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quinta-feira, maio 05, 2011

O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Amados, Graça e paz.

Repasso e-mail que recebi para orarmos por esse acontecimento e meditarmos qual tem sido o papel da igreja brasileira frente aos desmandos que têm ocorrido. Será que veremos nossa suprema corte passar por cima da CRFB embasados em jurisprudências que não tem o mesmo peso da carta magna? Veremos. Será que umas minorias chamadas homossexuais imporão a nós uma das maiores derrotas do cristianismo? Aguardemos.

Deus vos abençoe

Pr. Eduardo Candido

Santo André, 03 de maio de 2011.
Prezados pastores e líderes
Amada Igreja de Cristo

Saudações Cristãs

Amanhã, como tem sido noticiado, o Supremo Tribunal Federal deve decidir, na sessão plenária, se é ou não constitucional o reconhecimento da união homo afetiva como entidade familiar. Em discussão, o parágrafo 3º do artigo 226 da Constituição, segundo o qual, “para efeito de proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar". Há uma clara tendência de desatender a Constituição, criando maior instabilidade no estado de direito. Essa ação representa uma manobra para burlar a decisão democrática. Não podendo criar uma nova lei por falta de votos, setores do governo usam o STF como foro particular para reinterpretar a legislação vigente. Sendo assim:

1. O STF, ao que parece se obrigará a ir além de sua função de interpretar a Constituição para legislar através de jurisprudência substituindo, assim, a função do Congresso Nacional. Oremos pelas instituições nacionais que estão se desviando de seus propósitos para atender a interesses do poder. Como cidadãos precisamos exigir o restabelecimento da ordem. O texto constitucional definitivamente não se aplica à conjunção homossexual. Está além da alçada do STF definir a conjunção homossexual como família.

2. O STF ameaça interpretar parcial e tendenciosamente o conceito de família. Não há igualdade de liberdade entre família e conjunção homossexual, porque a família precede a lei, como tal e semelhante o direito à vida, é ato de fé. Já o homossexualismo pretende se impor por casuísmos legais. Também Não há igualdade de afetividade por que heterossexualidade e homossexualidade não são iguais em natureza, função ou propósito. Oremos sobre a inadmissível interferência do Estado nos assuntos da fé. Como cidadãos devemos agir pela minimização do poder concentrado nas mãos da oligarquia reinante.

3. O STF parece querer expor servilismo aos interesses hegemônicos do atual governo, colocando em dúvida a justiça do sistema de indicação e aprovação dos ministros do Supremo. Oremos sobre a confusão entre Estado e governo. Como cidadãos devemos nos esforçar para que um partido não imponha sua agenda duvidosa à toda a nação.

4. O STF ameaça igualar conceitualmente a conjunção homossexual com a família, divina e naturalmente heterossexual, desatendendo ao fato de que, ao impor por força e abuso de poder algo que a sociedade claramente rejeita, consagra a insuperável diferença entre uma coisa e outra. Oremos pelo estabelecimento da justiça em nosso país. A lei sem moral é vã (Horácio). Como cidadãos devemos insistir em educar nossa sociedade com princípios e valores eternos.

5. O STF parece se preparar para, mais uma vez, agir contrariamente ao interesse democrático, desprezando vergonhosamente o entendimento da maioria, desautorizando-se em favor de uma nova ditadura. Oremos contra a injustiça de termos instituições que não nos representam, mas a minorias manipuladoras da máquina estatal.  Como cidadãos, devemos lutar por uma sociedade melhor informada, mais crítica e mais operosa.

O temor servil retorna à nossa nação e discretamente vai contaminando todas as nossas instituições.. Para que a pátria fique livre, a Igreja deve se preparar para desobedecer – o amor não se alegra com a injustiça (1Co 13). Que justiça virá de homens injustos? Nossa esperança está no Senhor e no poder da Palavra que fomos encarregados de pregar.

Pastores orientem a nação a retornar à santidade e indissolubilidade do casamento e à responsabilidade da paternidade. As Escrituras não são a vontade de Deus apenas para os evangélicos, nem apenas para os cristãos. Do Senhor, por Ele e para Ele são todas as coisas. Mais do que lutar contra a desconstrução da família que o STF ameaça fazer nessa quarta, dia 4, devemos nos esforçar contra o divórcio, contra a promiscuidade, contra a pornografia e tantas outras coisas que foram passos sutis para a imoralidade com a qual convivemos hoje. Nossa luta não é apenas contra a ditadura sexual que se impôs nos últimos anos, nossa luta é pela santificação que a evangelização produz. São dias de Neemias (Ne 13), onde ele está?

O Senhor Reina,

José Bernardo

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