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domingo, junho 12, 2016

METODISTA HILLARY CLINTON DEFENDE ISRAEL POR CAUSA DE VALORES SOCIALISTAS MÚTUOS

13 de maio de 2016


METODISTA HILLARY CLINTON DEFENDE ISRAEL POR CAUSA DE VALORES SOCIALISTAS MÚTUOS

Julio Severo


Hillary Clinton, a candidata presidencial do Partido Democrático com mais chances de ganhar, é muito aberta sobre o fato de que a vida inteira ela foi membro da Igreja Metodista Unida, mas ela tem estado em conflito com os líderes de sua denominação porque ela se opõe às posturas anti-israelense oficialmente defendidas pela Igreja Metodista Unida.





Em resposta a uma carta das Federações Judaicas da América do Norte pedindo que ela denunciasse o Movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) contra Israel, ela escreveu:

Mais de três décadas atrás, meu marido Bill e eu fizemos nossa primeira viagem a Israel, andamos pelas ruas antigas da Velha Cidade de Jerusalém e nos apaixonamos por esse país e seu povo. Israel virou um lugar especial para nós, e tenho sorte de ter tido muitas oportunidades para retornar e fazer muitos amigos queridos ali durante os anos.


Como senadora e secretária de Estado, vi como é crucial que os Estados Unidos defendam Israel em todas as ocasiões. Eu me opus a dezenas de resoluções anti-Israel na ONU, no Conselho de Direitos Humanos e em outras organizações internacionais. Condenei o tendencioso Relatório Goldstone, deixando claro que Israel precisa de liberdade para se defender como qualquer outro país. E me assegurei de que os Estados Unidos bloqueassem as tentativas palestinas na ONU de declarar unilateralmente [a Palestina] como estado. Muitas vezes, não importa por qual meio, deixei claro que os EUA sempre defenderão Israel. Se eu tiver sorte o suficiente para ser eleita presidente, os Estados Unidos reafirmarão que temos um interesse nacional forte e eterno na segurança de Israel.


É por causa de meu compromisso de muitos anos com o povo israelense e com a segurança de Israel que estou escrevendo para expressar minha oposição ao Movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções, ou “BDS,” a campanha mundial para isolar o Estado de Israel eliminando as transações comerciais e acadêmicas. Sei que vocês concordam que precisamos tornar a oposição ao BDS uma prioridade, e que precisamos trabalhar juntos — independente do partido e com a ajuda de líderes diversos — para reverter essa tendência com informações e conscientização, e revidar tentativas adicionais de isolar e deslegitimar Israel. Seria um erro grave os Estados Unidos abandonarem suas responsabilidades, ou cederem o manto de liderança da paz e segurança mundial para outra nação. O Estado de Israel é um milagre dos tempos modernos — uma flor vibrante no meio de um deserto — e precisamos nutri-lo e protegê-lo.

Creio que o BDS busca punir Israel e ditar como os israelenses e palestinos devem resolver as questões principais de seu conflito. Esse não é o caminho da paz. Estou convencida de que a segurança a longo-prazo e o futuro de Israel como um Estado judaico dependem de haver dois estados para dois povos. Mas só dá para se realizar isso por meio de negociações diretas entre israelenses e palestinos; não dá para se impor isso do exterior ou por meio de ações unilaterais. Como secretária de Estado, convoquei a última rodada de conversações diretas entre líderes israelenses e palestinos; sei como isso será difícil, mas é um esforço no qual eu me empenharia como presidente.

Israel é uma democracia vibrante numa região dominada pela autocracia, e enfrenta ameaças à sua existência e sobrevivência. Lutar por Israel não envolve apenas política para mim; é um compromisso pessoal com a amizade entre dois povos e nossa visão de paz e segurança. Particularmente numa época em que o antissemitismo está crescendo no mundo inteiro, precisamos repudiar as iniciativas violentas de difamar e minar Israel e o povo judeu. O antissemitismo não tem lugar em nenhuma sociedade civilizada — não nos EUA, não na Europa e não em qualquer outro lugar. Nunca devemos nos cansar de defender a legitimidade de Israel, expandindo laços de segurança e economia e avançando nossa aliança ao próximo nível.

Por favor saibam que sou grata por seu trabalho, e que estou pronta para ser parceira de vocês enquanto envolvemos todas as pessoas de boa fé — independentemente de sua persuasão política ou suas opiniões sobre pormenores políticos — para explicar por que a campanha BDS é contraproducente para a busca da paz e prejudica israelenses e palestinos.

Hillary tem sido muito contundente sobre seu apoio a Israel e sua oposição ao BDS. Mas sua Igreja Metodista Unida se opõe à “ocupação” de Israel na Cisjordânia, Gaza e Jerusalém Oriental. Sua denominação também se opõe à construção de colônias judaicas na Cisjordânia, chamando-as de “ilegais. ” Agora, sua denominação quer apoiar o BDS.

O Movimento BDS tem recebido o apoio de grandes denominações protestantes dos EUA, inclusive a Igreja Unida de Cristo e a Igreja Presbiteriana dos EUA.

O apoio de Hillary a Israel é bom, mas a postura dela de dois estados como solução — a mesma solução seguida pelo republicano conservador pró-vida George W. Bush — para Israel e a “Palestina” na Terra Prometida para os judeus é um absurdo, de uma perspectiva bíblica.

Mas por que a Hillary esquerdista difere de outros esquerdistas e também de sua denominação esquerdista? É um fato que nem todos os esquerdistas são iguais. Por exemplo, muitos socialistas pró-aborto e pró-homossexualidade no mundo todo que se opõem à Israel ignoram o fato de que o socialismo é bem-vindo em Israel, que tem uma das leis de aborto mais liberais do mundo. Além disso, Israel é o único país do Oriente Médio que tem paradas e privilégios homossexuais.

Então é natural que Hillary, que é pró-aborto e pró-homossexualismo, apoie Israel. O socialismo dela não é diferente do socialismo da maioria dos judeus americanos, que prefere qualquer candidato socialista a candidatos conservadores.

Em sua primeira eleição em 1980, Ronald Reagan ganhou 39% dos votos dos judeus. Em sua reeleição de 1984, ele conseguiu ganhar apenas 31%. Em comparação, o socialista Barack Obama ganhou surpreendentemente 78% dos votos dos judeus em 2008, ainda que Obama seja mais pró-islamismo e anti-Israel do que Reagan.

Lamentavelmente, Hillary provavelmente receberá enorme apoio dos eleitores judeus americanos, porque eles se identificam com o socialismo dela, inclusive suas posturas de aborto e homossexualidade.

Essa aliança socialista nem sempre é boa. Na União Soviética, até o fim de sua vida Vladimir Lênin apoiou os judeus, que por sua vez o apoiaram. Josef Stálin também apoiou os judeus, inclusive liderando sua União Soviética como o primeiro país a reconhecer oficialmente o nascimento do Estado de Israel em 1948. Mas mais tarde ele começou a atormentá-los e persegui-los.

Hillary pode ser uma espécie de Lênin do sexo feminino, disposta a impor o aborto e a sodomia no mundo inteiro e a apoiar a apostasia socialista dos judeus. Aliás, quando uma mulher se considera cristã metodista, mas apoia o aborto e a sodomia, ela mesma está na mesma apostasia socialista.


Com informações da revista Charisma.

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