Magdalena contam
com agenda cheia no exterior, especialmente nos Estados Unidos”, informou o
jornalista Murilo Ramos.
O passaporte diplomático é um
documento que, embora não conceda a imunidade relacionada a embaixadores e
diplomatas, permite que seus portadores entrem e saiam de países que sustentam
relações com o Brasil de forma descomplicada, evitando burocracias.
Em maio deste ano, o Ministério das
Relações Exteriores concedeu passaportes diplomáticos ao pastor Samuel
Ferreira, da Assembleia de Deus Brás e à sua esposa, Keila.
A concessão foi alvo de uma ação
judicial, que pedia a suspensão do benefício, mas a Justiça Federal de São
Paulo recusou a liminar.
Uma das curiosidades na concessão de
passaporte diplomático a Samuel Ferreira é que ele foi oficializado logo após
vir à tona as acusações de ligação com a suposta lavagem de dinheiro de propina
que o deputado federal afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) teria recebido no
esquema de corrupção da Petrobras.
O ministro do Supremo Tribunal
Federal (STF) Teori Zavascki ordenou há algumas semanas o envio das
investigações sobre o pastor para o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de
Curitiba (PR). A defesa do pastor nega seu envolvimento.
DOU de hj: Portaria do @ItamaratyGovBr concede
passaportes diplomáticos a membros da Igreja Intl da Graça de Deus
FONTE:https://noticias.gospelmais.com.br/r-r-soares-passaporte-diplomatico-renovado-itamaraty-83790.html
ARRECADAÇÕES DO GOVERNO COM IMPOSTOS A IGREJAS
DEPUTADO PROPÕE LEI QUE REPASSA PARTE DAS
ARRECADAÇÕES DO GOVERNO COM IMPOSTOS A IGREJAS
Por Tiago Chagas -
30 de junho de 2016

Um projeto de lei promete causar
grande polêmica nas próximas semanas por prever o repasse de parte da
arrecadação do governo com o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviço
(ICMS) para as igrejas.
A iniciativa, do deputado estadual
Cezinha de Madureira (DEM), prevê que 60% do ICMS arrecadados pelo governo do
estado de São Paulo nas contas de energia elétrica e gás sejam destinados às
diversas denominações cristãs.
A proposta se vale de uma brecha na
lei 12.685/07, que prevê o retorno à população de parte da arrecadação do ICMS
através de programas governamentais. O mais comum deles é o Nota Fiscal
Paulista, que usa o Cadastro de Pessoa Física (CPF) para devolver parte dos
impostos pagos em compras.
O programa Nota Fiscal Paulista foi
uma iniciativa do governo do estado para combater a evasão fiscal. Com os
consumidores inserindo seus CPF’s nas notas fiscais, a lei obrigou as empresas
a registrarem suas vendas, o que limitou os casos de sonegação de impostos.
Como não há emissão de notas fiscais
para contas de energia elétrica e gás, Cezinha de Madureira aproveitou a lei já
existente e propôs uma emenda, sob a justificativa de que o repasse dos valores
às igrejas seria uma contribuição social.
“Está entre nossas missões manter e
ampliar os projetos sociais da igreja, de forma que toda sociedade possa ser
beneficiada”, afirmou o parlamentar, segundo informações do portal JusBrasil.
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FONTE: https://noticias.gospelmais.com.br/deputado-lei-repasse-parte-impostos-igrejas-83793.html
“AUTO-EXCOMUNHÃO” DO MOVIMENTO EVANGÉLICO: “CANSEI”
PASTOR RICARDO GONDIM REITERA SUA “AUTO-EXCOMUNHÃO”
DO MOVIMENTO EVANGÉLICO: “CANSEI”

Por Tiago Chagas -
29 de maio de 2016
O pastor Ricardo Gondim voltou a
fazer duras críticas ao movimento evangélico brasileiro e reiterou seu
rompimento com esse grupo, que classificou como um “barco que faz água”.
“As aberrações que esse movimento,
que se diz cristão, produz ficam cada dia mais horrorosas. Sua credibilidade
está no chão. Não há mais remédio que o salve, ou unguento que o cure. Suas
lógicas teológicas se tornaram estranhas, seus posicionamentos políticos,
questionáveis e suas posturas éticas, uma vergonha”, escreveu Gondim, em um
artigo publicado no último dia 20 de maio.
Gondim tem adotado postura oposta em
quase todos os pontos que envolvem o discurso institucional das igrejas
evangélicas: é contra a teologia da prosperidade, adota pensamento político de
centro-esquerda e é contra a bancada evangélica, e também se opõe ao
sincretismo religioso existente em denominações neopentecostais, que no geral,
fazem uso de elementos do judaísmo em suas liturgias.
“Há algum tempo, afirmei que não me considero mais parte do
movimento evangélico. Causei espanto entre os meus pares. Não volto atrás. Cada
dia que passa, quanto mais notícias ruins sobem dos porões denominacionais, e
quanto mais o Youtube viraliza piadas sobre o besteirol de seus líderes, mais
me convenço de que não sobra, em mim, nenhuma identificação com ele. Pretendo
manter-me evangélico por acreditar no Evangelho. Quero, entretanto,
distanciar-me do movimento. Já me enxergo em outro acampamento”, acrescentou o
pastor, dirigente da Igreja Betesda.
Sobre o que chamou de “auto
excomunhão do movimento evangélico”, o pastor explicou que isso aconteceu por
ele “não conseguir conviver com
os autoproclamados ‘teólogos’, que guardam doutrinas e conceitos como verdadeiras
vacas sagradas”.
“Alguns leram alguma teologia rala, e
se acham aptos para sentar na cadeira de Moisés. Não aceito o clima de caça às
bruxas, que apedreja e queima os que ousam mexer nas ‘cláusulas pétreas’ de
doutrina produzida por gente falível”, contextualizou.
Ricardo Gondim, favorável à união civil entre pessoas do mesmo
sexo, foi enfático ao dizer que vê a igreja evangélica inflexível no
que defende: “Não tolero a intolerância. Não engulo a exclusão de gente por
questões de gênero ou por identidade sexual. Não me sinto bem com o discurso
fundamentalista que se arvora único interprete dos textos sagrados. Acredito
que toda interpretação é interpretação. Nada mais. Ninguém – nem Santo
Agostinho, nem Calvino, nem Armínio, nem eu mesmo – tem a última palavra a
respeito da verdade”, opinou.
Destacando estar fora dos rótulos,
Gondim explicou que tem paixão pelo Evangelho e pelos dons espirituais, mas que
não consegue associar essas coisas ao desenho de um Deus perseguidor e punidor:
Meu auto exclusão do mundo evangélico se deve ao fato de eu estar apaixonado
por Deus. Minhas premissas, entretanto, são diferentes do movimento. O alicerce
que sustenta a minha espiritualidade é estranho à maioria dos que se dizem
evangélicos. Estou cada vez mais curioso com as dimensões do divino. Quero
nadar nas águas profundas do Espírito. Reconheço, entretanto, que os pastores e
crentes, colados no movimento evangélico, não entenderão a minha sede. Tenho
ânsia de ler como nunca; de rir como nunca; de dançar como nunca; de orar como
nunca. Minha espiritualidade busca leveza. Estou farto da paranoia dos crentes,
constantemente encurralados pelo diabo. Não vivo aturdido com pesadelos de que,
se der brecha, serei castigado com rigor por um Deus carrancudo”.
Em sua conclusão, Gondim diz que
pretende “caminhar humildemente com meu Senhor, rodeado de amigos”, tentando
“ser justo” e sustentando “um coração solidário”: “Busco parecer, em meus atos,
com o Nazareno. Isso me basta”.
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Fonte:
https://noticias.gospelmais.com.br/ricardo-gondim-reitera-auto-excomunhao-movimento-evangelico-82991.html
“AUTO-EXCOMUNHÃO” DO MOVIMENTO EVANGÉLICO: “CANSEI”
PASTOR RICARDO GONDIM REITERA SUA “AUTO-EXCOMUNHÃO”
DO MOVIMENTO EVANGÉLICO: “CANSEI”

Por Tiago Chagas -
29 de maio de 2016
O pastor Ricardo Gondim voltou a
fazer duras críticas ao movimento evangélico brasileiro e reiterou seu
rompimento com esse grupo, que classificou como um “barco que faz água”.
“As aberrações que esse movimento,
que se diz cristão, produz ficam cada dia mais horrorosas. Sua credibilidade
está no chão. Não há mais remédio que o salve, ou unguento que o cure. Suas
lógicas teológicas se tornaram estranhas, seus posicionamentos políticos,
questionáveis e suas posturas éticas, uma vergonha”, escreveu Gondim, em um
artigo publicado no último dia 20 de maio.
Gondim tem adotado postura oposta em
quase todos os pontos que envolvem o discurso institucional das igrejas
evangélicas: é contra a teologia da prosperidade, adota pensamento político de
centro-esquerda e é contra a bancada evangélica, e também se opõe ao
sincretismo religioso existente em denominações neopentecostais, que no geral,
fazem uso de elementos do judaísmo em suas liturgias.
“Há algum tempo, afirmei que não me considero mais parte do
movimento evangélico. Causei espanto entre os meus pares. Não volto atrás. Cada
dia que passa, quanto mais notícias ruins sobem dos porões denominacionais, e
quanto mais o Youtube viraliza piadas sobre o besteirol de seus líderes, mais
me convenço de que não sobra, em mim, nenhuma identificação com ele. Pretendo
manter-me evangélico por acreditar no Evangelho. Quero, entretanto,
distanciar-me do movimento. Já me enxergo em outro acampamento”, acrescentou o
pastor, dirigente da Igreja Betesda.
Sobre o que chamou de “auto
excomunhão do movimento evangélico”, o pastor explicou que isso aconteceu por
ele “não conseguir conviver com
os autoproclamados ‘teólogos’, que guardam doutrinas e conceitos como verdadeiras
vacas sagradas”.
“Alguns leram alguma teologia rala, e
se acham aptos para sentar na cadeira de Moisés. Não aceito o clima de caça às
bruxas, que apedreja e queima os que ousam mexer nas ‘cláusulas pétreas’ de
doutrina produzida por gente falível”, contextualizou.
Ricardo Gondim, favorável à união civil entre pessoas do mesmo
sexo, foi enfático ao dizer que vê a igreja evangélica inflexível no
que defende: “Não tolero a intolerância. Não engulo a exclusão de gente por
questões de gênero ou por identidade sexual. Não me sinto bem com o discurso
fundamentalista que se arvora único interprete dos textos sagrados. Acredito
que toda interpretação é interpretação. Nada mais. Ninguém – nem Santo
Agostinho, nem Calvino, nem Armínio, nem eu mesmo – tem a última palavra a
respeito da verdade”, opinou.
Destacando estar fora dos rótulos,
Gondim explicou que tem paixão pelo Evangelho e pelos dons espirituais, mas que
não consegue associar essas coisas ao desenho de um Deus perseguidor e punidor:
Meu auto exclusão do mundo evangélico se deve ao fato de eu estar apaixonado
por Deus. Minhas premissas, entretanto, são diferentes do movimento. O alicerce
que sustenta a minha espiritualidade é estranho à maioria dos que se dizem
evangélicos. Estou cada vez mais curioso com as dimensões do divino. Quero
nadar nas águas profundas do Espírito. Reconheço, entretanto, que os pastores e
crentes, colados no movimento evangélico, não entenderão a minha sede. Tenho
ânsia de ler como nunca; de rir como nunca; de dançar como nunca; de orar como
nunca. Minha espiritualidade busca leveza. Estou farto da paranoia dos crentes,
constantemente encurralados pelo diabo. Não vivo aturdido com pesadelos de que,
se der brecha, serei castigado com rigor por um Deus carrancudo”.
Em sua conclusão, Gondim diz que
pretende “caminhar humildemente com meu Senhor, rodeado de amigos”, tentando
“ser justo” e sustentando “um coração solidário”: “Busco parecer, em meus atos,
com o Nazareno. Isso me basta”.
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https://noticias.gospelmais.com.br/ricardo-gondim-reitera-auto-excomunhao-movimento-evangelico-82991.html
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